Publicidade

Posts com a tag "bruno"

12 Jan 18h59

Novo advogado do goleiro Bruno pede liberdade para o jogador no Supremo Tribunal Federal. Se for atendido, quer atleta de volta ao Flamengo. Clube deve dar chance? Opine

Tags: , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , 3 Comentários

bruno e macarrao hg fernando soutello ae Novo advogado do goleiro Bruno pede liberdade para o jogador no Supremo Tribunal Federal. Se for atendido, quer atleta de volta ao Flamengo. Clube deve dar chance? Opine Fernando Soutello - AE

O atual advogado de Bruno, Rui Pimenta, insinuou, em entrevista ao R7, nesta quinta-feira (12), que Luiz Henrique Ferreira Romão, o Macarrão, amigo do jogador, pode ter matado a ex-namorada do goleiro, Eliza Samudio, por "amor" que poderia até ser homossexual.

 

 

Pimenta acredita na possibilidade de Macarrão confessar o crime nos próximos dias.

 

Tanto que entrou com um pedido de habeas corpus no Supremo Tribunal Federal (STF), a mais alta instância da Justiça brasileira, solicitando que o jogador seja colocado em liberdade.

 

 

O advogado acredita que o STF responderá até o final de fevereiro.

 

 

Se o pedido for atendido, Pimenta deseja ver o goleiro de volta a seu ex-clube, o Flamengo.

 

 

Ele é claro:

 

 

- Se o pedido for atendido, Bruno volta ao Flamengo.

 

 

Que Bruno é tecnicamente um fantástico goleiro ninguém duvida.

 

 

Mas você acha que o Flamengo deve dar uma nova oportunidade ao jogador?

 

 

Eu penso que sim.

 

 

Para mim, Bruno ou qualquer outro que errou e é submetido aos mandos da Justiça por causa de seus erros, com bom comportamento, merece ter a chance de provar para a sociedade que está recuperado e deseja retomar a vida com correção.

 

 

Mas e você, o que pensa?

 

 

Opine.

 

 

Registre o seu comentário.

 

 

Espalhe por aí:
  • RSS
  • Live
  • del.icio.us
  • Twitter
  • Digg
  • Netvibes
  • Facebook
  • Google Bookmarks

10 Out 11h19

Brasil, que entregou jogo, é tri no vôlei. Gostou? Opine

Tags: , , , , , , , , , , , , , 34 Comentários

volei filippo monteforte afp Brasil, que entregou jogo, é tri no vôlei. Gostou? Opine

Filippo Monteforte - AFP

A seleção brasileira masculina de vôlei, treinada pelo competente Bernardo Rocha de Resende, o Bernardinho, fez uma belíssima final contra Cuba, ganhou o jogo por 3 sets a 0 e foi tricampeã mundial de vôlei, em Roma, na Itália, neste domingo (10).

A campanha do Brasil, primeiro colocado no ranking mundial do vôlei masculino, ficou marcada pela derrota no último jogo da fase de grupos, no N, para a Bulgária.

Para não enfrentar seleções fortes de cara, entre elas Cuba, que já havia derrotado o Brasil no início do torneio, os comandados de Bernardinho entregaram o jogo para os búlgaros.

Aos gritos de "vergonha", "ridículo" e "palhaçada", os comandados de Bernardinho perderam por 3 sets a 0 para os búlgaros (que, diga-se, também não queriam verncer o jogo) e foram para um caminho mais fraco.

Agora, o Brasil é tricampeão.

Particularmente, a atitude de entregar o jogo me incomodou muito.

Achei uma mácula, a subversão do objetivo mais elementar do esporte, que é vencer.

E isso fica ainda mais feio quando se tem a melhor seleção do planeta, primeira do ranking e bicampeã mundial.

Há quem ache, por outro lado, que o Brasil não comprou ninguém, não corrompeu nada e apenas jogou com o regulamento embaixo do braço.

A questão é polêmica.

E você, o que pensa?

Acha que o Brasil merece o título mesmo assim?

Opine.

Registre seu comentário.

O melhor dos Esportes olímpicos está aqui.

Espalhe por aí:
  • RSS
  • Live
  • del.icio.us
  • Twitter
  • Digg
  • Netvibes
  • Facebook
  • Google Bookmarks

17 Set 19h18

Zico, Bruno e o abismo entre os ídolos legítimos e os falsos

Tags: , , , , , , , , , , , , , , , , 3 Comentários

zico audiencia bruno wilton junior Zico, Bruno e o abismo entre os ídolos legítimos e os falsos Wilton Junior/AE

Um pedaço do noticiário sobre o caso do goleiro Bruno chamou minha atenção nesta sexta-feira (17).

