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30/03/2012 às 02:28:50
Eita .... viu somente 6 gols de Pelé ????
Só assistir Pelé Eterno ... tem mais de 400 gols lá ...
Não faltam jogadas não . Tem um negócio chamado Youtube que tem centenas de jogadas de Pelé ...
Quanto a cabeçadas ... Pelé também não era centroavante de origem ... Os centroavanted de origem de Pelé npo Santos foram Pagão, Coutinho, Toninho Guerreiro ....
Messi em 8 anos fez 10 gols de cabeça, 6 gols de falta ....
Marcos Assunção fez isso em gols de falta só esse ano que está começando ...
E desde quando "conduzir bola" e " habilidade " é parametro ??? Denilson também tinha uma "habilidade " incrivel ....
E a palavra "habilidade" serve prá um monte de coisas, né ???
Habilidade em defender, em chutar , em fazer embaixadas, em costurar , em desenhar .... em fazer gols ....
Ronaldinho Gaucho era outro " melhor que Pelé " um tempo atras ... abafaram o caso ... -
25/03/2012 às 10:50:53
Apesar de não ser muito fã de argentinos, tenho que admitir que MESSI é melhor que PELÉ apenas por um motivo: MESSI joga mais bola que PELÉ!
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21/03/2012 às 22:08:46
Assisti ao jogo televisionado entre Brasil e Itália na copa do México, em 1970, e não vi nada de mais em Pelé. Depois disso, ele atuou por mais 7 anos e nada de jogadas espetaculares. Pode ter sido o maior artilheiro do século, mas jogador, na minha opinião, está muito aquém. Duvido que Pelé tinha a habilidade de Messi, nem conduzia a bola como ele. E os gols por sobre os goleiros. Quanta tranquilidade. Talvez faltem jogadas ou gols gravados de Pelé, até porque a televisão no Brasil teve início em 1950! Até hoje, conheço apenas os mesmos seis gols de Pelé que sempre passam na tv. Para quem fez mais de 1000! Vamos parar de saudosismo. O melhor de todos os tempos é Messi. E nem adianta falar que Pelé era bom de cabeça e Messi não, pois Messi não é centroavante de origem. E mais, apelar para gols de cabeça não dá! Pelé é mais um.
24 Jun 14h21
Não faz sentido essa cultura do melindre do Palmeiras. Receber proposta aberta é do jogo. Recusá-la também
Felipão, Arnaldo Tirone e o Palmeiras estão incorporando uma cultura do melindre descabida neste caso da proposta pública do Flamengo pelo atacante Kleber.
Uma postura fruto do histórico amador e tosco do futebol brasileiro de tratar com lágrimas, rosto vermelho e emoção rasgada no peito tudo o que requer nada mais do que amparo legal e comportamento racional.
O Flamengo fez uma proposta oficial, por escrito, ao Palmeiras pelo atacante.
O Palmeiras achou pouco.
De fato, a proposta rubro-negra é micha diante da bola que o Gladiador tem apresentado.
Mas se todos concordamos que este é o caso, que a oferta é pfiu, recusem.
Meramente recusem.
Ponto final.
Clube e jogador recusarem é o instrumento oficial para encerrar o papo.
Nada de esperneio, reclamação, cultura do melindre.
Ou o que rola não é isso?
Ou a grana não é tão pouca assim?
Ou Kleber está interessado em ir e acha que o Flamengo pode chegar lá?
Ou o Palmeiras teme que o Flamengo, sempre capaz de arrumar bons parceiros e marketing nestes casos, como mostrou nos últimos tempos, de fato chegue lá?
Os direitos federativos de Kleber pertencem a Cruzeiro e Palmeiras, metade para cada um.
Ao todo, as duas partes custariam 6 milhões de euros, ou R$ 13,62 milhões ao câmbio desta sexta-feira (24).
Diante dos atuais patamares de captação de recursos dos clubes brasileiros, sobretudo em parcerias de marketing para a contratação de jogadores que dão retorno, o preço, alto em princípio, passou a ser viável para corajosos no mercado interno.
E é isso que assusta a diretoria do Palmeiras.
A rigor, a multa de Kleber não é hoje nenhum absurdo impagável.
Se o rubro-negro - ou qualquer outro clube brasileiro - depositar os R$ 13,62 milhões da multa e Kleber concordar em ir, os dirigentes compradores não precisam sequer dar bom dia aos colegas do Cruzeiro e do Verdão.
Quando Tirone disse que a presidente do Flamengo, Patrícia Amorim, ligou para ele e "pediu desculpas" por ter feito uma proposta, pública, aberta e normal, antes de qualquer conversar com o jogador, portanto dentro dos padrões éticos dessa situação, eu estranhei.
Não acreditava que a equilibrada e educada Patrícia se colocaria no risco de ter uma proposta não aceita, desdenhada, eventualmente até ridicularizada, e depois ainda ter de pagar o mico de pedir desculpas ao Palmeiras pelo mero fato de ter feito uma oferta legal e transparente.
Dito e feito.
Horas depois, Patrícia não só desmentiu ter pedido desculpas a Tirone e ao Palmeiras, usando exatamente os argumentos que coloquei acima, como também reafirmou o desejo do Flamengo de ter Kleber. "Está de pé", disse ela.
E acrescentou que o clube pensa em viabilizar uma forma de oferecer os tais seis milhões de euros a Palmeiras e Cruzeiro.
O que deixaria a situação a ser decidida apenas pela vontade de Kleber de ficar no Verdão ou aceitar a proposta rubro-negra.
Tudo muito claro, tudo muito aberto.
Aliás, fala-se numa multa acertada entre Palmeiras e Kleber, de R$ 100 milhões ou de R$ 240 milhões, a ser paga pelo jogador caso ele saia do clube antes do fim de seu atual contrato.
Como assim?
Uma multa paralela à dos seis milhões de euros do contrato?
Mas o contrato não serve exatamente para isso?
Por que então não colocaram esses R$ 100 milhões ou R$ 240 milhões na multa rescisória do contrato oficial entre Palmeiras e Kleber?
Seria porque o Cruzeiro não toparia, na esperança de receber uma proposta igual ou maior do que os seus três milhões de euros por sua parte?
A multa de seis milhões de euros é para estabelecer um patamar de negócio?
Ou é uma brincadeira e o que vale são os absurdos R$ 100 milhões ou R$ 240 milhões da "multa do tô de mal" anunciada por Tirone?
A propósito, a "multa do tô de mal " está escrita, registrada em cartório, formalizada em algum outro contrato?
Ou foi uma "promessa do tô de bem" feita no boca a boca?
Essa de duas multas, a oficial e a do tô de mal, eu realmente não entendi.
Mas esse melindre todo, de Felipão falar bravo em vender a Gávea, de Tirone falar em pedido de desculpas que não vem ao caso e, ao que tudo indica, não rolou, tudo isso passa mesmo é a sensação de que o Palmeiras tem hoje um medo real de Kleber escutar uma proposta do Flamengo, gostar, e o rubro-negro arrumar uma maneira de encaixar os seis milhões de euros da multa.
Fazer propostas oficiais, limpas e abertas é do jogo.
Recusá-las também.
Não gostou, recuse.
Pronto.
Sem esperneios ou cultura do melindre.
A verdade é que, com Kleber jogando tudo isso e essa multa acessível aos mais ousados, o inferno palmeirense só terminará aqui dentro quando o Gladiador completar sete partidas pelo clube no Brasileirão.
Tirone, Felipão e palmeirenses contam segundos para que isso aconteça.













