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30/03/2012 às 02:28:50
Eita .... viu somente 6 gols de Pelé ????
Só assistir Pelé Eterno ... tem mais de 400 gols lá ...
Não faltam jogadas não . Tem um negócio chamado Youtube que tem centenas de jogadas de Pelé ...
Quanto a cabeçadas ... Pelé também não era centroavante de origem ... Os centroavanted de origem de Pelé npo Santos foram Pagão, Coutinho, Toninho Guerreiro ....
Messi em 8 anos fez 10 gols de cabeça, 6 gols de falta ....
Marcos Assunção fez isso em gols de falta só esse ano que está começando ...
E desde quando "conduzir bola" e " habilidade " é parametro ??? Denilson também tinha uma "habilidade " incrivel ....
E a palavra "habilidade" serve prá um monte de coisas, né ???
Habilidade em defender, em chutar , em fazer embaixadas, em costurar , em desenhar .... em fazer gols ....
Ronaldinho Gaucho era outro " melhor que Pelé " um tempo atras ... abafaram o caso ... -
25/03/2012 às 10:50:53
Apesar de não ser muito fã de argentinos, tenho que admitir que MESSI é melhor que PELÉ apenas por um motivo: MESSI joga mais bola que PELÉ!
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21/03/2012 às 22:08:46
Assisti ao jogo televisionado entre Brasil e Itália na copa do México, em 1970, e não vi nada de mais em Pelé. Depois disso, ele atuou por mais 7 anos e nada de jogadas espetaculares. Pode ter sido o maior artilheiro do século, mas jogador, na minha opinião, está muito aquém. Duvido que Pelé tinha a habilidade de Messi, nem conduzia a bola como ele. E os gols por sobre os goleiros. Quanta tranquilidade. Talvez faltem jogadas ou gols gravados de Pelé, até porque a televisão no Brasil teve início em 1950! Até hoje, conheço apenas os mesmos seis gols de Pelé que sempre passam na tv. Para quem fez mais de 1000! Vamos parar de saudosismo. O melhor de todos os tempos é Messi. E nem adianta falar que Pelé era bom de cabeça e Messi não, pois Messi não é centroavante de origem. E mais, apelar para gols de cabeça não dá! Pelé é mais um.
12 Mar 16h12
Teixeira fora. Guerra agora será entre os a favor e os contra “paulistização” da CBF e COL
Ricardo Terra Teixeira, 64 anos, está oficialmente fora da presidência da Confederação Brasileira de Futebol (CBF).
E também do Comitê Organizador Local (COL) da Copa do Mundo de 2012.
A renúncia do advogado e empresário acaba de ser anunciada, nesta segunda-feira (12), em carta de Teixeira lida pelo novo presidente da CBF e do COL, o paulista José Maria Marin, vice-presidente da CBF para o Sudeste desde 2008 e mais velho dos cinco vices regionais da entidade,
com 79 anos.
Pelo que se tem de oficial até agora, Marin ficará no poder até 2015, quando terminaria o mandato de Teixeira.
Pelo estatuto da CBF, Teixeira, ao pedir licença médica, na sexta-feira (9), poderia ter escolhido um dos cinco vices para sucedê-lo.
Preferiu, contudo, não apontar um nome.
Sabia que se não indicasse nenhum deles, o cargo, pelo estatuto, cairia no colo do vice mais velho – no caso, Marin, exatamente quem ele desejava.
Teixeira queria Marin por ele ser, ao menos teoricamente e até aqui, seu amigo e a favor da continuidade. Ao
assumir, nesta segunda-feira (12), o novo presidente falou em “continuação de uma gestão reconhecida no mundo todo por suas vitórias”.
Assim, Teixeira tem, ao menos publicamente e até agora, o substituto desejado sem o desgaste adicional de ter escolhido um e, por conseqüência, preterido os outros quatro.