Ele mostrou, em dois detalhes, o abismo que separa um ídolo falso de um verdadeiro.

De um lado, Bruno, o ídolo falso.

Com a boca fechada, sem responder perguntas, vendo suas tentativas de suicídio na prisão serem reveladas por Macarrão.

Numa delas, o amigo o surpreendeu preparando uma “Teresa”, aquelas cordas feitas com lençol, para se estrangular.

Do outro, Zico, o ídolo verdadeiro.

Protagonista de uma bonita e engraçada cena de tietagem e de quebra de protocolo, criada pelo promotor Eduardo Paes ao pedir um autógrafo antes de iniciar suas perguntas.

Afinal de contas, na sua frente, ainda que na solenidade de um tribunal, estava não só uma testemunha convocada pela defesa mas também o seu herói de infância.

A foto acima, da chegada de Zico ao tribunal, dá a dimensão da satisfação da rapaziada.

Isso fez-me lembrar da cena de um jornalista que, ao final de uma entrevista com o Galinho em 1995, para uma reportagem sobre o centenário do Flamengo, também não se conteve.

Pediu duas rabiscadas, uma na camisa e outra no bloco de anotações, e tirou uma foto todo sorridente, embasbacado, abraçado ao cara como se tocasse numa divindade.

Um certo Eduardo Marini.

Há realmente um abismo entre Zico e Bruno...

O melhor do Futebol está no R7.

Espalhe por aí:
  • RSS
  • Live
  • del.icio.us
  • Twitter
  • Digg
  • Netvibes
  • Facebook
  • Google Bookmarks

21 Ago 06h55

Goleiro menos vazado na volta do Brasileiro é Lomba, do Fla. Substituto de Bruno

Tags: , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , 9 Comentários

lomba fernando soutello agif gazeta press Goleiro menos vazado na volta do Brasileiro é Lomba, do Fla. Substituto de Bruno Fernando Soutell0 - Agif - Gazeta Press

Quem acompanha o futebol do Flamengo sabe: o jovem Marcelo Lomba do Nascimento, 23 anos, o goleiro Marcelo Lomba, sempre mostrou muito talento em todas as divisões de base do clube.

Ele poderia até já ter se tornado titular, não tivesse encontrado pela frente, no time principal, outro excelente goleiro que, com suas incontáveis defesas importantes em decisões e disputas de pênaltis, virou ídolo da torcida: ele mesmo, Bruno.

Lomba poderia ser titular mesmo porque o mais recente grande goleiro revelado na Gávea, Júlio César, ganhou a posição de Clemer meses antes de completar 21 anos, em 2000.

A chance para Lomba veio mais cedo do que se esperava em função do naufrágio pessoal, moral, social e profissional de Bruno, envolvido neste tenebroso caso Elisa Samudio.

Poucos percebem, mas Lomba está, aos poucos e em silêncio, agarrando a oportunidade como costuma pular nas bolas difíceis chutadas nos cantos do gol.

Com apenas três gols tomados, ele é o goleiro menos vazado de todos no Brasileirão após a volta do recesso da Copa.

Não é, definitivamente, pouca coisa, sobretudo para um jovem que assumiu a posição numa situação tão complicada e dramática.

Lomba tem ido tão bem que Zico, Patrícia Amorim e departamento de futebol do Flamengo parecem ter desencanado, ao menos por enquanto, de procurar um novo nome de peso para amenizar o trauma da perda de Bruno.

Quem acompanha diretamente o trabalho de Lomba garante que ele merece.

Agora, um detalhe importante: que Marcelo Lomba copie Bruno exclusivamente no talento embaixo do travessão.

Isso porque já existem sombras sobre o rapaz.

Menores e bem menos graves do que as hoje recaídas sobre Bruno, é verdade.

Mas que existem, existem.

A principal delas é um processo, com base na Lei Maria da Penha, dando conta de que Lomba teria dado um soco no olho de uma ex-namorada (foto abaixo), a estudante de Direito Carolina Moreira Miranda, após retirá-la de uma boate em Laranjeiras, na zona sul do Rio de Janeiro, em julho de 2009.

carolina soco Goleiro menos vazado na volta do Brasileiro é Lomba, do Fla. Substituto de Bruno

A moça fez queixa na 9ª DP, do bairro do Catete, também na zona sul da cidade, com um hematoma no olho esquerdo, mas o exame de corpo de delito mostrou marcas de agressão também no jogador.

