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4 Jun 10h09

Rato, Dentão, Pingo de Gente, Cheque em Branco, Queniano Azul, Delegado. Conheça os apelidos dos jogadores da Seleção Brasileira na Europa

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apelido 300x225 Rato, Dentão, Pingo de Gente, Cheque em Branco, Queniano Azul, Delegado. Conheça os apelidos dos jogadores da Seleção Brasileira na Europa

O jornal português Diário de Notícias acaba de publicar uma reportagem curiosa com os apelidos de jogadores da Seleção Brasileira no mercado de futebol europeu.

Há quem tenha mais de um.

Conheça alguns exemplos:

Kleberson (volante) – Xaropinho e Penta (este último, conhecido também no Brasil, é por ter participado da campanha do pentacampeonato mundial em 2002).

Michel Bastos (lateral-esquerdo) – Cheque sem Fundos (não se atreva a me perguntar por quê...).

Robinho (atacante) – Delegado e Gordo (o segundo, claro, uma ironia com a magreza ostentada até bem pouco tempo pelo Pedalador).

Thiago Silva (zagueiro) – Rato, Kiko, Tim ou Aguinho (vá entender...).

Maicon (lateral-direito) – Pingo de Gente (lógico, uma brincadeira com o tamanho da criança).

Lúcio (zagueiro) – Dentão, Pastor ou Baresi (este último uma referência ao eterno líbero italiano Franco Baresi).

Ramirez (volante) – Queniano Azul (Azul?).

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25 Mai 06h00

Belo futebol, subida na hora certa, sete ou oito jogando o fino e o melhor do planeta. Alguém ainda acha que a Argentina não está entre as favoritas ao título da Copa?

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argentina Belo futebol, subida na hora certa, sete ou oito jogando o fino e o melhor do planeta. Alguém ainda acha que a Argentina não está entre as favoritas ao título da Copa?

Adoro ver o Brasil ganhar da Argentina.

Disputa de cuspe à distância, de purrinha, arremesso de ponta de cigarro, tempo com a respiração presa, potência de flato... não importa: se eles estiverem no meio, um de nós tem que ganhar.

Mas toda minha rivalidade com los hermanos termina no apito final da competição.

Na vida, fora dos campos de disputa, não estou entre os que nutrem por eles um ódio mortal.

Não quero que eles morram.

Ao contrário.

Acho a Argentina um grande país.

Sou fã de Piazzolla, do Maradona, do escritor Adolfo Bioy Casares e, sobretudo, de Jorge Luis Borges, um dos maiores poetas de todos os tempos.

Adoro caminhar, badalar, comer e tomar vinho em Buenos – e, lá, jamais fui maltratado por portenhos.

Bom, eles parecem ter reecontrado o melhor futebol.

Um futebol que, sem dúvida, merece respeito dos brasileiros e de todo o mundo.

Na goleada de 5 a o sobre o Canadá, na tarde desta segunda-feira (24), no Estádio Monumental de Nuñez, em Buenos Aires, em seu último amistoso de preparação para a Copa do Mundo 2010, A Argentina colocou uma pulga atrás da nossa orelha.

E passou um recado para o mundo.

O recado é o seguinte: crescemos na hora certa e estamos indo para a África do sul em busca do título.

De fato, apesar da fraqueza dos canadeneses, os comandados de Maradona exibiram talento, leveza e recursos que parecem ter abandonado a equipe liderada por Dunga.

Maradona poupou o atacante Diego Mitilo, vencedor da Liga dos Campeões no domingo (23) com a Inter de Milão, e Lionel Messi, do Barcelona, o melhor do planeta.

Mesmo assim, sua equipe deu um show.

Muita movimentação, Verón jogando o fino e cinco belos gols.

A Argentina cresceu na hora certa.