Para alguém numa fase em que o que não faltam são desgastes, preocupações e dores de cabeça, pode ter sido alguma coisa...
Se Marin permanecerá fiel a Teixeira ou dará o golpe branco para mudar tudo, seduzido pelo mel denso do poder, saberemos nos próximos dias.
Ou semanas. Ou meses.
Afinal de contas, para além de se merecer ou não, poucos ambientes são tão volúveis e traiçoeiros como o do futebol.
Nele, a verdade de hoje é inevitavelmente a mentira ultrapassada e derrotada de amanhã.
Marin é, por exemplo, muito próximo do presidente da Federação Paulista de Futebol (FPF), Marco Polo del Nero, homem
que deverá tomar força no futebol brasileiro.
Sabe-se que o último desejo de Del Nero é ver mantido na CBF o poder da chamada “patota”: o ex-presidente do
Corinthians, Andrés Sanchez, o ex-craque Ronaldo Fenômeno e o diretor de
comunicação da entidade, Rodrigo Paiva.
Del Nero e Sanchez, definitivamente, não se bicam.
Neste exato momento, salpicam pelos veículos de comunicação textos, análises e opiniões sobre os pontos positivos e
negativos dos 23 anos de Teixeira à frente da CBF (talvez o pior deles tenha
sido exatamente este: cair na tentação de ficar longos 23 anos à frente da CBF,
algo difícil de aceitar na rotatividade exigida por qualquer cargo eletivo).
Os títulos conquistados, as manipulações, os casos vergonhosos de corrupção nos quais está envolvido.
E ainda outros textos sobre as, digamos assim, heterodoxias de nosso José Maria Marin.
Um homem que tentou ser jogador de futebol na juventude, no São Paulo, formou-se em Direito, foi cartola da FPF
e entrou para a política.
Um homem que tem no currículo cargos de vereador em São Paulo (1964), presidente da Câmara Municipal (1969) e deputado estadual (1971 a 1979).
Um homem que assumiu por dez meses o governo de São Paulo, entre 1982 e 1983, filiado ao PDS, após a saída do titular, Paulo Maluf, para concorrer ao cargo de deputado federal, “puxando” para Brasília, pelo sistema de legenda, vários companheiros de partido com as grandes votações que ele, Maluf, tinha até então.
Um homem que chefiou a delegação brasileira na Copa do Mundo de 1986, no México.
Um homem que, abrigado no PTB, faz política até hoje, à beira das oito décadas de vida.
Mas um homem que, apesar de todo esse passado, só ficou mesmo conhecido e, vamos lá, célebre em todo o País neste início de 2012, ao, vejam só, literalmente embolsar a medalha do goleiro reserva do elenco do Corinthians na premiação da Copa São Paulo de Juniores.
Discute-se tudo isso à mão cheia neste momento.
Com o tempo, vamos conversar sobre cada um desses temas.
No momento, em meio a tantas dúvidas geradas pela dupla renúncia de Teixeira, estou mais interessado em especular sobre a seguinte questão: até que ponto os presidentes das federações estaduais de futebol espalhadas pelo País irão se conformar e conviver pacificamente com a paulistização da CBF e do COL.
Isso porque a esses senhores, aliados quase unânimes de Teixeira, cabe eleger os presidentes da CBF.
E, com o apoio quase unânime a Teixeira, esses dirigentes de todo o País isolaram até aqui, a tomada de poder
pelos paulistas.
Que, na visão deles, representaria a perda total das benesses dadas pelo ex-cartola e o controle definitivo dos “ricos
inimigos do futebol do resto do País”, como costumam dizer vários deles.
Não por acaso, muitos já se movimentam para tentar uma nova eleição na CBF.
Marin, ao contrário de Teixeira, é um político experimentado.
Se, agora no PTB, ele for habilidoso o suficiente para estabelecer um bom diálogo nesta reta final com a presidente Dilma Rousseff (que, ao contrário do ex-presidente Lula, não tinha e nem fazia a menor questão de ter boas relações com Teixeira), ganhará força nesta briga com os descontentes.