Ele alegou que Carolina o agrediu dentro do carro em movimento.

Para que não houvesse batida, ele precisou se desvencilhar da estudante, empurrando-a.

Na ação, acrescentou, seu o braço pode ter atingido o rosto da ex-namorada.

Carolina dá uma versão diferente.

Diz que o encontrou na porta da boate, os dois discutiram, Lomba a agrediu com um soco no rosto e ela procurou a delegacia.

Por enquanto, são duas versões e um processo.

A Justiça mostrará quem está certo e quem está errado.

Enquanto não houver sentença, ninguém pode ser considerado culpado de nada.

O Estado de Direito, as leis brasileiras e os pressupostos de um país civilizado determinam que seja assim.

De qualquer forma, é bom que esse rapaz só queira mesmo se parecer com Bruno dentro de campo.

Se pensar e agir assim, terá um belo futuro.

Acompanhe os Jogos da Juventude Cingapura 2010 no R7.

Espalhe por aí:
  • RSS
  • Live
  • del.icio.us
  • Twitter
  • Digg
  • Netvibes
  • Facebook
  • Google Bookmarks

2 Ago 06h00

Após Bruno, Adriano e Love, Fla tem time realmente comportado. Até demais: não faz mal a ninguém. Nem aos rivais…

Tags: , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , 2 Comentários

flamengo Após Bruno, Adriano e Love, Fla tem time realmente comportado. Até demais: não faz mal a ninguém. Nem aos rivais...

Flamengo e Vasco pelo Brasileirão.

Na estreia de Felipe no Vasco (foto abaixo), um zero a zero morno, chato, carregado.

Desses jogos que, fora um ou outro lance ligeiramente mais empolgante, dá para assistir fazendo coisas paralelas como dar banho no filho pequeno ou uma olhada no jornalão do domingão.

Foi o que, sinceramente, eu fiz.

Para Flamengo e Vasco, com o atual campeão brasileiro em campo, foi pouco.

Muito pouco.

Nos minutos finais do segundo tempo, Borja perdeu um gol tão inacreditável quanto imperdoável, apesar dos méritos inegáveis do goleiro do Vasco, Fernando Prass, que defendeu três bolas no lance.

Mais um jogo do Flamengo sem vitória no Brasileirão.

Mais um jogo do Flamengo sem gols no Brasileirão.

Mais uma semana encerrada e outra iniciada sem o Flamengo anunciar a contratação de dois atacantes e de um meia ofensivo efetivamente de primeira linha para chegar como titular, jogando, tomando conta da posição.

Tomara que eu esteja enganado, mas Renato e Leandro Amaral, bons jogadores para compor elenco, ainda não são esses caras.

Com Borja e Val Baiano no ataque, perdo-me, mas falar em time em condições de defender título deve ser piada.

Além do mais, desconfio de que Rogério ainda não seja um técnico capaz de liderar, com tudos os atributos que este termo exige, um porta-aviões do tamanho do Flamengo.

Mas, estando eu certo ou errado, a verdade é que ele nem pode ser considerado culpado pela campanha medíocre, ao menos por enquanto, pois falta-lhe material, jogador igualmente à altura do Flamengo.

O diretor-executivo de futebol do Flamengo, Arthur Antunes Coimbra, o Zico, disse dias atrás que, se fosse para o clube ser dominado pela falta de profissionalismo de alguns grupos, como ocorreu, talvez fosse melhor que o Flamengo nem tivesse conquistado o hexa.

Desculpe-me, genial e eterno Zico, mas vá perguntar para o torcedor típico se ele pensa assim.

O querido Galinho descobrirá que ele não pensa desta forma.

Torcedor quer ganhar.

Ser campeão.

Comemorar.

Gozar o rival.

E, além disso, apesar de eu entender o que o grande Zico quis dizer, há um erro básico neste raciocínio: se o Flamengo ganhou o hexa e depois sucumbiu à desordem promovida por grupos de jogadores, o problema não foi do título, mas dos dirigentes que permitiram a esses caras tomar conta do clube.

Isso é óbvio.

Alguém já viu São Paulo, Internacional, Grêmio ou Cruzeiro, só para citar alguns exemplos, ganhar um título importante e depois, no embalo da empolgação, entregar a casa para a “mãe joana” de jogadores baladeiros?

Não.

E por que?

felipe 300x225 Após Bruno, Adriano e Love, Fla tem time realmente comportado. Até demais: não faz mal a ninguém. Nem aos rivais...

