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10/02/2012 às 08:00:09
O CORINTHIANS ADORA APARECER EM MIDIA, IBOPE VER SEU NOME EM MANCHETE, SOLTE O CARA PRAS FARRAS, QUE NÃO VAI FALTAR MANCHETE,
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10/02/2012 às 07:56:59
ESPERO QUE ACONTEÇA PARA DIVULGAR NOSSO NORDESTE QUE E LINDO E GOSTOSO DE SE VER.
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09/02/2012 às 14:56:05
Sou Corinthiano e estou louco pra ver esse cara longe do todo Poderoso Timão, o Corinthians não precisa de quem não tem compromisso com o Manto sagrado e sim de jogador comprometido com o Manto e que não queira só ganhar lucro e sim mostrar que realmente merece vestir o Manto Alvinegro, pra jogar no Corinthians tem que ter raça, garra,determinação e acima de tudo força de fontade pra enfrentar as adversidades que vem pela frente, o Adriano pra mim é covarde em não assumir que precisa de ajuda e covarde não pode jogar no Timão
1 Jan 16h38
A roupa, o cabelo, o colar e o discurso de posse de Dilma
Pitacos sobre a posse da presidente Dilma Rousseff até agora:
* Dilma escolheu bem o figurino. A roupa tem corte, cor e tom discretos. Há quem não tenha gostado das estampas em relevo. Particularmente, acho que elas ficaram boas. Deram vida e um certo movimento a uma roupa que, pelo tom claro, ficaria muito pálida sem estes recursos.
* O colar, com uma única pérola pendendo ao fim do cordão fino, é elegante. Fez boa combinação com os brincos, também um par de pérolas.
* O cabelo está correto. Versões bem cuidadas do corte e do penteado feliz criado por Celso Kamura para a campanha.
* O discurso. Lá pelas tantas, a presidente disse "ao final deste longo discurso". É verdade: a fala de Dilma foi longa demais. Teve 40 minutos. Poderia ter pelo menos dez a menos.
* Dilma foi aplaudida 22 vezes. Foi um discurso bem escrito, com alguns momentos emocionantes, mas eu não o colocaria entre os grandes da história recente.
* O discurso começou bem, com imagens bonitas. Ficou um pouco carregado no terço final, por causa do tamanho e, ironicamente, retomou o ritmo justamente a partir do momento em que a presidente disse o tal "ao final deste longo discurso".
* A fala de Dilma ficou entre a campanha e a apresentação de intenções. Dilma optou politicamente por não detalhar tecnicamente suas principais propostas. Não quis correr o risco de dar a impressão de que tem diferenças técnicas e mesmo políticas concretas do que pensa e fez Lula.
* Dilma acertou ao reforçar seu compromisso de erradicar totalmente a miséria, ou a pobreza extrema, como queiram, e também ao enfatizar compromissos com o meio ambiente, algo que até surpreendeu diante das divergências que teve com Marina Silva no governo Lula.
* E deixou uma sensação de falta ao não comentar assuntos como equilíbrio fiscal e as reformas, sobretudo a tributária e a política.
* Dilma fez um discurso de 40 minutos. Só se emocionou aos 36, a quatro minutos do final. Se fosse Lula, a esta altura já tinha chorado, sei lá, umas 14 vezes pelo menos...
* Resumo da ópera: foi um discurso bem escrito e emocionante em alguns momentos, mas não brilhante. E que poderia ter sido mais enfático na questão das reformas.
15 Dez 18h13
Richarlyson é a Geisy da vez. Ameaçá-lo de morte é coisa de animal. E caso de polícia

É impressionante o quanto se perde tempo para exercer medievalices e mediocridades, as mais estúpidas e vãs.
A mais recente, neste final de ano de pseudo-polêmicas tão medíocres quanto o próprio ano, foi transformar o jogador Richarlyson, do São Paulo, na Geisy Uniban Arruda da vez.
Há tempos se tenta essa idiotice.
Tudo porque o rapaz obedeceu a própria vontade e colocou no cabelo um aplique, um prolongamento, um estica- e-puxa, sei lá que raios se chama aquela bagaça que aumenta a juba.
