Publicidade

22 Dez 21h32

Adriana Birolli fecha no trânsito Antônia Fontenelle, que cai de pau no Twitter em Adriana, que é defendida por Aguinaldo Silva. No Diabo Veste Prada global de quinta, prima-donna sapateia, autor esperneia e … ninguém tem razão

Tags: , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , Sem Comentários

A atriz Adriana Birolli, a Patrícia de Fina Estampa, aparentemente falando ao celular, dá uma fechada de trânsito em Antônia Senhora Marcos Paulo Fontenelle em algum ponto dessa vidinha Zona Sul do Rio de Janeiro.

 

 

 

 

 

Fervendo no salto 15, Fontenelle vai para o Twitter e bate feio, com o gato preto agarrado pelo rabo, no lombinho liso e alvo de sua mais nova inimiga:

 

 

 

 

- Essa tal de Adriana Birolli deve ser enjoada igual ao personagem dela (a filha da Teresa Cristina/Christiane Torloni em Fina Estampa). Fala no celular enquanto dirige, se joga na minha frente, não pede desculpas... O que ela está pensando? Que é a rainha da cocada preta? E olha que dirige um carrinho popular. Se fosse uma Land Rover, teria atropelado todo mundo. Eu, hein, cada uma. Está cheio de pessoas que confundem personagem com a vida real na televisão brasileira. Falta de preparação.

 

 

 

 

Ao saber do desabafo da Senhora Marcos Paulo, o autor de Fina Estampa, Aguinaldo Silva, pulou no Twitter para praticar seu exercício predileto nestes tempos de rede social:

 

 

 

Na manhã desta quinta-feira (22), Silva passou a lixa fina na ponta de sua melhor agulha. E caprichou na espetada:

 

 

 

- Insisto: Adriana Birolli é atriz. E “mulher de diretor da Globo” é uma nova profissão?

 

 

 

 

Bom, vamos lá:

 

 

 

 

Número um: Dona Patricinha Birolli não tem nada que tascar o celular ao lado da fuça e sair por aí, ao volante, fechando geral a cada pedaço de asfalto do Leblon, de São Conrado ou de qualquer ponto dessa, ai..., vidinha Zona Sul.

 

 

 

 

Número dois: Se Dona Antônia Senhora Marcos Paulo Fontenelle tinha alguma razão no início do seu desabafo virtual, merece perdê-la diante da futilidade do estúpido preconceito madame-perfume-Chanel-ao-sol-do-meio-dia do “e olha que dirige um carrinho popular”.

 

 

 

Número três: E o que a reclamação de quem tomou uma fechada, seja ela atriz boa ou ruim, mulher de diretor ou lavadeira, tem a ver com o fato de ser supostamente protegida ou não, como acentuou Silva?

 

 

 

Isso a faz perder a razão por ter reclamado de um ato estúpido e desprovido de civilidade de uma pessoa que cola o celuca na fuça e sai por aí brincando de carrinho de batida?

 

 

 

É notório que não.

 

legal, Silva é do balacobaco. Talentoso, um dos grandes de seu ofício, aquela coisa bacana do “ser que se posiciona”, sujeito aparentemente sem medo de discutir com a Madame Globalina, a patroa, e também de ser feliz, tudo isso.

 

 

 

Mas... essa coisa dele ter aquela velha opinião formada sobre tudo, da esgrima brega de saltos depois de uma fechada à Partícula de Deus, quase sempre naquele tom ranzinza repaginado do depois-das-glórias-e-dos-gênios-do-meu-tempo-vem-só-o-dilúvio, está meio over, dando no saquinho, não é verdade?

 

 

 

Nesta vidinha Zona Sul global, primma-dona periférica esperneia, autor sapateia e ninguém tem razão.

 

Espalhe por aí:
  • RSS
  • Live
  • del.icio.us
  • Twitter
  • Digg
  • Netvibes
  • Facebook
  • Google Bookmarks
Ir para a home do site
Todos os direitos reservados - 2009-2011 Rádio e Televisão Record S/A