Porque são clubes que, gostem ou não, queiram ou não, sempre mostraram pulso para controlar a disciplina, a ordem e o profissionalismo em seus departamentos de futebol.

Os times realmente candidatos ao título do Brasileirão 2010 estão se arrumando.

Correndo atrás do prejuízo.

Exibindo boas contratações como troféus.

O Flamengo é o mais lento de todos.

Até agora, foi o que contratou menos.

Até agora, foi o que contratou pior.

Zico reclama da lentidão, da burocracia e da falta de verbas no Flamengo.

É claro que ele pegou um clube abalado.

Isso ninguém discute.

Mas que ele, com sua imagem de gigante inquestionável, ajude a arrumar isso.

Mesmo porque, no fim das contas, ele foi contratado, depois de anos de espera e de apelos, exatamente para ajudar a resolver isso.

E também porque essas coisas – falta de dinheiro, lentidão administrativa e burocracia amadora, - não servem para justificar dificuldade no futebol brasileiro.

Por um fato mero: todos, absolutamente todos os clubes possuem esses mesmos problemas.

Na volta do Brasileirão, após a Copa, o Flamengo ganhou do Botafogo e do Atlético-GO, empatou com o Avaí, no Maracanã, perdeu para o Internacional e, agora, empatou com o Vasco.

Na partida de despedida, antes do intervalo, perdeu de 2 a 1 para o Guarani, também em pleno Maracanã.

Uma campanha de um time rigorosamente fiel à sua mediocridade no campeonato: ganha dos mais fracos sempre condenados a ficar no rabo da tabela, empata com os mais ou menos, os do limbo, e perde para os fortes e reais candidatos ao título.

Não é de uma coerência admirável?

O mitológico jornalista e ex-técnico João Saldanha, com quem tive a honra de trabalhar em meu início de carreira no Jornal do Brasil, costumava dizer que não queria jogador para casar com a filha dele, e sim para jogar bem, vencer e ser campeão em campo.

Era uma brincadeira com quem pregava excesso de bom mocismo no futebol.

Hoje, o time do Flamengo está realmente muito comportado.

Isso, claro, é uma conquista.

O problema é que ele está comportado até demais.

Não faz mal a ninguém.

Nem aos rivais.

É hora de começar a reclamar menos das dificuldades e de apresentar mais jogadores e resultados.

O tempo acabou.

Mãos à obra.

Esporte é no R7.

Espalhe por aí:
  • RSS
  • Live
  • del.icio.us
  • Twitter
  • Digg
  • Netvibes
  • Facebook
  • Google Bookmarks

24 Jul 17h58

Se o Fla lhe deve salários, Bruno tem todo direito de cobrar. E de receber. Afinal, a dívida do clube é anterior à criada por ele ao destruir sua própria imagem

Tags: , , , , , , , , , , , , 23 Comentários

bruno 13 300x200 Se o Fla lhe deve salários, Bruno tem todo direito de cobrar. E de receber. Afinal, a dívida do clube é anterior à criada por ele ao destruir sua própria imagem

Ércio Quaresma, advogado do goleiro Bruno, suspeito de ter mandado matar Eliza Samudio, vai atrás dos dirigentes do Flamengo.

Argumenta que o clube deve ao goleiro salários atrasados e direitos de imagem que somariam R$ 1 milhão.

Quer que seu cliente receba este dinheiro.

Se a dívida realmente existir, os dois estão certíssimos em cobrá-la.

Bruno mandou matar Eliza?

Então que a lei o abrace forte o infrator com seu braços de estivador, como diria Chico Buarque, e o faça pagar por tudo o que deve.

Isso é uma coisa.

bruno 31 300x225 Se o Fla lhe deve salários, Bruno tem todo direito de cobrar. E de receber. Afinal, a dívida do clube é anterior à criada por ele ao destruir sua própria imagem

Mas o fato de dever muito à Justiça por este crime não livra o Flamengo de uma dívida criada com o goleiro muito antes dele ter corroído as cláusulas do contrato com as supostas atitudes criminosas.

Isso é outra coisa.

Aliás, é impressionante ver como o caos administrativo historicamente reinante no Flamengo (que, tomara, seja anulado por Patrícia Amorim e Zico) leva o clube a sofrer humilhações mesmo em situações em que deveria ser vítima.

O rubro-negro anuncia a suspensão do contrato de um atleta com a imagem queimada dessa forma.

E, antes de receber ou mesmo de ganhar na Justiça qualquer coisa,  leva o “carão” de ser cobrado em praça pública pelo atleta que tenta encostar na parede.

