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30/03/2012 às 02:28:50
Eita .... viu somente 6 gols de Pelé ????
Só assistir Pelé Eterno ... tem mais de 400 gols lá ...
Não faltam jogadas não . Tem um negócio chamado Youtube que tem centenas de jogadas de Pelé ...
Quanto a cabeçadas ... Pelé também não era centroavante de origem ... Os centroavanted de origem de Pelé npo Santos foram Pagão, Coutinho, Toninho Guerreiro ....
Messi em 8 anos fez 10 gols de cabeça, 6 gols de falta ....
Marcos Assunção fez isso em gols de falta só esse ano que está começando ...
E desde quando "conduzir bola" e " habilidade " é parametro ??? Denilson também tinha uma "habilidade " incrivel ....
E a palavra "habilidade" serve prá um monte de coisas, né ???
Habilidade em defender, em chutar , em fazer embaixadas, em costurar , em desenhar .... em fazer gols ....
Ronaldinho Gaucho era outro " melhor que Pelé " um tempo atras ... abafaram o caso ... -
25/03/2012 às 10:50:53
Apesar de não ser muito fã de argentinos, tenho que admitir que MESSI é melhor que PELÉ apenas por um motivo: MESSI joga mais bola que PELÉ!
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21/03/2012 às 22:08:46
Assisti ao jogo televisionado entre Brasil e Itália na copa do México, em 1970, e não vi nada de mais em Pelé. Depois disso, ele atuou por mais 7 anos e nada de jogadas espetaculares. Pode ter sido o maior artilheiro do século, mas jogador, na minha opinião, está muito aquém. Duvido que Pelé tinha a habilidade de Messi, nem conduzia a bola como ele. E os gols por sobre os goleiros. Quanta tranquilidade. Talvez faltem jogadas ou gols gravados de Pelé, até porque a televisão no Brasil teve início em 1950! Até hoje, conheço apenas os mesmos seis gols de Pelé que sempre passam na tv. Para quem fez mais de 1000! Vamos parar de saudosismo. O melhor de todos os tempos é Messi. E nem adianta falar que Pelé era bom de cabeça e Messi não, pois Messi não é centroavante de origem. E mais, apelar para gols de cabeça não dá! Pelé é mais um.
19 Jan 12h14
Visitantes batem recorde para ver Maracanã em ruínas. Cacos do velho estádio serão vendidos como lembrança
A Fifa acaba de divulgar suas primeiras fotos oficiais do Maracanã em obras para a Copa de 2014.
Que o Estádio Jornalista Mário Filho, o Maracanã, o Maraca para os ainda mais íntimos, é um templo mitológico, disso todos sabemos - e só os fracos e ralos de caráter negam.
Um mito é capaz de mostrar sua força de pé, renascido e até mesmo entre uma fase e outra, em obras, em escombros, em frangalhos absolutos, como é o caso desta sacra catedral do futebol mundial.
Nas fotos, o bichão parece um esqueletro fantasmagórico, esculpido em pancadas de bolas de ferro e inundado de concreto quebrado e ferro retorcido.
Pois bem: mesmo assim, na UTI, com o corpo castigado, furado e recortado, respirando por aparelhos quase inerte enquanto recupera a vida e o caminho, o grande sexagenário Maraca não para de bater recordes.
De acordo com a Superintendência de Desportos do Rio de Janeiro, a Suderj, órgão do governo fluminense que administra o Maraca, o estádio bateu recorde de visitas em 2010, justamente o ano em que foi destruído para a reforma.
Foram 188 mil visitantes, contra 160 mil em 2009 e uma média de 145 mil nos últimos dez anos.
Gente do Brasil e do mundo inteiro marca ponto na zona norte do Rio para viver um momento histórico e ver as ruínas que darão lugar ao moderno Mário Filho.
Para saudosistas como esses (e como eu) há uma bela notícia: o governo estadual promete construir no estádio, ainda este ano, um mirante de vidro para que turistas visitem o Maracanã mesmo em obras.
E mais: na saída, haverá pedacinhos do velho Maraca para serem vendidos aos visitantes por valores simbólicos, como foi feito na Alemanha com os cacos do Muro de Berlim.
Sensacional, não?
E eu, que acabo de voltar da Cidade Maravilhosa sem ter ido ver o Maraca careca?
Vacilo imperdoável.