Tem muita gente no grupo jogando bola demais: Messi, Milito, Sergio Aguero, Higuaín, Carlos Tevez, Masccherano, Verón, só para dizer alguns

Tem no banco jogadores que podem entrar e incomodar, como o artilheiro trombador Palermo.

Enfim, os argentinos estão como eles adoram.

Melhoraram quando era preciso.

Sem o peso do favoritismo antecipado, estão jogando com alegria.

Chegam à Copa não na condição de seleção que precisa confirmar algo cobrado na véspera (a exemplo do Brasil), e sim como uma equipe disposta a mostrar sua capacidade de reverter situações.

Sei não...

Será muito difícil segurá-los.

Pode ser que eu esteja errado, mas os argentinos, para mim, já estão entre os favoritos.

De novo.

E você, amado amigo da blogosfera colorida, o que pensa sobre a seleção argentina?

Opine.

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12 Mai 06h00

A Seleção é uma maravilha, Jorginho. Mas não é a “pátria”. Esse discurso nacionalista é antiquado e impróprio

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soldado A Seleção é uma maravilha, Jorginho. Mas não é a pátria. Esse discurso nacionalista é antiquado e impróprio

Quase todo mundo esperava alguma surpresa entre os 23 convocados por Dunga para a Seleção que disputará a Copa da África do Sul.

Ganso.

Neymar.

Ronaldinho Gaúcho.

Nada.

Em vez de novos nomes, a novidade foi a, digamos assim, troca de atitudes entre Dunga e seu auxiliar Jorginho no “campo” da entrevista coletiva.

Normalmente pouco tolerante, o técnico adotou uma postura “Paz e Amor”.

Por outro lado, o habitualmente calmo Jorginho desta vez levantou o tom e partiu para o contra-ataque.

Ao lembrar das ausências dos santistas Paulo Henrique Ganso e Neymar, o repórter Cícero Mello, da Espn Brasil, afirmou “dar graças a Deus por Dunga não ter sido o técnico em 1958, senão Pelé não teria ido à Copa”.

Dunga segurou os impulsos com firmeza para responder sem acusar o golpe.

Acabou saindo-se bem.

Mas Jorginho mordeu a isca.

dunga700g 300x225 A Seleção é uma maravilha, Jorginho. Mas não é a pátria. Esse discurso nacionalista é antiquado e impróprio

Exaltado com a provocação de Mello, o ex-lateral direito, com a voz alterada, mandou ver:

- Fazem uma pergunta terrível. Quer comparar Pelé com quem? Com Neymar e Ganso? Com quem? Não pode, é um absurdo. Precisamos entender: é Seleção Brasileira. Nosso País. Nossa pátria. Não é que a imprensa tenha que deixar o lado crítico, mas precisa ser justa, não querer ser direcionada como estão sendo algumas pessoas.

E, em outra referência aos jornalistas esportivos, o auxiliar lembrou ainda que “muita gente” depende das vitórias e conquistas da Seleção.

E que essa é “uma parceria que interessa a todos”.

Além de antiquado e impróprio para os nossos tempos, o discurso do sempre competente e (quase) sempre doce e polido Jorginho traz pelo menos dois erros fundamentais. E decisivos.

Primeiro: Seleção Brasileira é uma maravilha, uma beleza, o povo gosta muito (embora ame de verdade os times), suas conquistas deixam todos felizes, é bom e lúcido sempre torcer a seu favor, mas ela não é – definitivamente – a “nossa pátria”.

Seleção Brasileira não é a pátria de chuteiras.

Seleção Brasileira não é embarque de soldados e representantes que irão nos salvar, purgar a vida dos componentes da Nação e, por último, pavimentar de nobreza eterna os próprios destinos da Nação.

Não. Nada disso. Muito longe disso.

Seleção Brasileira é algo ótimo, emocionante, mobilizador, gratificante... mas isso é apenas futebol.

Apenas um esporte.

Se a Seleção for hexa na África do Sul, eu, como amante de futebol, ficarei muito, mas muito feliz.