No ar, fica a suposição da necessidade de, no final, ainda ter que se fazer um acerto – que não deixará de ser humilhante – com a parte queimada.

É uma maravilha...

É o fim do mundo...

A propósito, no início achei as contas de prejuízo do Flamengo um pouco exageradas.

Pelas contas da presidente Patrícia Amorim e dos dirigentes, as perdas incluem o valor gasto pela compra dos direitos federativos do goleiro e também os salários pagos durante o tempo em que ele jogou no clube.

A princípio, algo me parece exagerado nisso.

Quanto aos direitos federativos, a versão moderna e temporária do passe, tudo bem: aí é perda, prejuízo.

As chances objetivas de o jogador gerar a recuperação deste investimento são nulas.

Agora, em relação aos salários, tenho cá minhas dúvidas.

Pensem comigo: Bruno recebeu o salário acertado entre as duas partes como remuneração mensal por trabalho, cumpriu esses meses no trabalho, ganhou títulos no seu trabalho de jogador e decidiu vários campeonatos a favor do clube nesses meses trabalhados.

Por que teria, então de devolver um dinheiro que lhe foi pago como salário pelos serviços que efetivamente prestou – em termos esportivos, com muita competência, por sinal?

Sei não.

Bruno sem dúvida deve ao Flamengo em função do fez com sua imagem pública.

Mas, na minha opinião, não os salários recebidos pelos meses em que trabalhou.

De qualquer forma, a Justiça decidirá sobre isso.

Que se façam as contas com correção.

As duas.

Para um lado e para o outro.

Feito isso, a maior menos a menor dará o seguinte resultado: Justiça.

Justiça que queremos no caso Bruno.

E em todo e qualquer outro caso.

Acompanhe a melhor cobertura da imprensa brasileira sobre o assunto no R7.

Espalhe por aí:
  • RSS
  • Live
  • del.icio.us
  • Twitter
  • Digg
  • Netvibes
  • Facebook
  • Google Bookmarks

13 Jul 19h07

Sofrimento de Bruno serve de alerta para celebridade prima-dona periférica que se acha acima do bem e do mal

Tags: , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , 52 Comentários

bruno 4 300x225 Sofrimento de Bruno serve de alerta para celebridade prima dona periférica que se acha acima do bem e do mal

Em sua primeira conversa com o elenco do Flamengo sobre o caso do goleiro Bruno, a presidente do clube, Patrícia Amorim, chamou atenção para um ponto importante.

Ela destacou um erro infelizmente muito comum na forma como grande parte (seria a maioria?) dos jogadores de futebol brasileiros enxerga seus próprios limites.

Talvez o melhor fosse dizer que essa turma se comporta, na prática, como se não tivesse limite algum.

Patrícia disse que os jogadores precisam agora, mais do que nunca, estar atentos à preservação da própria imagem.

E acrescentou: o caso do Bruno precisa servir de exemplo para quem ainda acha que não será punido por dar de ombros e violentar leis e códigos de conduta apenas porque é famoso, admirado ou conhecido.

A dirigente lembrou que essa arrogância é combatida e rechaçada no País com vigor cada vez maior.

E concluiu com algo mais ou menos assim: quem acha que terá regalias da Justiça e da sociedade só porque é atleta ou personalidade vai se arrebentar.

No início um ou outro policial Neném da vida alivia, mas logo em seguida a casa cai.

Exatamente como ocorre no caso Bruno.

bruno 3 300x225 Sofrimento de Bruno serve de alerta para celebridade prima dona periférica que se acha acima do bem e do mal

É um alerta precioso.

Não só para o grupo infelizmente imenso de boleiros (a maioria?) que não seguram a onda do sucesso e começam a se achar uma divindade sem as obrigações do ser humano normal.

O grito serve também para cantores, artistas, apresentadores, jornalistas, políticos, enfim, toda personalidade minimamente conhecida que, bombada pela forma mais primitiva e cretina e poder e de vaidade, está sempre disposta a romper os limites da vida civilizada e do respeito ao outro.

Essa culturazinha nefasta do olhe-com-quem-está-falando.

Isso ainda existe – e, infelizmente, muito.

Mas está acabando – e, felizmente, bem mais rápido do que essa gente gostaria que acabasse.

É mais comum encontrarmos pessoas sem preparo para lidar com a fama e o dinheiro entre os vindos de famílias carentes?

Sim, é. Estatisticamente, sim.

Agora, passar a se achar mais do que os outros por causa da fama e do dinheiro é característica exclusiva de pobres ou carentes que se tornaram celebridades?