Mas está decidido: assim que desembarcar novamente em terras cariocas, seguirei direto rumo à maravilha fincada entre a Praça da Bandeira, as linhas de trem de subúrbio da Central, a Quinta da Boa Vista, o campus principal da Universidade Estadual do Rio de Janeiro e o saudoso bairro da Tijuca, que, para os iniciados, é um Rio de Janeiro à parte.
Vou levar meu pai, Velho Edson, que assistiu - mesmo - a final de 1950. Fugiu do Tiro de Guerra, levou aquela virada dos uruguaios na cabeça e ainda puxou uns dias de cana militar por ter largado o plantão.
Na nossa saída, não vou querer nem saber: exigirei que mandem para cá meu pedacinho de templo abençoado para eu chamar de só meu.
Para quem quiser informações sobre visitas ao Maracanã, o telefone para agendamento é (21) 8871-3950, de domingo a domingo, das 9h às 17h. O pedidos devem ser encaminhados por fax para o número (21) 2334-1627, aos cuidados da Vice Presidência de Planejamento e Controle.
26 Out 13h40
Cauteloso, Fogo testa Jobson para doping antes dos jogos
Boa reportagem de Hugo Perruso e Mauro Graff Junior, publicada na edição do jornal Lance! desta terça-feira (26), informa que Jobson é submetido a teste antidoping pelo Botafogo antes de todas as partidas desde que voltou ao clube, em junho deste ano.
O alvinegro quer se prevenir da possibilidade de perder pontos caso o jogador caia novamente na tarrafa do antidoping por uso de cocaína, como ocorreu duas vezes no final de 2009.
O teste é feito com um kit comprado de um laboratório paulista, capaz de detectar na urina, em minutos, vestígio de cocaína, de seu derivado crack, do ecstasy, de suas variantes e também de maconha.
O que foi consumido destas substâncias nos dez dias anteriores à realização do exame cai na rede do kit.
Jobson tem apenas 22 anos.
É um belo projeto de jogador com potencial para um futuro brilhante.
Mas sua capacidade de raciocínio e preservação parece se desenvolver de forma inversamente proporcional ao seu talento.
Com a alegação de que se sentia sufocado, abandonou o tratamento com Jorge Jaber, o psiquiatra especialista em dependência que o ajudava.
Desde então, por imposição de seu empresário, o atacante é monitorado 24 horas pelo ex-jogador China, que o leva para os treinos, o acompanha em quase todos os lugares e, muitas vezes, dorme em seu apartamento.
No início de outubro deste ano, Jobson foi cortado do jogo contra o Flamengo.
Oficialmente, o Botafogo informou uma contusão.
Mas, nos bastidores do clube, comenta-se que a decisão foi uma forma de punir o atacante pelo exagero na birita em novas incursões na noite.
Beber e se divertir na noite estão longe de ser crimes.
Sobretudo para um jovem de 22 anos como Jobson, que trabalha, ganha seu dinheiro, paga as próprias contas e ainda sustenta a família.
Mas o que o Botafogo e todos desejam que Jobson compreenda é que, ao menos nesta fase, diante da fragilidade de seu organismo em recuperação de uso recente de drogas, e também de sua resistência psicológica, seria muito, mas muito importante mesmo, praticamente decisivo, que ele se mantivesse a uma distância bastante prudente da balada profunda.
Para quem gosta e está fragilizado a ponto de não conseguir ter muito controle nestes ambientes, a balada pesada facilita o uso abusivo do álcool que, por sua vez, tira os limites do cidadão e estica o tapete branco para o uso de droga.
Jobson bateu um papo sério com o vice-presidente de futebol do Botafogo, André Silva.
Disse que está distante da goroba e do pó, concentrado apenas em fazer um bom trabalho.
Ouviu que seria bom voltar ao psiquiatra e repetir tudo o que disse.
Prometeu seguir o conselho.
Tomara que seja assim.
Este blog repete ao talentoso Jobson: aponte o nariz em linha reta, coloque a mente no lugar e lute para não acabar com sua vida caindo novamente na tarrafa.
Dona Maria de Lourdes, sua valente mãe lá da sua Conceição do Araguaia, no Pará, não merece que você enterre de vez sua carreira em cafungadas e afins depois de todas as chances que estão te dando.
Futebol é no R7. Confira.
8 Out 06h00
Ausência de Jobson do Fogão cheira mal. Qual é o pó?
