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Posts de 10/03/2011

10 Mar 13h37

De um amigo para Lea T sobre o Fenômeno: “cuidado com ele”. Resposta da nova moça: “é, ele gosta…”

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leat kate De um amigo para Lea T sobre o Fenômeno: cuidado com ele. Resposta da nova moça: é, ele gosta... Divulgação

Essa meu amigo e mestre Joaquim Ferreira dos Santos contou em sua coluna Gente Boa, em O Globo.

Ronaldo Fenômeno e a modelo transexual Lea T, filha do nosso querido Toninho Cerezzo, a da esquerda no beijão acima, se cruzaram em uma das baladas quentes do Carnaval do Rio de Janeiro.

Ao ver o Fenômeno saido do elevador, um amigo se vira para Lea T e alerta:

- Cuidado com ele.

Ao que Lea T respondeu de bate-pronto:

- Pois é, ele gosta...

A Ronaldo, conta meu querido Joaquim, restou apenas um sorriso amarelo e sem graça...

O melhor das celebridades...

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10 Mar 13h13

Como vive e o que faz hoje Edilson, o juiz que pegou bola (não a do jogo, claro) e ferrou o Brasileirão de 2005

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edilson djalma vassao gazeta press Como vive e o que faz hoje Edilson, o juiz que pegou bola (não a do jogo, claro) e ferrou o Brasileirão de 2005 Djalma Vassão - Gazeta Press

A Justiça de São Paulo condenou, dias atrás, o ex-árbitro de futebol Edilson Pereira de Carvalho e a CBF a pagar, em conjunto, R$ 160 milhões de multa pelos jogos fraudados por Carvalho no Campeonato Brasileiro de 2005.

O blog analisou a notícia no último dia 26 de fevereiro. Leia aqui.

Carvalho, como se sabe, bateu um bolão em 2005 (não o dos gramados, é bom lembrar).

Ele confessou ter recebido de empresários e apostadores de São Paulo e Piracicaba entre R$ 10 mil e R$ 15 mil de bola (não aquela do jogo, claro, mais uma vez) por partida.

Em troca, direcionava os resultados dos jogos ao que era cravado nas casas de aposta pelos pagadores das bolas.

Bom, o R7 tentou conversar com Carvalho no último sábado (5).

Ouviu dele a seguinte resposta:

- Vamos gravar, com o maior o prazer, mas só se você me ajudar financeiramente. Se não, não tem entrevista.

Tinha até um preço fixo definido:

- Nada mais nada menos do que R$ 2.000.

O R7, que não paga por entrevista, recusou a proposta.

Das duas, uma: ou Carvalho abriu uma exceção em sua decisão de só dar entrevista se pingar um ou a revista Veja pingou um.

É fácil concluir isso porque, uma semana antes de ser procurado pelo R7, Carvalho concedeu uma entrevista a Fernando Mello, de Veja,  por sinal o veículo de comunicação que denunciou suas fraudes.

Na conversa, Edilson Pereira de Carvalho revela curiosidades sobre sua vida atual:

* Ele tentou montar um bar em 2008, mas não deu certo.

* Depois da falência de seu negócio, trabalhou em outro bar, de uma amiga. Neste período, entregava marmitas em sua moto para encaixar uns caraminguás a mais.

* Desde outubro do ano passado, Carvalho é funcionário do bar do Trianon, o clube mais tradicional de Jacaraí, no Vale do Paraíba paulista, onde mora. "Caí em tentação mas aprendi. Aqui no clube, mexo com dinheiro o dia todo.  Não pego um real, um sorvetinho, nada. Nenhuma coisa me deixa tentado a fazer algo errado. Pisei na bola, mas o tempo cura tudo", disse à revista.

* Nem em sua Jacareí o ex-árbitro Carvalho é convidado para apitar um jogo de bola. Ele diz que gosta de bater uma bola (ora, não precisava...) e que, de vez em quando, atua com sua turma na cidade. "Sou lateral esquerdo", revelou.

Ok, ok, Carvalho.

Só é desnecessário contar que você bate um bolão. A gente sabe...

Leia aqui a reportagem publicada pelo R7 no último dia 5 de março, quando tentou entrevistar o ex-árbitro Edilson Pereira de Carvalho.


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