Mas se ela tomar uma lapada e voltar para casa mais cedo do que gostaríamos, eu e a suprema maioria dos brasileiros iremos ficar tristes por uma, duas, três semanas... um mês talvez.

Mas a vida continuará.

A vida, o carnê a ser pago, o trabalho, o colégio das crianças...

A sociedade, enfim, não abandonará seu eixo.

Não é para tanto. Mesmo.

Segundo: esse negócio de dizer que jornalista esportivo precisa do sucesso da Seleção para viver é outro equívoco dos grossos.

Jornalista precisa é de espaço para trabalhar e liberdade para opinar.

Se a coisa não funcionar no esporte, a turma vai fazer economia, política, cultura, polícia, variedades...

A fila anda e a vida continua.

É óbvio que não custa nada desejar e torcer para o sucesso da Seleção.

Particularmente, sempre fiz isso.

Faço isso neste momento.

Sempre farei isso.

Pelo fato mero de que não há motivo para querer o fracasso de equipes brasileiras em qualquer ambiente esportivo.

Há quem queira as derrotas. Cada um pensa como acha que deve.

Não é o meu caso.

E nem o da maioria de meus colegas profissionais, mesmo os exclusivamente dedicados ao jornalismo esportivo, o que não é o meu caso.

Aliás, esse truque de comissão técnica dizer que está “todo mundo” contra na tal da “mídia”, e que isso precisa de “uma resposta”, é outra besteira de porte avantajado. Causa espanto ver como esse truque medieval ainda é usado e cola entre a boleirada.

Agora, fazer perguntas incômodas não tem nada a ver com querer o fracasso de Jorginho, de Dunga e da Seleção.

Insinuar uma coisa desse tipo, mesmo numa relação imprecisa de causa e efeito, é algo tão inverídico, impreciso e impróprio como chamar seleção de futebol de “pátria”.

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3 Mai 16h31

Dorival Jr. pode ter sido sábio e nobre no caso da tentativa de substituir Ganso. Mas, se foi, não soube vender seu peixe

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 Dorival Jr. pode ter sido sábio e nobre no caso da tentativa de substituir Ganso. Mas, se foi, não soube vender seu peixe

O técnico do Santos, Dorival Jr., tentou substituir Paulo Henrique Ganso no segundo tempo da final do Paulistão, contra o Santo André, no domingo (2), logo após a expulsão de Roberto Brum, que deixou o time da Vila Belmiro com apenas oito jogadores.

Ao ser chamado, Ganso fez, de dentro do campo, enfáticos sinais negativos com as duas mãos.

Ao mesmo tempo, disse para quem quisesse ouvir (ou filmar lábios para leitura, a moda atual), que não iria sair.

O técnico sacou André, e não Ganso, para a entrada de Bruno Aguiar.

Ficou no ar a sensação de que Ganso teria afrontado o técnico e rompido a hierarquia de comando do time.

Depois do jogo, Ganso afirmou que não houve desrespeito e tudo não passou de uma etapa de conversa.

neymar robinho ganso 450 Dorival Jr. pode ter sido sábio e nobre no caso da tentativa de substituir Ganso. Mas, se foi, não soube vender seu peixe

Dorival Jr. também deu sua explicação:

- Conversamos antes e ele (Ganso) disse que estava desgastado, arrebentado. Pensei em fazer uma alteração para dar mais sustentação ao time. Foi uma iniciativa dele (permanecer em campo). De homem. E isso deve ser valorizado. Não é menosprezo nem desrespeito (ao comando do técnico). Foi uma decisão de um atleta que resolveu o jogo para nós.

O fato: com ou sem insubordinação de Ganso, o ótimo Dorival vacilou.

Das duas, uma: o técnico quis sacar o meia por questões técnicas e táticas ou por motivos físicos, como ele alega.

Se a decisão foi técnica ou tática, Ganso o atropelou. Deveria ter sido repreendido por isso.