Sabe o atacante Jobson, aquele mesmo que ficou um tempão fora dos campos no ano passado, por pouco não foi banido do futebol e quase matou a mãe do coração por causa de cocaína?
Pois é: o camarada não joga pelo Botafogo desde o empate por 1 a 1 contra o Atlético-PR, no último dia 26 de setembro.
Não enfrentou Corinthians, Flamengo e Guarani.
No início, alegaram um incômodo na coxa esquerda.
Mas o jogador diz estar cem por cento. Afirma que sua escalação depende apenas do técnico.
O médico do clube, Luiz Fernando Medeiros, garante que o atleta está em condições de jogo.
Bom, então tá.
Mas nesta quinta-feira (7) um dirigente alvinegro usou a palavra “punido” para definir a situação do jogador.
Também nesta quinta, o gerente de futebol do Botafogo, Anderson Barros, fez a seguinte declaração:
- Jobson não enfrentou o Flamengo por ter alegado uma lesão. Mas podemos dizer que, ultimamente, ele não teve um comportamento compatível com o de um atleta profissional.
A frase é clara: ele não teve um comportamento compatível com o de um atleta profissional.
Nos bastidores do clube a turma comenta para quem quiser ouvir que isso significa o seguinte: Jobson voltou a mergulhar no noitão, na carraspana, na mangua, no baladão solto e pesado.
Se for apenas noitada e goró, o Botafogo, embora fique prejudicado, ao menos não sofre com antidoping e perdas de ponto.
Agora, se estiver rolando outros combustíveis no meio dessas jornadas...
Reincidência...
Se isso está rolando e alguém do Botafogo tem a informação, o melhor é conversar com o jogador e tomar alguma providência dentro do clube desde já.
Se for o caso, deixar de contar com um talento como o de Jobson pode custar mais barato do que colocar todo o projeto desta ótima campanha no Brasileirão a perder.
A tarrafa do antidoping está aí.
E funciona muito bem, como o Botafogo e o próprio clube puderam perceber no ano passado.
Se esse rapaz cair na tarrafa novamente e afirmar que informou algum dirigente ou funcionário do clube, pode sobrar para o Botafogo uma perda básica de pontos por cumplicidade.
Abra o olho, Fogão.
E, se for o caso, torça o nariz, ô meu camarada Jobson.
Quer matar os botafoguenses de raiva e a sua mãe do coração?
21 Ago 06h55
Goleiro menos vazado na volta do Brasileiro é Lomba, do Fla. Substituto de Bruno
Fernando Soutell0 - Agif - Gazeta Press
Quem acompanha o futebol do Flamengo sabe: o jovem Marcelo Lomba do Nascimento, 23 anos, o goleiro Marcelo Lomba, sempre mostrou muito talento em todas as divisões de base do clube.
Ele poderia até já ter se tornado titular, não tivesse encontrado pela frente, no time principal, outro excelente goleiro que, com suas incontáveis defesas importantes em decisões e disputas de pênaltis, virou ídolo da torcida: ele mesmo, Bruno.
Lomba poderia ser titular mesmo porque o mais recente grande goleiro revelado na Gávea, Júlio César, ganhou a posição de Clemer meses antes de completar 21 anos, em 2000.
A chance para Lomba veio mais cedo do que se esperava em função do naufrágio pessoal, moral, social e profissional de Bruno, envolvido neste tenebroso caso Elisa Samudio.
Poucos percebem, mas Lomba está, aos poucos e em silêncio, agarrando a oportunidade como costuma pular nas bolas difíceis chutadas nos cantos do gol.
Com apenas três gols tomados, ele é o goleiro menos vazado de todos no Brasileirão após a volta do recesso da Copa.
Não é, definitivamente, pouca coisa, sobretudo para um jovem que assumiu a posição numa situação tão complicada e dramática.
Lomba tem ido tão bem que Zico, Patrícia Amorim e departamento de futebol do Flamengo parecem ter desencanado, ao menos por enquanto, de procurar um novo nome de peso para amenizar o trauma da perda de Bruno.
Quem acompanha diretamente o trabalho de Lomba garante que ele merece.
Agora, um detalhe importante: que Marcelo Lomba copie Bruno exclusivamente no talento embaixo do travessão.
Isso porque já existem sombras sobre o rapaz.
Menores e bem menos graves do que as hoje recaídas sobre Bruno, é verdade.
