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30/03/2012 às 02:28:50
Eita .... viu somente 6 gols de Pelé ????
Só assistir Pelé Eterno ... tem mais de 400 gols lá ...
Não faltam jogadas não . Tem um negócio chamado Youtube que tem centenas de jogadas de Pelé ...
Quanto a cabeçadas ... Pelé também não era centroavante de origem ... Os centroavanted de origem de Pelé npo Santos foram Pagão, Coutinho, Toninho Guerreiro ....
Messi em 8 anos fez 10 gols de cabeça, 6 gols de falta ....
Marcos Assunção fez isso em gols de falta só esse ano que está começando ...
E desde quando "conduzir bola" e " habilidade " é parametro ??? Denilson também tinha uma "habilidade " incrivel ....
E a palavra "habilidade" serve prá um monte de coisas, né ???
Habilidade em defender, em chutar , em fazer embaixadas, em costurar , em desenhar .... em fazer gols ....
Ronaldinho Gaucho era outro " melhor que Pelé " um tempo atras ... abafaram o caso ... -
25/03/2012 às 10:50:53
Apesar de não ser muito fã de argentinos, tenho que admitir que MESSI é melhor que PELÉ apenas por um motivo: MESSI joga mais bola que PELÉ!
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21/03/2012 às 22:08:46
Assisti ao jogo televisionado entre Brasil e Itália na copa do México, em 1970, e não vi nada de mais em Pelé. Depois disso, ele atuou por mais 7 anos e nada de jogadas espetaculares. Pode ter sido o maior artilheiro do século, mas jogador, na minha opinião, está muito aquém. Duvido que Pelé tinha a habilidade de Messi, nem conduzia a bola como ele. E os gols por sobre os goleiros. Quanta tranquilidade. Talvez faltem jogadas ou gols gravados de Pelé, até porque a televisão no Brasil teve início em 1950! Até hoje, conheço apenas os mesmos seis gols de Pelé que sempre passam na tv. Para quem fez mais de 1000! Vamos parar de saudosismo. O melhor de todos os tempos é Messi. E nem adianta falar que Pelé era bom de cabeça e Messi não, pois Messi não é centroavante de origem. E mais, apelar para gols de cabeça não dá! Pelé é mais um.
7 Mar 05h59
Golden Cross no Fla pode instaurar guerra dos planos com Flu-Unimed na bola do Rio. Opine
O "manto sagrado" está sem patrocínio master. Golden Cross quer brilhar ali - para encarar de frente a Unimed-Rio do rival Flu...
A operadora de planos de saúde Golden Cross decidiu entrar pesado na disputa, com a montadora de carros coreana Hyundai, pelo espaço publiciário master do uniforme do Flamengo.
O resultado da briga deverá sair nos próximos dias.
Quem levar deverá desembolsar algo entre R$ 36 milhões e R$ 40 milhões por ano para ter sua marca estampada no espaço mais importante do manto sagrado, como costuma ser chamado o uniforme do time pela maior torcida do País.
Se for a vencedora, a Golden pretende usar o contrato com o Flamengo para combater um acordo que reina soberano há anos no futebol do Estado do Rio: a gorda parceria de marketing entre o Fluminense e o seu patrocinador, a Unimed-Rio.
Presidida pelo pediatra Celso Barros, a Unimed-Rio, braço no Estado do Rio da maior cooperativa de serviços médicos do mundo, patrocina o Fluminense há muitos anos.
Em 2011, a Unimed-Rio teve mais de R$ 60 milhões de superávit, o equivalente, em cooperativas de serviço, ao lucro das empresas.
Barros é um tricolor apaixonado.
Tem tanto (ou mais) poder no clube em relação ao atual presidente, Peter Siemsen. Todos os anos, derrama fartos caminhõezinhos de dinheiro nas finanças do Fluzão.
Frequentemente, o chefão da Unimed-Rio desequilibra a balança a favor do torcedor para ajudar o seu Tricolor amado.
Foi assim semanas atrás, na recente disputa com o Flamengo pelo meia-atacante Thiago Neves.
O Fluminense - leia-se, claro, Barros - pagou sete milhões de euros (cerca de R$ 16,2 milhões) ao Al Hilal, da Arábia Saudita, pelos direitos econômicos e federativos do craque, que jogara a temporada anterior pelo rubro-negro rival.
