3 Jul 23h47
Brasil 0 x 0 Venezuela. Foi uma delícia a soneca no frio da tarde. Deus me protege…
Divulgação
Levantei cedo neste domingo (3).
Tinha uma belíssima costela a assar, essa parte do boi costuma consumir algumas longas horas até ficar pronta e eu a queria em ponto de bala, no máximo, no início da tarde.
Por conta deste nobre objetivo dominical, acabei acompanhando, num canal por assinatura, a belíssima vitória da Seleção Feminina sobre a Noruega por 3 a 0.
Mais um show da equipe e, em particular, da craque Marta, que fez dois e deu o passe para terceiro após uma arrancada sensacional desde o meio-campo.
O pulo matinal da caminha quente no domingão frio estava devidamente compensado e pago.
Dois bons pedaços de costela (uma delícia, assada por horas no embrulho, macia e suculenta), uma generosa porção de salada, outra, esta um pouco menos farta, de arroz e uma farofinha do trabalhador brasileiro, comida confortável total, um café, um fio dental, uma escova de dentes, e... pronto:
Estava na hora de esperar a seleção dos machu, a da homarada, do Mano.
Para quê, Deus Sagrado, para quê...
Não estou certo, mas acho que foi por ali, aos 16, 17 minutos.
Não, Mano, deu oxo na baba, zero a zero - Reuters
Amados amigos desta blogosfera colorida: meu quarto estava a um fiapo de luz (o que a cortina quase toda fechada deixava passar), a casa em absoluto silêncio com a viagem da família e um par de lençol de algodão fazia a honra da cama que, neste domingão, eu podia chamar de só minha...
Uma manta de algodão Parahyba por cima do lençol, um edredom delicioso - e malhado o suficiente para ficar perfeito - por cima da manta, outro edredom delicioso - e malhado no mesmíssimo calibre do outro - sobre o primeiro edredom delicioso.
Lá fora, silêncio e frio.
Aqui dentro, silêncio, frio e barriguinha cheia.
Olhem..., mas foi bonita a soneca desta tarde fria de domingão, pá.
Uma pestana daquelas de devolver vida a combatente espartano.
Deus me deu essa delícia de ronco no lugar daquela pelada.
Ao me embalar, Ele, na sua infinita bondade, provou uma vez mais que me ama.
Livrou-me daquilo.
Neymar, Pato, Ganso..., perdão: Marta, Cristiane, Rosana... - EFE
Tentei ver a reprise do rachão do Mano à noite para comentar algo com os amados amigos.
Mas, confesso, não deu.
Ao vivo, ainda era o desconhecido.
No replay, parecia masoquismo.
Vou tentar uma vez mais ver a baba do Mano a partir de amanhã.
Se conseguir, a gente conversa algo a respeito.
Tomara que a soneca da tarde não atrapalhe o sono desta madrugada.