Não, não é. Muito longe disso.

Berço bom está longe de ser necessariamente berço farto.

Pobre ou rico, tradicional ou fruto da mobilidade, culto ou meramente inteligente, ser humanos está no mundo civilizado para respeitar e ser respeitado.

bruno 11 300x200 Sofrimento de Bruno serve de alerta para celebridade prima dona periférica que se acha acima do bem e do mal

Essa história de ter “gênio difícil”, “personalidade forte”, “nervos descontrolados”, “à flor da pele” são conversinhas fiadas.

Desculpas esfarrapadas para medievalismos de seres em estágio intermediário de evolução entre a civilização e a barbárie.

Para ofender, agredir e praticar crime contra quem está ao lado e não pagar pelo que fez.

Não conheço quem tenha passado a vida sem se descontrolar uma vez que fosse.

É uma coisa horrorosa mas, dentro dos limites aceitáveis, faz parte.

E, mesmo dentro desses limites supostamente aceitáveis, é simples e elementar assim: fez, paga.

Com desculpa, retratação, pena ou qualquer outra coisa compatível com o ato praticado.

A vítima não deve pagar sozinha pelos devaneios de ninguém.

O caso Bruno ainda está em apuração.

Se for confirmada judicialmente a barbárie, mão pesada da lei no lombo do cidadão.

E, para você, famoso nervosinho, que permaneça em alto e bom som o alerta dado por Patrícia: cautela, além de ser mais fino do que impulso desconjuntado em público, costuma fazer bem para a trajetória.

O Brasil civilizado que cresce a cada dia fecha o cerco a cada minuto contra seus ataques de prima-dona periférica.

bruno 2 225x300 Sofrimento de Bruno serve de alerta para celebridade prima dona periférica que se acha acima do bem e do mal

Esportes? É no R7. Confira.

Espalhe por aí:
  • RSS
  • Live
  • del.icio.us
  • Twitter
  • Digg
  • Netvibes
  • Facebook
  • Google Bookmarks

9 Jul 06h00

Flamengo não tem qualquer responsabilidade pelo que Bruno é suspeito de ter feito. Como seu patrão não teria se você fizesse o mesmo

Tags: , , , , , , , , , , , , , , , , , 99 Comentários

FICHA LIMPA BRASIL PRECISA 300x243 Flamengo não tem qualquer responsabilidade pelo que Bruno é suspeito de ter feito. Como seu patrão não teria se você fizesse o mesmo

Amigos deste canto virtual tascaram comentários defendendo a tese de que o Flamengo tem alguma responsabilidade pelo que o goleiro Bruno é suspeito de ter feito.

Uma parte acha que o rubro-negro deveria se posicionar institucionalmente sobre o caso e as investigações.

Outra defende até mesmo algum tipo de punição judicial para o clube.

Os amados amigos vão permitir que eu discorde de tudo isso.

Nada mais equivocado e fora de propósito.

A responsabilidade do Flamengo neste caso é a mesma que teriam os executivos do Grupo Record se eu, por exemplo, deixar minha cadeira neste momento, ir para casa, cravar na minha própria cabeça a ideia de que estou sendo chantageado por minha namorada, der um piro injustificável e matá-la por um motivo imbecil deste.

Ou se, também por exemplo, você, amado amigo ou amiga, fizer o mesmo.

Ou seja, nenhuma.

A responsabilidade do Flamengo ou de qualquer outro clube a que Bruno estivesse vinculado por contrato, diga-se de passagem.

Jogadores de futebol, a exemplo de profissionais como você e eu, são avaliados antes de terem seus contratos assinados.

Se eles enlouquecem depois e tomam uma atitude animal, o empregador não pode ser responsabilizado por isso.

Como o patrão da sua mãe, do seu pai, o seu, o da sua namorada, o do seu namorado...

Enfim, o de todo mundo.

A não ser que tenha participado ou incentivado de alguma forma o ato insano (o que efetivamente não ocorreu no caso do Flamengo e da marca esportiva patrocinadora do atleta), o empregador não tem responsabilidade nenhuma sobre o caso.

O Flamengo e a marca esportiva que firmou contrato com Bruno atuaram de forma correta.

O clube suspendeu o contrato com o jogador por impossibilidade de cumprimento do acordado neste momento.

Além disso, como costuma ser nas sociedades de emprego e de direito plenos, emprestou seu advogado ao atleta para os primeiros movimentos do caso.

Advogado este que já foi retirado do caso pelo próprio clube.