Além disso, a Unimed-Rio assumiu quase todo o salário do jogador, de R$ 750 mil mensais.
Em resposta às acusações do Flamengo de ter faltado com a ética ao atravessar a negociação, Barros teria dado uma estocada nas dificuldades do rival para arrumar o dinheiro da compra como o seguinte comentário:
- Vi o menino (Thiago Neves) angustiado com a indefinição de seu futuro e raspei lá uns trocados do cofre para fazer o negócio.
Além de Thiago Neves, Barros, nos últimos anos, ajudou decisivamente o Flu a trazer Romário, Asprilla, Edmundo, Petkovic, Roger, Ramón, Felipe, Washington, Dodô, Conca, Emerson Sheik, Fred, Rafael Sóbis e os treinadores Muricy Ramalho e Abel Braga.
Aqui estão apenas os principais.
Os mais de R$ 7,5 milhões gastos mensalmente na folha de pagamento do futebol do Fluminense - hoje a maior do Brasil, seguida de perto pela do Corinthians - são totalmente inspirados nessa "estética" mão aberta de seu misto de torcedor ilustre e "mecenas".
Pois bem: nesta terça-feira (6), Barros soube que sua chapa foi reeleita para mais um mandato de um ano no comando do Conselho Fiscal da Unimed-Rio, com 313 votos contra 168 do candidato da oposição, Cláudio Sales.
Em seus 14 anos de comando da Unimed-Rio – e, em decorrência, do Fluminense -, Celso Barros teve, pela primeira vez, uma chapa de oposição à sua frente.
Recebeu muitas críticas. As principais, relacionadas ao fato de gastar tanta grana no patrocínio ao seu clube do coração.
Mesmo assim, teve praticamente dois votos para cada um recebido pelo seu opositor.
Pela boa votação que Barros e seus comandados tiveram, pode-se concluir que a maioria dos médicos da Unimed-Rio acha que o pediatra adota com competência a estratégia torce-mas-faz: gasta rios de dinheiro com sua paixão, o Flu, mas apesar disso consegue manter a cooperativa encaixando uma boa grana, como os R$ 60 milhões de superávit do ano passado.
O Fluminense é, proporcionalmente, o clube de torcida mais elitizada do Estado do Rio e, talvez, do País.
Sua torcida é formada na maior parte pelos chamados formadores de opinião, gente que inspira hábitos, posturas e tendências de consumo no restante da população.
É essa navegação tranquila de Barros e da Unimed-Rio no topo da pirâmide do futebol do Estado do Rio, com mensagens de um clube nacional para todo o Brasil, que a Golden Cross pretende ao menos enfrentar numa eventual parceria com o Flamengo.
Outro objetivo da Golden é tentar estancar o crescimento de outros concorrentes, entre eles a Amil, no mercado fluminense (aqui o estado da federação, não o time, bem entendido).
Se Golden e Fla derem as mãos, a briga vai esquentar.
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15 Nov 06h00
Vasco campeão. Timão, Fogão, Fla e Flu na Liberta. Calma: é só o palpite do blog. Mas não fique aí esperando meu furo no conforto para depois me malhar. Coragem: mande logo o seu chute
Isso sim foi um chute bem dado, não é mesmo, Petkovic? Se este meu chegar perto...
Esse é Brasileirão 2011 é o campeonato do humilha comentarista, do derruba matemático, do bagunça palpiteiro e, acima de tudo, do tudo pode acontecer.
É só apostar em uma coisa que ela, naquele exato momento da aposta, começa a tomar o rumo totalmente oposto.
Mas como futebol sem palpiteiro não tem a mais remota graça, aí vão, a quatro rodadas do fim, os pitacos sobre como terminará o Campeonato Brasileiro de 2011 no chute do "visionário" que assina as coisas sérias (e se responsabiliza pelas nem tanto) desta coluna:
Campeão: Vasco da Gama.
Classificados para a Libertadores (coloquei aqui em ordem alfabética, porque acertar os quatro e ainda cravar a posição de cada um é exigir demais): Botafogo, Corinthians, Flamengo e Fluminense.
Antes das primeiras pauladas, amados amigos, duas coisas importantes:
1) Isso aqui, claro, não passa de um palpite pessoal para a gente ter o que falar, brincar, malhar ou elogiar.