Mas que existem, existem.
A principal delas é um processo, com base na Lei Maria da Penha, dando conta de que Lomba teria dado um soco no olho de uma ex-namorada (foto abaixo), a estudante de Direito Carolina Moreira Miranda, após retirá-la de uma boate em Laranjeiras, na zona sul do Rio de Janeiro, em julho de 2009.
A moça fez queixa na 9ª DP, do bairro do Catete, também na zona sul da cidade, com um hematoma no olho esquerdo, mas o exame de corpo de delito mostrou marcas de agressão também no jogador.
Ele alegou que Carolina o agrediu dentro do carro em movimento.
Para que não houvesse batida, ele precisou se desvencilhar da estudante, empurrando-a.
Na ação, acrescentou, seu o braço pode ter atingido o rosto da ex-namorada.
Carolina dá uma versão diferente.
Diz que o encontrou na porta da boate, os dois discutiram, Lomba a agrediu com um soco no rosto e ela procurou a delegacia.
Por enquanto, são duas versões e um processo.
A Justiça mostrará quem está certo e quem está errado.
Enquanto não houver sentença, ninguém pode ser considerado culpado de nada.
O Estado de Direito, as leis brasileiras e os pressupostos de um país civilizado determinam que seja assim.
De qualquer forma, é bom que esse rapaz só queira mesmo se parecer com Bruno dentro de campo.
Se pensar e agir assim, terá um belo futuro.
7 Jun 09h09
O Brasileirão ficará parado por 37 dias. Saiba o que os 20 clubes da Primeirona precisarão fazer na volta. E registre sua opinião

O Campeonato Brasileiro ficará parado por 37 dias.
Corinthians líder por pelo menos 37 dias.
Vasco da Gama vice-lanterna por pelo menos 37 dias.
Atlético-GO lanterna por pelo menos 37 dias.
Todos os holofotes estão direcionados para a Copa do Mundo.
Sete rodadas foram disputadas até agora.
A 31 restantes serão realizadas a partir do próximo dia 14 de julho.
Quem está bem lamenta.
Quem está mal comemora.
As transferências, mudanças administrativas, trocas de técnico e desfigurações produzirão um outro Brasileiro depois deste Mundial de Seleções.
Fiz uma rápida análise daquilo que cada um dos 20 clubes da Primeira Divisão precisa para melhorar o desempenho ou manter a boa campanha após esse longo intervalo.
Pela ordem da classificação atual:
Corinthians – É o líder com justiça. Foi o time mais regular do “Brasileirinho”. Para Ronaldo, a parada foi ótima. Para a equipe, péssima. Ela está mais leve e “na mão” do técnico Mano Menezes. Após a decepção na Libertadores, o grupo parece mais aliviado e tranquilo. Mas, apesar dos 15 gols a favor, o elenco vai precisar de um atacante “matador” mais eficiente. A competição é longa e tudo indica que Ronaldo não terá condições físicas para jogar todas as partidas que o clube necessitaria para chegar na frente ao final do ano.
Ceará – Mais 37 dias para sonhar. E implorar aos céus para que o sonho, ao menos, demore a terminar.
Fluminense – Outro que deverá ser prejudicado pela parada. O elenco tem falhas. Precisa de bons laterais. Muricy foi até rápido na tarefa de dar padrão de jogo ao grupo e recuperou o futebol de alguns jogadores, entre eles Alan. Vai brigar e incomodar muito na volta. Mas precisa se reforçar para não descer a serra e se tornar o Palmeiras de 2010.
Santos – Tem time para passar o ano entre os primeiros e conquistar o título. Se contratar ao menos um lateral direito, um goleiro e um volante confiáveis, torna-se um dos grandes elencos do País. Isso, claro, se Neymar, Ganso, Wesley, Madson & Cia não forem negociados. E nem mergulharem de cabeça na marra, na vaidade e na imaturidade que, diga-se, já prejudicaram o Peixe neste ano.
Guarani – A grande surpresa. Quinto lugar na base da disciplina e da colaboração. Deverá perder jogadores para os mercados interno e externo. E, infelizmente, despencar.
São Paulo – Fernandão trouxe força e confiança, mas o elenco ainda está abaixo das tradições do clube. Mesmo com futebol opaco, é pouco provável que fique longe dos líderes. Estará entre os primeiros, brigando por Libertadores e pelo título.