Bruno, a partir de agora, precisa cuidar de sua defesa de forma particular.

Como qualquer cidadão.

O Flamengo vai aguardar o amadurecimento das investigações para decidir o futuro do atleta.

Ou vai romper o contrato antes, se for o caso, baseado no descumprimento de cláusulas estruturais do que foi assinado.

Por enquanto, antes das conclusões finais da investigação, o clube dá ao atleta o civilizado benefício da dúvida.

Estabelecida prova definitiva ou condenação, aí virão também as punições profissionais

Perfeito.

A marca esportiva, por seu lado, rompeu o vínculo de vez.

E com razão, pois cláusulas fundamentais de seu contrato com o goleiro foram rompidas.

Bruno venderia sua imagem à empresa em camisas, short, luvas, chuteiras e outros produtos.

Diante do que temos agora, Bruno já não tem a menor condição de valorizar um copo de iogurte vazio que seja com a sua imagem.

Perfeito.

Insinuar que clube ou marca devem sofrer efeitos judiciais e penais pelo que foi feito por um de seus prestadores de serviço é um despropósito comovente e de proporções monumentais.

Rivalidade de torcedor tem limite.

E você, o que pensa disso?

Opine.

Registre seu comentário.

Esporte, futebol, Copa do Mundo? No R7, claro.

Espalhe por aí:
  • RSS
  • Live
  • del.icio.us
  • Twitter
  • Digg
  • Netvibes
  • Facebook
  • Google Bookmarks

8 Jul 20h15

Time do Flamengo é até bom. O que mata é o goleiro. Piadas sobre Bruno viram viral geral na internet

Tags: , , , , , , , , , , , , , , , , , 42 Comentários

piada 295x300 Time do Flamengo é até bom. O que mata é o goleiro. Piadas sobre Bruno viram viral geral na internet

No Brasil, tudo o que não nasce piada vira piada.

Com o caso Bruno não seria diferente.

A coisa virou viral geral na Internet.

Algumas concorridas:

* Bruno, Adriano Imperador e Vagner Love estão em um carro. Quem está dirigindo? Bruno? Adriano? Vagner Love? Não, o policial.

* A diretoria do Flamengo decidiu que, a partir de agora, não haverá mais treinamento de manhã no clube. Só banho de sol.

* Bruno desperta interesse de outros clubes. Pode ir para Bangu.

* O time do Flamengo é até bom. O que mata é o goleiro.

* Fãs queriam Bruno na Copa. Imagine seu desempenho na fase de mata-mata.

* Nos jogos do torneio das cadeias, quem jogar com o time de Bangu 2 deve fazer de tudo para a partida não terminar empatada no tempo normal e na prorrogação. Na disputa de pênaltis, Bruno pega tudo.

* As mulheres acham Cristiano Ronaldo e Kaká lindos. Elas precisam conhecer Bruno. Ele é de matar.

* Qual a diferença entre Ronaldo Fenômeno e Bruno? O que não mata engorda.

* Qual a brincadeira predileta do Bruno quando era criança? Esconde-esconde.

* Bruno foi convidado por Ana Maria Braga para ensinar uma nova receita: escondidinho de presunto.

* Bruno se prepara para lançar continuação do filme O Colecionador de Ossos.

* Bruno muda de esporte. Vai adotar o xadrez.

* O atacante uruguaio El Loco Abreu dá a cavadinha.  Bruno, a enterradinha.

A rapaziada não perdoa.

É só diversão.

E você, conhece outra?

Comente.

Registre seu comentário.

Esporte é no R7.

Espalhe por aí:
  • RSS
  • Live
  • del.icio.us
  • Twitter
  • Digg
  • Netvibes
  • Facebook
  • Google Bookmarks

7 Jul 18h02

Espanha na final. Paul, o polvo alemão, acertou mais uma. Até ele sabe que, no final, o que faz diferença é mesmo o talento. Só o Brasil se esqueceu…

Tags: , , , , , , , , , , , , , 17 Comentários

puyol 300x228 Espanha na final. Paul, o polvo alemão, acertou mais uma. Até ele sabe que, no final, o que faz diferença é mesmo o talento. Só o Brasil se esqueceu...

Paul, o polvo alemão, acertou mais uma.

Pela segunda vez nesta Copa, antecipou o vencedor contra o país que o abriga.

A Espanha vence a Alemanha por 1 a 0 e está na final da Copa da África do Sul.

Até Paul, o polvo alemão, sabe: o que faz a diferença, no final, é mesmo o talento.