2) Como todo mundo tem direito a palpite pessoal, não fiquem aí de tocaia esperando que eu erre algo (ou tudo) para me surrarem em público com o gato preto morto agarrado pelo rabo. Vamos logo: mandem seus palpites.
A melhor cobertura do Brasileirão na internet você encontra aqui, no R7.
18 Set 20h17
De El Loco Abreu, atacante do Fogão, o craque da cueca na meiuca: “empate com o Fla só foi ruim para nós. Eles não disputam mais nada no Brasileiro”. Ôôôôôôôôô Looooco… Concordas? Opine
Declaração do ótimo atacante uruguaio Sebastián El Loco Abreu, do Botafogo, o craque da cueca na meiuca (acima), logo após sair muito do chão e fazer, de cabeça, o gol alvinegro no empate em 1 a 1 com o rival Flamengo, neste domingo (18), pelo Campeonato Brasileiro:
- Este empate só foi ruim para o Botafogo. O Flamengo não disputa mais nada neste Brasileiro.
Caramba: o camarada jogou logo tudo no ventilador.
Ôôôôôôôôôôô Looooooooooooooooocoooo...
Esperem porque vai dar polêmica.
Anotem: O técnico do Fla, Vanderlei Luxemburgo, vai levar essa frase para pilhar seus comandados no vestiário.
A imensa e fanática magnética rubro-negra vai partir de tiroteiro verbal para cima do rapaz.
Mas El Loco tem alguma ponta de razão?
Ou, a 14 rodadas e com 42 pontos em disputa até o final do campeonato, o atacante do Fogão cometeu um ato de precipitação que pode servir para reanimar o Fla e seus atletas?
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18 Set 19h34
Da série Sopradores de Apito: Fla completa 24 jogos no Brasileiro sem um pênalti a seu favor. Até Dona Estatística diz que isso não pode…
O absurdo ocorre com o Flamengo.
Mas continuaria a ser um absurdo se acontecesse com qualquer um dos outros 19 times do Campeonato Brasileiro.
O empate em 1 a 1 contra o Botafogo, neste domingo (18), foi a partida número 24 do Flamengo e de outras 17 equipes no Brasileirão (Santos e o próprio Botafogo ainda farão partidas atrasadas).
Pois bem: nessas 24 partidas, o rubro-negro da Gávea não teve sequer um pênalti marcado a seu favor.
Isso mesmo: nem um unzinho.
Está certo que o Fla não está merecendo muito mesmo...
Mas, de qualquer forma, uma equipe passar os primeiros 24 jogos de uma competição sem ter tido um pênalti é algo praticamente impossível até mesmo pelas estatísticas.
Se pudesse, apostaria que isso jamais ocorreu por tanto tempo e em tantas partidas seguidas na história do futebol.
No Brasil e no mundo.
Essa juizada brasileira é muito ruim, pelo amor de meu Deus...
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4 Set 15h10
Prefeitura do Rio quer ceder R$ 40 milhões aos grandes clubes fluminenses para construir centros de treinamento. Você concorda? Opine
Flamengo, Vasco, Botafogo e Fluminense, os grandes clubes do Estado do Rio, possuem, ao contrário do que se pensa, muitas coisas em comum.
A maior parte delas, infelizmente, negativa.
Uma delas: nenhum deles possui um centro de treinamento, o famoso CT, à altura do que exige hoje no negócio milionário do futebol profissional que se joga por aqui (acima, parte da planta do que os cartolas rubro-negros pretendem que seja o Ninho do Urubu, em Vargem Grande, Zona Oeste do Rio de Janeiro).
O assunto vem sendo, inclusive, tema de várias reuniões entre os presidentes desses clubes.
Uma das propostas é fechar um acordo para que uma única construtora faça os quatro CTs, com compras e ganhos de escala, barateando assim o custo de cada um deles.
Se a escolha, as licitações e os encaminhamentos forem transparentes, parece-me uma boa ideia.
Pois bem: agora a Prefeitura do Rio de Janeiro promete comandar uma espécie de parceria público-privada para permitir de vez a realização deste sonho dos times fluminenses.
A administração municipal carioca, informa Lauro Jardim na coluna Radar, da revista Veja, pretende organizar uma solução para injetar R$ 40 milhões na construção dos quatro centros.