Ele queria assim.
Ele ficou feliz com seu novo visual.
Sua mãe também.
Sem pai também.
Seu irmão também.
Na segunda (14), a apresentadora Silvia Poppovic, em um daqueles atos falhos menores que arrebentam nossos escudos, rasgam nossas roupas pomposas e nos exibem contra nossa própria vontade, tirou da própria imaginação, das costas da orelha, que o rapaz tinha assumido ser gay.
Pior: tascou isso no ar, ao vivo e em cores, na Rede Bandeirantes (esse negócio de Band não me convence muito não...).
Até agora estão procurando quando, em que lugar, na frente de quem e à captação de qual microfone ou gravador o rapaz assumiu ser gay.
Agora, na internet, ameaçam matá-lo por causa do cabelão.
Que coisa terrível...
Os torcedores do São Paulo deveriam se preocupar menos com a vida pessoal de Richarlyson.
E também com o fato de quererem "lavar a honra" a qualquer custo, talvez pressionados pela encarnação dos rivais com essa coisa de bambi.
São-paulinos precisam se desvencilhar de duas obsessões: sempre rebater a brincadeira do bambi e vigiar o Richarlyson faz ou deixa de fazer a partir do momento em que bate a porta de seu carro e deixa o centro de treinamento do São Paulo ou o campo em que jogou - ou seja, o trabalho - para tocar sua vida particular.
Em relação aos meios de comunicação, penso o seguinte: se o cara for gay, quiser um dia falar sobre isso e vier assumir qualquer coisa publicamente, noticiem e ponto.
Agora, enquanto isso não ocorre (e poderá nunca ocorrer, mesmo porque ele pode não ser gay; e, se for, não tem a menor obrigação de colocar sua vida pessoal em praça pública), vamos parar com essas ilações rasteirinhas, pequenininhas, essas sínteses imbecis de observador com a sutileza de um porta-aviões, que estabelecem relações profundas do tipo "ahhhh, ele colocou um cabelão... então é bichaaa...".
Aaahhhhhh...
Coisa tosca, sô.
Agora, ameaçá-lo de morte é outro patamar.
Coisa de animal.
Caso de polícia.
Às investigações, portanto.
Os posts estão aí. Os IPs da Internet também.
É só rastrear e chegar a quem ameaçou.
Richarlyson é excelente jogador.
Versátil, joga em várias posições, corre o tempo todo e ajuda a arrumar qualquer equipe.
Não o querem?
Adoraria tê-lo no meu time.
Sou heterossexual, mas não me refiro a este time ou a qualquer outro relacionado à condição sexual.
É o Flamengo, clube para o qual, como já disse aqui, eu torço.
Porque o time das preferências em que Richarlyson enquadra ou irá se enquadrar em algum momento de sua vida, isso é problema exclusivo dele.
Eu, o nobre amigo da blogosfera colorida, a Poppovic, a torcida do São Paulo e o mundo não temos nada a ver com isso.
28 Out 14h55
Substituição nas cabeleiras poderosas de Brasília: sai acaju Senado, entra preto pré-sal

Ricardo Stuckert/Presidência da República/ABr
O tom da cabeleira das autoridades virou assunto saboroso nas rodas de conversa em Brasília.
Senadores, ministros e outras figuras de peso do poder abandonaram a tintura de cabelo "acaju Senado", hit histórico na capital federal, para aderir com entusiasmo a um tom mais radicalmente escuro, batizado desde já de "preto pré-sal".
O ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, o das Cidades, Márcio Fortes, e o senador Arthur Virgílio (PSDB-AM) são alguns dos muitos ex-acaju empolgados com a novidade.
Más línguas apostam que a tinta acaju da barbearia do Congresso acabou.
E há ainda quem aposte: a partir de agora, se o objetivo for encaminhar boas votações e projetos, o melhor a fazer é tratar com muito carinho - e elogio - o bloco cada vez mais forte e envaidecido do preto pré-sal.