Cabe exclusivamente ao técnico decidir quem fica ou sai de campo.

Se, por outro lado, Dorival queria mesmo Ganso no jogo até o fim, mas pensou em trocá-lo por medo de que ele pudesse prejudicar o time, sendo depois convencido de que o jogador aguentaria até o final (ou seja, se foi o que ele, Dorival, disse depois do jogo), o treinador está de parabéns.

No ambiente fanfarrão e de falsa autoridade que reina no futebol, teria tido a coragem e a grandeza de não posar de único sabe-tudo ao ouvir a sugestão de um comandado.

E sensibilidade e inteligência suficientes para perceber que o seu próprio trabalho seria beneficiado com a permanência de Ganso.

E, por último, maturidade para tomar tais atitudes num momento tenso e decisivo da final.

Só que, se foi isso o que ocorreu, Dorival precisava ter explicado melhor a situação ao final do jogo.

Ele deveria ter dito, com muita clareza, que só pensou em tirar os jogador por motivos físicos, que o jovem craque deixara em sua reclamação de cansaço a sensação de que poderia prejudicar o time, que por questões técnicas não tiraria Ganso nem a pau, Dorival...

E aí ficaria inequivocadamente claro que tudo isso não passou de um mal entendido.

Do jeito que as coisas ficaram, pairou no ar a sensação de que qualquer bom jogador, mesmo bem intencionado, pode, em nome de seu ímpeto e de sua boa vontade, deixar de cumprir uma decisão técnica do comandante Dorival Jr. e, eventualmente, prejudicar o time com esta decisão.

E isso, francamente, não pode.

Nem mesmo Ganso pode.

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1 Fev 02h17

Um Fla-Flu arrasador, com oito gols. Esse Cariocão promete. Melhor: já começou a cumprir

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flamengo Um Fla Flu arrasador, com oito gols. Esse Cariocão promete. Melhor: já começou a cumprir

Um Fla-Flu emocionante, arrasador, com oito gols, alternativas e emoções a cada minut.

E quase 55 mil pessoas nas arquibancadas do Maracanã, como detalhou muito bem o confrade de R7 Cosme Rímoli.

Um show de Adriano e de Vagner Love, a dupla Império do Amor, com quatro gols.

Outro show do jovem Vinicius Pacheco, no segundo tempo.

Um jogo para deixar arrependido o amante de futebol que não o viu.

Disparado,  o melhor do ano no País até agora.

Um Vasco embalado, com o jovem Phillipe Coutinho, 17 anos, jogando uma barbaridade.

E 13 gols marcados nos últimos três jogos, seis deles de Dodô, que voltou com tudo.

Um Fluminense ainda de cabeça em pé - e com Fred, Allan e Conca.

E um Botafogo com sede de recuperação e o sempre animado Joel Santana no comando.

O Campeonato Carioca de 2010 promete.

Promete, não.

Melhor seria dizer que já começou a cumprir.

Estou entre os que defendem os Estaduais.

Para mim, o futebol pode ser municipal, estadual, federal ou mundial.

Se conseguir ser viável e produzir espetáculos de qualidade, tanto faz.

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4 Jan 19h10

Não fazer nada é ótimo, mas senti saudade dos amigos da blogosfera. Voltei. Com tudo

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voltei arte 300x200 Não fazer nada é ótimo, mas senti saudade dos amigos da blogosfera. Voltei. Com tudo

Passei o Natal e o Ano Novo ao lado de meus dois irmãos, do meu pai, um simpático e sábio senhor prestes a completar 76 anos, e de minha filha, uma avassaladora molecota de sete anos, dona de uma bateria cuja carga parece não ter fim.

Foram dias sublimes, capazes de compensar os pesadelos de um ano inteiro.

Viver às vezes é complicado - mas, definitivamente, não é ruim.

Minha mãe não está mais entre nós.