Goiás – Time irregular e com carências importantes de elenco. Campanha para disputar vaga de Sul-Americana – e olhe lá.
Botafogo – Outro que deverá terminar nos limites da Sul-Americana. Tem bons atacantes, mas um grupo desequilibrado. Libertadores, só por generosidade dos deuses. Título, então...
Flamengo – Esses 37 dias de pausa serão o grande teste de Zico e de Patrícia Amorim. Dependendo do que fizer – e do jeito que fizer – o mandato da presidente e o trabalho do ídolo eterno poderão “terminar” ainda este ano, poucos meses depois do início. Se Vagner Love não ficar, o elenco precisará de, pelo menos, dois ótimos atacantes, um meia criativo e dois zagueiros. Se a intenção for disputar o título, pode encomendar mais um zagueiro, um meia e outro atacante. Isso se ninguém mais sair e Kleberson voltar da Seleção. O Fla deve festejar muito a parada. Sem ela, derreteria na tabela. O elenco atual está fraco. Rogério será um bom técnico um dia, mas ainda é verde para tocar um time do porte do Flamengo. Zico errou ao mantê-lo no cargo. O rubro-negro precisa de técnico melhor e mais experiente.
Palmeiras – Outro clube que pode soltar foguete em comemoração à pausa. Primeiro, o ambiente precisa ser pacificado politicamente. Depois, a diretoria deverá contratar um atacante de referência, dois meias ofensivos, um bom zagueiro e pelo menos um lateral. O Palmeiras, em resumo, precisa se reinventar. E, para tudo isso, o tempo é curto.
Cruzeiro – Vai encontrar um bom técnico e subir de produção. O elenco precisa de ajustes, mas nada grave. A troca de treinador será positiva. A diretoria fez muito bem ao dizer publicamente que as portas estão abertas para quem não quiser ficar. Comprometimento sozinho não resolve, mas sem ele ninguém conquista nada.
Grêmio - O tricolor gaúcho foi um dos que mais sofreu com contusões e suspensões nestas rodadas iniciais. O lado positivo da parada é que ela permitirá o planejamento da contratação de reforços com mais calma. Por outro lado, o time subia nitidamente de produção. Na minha opinião, jogou melhor do que o São Paulo no domingo. Por este aspecto, o intervalo pode matar a escalada. Silas tem condição de armar um time talentoso do meio para frente e ao mesmo tempo guerreiro, como exige o torcedor gremista. Mas, para isso, precisará de um meia de qualidade e, sobretudo, de um atacante matador acima da média. O Grêmio dá sinais de que será um time muito difícil de ser batido no restante do campeonato. O elenco é digno. Não precisa de milagre para se tornar candidato às primeiras posições. Mas o trabalho precisa ser feito.
Avaí – Elenco esforçado mas desequilibrado, sobretudo depois das perdas de jogadores no início da temporada. Se conseguir permanecer na Primeira, será grande lucro.
Vitória – Situação parecida com a do Avaí. Precisa reforçar a defesa e o meio-campo. Permanência na Primeira já será título.
Prudente – Irregularidade e luta para permanecer na elite.
Internacional – Precisará aproveitar muito bem a pausa. E dar tiros certos para recompor o elenco e a comissão técnica. À beira do rebaixamento na 16ª colocação, é uma das grandes decepções do campeonato até aqui. A sorte é que o clube conta com bons dirigentes, se eles forem comparados ao padrão de eficiência do futebol brasileiro.
Atlético-PR – O elenco é fraco, com média de idade alta. Precisaria de uma sacudida geral para mudar o cenário.
Atlético-MG – O time parece ter sentido muito a eliminação da Copa do Brasil para o Santos. E também toda a confusão envolvendo o técnico. Vanderlei precisa acertar nas indicações de reforços – e manter o grupo longe de suas reações fortes.
Vasco – Elenco fraco, falta de dinheiro para reforços de peso, técnico novo, diretoria pressionada por grupos internos e um presidente às voltas com sua campanha política. Resultado: 19º lugar. Segundona de novo, Vascão? Não, né...
Atlético-GO – Já escolheram os quatro clubes que ficarão atrás de vocês ao fim da 38ª rodada? Parece que não, longe disso...
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30 Abr 19h49
Pena de Jobson por uso de cocaína foi reduzida de dois anos para seis meses. Melhor assim. O que você acha? Opine

O jogador Jobson, atacante com direitos vinculados ao Brasiliense (DF) que defendeu o Botafogo em 2009, caiu duas vezes na tarrada do antidoping.