O dinheiro poderá ser entregue diretamente ou em incentivos fiscais, isto é, com a não cobrança de impostos municipais nos pagamentos de salários, compras e serviços para as obras.
Este modelo de incentivo fiscal é o mesmo utilizado pela prefeitura e o governo de São Paulo para diminuir o custo final do estádio do Corinthians, o Itaquerão, que deverá ser palco da abertura da Copa do Mundo de 2014.
Você acha correto este tipo de incentivo com renúncia fiscal?
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28 Ago 20h05
Pitacos, pensamentos e reflexões ao final do primeiro turno do Campeonato Brasileiro
E o primeiro turno do Campeonato Brasileiro chega ao fim.
Corinthians líder com 37 pontos.
Flamengo em segundo (36), São Paulo e Vasco em terceiro (35), Botafogo em quinto (34) e Palmeiras em sexto (32).
Alguns pitacos:
* Um belíssimo campeonato até agora, com times técnicos, grandes jogadores, elencos bem preparados fisicamente e muita disputa.
* Basta dizer que os cinco primeiros colocados estão separados por apenas três pontos. E os seis primeiros, por cinco. E ainda haverá a estreia dos craques Luis Fabiano e Adriano Imperador.
* O Corinthians parece ter perdido parte da segurança exibida no início da competição. Neste momento, o Timão não passa ao adversário aquela mesma certeza de que, em algum momento, vai dominar e ganhar o jogo. Como resultado disso, no outro lado, os adversários mais diretos, e até mesmo os médios, quando atuam em casa, passaram a acreditar que vencer o Timão neste campeonato é tarefa menos dura do que parece. A vitória do Palmeiras neste domingo (28) foi um exemplo acabado disso. Mesmo assim, o Curingão permanece forte e competitivo. É ainda um sério candidato ao título.
Sergio Barzagui - Gazeta Press
* O Flamengo vive um processo parecido com o do Corinthians. Com um elenco bem montado pelo técnico Vanderlei Luxemburgo, um R10 motivado e recuperado e uma arrancada fulminante a partir da sexta rodada, o Fla deixou a sensação de que iria terminar o turno em primeiro lugar. Iludido por essa sensação, até este colunista caiu do cavalo ao palpitar que o rubro-negro seria líder neste domingo (28). Mas palpite é para isso mesmo: ter coragem de dar e de errar. Bom, mas depois desta arrancada, o rubro-negro sentiu muito o desgaste, as contusões de jogadores e as convocações das seleções de base, que quebraram o elenco e as opções do técnico em muitos jogos. E, sobretudo, a nova queda de produção do atacante titular Deivid, que voltou a perder gols decisivos após uma melhora de produção que o levou ao quarto lugar na lista de artilharia, com oito gols. Com isso, entregou partidas ganhas e deixou de ganhar pontos bobos, que certamente o colocariam na liderança. Em relação à rodada final do turno, o Fla deve ir para casa feliz, sem reclamar do destino. Arrancou um empate e um ponto contra o Vasco, mas, a rigor, mereceu ser derrotado pelo adversário que jogou melhor o tempo todo e não soube ganhar a partida mesmo tendo um jogador a mais desde os 41 minutos do primeiro tempo, com a expulsão do zagueiro rubro-negro Welinton. Apesar de tudo isso, O Fla permanece, a exemplo do Corinthians, como um dos favoritos. Se souber aproveitar bem a volta dos jogadores suspensos, contundidos e convocados, e não perder a quantidade de pontos bobos em empates para times menos competitivos, como ocorreu sobretudo na primeira metade do primeiro turno, é outro sério candidato ao título.
* A capacidade competitiva apresentada pelo São Paulo nos últimos dez ou quinze anos é admirável. A meia bomba, apresentando um futebol que não encanta, o Tricolor, a exemplo do que ocorreu em outros Brasileirões recentes, consegue permanecer entre os primeiros e ameaçar líderes que apresentam um futebol melhor do que seu. Agora, com o retorno dos jovens jogadores campeões da sub-20 e o reaparecimento do bom futebol de Dagoberto e, sobretudo, de Lucas, como se viu no jogo contra o Santos, O Sampa certamente vai incomodar muito mais no segundo turno. Não se espantem se o Tricolor assumir a liderança do campeonato nas próximas rodadas. Se jogando essa bola dura, murrinha e com aparência burocrática na quase totalidade do turno chegou ao final dele a apenas dois pontos do líder, pensem no que poderá melhorar com o retorno do bom futebol de Dagoberto, Lucas e companhia.
