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Posts de 03/02/2012

3 Fev 18h01

Militantes de esquerda protestam em Buenos Aires contra presença do príncipe William nas Ilhas Malvinas. O mais irado deles usava uma camisa do… Flamengo. Exportação de crise? Opine

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Observe as três fotos abaixo:

protesto camisa fla 1 efe Militantes de esquerda protestam em Buenos Aires contra presença do príncipe William nas Ilhas Malvinas. O mais irado deles usava uma camisa do... Flamengo. Exportação de crise? Opine EFE

 


protesto.camisa fla 3 Militantes de esquerda protestam em Buenos Aires contra presença do príncipe William nas Ilhas Malvinas. O mais irado deles usava uma camisa do... Flamengo. Exportação de crise? Opine EFE

protesto camisa fla 2 reuters Militantes de esquerda protestam em Buenos Aires contra presença do príncipe William nas Ilhas Malvinas. O mais irado deles usava uma camisa do... Flamengo. Exportação de crise? OpineReuters

 

 

Elas foram feitas agora há pouco, nesta terça-feira (3), em um protesto do grupo de esquerda argentino Quebracho contra a presença do príncipe William, da Grã-Bretanha, nas Ilhas Malvinas.

 

 

Localizado ao sul do Oceano Atlântico,  ao lado do território argentino, o arquipélago das Ilhas Malvinas, (chamadas de Falkland Islands pelos britânicos), são disputadas há mais de um século por argentinos e britânicos.

 

 

Atualmente, o arquipélago, com duas ilhas principais e dezenas de outras menores, é controlado pelos britânicos.

 

 

Em 1982, a Argentina desembarcou tropas nas ilhas e declarou guerra à Grã-Bretanha pela posse do arquipélago, mas foi derrotada pelos britânicos.

 

 

Apesar da derrota na guerra, os argentinos reivindicam até hoje a posse das Ilhas Malvinas.

 

 

 

No protesto pela visita de William às ilhas, os militantes do Quebracho lançaram bombas de tinta em agências de bancos de origem britânica em Buenos Aires nesta sexta-feira (3).

 

 

O detalhe curioso: o militante mais revoltado e ativo usava uma camisa número 11 do Flamengo.

 

 

Seria exportação de crise?

 

 

Ou só uma peça de ironia diante do agitado clima vivido pelo rubro-negro nos últimos dias.

 

 

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3 Fev 05h48

Advogado da família de uma jovem morta em desabamento do Rio suspeita que o uso de máquinas pesadas poucas horas após as quedas pode ter esmagado pessoas vivas sob os escombros

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desabamento centro do RIo mariana costa r7 26.01.2012 Advogado da família de uma jovem morta em desabamento do Rio suspeita que o uso de máquinas pesadas poucas horas após as quedas pode ter esmagado pessoas vivas sob os escombros Mariana Costa / R7

 

Leio reportagem bem feita, triste e preocupante sobre o desabamento dos três prédios no centro do Rio de Janeiro, feita por Jorge Lourenço e publicada na página do Jornal do Brasil na internet.

 

 

João Tancredo, advogado da família de Sabrina Prado, que morreu na tragédia ocorrida no dia 25 de janeiro, estuda a possibilidade de abrir processo na Justiça, por homicídio culposo, contra os responsáveis pelo resgate dos envolvidos.

 

 

Tancredo acredita que o uso de grandes escavadeiras e máquinas de remoção de entulhos pouco tempo depois da queda dos três edifícios, na ânsia de liberar o trânsito na área, pode ter esmagado corpos de pessoas ainda vivas embaixo dos escombros.

 

 

Disse o advogado ao repórter Lourenço, do JB:

 

- Precisamos estudar isso com cuidado, mas ficou nítido que, em vez de se priorizar de forma absoluta o trabalho de resgate, houve pressa para mostrar serviço e liberar as ruas do centro. Se ficar constatado que vítimas poderiam estar vivas quando eles começaram a usar máquinas pesadas, vamos acionar judicialmente o responsável pelo resgate, que pode responder por homicídio culposo.

 

 

A reportagem registra, inclusive com fotos, máquinas pesadas em ação nos  escombros apenas 12 horas depois dos desabamentos. É possível que esse intervalo seja ainda menor.

 

 

E lembra que, em casos recentes de tragédias envolvendo vítimas embaixo de escombros, pessoas foram encontradas com vida muito tempo depois dessas 12 horas.

 

 

No terremoto do Haiti, pessoas foram retiradas vivas até 11 dias após a tragédia. Em alguns prédios atingidos pela tsunami seguida de terremoto no Japão, em março de 2011, o mesmo ocorreu nove dias após a tragédia.

 

 

E mesmo no atentado contra as torres gêmeas do World Trade Center, em 11 de setembro de 2011, uma pessoa foi retirada dos escombros um dia e quatro horas depois das quedas, apesar da quantidade absurda de entulho acumulada pelos dois prédios gigantescos.

 

 

A Secretaria Estadual de Defesa Civil disse ao repórter que a ordem de usar máquinas pesadas no resgate foi dada pelo Comando-Geral do Corpo de Bombeiros. A ação, afirma a secretaria, seguiu critérios técnicos em busca do salvamento do maior número de pessoas.

 

Pode ser – e eu não tenho conhecimento técnico anterior e nem informação atual para contestar essas afirmações da secretaria.

 

Não sei se poderia haver uma forma melhor de ação.

 

Em todo caso, olhando como leigo aquela operação nas primeiras horas e dias após o desabamento, confesso que fiquei várias vezes angustiado ao ver aquelas máquinas balançando e retirando grandes placas de escombros daquela maneira enquanto se dava conta de 25, 20, 15, dez ou cinco desaparecidos.

 

 

Ao menos duas pessoas próximas chegaram a comentar comigo terem nutrido sentimentos semelhantes.

 

 

Agora tenho certeza de que a angústia não era apenas nossa.

 

 

Por isso, essa suspeita de precipitação deve realmente ser apurada com rigor e verdade.

 

 

É muito grave e séria para ser enterrada sem esclarecimento junto com as vítimas da tragédia.

 

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