O exames revelaram a presença de um metabólico da cocaína na urina do jogador após as vitórias do time carioca sobre o Coritiba (2 a 0, em 8 de novembro) e o Palmeiras (2 a 1, em 6 de dezembro), em partidas pelo Campeonato Brasileiro.
No primeiro julgamento, Jobson, 21 anos, foi suspenso por dois anos do futebol.
Agora, teve a pena diminuída para seis meses.
Melhor assim.
Defendia pena maior, mas me convenci de que seis meses estão de bom tamanho.
Esse garoto fez uma imensa besteira.
Merece, sem dúvida, uma pena forte e um bom susto para não sair mais dos eixos.
Mas pena, como já disse por aqui, é para ajudar a se recuperar e não empurrá-lo de vez precipício abaixo.
E seis meses de suspensão, convennhamos, é uma pena forte.
Existe por aí, só para dar um exemplo, uma legião de ladrões do dinheiro público (do nosso dinheiro) que não fica nem metade desse tempo no xilindró.
Jobson é de família pobre do interior do Pará.
Tem mãe para ajudar a viver, irmãozada carente e uma penca de amigo e parente gritando no seu ouvido.
Só poderá continuar a ajudar essa gente jogando bola.
É a única coisa que sabe fazer.
A gente sabe: quando alguém sem recurso e educação é proibido de fazer a única coisa decente que sabe, o caminho é sempre o mesmo: marginalidade.
Deixar Jobson muito tempo fora do futebol é empurrá-lo para a cheiração de pó, o crack e a sujeira que rola em torno disso.
Que se puna por seis meses e ele volte a trabalhar.
E, de volta, se cair de novo na tarrafa do antidoping, se reincidir no erro, aí, meus amados, aí, sim, pode-se pensar em tirá-lo de vez do esporte.
O argumento de prejuízo para os os times que perderam ou foram rebaixados em função das vitórias do Botafogo nos dois jogos em que Jobson foi flagrado é, neste caso específico, segundo especialistas ouvidos por esse repórter, muito mais moralista do que verdadeiro sob o ponto de vista técnico.
Nas duas situações, as circunstâncias em que o tal metabólico foi encontrado revelaram consumo distante do jogo.
Jobson jogou com vestígios da droga no corpo, mas já sem qualquer de seus efeitos estimulantes.
De qualquer jeito, faria o que fez nas duas partidas.
Não explico tudo isso para defender consumo de qualquer droga ou o jogador Jobson em particular.
Mas na tentativa de contribuir para a busca de lucidez e equilíbrio em situações delicadas como essa.
Quando vencemos nossos preconceitos em função do melhor ganho possível em cada situação, nos tornamos maiores.
E você, amado amigo da blogosfera colorida, o que pensa sobre o caso?
Opine.
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Leia mais sobre futebol no R7.
24 Fev 02h16
A terça-feira (23) pode ter entrado para a história do futebol. Romarinho, o filho do Peixe, assinou seu primeiro contrato como jogador

Esta terça-feira (23) pode ter entrado para a história do futebol brasileiro.
Romarinho, 16 anos, das categorias de base do Vasco, assinou seu primeiro contrato profissional com o clube.
É o legítimo filho do "peixe". Do peixe Romário.
Os clubes cariocas estão, por sinal, bem recheados de descendentes ilustres.
Mateus Oliveira, filho de Bebeto, aquele que os jogadores brasileiros "embalaram" na Copa de 1994, é jogador das divisões de base do Flamengo.
No Vasco, além de Romarinho, brilham Andrey, filho do meia Geovani, que foi um craque, e Rodrigo Dinamite, filho de Roberto Dinamite, maior artilheiro da história do Campeonato Brasileiro, com 191 gols, e atual presidente do clube.
Se esses meninos jogarem a metade do que jogaram seus papais, seremos novamente felizes.
21 Fev 20h10
Botafogo foi campeão para provar a Papai Joel que é forte. Palmeiras venceu para provar a Muricy que não é fraco. Mas os dois elencos precisam melhorar

Acho o Botafogo o mais limitado elenco dos quatro grandes do Rio, apesar dos bons estrangeiros Abreu e Herrera no ataque e da jovem revelação Caio.