Em meados de 2002, foi ajudar na organização de festas em patamares mais divinos.

Os amigos da blogosfera colorida fizeram muita falta.

Espero que todos tenham aproveitado a pausa para purificar o espírito e recarregar baterias.

E mãos à obra.

Estou de volta. Com tudo.

Na área.

Se nos derrubarem, penal.

Daqui a pouco  começo a tascar coisas.

Até porque o mundo pisou no freio mas não parou enquanto estivemos na praça dando milho aos pombos.

A alegria de reencontrá-los é suprema.

Que os amados amigos da blogosfera colorida tenham um iluminado 2010.

Vamos lá.

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22 Dez 13h00

Vagner Love perdeu a vontade de jogar no Palmeiras. Está na cara. O melhor, para os dois lados, é desfazer o casamento

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namoro acabou Vagner Love perdeu a vontade de jogar no Palmeiras. Está na cara. O melhor, para os dois lados, é desfazer o casamento

No futebol, as tendências, muitas vezes, sugerem coisas absolutamente diferentes das que efetivamente acontecem.

Quem apostou no título do Flamengo no início do Brasileirão ou mesmo logo depois, quando Petkovic chegou desacreditado e em meio a mais uma das milhões de crises políticas típicas do rubro-negro?

Ninguém.

Pois é: o Flamengo foi campeão.

Pode ser que, mais uma vez, estejamos diante de uma dessas peças que o futebol costuma pregar, mas tudo indica que o casamento entre o Palmeiras e o atacante Vagner Love chegou ao fim.

Desconfio que o presidente do Palmeiras, Luiz Gonzaga Belluzzo, e seus diretores farão besteira se insistirem na permanência do jogador a qualquer custo.

Após ser agredido por três palmeirenses em São Paulo, Love está com medo de permanecer no clube.

Exigiu segurança individual, coisa que o Palmeiras se disse incapaz de dar.

Love está preocupado.

Sua família também.

O atacante quer disputar a Libertadores.

Pretende fazer uma boa campanha no torneio sul-americano para ter chance de ser um dos quatro atacantes da Seleção na Copa do Mundo da África do Sul.

Love quer o Flamengo.

O Flamengo quer Love.

Love é carioca, torce para o Flamengo e nunca escondeu sua vontade de um dia jogar lá.

Para os íntimos, tem dito que acha ser este o momento, sobretudo em função do bom momento vivido pelo clube após tantos anos.

O Flamengo disputará a Libertadores.

O Palmeiras, não.

O clube russo CSKA, dono dos direitos econômicos de Love, gostaria de tê-lo de volta.

Ou, se isso não for possível, de vê-lo num time que disputará a Libertadores na temporada de 2010. Assim, pensam eles, as chances de o atacante se valorizar seriam maiores.

O contrato do Flamengo com o futuro patrocinador principal deverá ter uma cláusula de pagamento da maior parte dos salários de futuras estrelas contratadas.

Há rumores de que o atacante teria acertado as bases salariais com o rubro-negro.

Por tudo isso - e também por todas as coisas que se viu nos últimos dias -, nem é preciso sensibilidade, bom senso e desprendimento para perceber o óbvio: Love perdeu o saco e a motivação para jogar no Verdão.

Tudo indica que o casamento acabou.

Nestes casos, o melhor é assumir e deixar o jogador partir para outra.

Para o Flamengo ou qualquer outro clube.

Love é um estrela cara.

Só vale a pena tê-lo se ele estiver absolutamente envolvido com o projeto.

Ele jogará sob pressão.

A torcida não perdoará seus erros.

A realidade parece berrar: não vale a pena segurar este estilingue esticado do jeito que está.

Seria melhor liberar Love e pegar a alta grana gasta com ele para financiar a vinda de um atacante do mesmo nível, mas que estivesse comprometido com o projeto palmeirense.

É o que penso.

E o nobre amigo da blogosfera colorida, o que acha?

Opine.

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