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Posts de 21/02/2012

21 Fev 18h59

O barulho é forte: PM encara traficantes perto do sambódromo do Rio, prende chefão da ADA, menor morre por bala perdida mas o samba não percebe nada. A bateria da Vila não deixa…

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Vejam como foi curiosa essa troca de barulho forte.

 

 

 

 

Policiais militares da Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) do Morro de São Carlos, no centro do Rio de Janeiro, prenderam, na madrugada desta segunda-feira (20), o traficante Marcílio Cheru de Oliveira, o Menor Cheru, 25 anos, um dos chefões da facção do tráfico Amigo dos Amigos, a ADA.

 

 

 

 

 

Cheru estava no bar Loira e Léo, no morro, em frente ao ponto em que se concentravam cerca de cem integrantes do Boi Sem Chifre, o bloco em que ele pretendia desfilar.

 

 

 

A polícia deu voz de prisão a Cheru no início do desfile do Boi.

 

 

 

Houve troca de tiros com cerca de dez comparsas do chefão da ADA.

 

 

 

Cinco pessoas foram baleadas, entre elas o próprio Cheru, atingido na perna por um tiro de pistola, e Wendel Timóteo Rodrigues Nunes, de 14 anos, morto com uma bala perdida no abdômen.

 

 

 

Os outros três, os mototaxistas Paulo Roberto Barros dos Santos, (24 anos, ferido na perna) e Carlos Diego dos Santos (25, tiro nas costas) e Amanda Martins (17, atingida de raspão no braço) não correm risco de morrer.

 

 

 

O mais curioso da história: no momento em que começou a troca de pipoco pesado, de chumbo grosso, a poderosa, valente e competente bateria da escola de samba Unidos de Vila Isabel fazia a festa da galera no sambódromo.

 

 

 

Resultado: apesar da proximidade entre a Marquês de Sapucaí e o Morro de São Carlos, ninguém percebeu – e nem se assustou – com o babado forte.

 

 

 

Melhor assim...

 

 

 

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Vejam como foi curiosa essa troca de barulho forte.

 

 

 

 

Policiais militares da Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) do Morro de São Carlos, no centro do Rio de Janeiro, prenderam, na madrugada desta segunda-feira (20), o traficante Marcílio Cheru de Oliveira, o Menor Cheru, 25 anos, um dos chefões da facção do tráfico Amigo dos Amigos, a ADA.

 

 

 

 

 

Cheru estava no bar Loira e Léo, no morro, em frente ao ponto em que se concentravam cerca de cem integrantes do Boi Sem Chifre, o bloco em que ele pretendia desfilar.

 

 

 

A polícia deu voz de prisão a Cheru no início do desfile do Boi.

 

 

 

Houve troca de tiros com cerca de dez comparsas do chefão da ADA.

 

 

 

Cinco pessoas foram baleadas, entre elas o próprio Cheru, atingido na perna por um tiro de pistola, e Wendel Timóteo Rodrigues Nunes, de 14 anos, morto com uma bala perdida no abdômen.

 

 

 

Os outros três, os mototaxistas Paulo Roberto Barros dos Santos, (24 anos, ferido na perna) e Carlos Diego dos Santos (25, tiro nas costas) e Amanda Martins (17, atingida de raspão no braço) não correm risco de morrer.

 

 

 

O mais curioso da história: no momento em que começou a troca de pipoco pesado, de chumbo grosso, a poderosa, valente e competente bateria da escola de samba Unidos de Vila Isabel fazia a festa da galera no sambódromo.

 

 

 

Resultado: apesar da proximidade entre a Marquês de Sapucaí e o Morro de São Carlos, ninguém percebeu – e nem se assustou – com o babado forte.

 

 

 

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21 Fev 18h34

Luiza Brunet completa 17 desfiles à frente da bateria da Imperatriz Leopoldinense. Quer entrar para o Livro Guinness de Recordes como a rainha mais antiga do Carnaval. Ela merece? Opine

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A modelo e empresária Luiza Brunet completou 17 desfiles como rainha de bateria da escola de samba carioca Imperatriz Leopoldinense no domingo (19).

 

 

 

Com o feito, ela vai solicitar a inclusão de seu nome no Livro Guinness de Recordes como rainha mais antiga e recordista neste posto em toda a história do Carnaval:

 

 

- Quero entrar para o Guinness como a rainha em atividade há mais tempo. Para mim, é um privilégio ser, nesta idade, uma referência para as mulheres e até mesmo para o Carnaval.

 

 

 

Os números de La Brunet poderiam estar mais convincentes se ela não tivesse se afastado da escola por alguns carnavais anos atrás.

 

 

 

 

Nos anos em que ficou longe do sambódromo, ela foi substituída por outra dona indiscutível de beleza, a apresentadora Luciana Gimenez.

 

 

 

 

Brunet merece?

 

 

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21 Fev 18h13

Obras melhoram sambódromo, mas falhas e improvisos incomodam público no desfile do Grupo Especial do Rio

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As reformas que ampliaram a capacidade do sambódromo da Marquês de Sapucaí para mais de 70 mil pessoas e, finalmente, deixaram-no à imagem fiel do projeto de seu idealizador, o arquiteto Oscar Niemeyer, foram muito positivas para o espaço carioca.

 

 

 

 

O local ficou notadamente mais claro, seguro e belo – e isso não é pouca coisa.

 

 

 

Mas alguns problemas incomodaram parte do público no desfile do grupo de elite do Rio, o Especial, sobretudo no primeiro dia da festa, o domingo (19).

 

 

 

Os principais:

 

 

* Apesar do esforço da prefeitura para concluir as obras da entrada do primeiro folião, era fácil perceber improvisos. Em vez de soldas, lacres de plástico seguravam parte dos bancos nas frisas do setor par.

 

 

 

* O som oficial do sambódromo melhorou. Ficou mais limpo e definido. Mas o público posicionado no alto das arquibancadas teve muita dificuldade para ouvi-lo. Algo que pode e deve ser corrigido para o desfile das campe%C

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