Mas o alvinegro quis, mais do que todo mundo, ser campeão da Taça Guanabara.
E foi.
Após tomar uma goleada humilhante do próprio Vasco, por 6 a 0, o time, sob o comando de Joel Santana, o Papai Joel, tomou corpo e venceu o primeiro turno do estadual fluminense.
O formato da Taça Guanabara roporciona muita emoção.
Mas também permite o triunfo de times teoricamente mais limitados do que os que ficam eliminados pelo caminho.
Papai Joel foi fundamental.
Reanimou os jogadores e fez um elenco mediano, antes humilhado, arrancar duas vitórias, sobre Flamengo e Vasco, na base da garra e da superação.
Em São Paulo, é exagero e leviandade dizer que houve o dedo do novo técnico do Palmeiras, Antônio Carlos, na vitória de 2 a 0 sobre o São Paulo.
Não houve.
Não deu tempo.

Os jogadores é que jogaram por Antônio Carlos.
Ou melhor: jogaram por eles próprios, para acertar uma conta, sem esconder o desejo de mostrar a Muricy Ramalho que o elenco não é mediano como ele insinua.
Mas, particularmente, acho os dois elencos abaixo do piso aceitável para clubes do porte e da tradição de Botafogo e Palmeiras.
Quero saber o que pensa o amado amigo.
Opine.
21 Dez 23h57
Jobson merece pena dura. Mas bani-lo do futebol é estupidez

Jobson, atacante do Botafogo na temporada de 2009, caiu duas vezes na tarrafa do exame antidoping do Brasileirão.
A primeira após o jogo contra Coritiba. A segunda, depois da partida contra o Palmeiras.
Cocaína.
Deverá ser julgado no próximo mês pelo STJD (Superior Tribunal de Justiça Desportiva).
Pelas leis antidoping internacionais, se ficar caracterizada juridicamente a reincidência, o atleta, que tem os direitos econômicos ligados ao Brasiliense (DF), pode ser eliminado para sempre do esporte.
Mesmo com os dois flagrantes, não há consenso de que o atacante seja reincidente.
Na avaliação da promotoria do STJD, há reincidência e os testes positivos dos dois jogos devem ser julgados separadamente.
Se essa tese prevalecer, as chances de Jobson ser excluído para sempre do esporte aumentam.
Mas vários especialistas discordam dela.
O argumento de constestação é o seguinte: para ter valor, a reincidência só é caracterizada quando o atleta usa novamente a substância proibida depois de ter sido avisado, pela Justiça Desportiva, de que sua primeira infração foi descoberta e será julgada.
Não foi o que ocorreu com Jobson.
No dia em que ele forneceu urina para o segundo exame, depois do jogo contra o Palmeiras, ainda não tinha recebido qualquer informação sobre a descoberta de cocaína no primeiro material, colhido após a partida contra o Coritiba.
Essa deverá ser a tese defendida nos tribunais pelo advogado de Jobson, Carlos Portinho, para evitar o banimento definitivo do jogador.
- O mérito da questão é o seguinte: mesmo com testes positivos em duas partidas, Jobson não tinha conhecimento do primeiro caso até colher material e fazer o exame que gerou o segundo registro. O Código Mundial Antidoping é claro ao estabelecer que é necessário haver a comunicação anterior para se caracterizar, juridicamente, a reincidência no doping - defende Portinho.
Penso que Jobson merece pena dura.
Uma longa suspensão - Três, quatro anos talvez.
Mas proibir para sempre, até o final da vida, um menino de apenas 21 anos, de família pobre do interior do Pará, de atuar na única profissão que ele sabe exercer com desenvoltura é obra de suprema estupidez.
Aí quem é contra pergunta: "Então, porque ele cafungou e cafungou de novo? Se a lei for essa..."
Aí respondo em partes:
Não sei se Jobson é viciado ou não em pó.
Se for, vale a pena tentar recuperá-lo para que ele use seu raro talento. Ele ainda é muito jovem.
Se não for vício, melhor ainda. Pode ser um momento delimitado de fraqueza, falta de orientação e dificuldade. Com apoio, pode ser superado.
Ou alguém acha que alguém merece perder a carreira por um período de fraqueza que teve por dois, três ou seis meses?
Quem nunca teve na vida pelo menos um momento em que deixou a desejar em termos pessoais, psicológicos, profissionais ou familiares?