* Ah, que pena... Força, Ricardo Gomes, muita força. O Vasco chegou ao final do returno como o time dono do futebol mais agradável e destemido do campeonato. Além disso, deu uma lição danada nos outros clubes, e de resto em todo o ambiente do futebol, ao mostrar que o título de Copa do Brasil não é motivo para puxar o freio de mão no Brasileirão. Mesmo com a conquista e a vaga na Libertadores garantida, o Gigante da Colina continuou a partir para dentro dos adversários e a buscar as vitórias jogando com vontade e disciplina. Sem fanfarronices e primadonnismos periféricos, o educado Ricardo Gomes pacificou o elenco, domou jogadores com passado de ocorrências polêmicas, como Diego Souza e Felipe, e colocou o grupo sob seu comando. Tudo com muita serenidade e o apoio da boa e nova geração de diretores vascaínos, liderada pelo presidente Roberto Dinamite. Pois logo agora que tudo isso de bom ocorria em conjunto, para ajudar a recuperar a imagem o Vascão tão abalada pelas últimas gestões, eis que vem esse acidente vascular encefálico hemorrágico para tomar 70% do cérebro do técnico, colocar em risco o equilíbrio do Vasco, a arrancada do time no campeonato e, pior de tudo, a vida do doce Ricardo Gomes. Que o Divino o segure firme e o tire dessa. Força, Vasco. Força Ricardo Gomes.
* O Botafogo é outro time muito equilibrado. Se deixarem chegar, pode incomodar. Tem bons atacantes, um time dedicado e um técnico, Caio Júnior, em harmonia com o elenco. A vitória de virada contra o Fluminense provou isso. Se deixarem encostar, o Fogão pega uma dessas vagas da Libertadores e até ameaça os líderes. Afinal de contas, está a apenas uma vitória - ou a uma derrota, como queiram - do líder Corinthians.
O Palmeiras, outro time que joga um futebol chatinho mas muito competitivo, também poderá retomar forças com essa vitória sobre o Corinthians. A vitória de virada ocorreu, antes de tudo, por mérito do técnico Luiz Felipe Scolari. Com a segurança da defesa menos vazada do campeonato, a liderança segura de Felipão e um pouco menos de política autossabotadora e autodestrutiva nas internas do clube, o Verdão poderá manter-se como um dos candidatos a uma vaga na Libertadores e até mesmo ao título.
Resumo da ópera: diante deste cenário absolutamente eletrizante, é esperar para ver um segundo turno disputado a milímetros e sob medida para os amantes de futebol.
O melhor do Futebol você encontra aqui. No R7.
24 Ago 06h00
Empresário: Jobson foi sondado por 14 clubes após pé no traseiro. Quantos dias duraria o ciclo de sua próxima chance? Aposte. E opine
O destino do atacante Jobson, dispensado do Bahia (e antes do Atlético-MG, e antes do Botafogo...) e impedido pelo regulamento de jogar este ano por outro clube da Série A do Brasileirão, deverá ser, ao menos nos próximos dias, as margens dos campos de treinamento do alvinegro carioca, atual dono de seus direitos econômicos.
Jobson deverá ficar treinando até conhecer o resultado do julgamento de seu caso de doping pela Corte Arbitral do Esporte (CAS), em Lausanne, na Suíça, no próximo dia 5 de setembro.
Poderá pegar dois anos de suspensão.
Ou mesmo ser banido do futebol.
Bom, mas por incrível que possa parecer, Jobson ainda recebe boas notícias sobre sua carreira.
Seu empresário, Antenor Joaquim, afirma que, mesmo depois do pé no traseiro levado do Bahia, nada menos do que 14 clubes brasileiros e estrangeiros o procuraram interessados em contar com o futebol do talentoso atacante.
Antenor Joaquim com a palavra:
- Recebi 14 consultas nacionais e internacionais sobre o Jobson entre segunda-feira e hoje (terça-feira 23). Mas neste momento a ideia é fazê-lo voltar ao Botafogo para aguardar o julgamento. Se fecharmos um compromisso agora, tudo poderia ser anulado com uma punição da Corte Arbitral.
Verdade.