O Brasil sempre soube disso em sua história.

Nesta Copa, o comando deixou a máxima de lado.

Precisa retomar este caminho – historicamente, o caminho verde-amarelo.

A Espanha jamais ganhou um Mundial.

Mas, nem por isso, apequenou-se diante da tricampeã, renovada, poderosa e também habilidosa Alemanha, a rival que jogava um belo futebol na Copa e tentava disputar, simplesmente, sua oitava final na história do torneio.

Extremamente concentrada, confiante e bem posicionada na marcação, a Fúria chegou a ter 68% de posse de bola na primeira etapa da partida.

Seus jogadores de meio-campo se movimentavam em bloco entre os setores direito e esquerdo do campo.

Isso formou uma parede que impediu a Alemanha de usar sua arma mais mortal: o contra-ataque rápido, fulminante, quase sempre letal.

A Espanha foi para o intervalo com 58% de média de posse de bola.

Na primeira meia hora, chegou a ter 68%, contra apenas 32% dos alemães.

Isso significa que, para cada minuto controlado pela Alemanha na primeira etapa, o time espanhol dominava mais de dois.
Ao final do primeiro tempo, a Fúria tinha chutado seis vezes ao gol.

A Alemanha apenas uma, aos 28 minutos.

Outro detalhe importante foi a limpeza da disputa: a primeira falta só foi marcada aos 25 minutos do primeiro tempo.

Todos esses dados formaram a radiografia de uma seleção espanhola que em nenhum momento temeu o seu adversário forte e sempre confiou na sua capacidade de ser campeã.

Faltou apenas o gol.

A Espanha começa o segundo tempo no mesmo ritmo, envolvida no mesmo cenário e com a mesma iniciativa e domínio de jogo.

Scheinsteiger, talvez o melhor e mais versátil jogador da Copa até então, não conseguia sair da marcação e soltar seu futebol.

Outro preso na linha de combate da Espanha, o talentoso meia Özil, de apenas 21 anos, era desarmado sempre que ensaiava uma de suas arrancadas.

A Espanha armava as jogadas com belas atuações da dupla Iniesta e Xabi Alonso.

Quando eram desarmados no ataque, se recompunham rapidamente no meio-campo com seis e até sete jogadores.

Vinte sete minutos do segundo tempo.

Escanteio no lado esquerdo do ataque espanhol.

Puyol vem de trás como um foguete e, desmarcado, cabeceia forte.

puyol 2 300x173 Espanha na final. Paul, o polvo alemão, acertou mais uma. Até ele sabe que, no final, o que faz diferença é mesmo o talento. Só o Brasil se esqueceu...

Gol da Espanha.

Gol do passaporte para a Fúria disputar a final com a Holanda.

Talentosa e leve como sempre, a Fúria surpreendia os alemães mostrando que também pode ser dedicada, esforçada e organizada.

Poderia ter matado o jogo num contra-ataque aos 36 minutos, mas Pedro, “fominha”, não tocou a bola para Fernando Torres definir.

E acabou desarmado.

Mesmo bem melhor na partida, não se deve subestimar uma seleção do quilate da Alemanha.

Felizmente, os deuses resolveram não punir o jovem Pedro – e a Espanha – pela soberba.

Fim de jogo.

Espanha e Holanda, a final dos que nunca ganharam um Mundial.

Prêmio para a equipe espanhola, que confiou e não abriu mão de seu estilo de jogo bonito, desenvolto e envolvente.

Recompensa para quem apostou no triunfo do talento, do toque de bola e dos jogadores habilidosos.

Sozinhos, a força, a união e o tal comprometimento tão pregado por Dunga possuem um limite.

E esse limite é a diferença feita por um bom punhado de jogadores que sabem jogar futebol.

Puyol, Xabi Alonso, Iniesta, David Villa, Torres, Pedro, só para citar alguns...

A Espanha provou isso.

Por isso é hoje, tecnicamente, a melhor seleção do mundo.

Tomara que o Brasil retome este caminho – aquele que sempre foi nosso caminho.

O polvo Paul acertou de novo.

Não erra uma.

Até ele sabe que o que faz a diferença, no fundo e no final, é mesmo o talento.

Leia aqui post deste blog sobre Paul, o polvo alemão que acerta todas.

Espalhe por aí:
  • RSS
  • Live
  • del.icio.us
  • Twitter
  • Digg
  • Netvibes
  • Facebook
  • Google Bookmarks
Ir para a home do site
Todos os direitos reservados - 2009- Rádio e Televisão Record S/A
exceda.com