Não sou moralista.
Se ele caiu e está caindo na gandaia, na carraspana, que tome uma sacudida, seja punido.
Mas que também seja direcionado a colocar as coisas da vida em bom tom, sem as vicissitudes e idiossincrasias que possam prejudicá-lo e afundar seus clubes.
Giba, atacante da seleção brasileira de vôlei, um dos mais admirados atletas que este esporte já teve no Brasil, foi flagrado pelo exame antidoping em 2003.
Maconha.
Um ano depois, nos Jogos Olímpicos de Atenas 2004, o Brasil ganhou ouro no vôlei masculino.
Sabe quem foi o melhor jogador da competição?
Isso mesmo: Giba.
A solução era tê-lo banido no vôlei?
Por último, mas não menos importante: pena é para funcionar, no segundo momento, como catalizador da recuperação, e não para dar o impulso final nas costas do camarada que se equilibra na beira do abismo.
Hoje, a gente arruma um raciocínio lógico rasteiro (não é difícil arrumar raciocínios lógicos rasteiros) para justificar uma pena capaz de aniquilar a carreira de um rapaz de 21 anos sem qualquer espaço para se relativizar as inconsequências típicas desta faixa etária.
Amanhã, até mesmo por caminho lógico de consequência, a gente passa a achar, por exemplo, que fuzilar um infeliz deste poderá não ser assim um problema tão grande.
Afinal de contas, um grupo de sábios já decidiu que ele não merece viver sua vida profissional e realizadora mesmo...
E você, amado amigo da blogosfera colorida, o que pensa?
Como sempre, quero sua opinião.
17 Dez 00h10
Não é moralismo, Jobson, mas sua valente mãe não merecia essa sua cafungada na cocaína

O atacante paraense Jobson, 21 anos, uma das principais revelações do Brasileirão 2009, foi o principal jogador do Botafogo nas vitórias de 3 a 2 sobre o São Paulo e de 2 a 1 contra o Palmeiras, na reta final campeonato.
Os triunfos do time carioca ajudaram a tirar os dois times paulistas da disputa pelo título.
Na semana passada, a tarrafa do teste antidoping prendeu um peixe gordo: Jobson.
Cocaína.
De Conceição do Araguaia, no Pará, a mãe do jogador, Dona Maria de Lourdes, mandou um recado comovente:
- Tenho fé. Ele tem talento, foi abençoado por Deus. Se o Cruzeiro não o quiser, outro vai querer, porque esse meu garoto é muito bom menino.
Mas ele não falou nada para a senhora sobre consumo de substância proibida? Não comentou nada?
- Não, falou não. A gente não falou nada disso, sobre essas coisas ruins, moço. Nada. A gente só conversou com o Todo Poderoso e pediu força. Confio no meu menino.
Nesta quarta-feira (16), saiu o laudo da contraprova, o exame da outra parte da mesma urina do exame inicial, armazenada em conservação para resolver dúvidas caso seja necessário.
Resultado: cocaína, claro.
Dona Lourdes arrumou força e dignidade para, mais uma vez, resistir ao golpe com aquela confiança que só amor de mãe produz.
- Meu filho vai enfrentar tudo isso. É valente. Pode até ser que fique proibido de jogar por uns tempos, mas vai voltar e arrasar. Ninguém pode apagar o talento que o Senhor deu a ele.
Jobson jogaria a próxima temporada no Cruzeiro.
O clube e um investidor pagariam R$ 4,5 milhões ao Brasiliense (DF) por 80% de seus direitos econômicos. Cada um ficaria com 40%.
Diante da confirmação na contraprova, desistiram do negócio.
Nunca, na história dos testes antidoping do futebol profissional brasileiro, o resultado da contraprova desmentiu o teste inicial, o da prova, feito dias antes.
Dona Lourdes era o único dos mais de 190 milhões de brasileiros a acreditar na inocência de Jobson.
Para todos os outros, era só questão de esperar a contraprova para confirmar a pancada.
Dona Maria de Lourdes sofreu de pé, com dignidade.
Foi de cortar o coração.
Não sei se só as mães são felizes, mas mães como dona Maria de Lourdes, ao menos, deveriam ser.
Jobson, um recado sem qualquer teor moralista: sua mãe, a essa altura das suas responsabilidades profissionais, não merecia essa cafungada na cocaína.
