Mas fico imaginando Jobson recebendo uma nova chance agora, com a cabeça e as atitudes neste patamar.
Tudo correria bem nos primeiros momentos e jogos.
Ótimas arrancadas, velocidade, dribles à fartura, gols...
Aí, depois da quarta, quinta ou sexta rodada, talvez, viriam as primeiras ausências...
Os primeiros atrasos...
As primeiras denúncias...
As primeiras desconfianças de que Jobson mentiu...
As primeiras recaídas no novo cenário...
As primeiras desculpas para justificar o injustificável...
As primeiras manifestações de revolta dos companheiros...
Os primeiros pedidos do grupo para que ele seja afastado...
E...
... isso mesmo, claro: mais um pé no traseiro de Jobson.
Quanto tempo este ciclo demoraria para se completar com Jobson em um novo clube, seja ele nacional ou estrangeiro?
Quanto?
Duas semanas?
Vinte cinco dias?
Trinta?
Cinquenta?
Setenta?
Três meses?
Um pouco mais?
É impressionante como esse rapaz insiste em aniquilar, em jogar no lixo, de forma inapelável, o futuro de sua família pobre e necessitada de seu trabalho, a sua salvação pessoal e, em última instância, a sua própria vida.
Isso tinha que ter uma saída.
Deveria ser mais fácil mudar as pessoas, mesmo as que, como Jobson, viveram problemas graves e pesados de indisciplina e envolvimento com droga.
Um cara tão talentoso...
Uma pena.
Definitivamente, uma pena.
Aposte no tempo que durará a próxima chance a ser dada a Jobson.
E opine.
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4 Mai 06h00
Cariocão não teve craque. Teve o menos medíocre. E ele foi o goleiro Felipe. Opine
Alexandre Loureiro/VipComm
Não houve um jogador de linha craque do tecnicamente medíocre Cariocão 2011.
Alguém a respeito do qual se pudesse afirmar sem medo de errar: ele foi "o cara" do campeonato.
Não.
Houve, no máximo, alguns melhores entre a mediocridade geral.
Craque do campeonato existe quando alguém arrebenta na competição.
Quebra tudo.
Faz, visivelmente, a diferença.
Quebraram tudo, por exemplo, o corintiano Tevez no Brasileirão de 2005, o palmeirense Diego Souza e os rubro-negros Petkovic e Adriano no Brasileirão de 2009 e o tricolor Darío Conca em 2009.
Nestes casos, esses camaradas foram lá e fizeram a diferença.
A diferença entre a boa e a má campanha de seus times na competição.
A diferença nas principais vitórias.
A diferença que não deixa a gente ter dúvida na hora de colocá-lo um ou dois patamares acima até do grupo de jogadores muito bons de uma determinada jornada.
No caso de 2009, apesar do título rubro-negro, Diego Souza posicionou-se um degrau acima do Imperador e de Pet, que também foram ótimos, acima da média, e, afinal de contas, praticamente deram sozinhos o título ao rubro-negro.
Nos outros anos citados, os ótimos argentinos Tevez e Conca levaram de barbada, sem concorrentes à altura.
Em todos os casos acima, os atletas citados sobraram na turma.
E sobraram com muita folga.
Não foi o caso deste Cariocão medíocre em termos técnicos.
Em alguns momentos, Felipe, o meia do Vasco, colocou a cabeça para fora do mar de lama da mediocridade.
Em outros, foi a vez de Thiago Neves, do Flamengo, ter um destaque.
Em outros, mais fugazes, Leo Moura, Willians, Felipe Bastos, Fred e o jovem Bernardo apareceram.
Ronaldinho Gaúcho, diria Caetano Veloso, não foi proveito, foi pura fama.
Uma jogadinha aqui, uma firulilha acolá, e, no resto, só marketing.
É claro que jamais será o que foi.
Exigir tal coisa seria inocência.
Mas, ainda assim, R10 deveria ter feito ao menos uma partida que lembrasse seu passado glorioso, mas isso esteve longe de ocorrer.
Leo Moura, Thiago Neves e Willians, do Flamengo, o goleiro Jefferson e o atacante Loco Abreu, do Botafogo, Willians, Thiago Neves, Felipe e Felipe Bastos e Bernardo, do Vasco, além do tricolor Fred em alguns momentos, salvaram o campeonato da falência técnica total, vergonhosa e imperdoável.
Escaparam do limbo sem ter feito quase nada, num campeonato em que quase nada se fez.
Craque, repito, o campeonato não teve.
Teve o menos medíocre.
E esse jogador, por ter decidido três disputas de pênaltis no caminho do Fla ao título, pegando quatro pênaltis nas duas primeiras partidas (Botafogo e Fluminense) e levado três vascaínos apavorados a chutar para fora no terceiro jogo, é o goleitro rubro-negro Felipe.
Tomara que, no ano que vem, o menos pior tenha condição de ser chamado de craque, "o cara" ou, ao menos, o melhor da competição.
E você, o que pensa?
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20 Fev 19h28
Jeferson brilha no jogo. E Felipe, nos pênaltis. Fla na final do Campeonato Carioca
O futebol reserva muitas ironias para quem o acompanha.
No empate em 1 a 1 entre Flamengo e Botafogo, pelas semifinais da Taça Guanabara, o primeiro turno do Campeonato Carioca, neste domingo (20), o excelente goleiro alvinegro, Jeferson, foi o melhor jogador da partida.
Fez pelo menos três defesas excepcionais.
Já na disputa de pênaltis, a luz foi para o outro lado.
O também ótimo Felipe pegou duas cobranças e viu a outra ir para fora, quando já estava caído do outro lado.
Teve firmeza e técnica nos dois pênaltis que pegou.
E sorte na bola que foi para fora, chutada por Cajá.
Tudo indicava que seria o dia de Jeferson.
Mas acabou sendo a tarde da "volta" de Felipe.
É o futebol.
19 Fev 06h39
Luxa: Ronaldo usou Xenical e “uma p. duma” fralda em 1999
Na entrevista coletiva da noite desta sexta-feira (18), no Ninho do Urubu, o centro de treinamento do Flamengo, após o treinamento do time, os jornalistas pediram ao técnico rubro-negro, Vanderlei Luxemburgo, para que contasse alguma história boa sobre Ronaldo.
O treinador trabalhou com o Fenômeno na Seleção Brasileira e no Real Madrid.
Luxa contou uma história engraçada:
- Na primeira Copa América que disputei como técnico, em 1999, convoquei o Ronaldo. Havia pouco tempo para ele emagrecer. Eu o tinha chamado acima do peso e me perguntava como poderia ajudar a baixá-lo. Tascamos Xenical, um remédio para emagrecer, nele. Ele teve de colocar uma p. duma fralda. E reclamou: "Pô... tenho de ficar andando com essa p. dessa fralda".
Para os amados amigos que não conhecem, uma explicação.
Xenical é um medicamento eficiente no auxílio ao combate da obesidade.
Tem como princípio ativo, ou seja, como o elemento que causa efeito, uma substância chamada Orlistat.
Esse Orlistat funciona como uma barreira no intestino, impedindo que o corpo absorva até 30% de toda a gordura presente nos alimentos comidos pela pessoa que tomou o remédio.
Essas gorduras são colocadas para fora, por meio das fezes, exatamente do mesmo jeito que entraram, sem qualquer absorção ou alteração de metabolismo.
Por isso, o elemento emagrece.
Mas o Xenical pode causar (e causa até com alguma frequência) alguns efeitos colaterais, digamos assim, chatos.
Entre eles, diarréia ou incontinência fecal (vontade de ir ao banheiro muitas vezes e sem controle).
Dores abdominais.
Flatulência - pum ou peido, mais os mais informais e íntimos.
E até um negócio nada agradável chamado esteatorréia, um tipo de diarréia adiposa, gordurosa, daquelas que se prendem ao vaso sanitário.
Desagradável, não? Mas, para a completa compreensão, eu precisava ser didático.
Agora, se até 30% da gordura ingerida passa batida sem qualquer trabalho do organismo, imagine quando o camarada toma o tal Xenical e, em seguida, deixa o queixo numa feijoca, numa churrascada com picanha e companhia ilimitada, numa dobradinha, numa rabada ou em qualquer outra coisa desse quilate ou patamar?
Meu Deus...
É por isso que o elemento precisa comer coisas leves enquanto faz uso do Xenical.
E é também por isso que tascaram fraldas no Fenômeno.
Afinal de contas, vá saber qual foi a dose que Luxa e sua comissão técnica tascaram no rapaz antes da Copa América de 1999?
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