De qualquer forma, este embate entre paulistas e as outras federações será o maior neste caminho até a Copa
2014.
Pelo estatuto, a transição está feita.
Resta saber, depois de medalhas no bolso e tanto tempo de reinado de Teixeira, até que página ela terá suporte
político.
Sinceramente, não ouso arriscar agora quem sairá vencedor.
E você, tem ideia de quem levará a parada?
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4 Mar 14h01
Negociaria com alguém que dissesse que você merece pé na …, como esse Jerônimo da Fifa?
Quem beija é Jerônimo - e a legenda, claro, pode acabar por aqui
O governo federal, o de alguns estados e o de municípios escolhidos para sede cometeram, inegavelmente, vários erros até aqui, na organização da Copa do Mundo de 2014, a ser realizada no Brasil.
A atuação do Comitê Organizador Local, o COL, está igualmente marcada por uma série de equívocos.
Obras em estádios como os de Natal (RN), Curitiba (PR) e Porto Alegre (RS) estão clara e preocupantemente atrasadas.
Algumas obras viárias de acesso a arenas e de infraestrutura em cidades-sede dão impressão total de estagnação. Algumas sequer saíram do papel.
A quantidade insuficiente de quartos de hotel para a procura esperada na Copa é um fato verdadeiro em várias dessas cidades. Situações confortáveis, no momento, só as de São Paulo e Rio de Janeiro.
No outro extremo, o da preocupação, aparecem Cuiabá, no Mato Grosso, e sobretudo Manaus, no Amazonas. Ainda há tempo para construir quartos suficientes em todas as cidades, mas é preciso correr.
A situação dos aeroportos também é constrangedora.
O Brasil é um país continental. Tem capitais separadas por distâncias de até 8 mil quilômetros.
Isso sem uma linha sequer de trem de alta velocidade. E uma nova classe média que, com mais de 100 milhões de consumidores, entope os aeroportos do País, num mercado que cresceu nos últimos tempos - e deverá crescer nos próximos - mais de 10% ao ano, na média, em volume de passageiros.
Diante deste cenário - não exatamente novo, diga-se - é imperdoável que a modernização de nossos aeroportos tenha começado tão tarde. E isso ainda que o País não tivesse pela frente a obrigação de abrigar a Copa de 2014 e as Olimpíadas de 2016.
Além de tudo isso, está claro para todo mundo que, se tivessem feito uma forcinha a mais em nome do conforto de fugir das cobranças, o Congresso Nacional e o governo federal já teriam votado e aprovado a Lei Geral da Copa, motivo de tantas reclamações da Fifa nestes tempos de resto nada confortáveis.
Governo e Congresso não devem, claro, ser pautados pelos desejos e prazos de Dona Fifa.
Mas daí a queimar prazo de forma claramente exagerada já passa a sensação, a altura do campeonato, de algum descontrole e um certo charme exagerado.
Se algum ponto sobre prazo, obra, direito de venda de produto, publicidade, aprovação de lei ou qualquer outro tema foi admitido na disputa pela Copa, assumido na assinatura do contrato e, depois, questionado ou não cumprido pelo governo na forma do escrito, é direito da Fifa querer a realização da coisa nos termos em que o compromisso foi firmado.
Não vale dizer, no sufoco da disputa com quem for, que aceita entregar tudo, dar as chaves deste mundo e de metade do outro, e depois, vencida a parada, querer recuar sozinho dizendo que o combinado está pesado.
Sim, ok, tudo isso é verdade, é fato.
Mesmo assim, acredito que o País realizará uma boa copa e, depois, uma boa olimpíada.
Agora, vamos combinar com honestidade: o que não pode, mesmo diante desses problemas (e problemas em campanhas do tipo estão longe de ser uma exclusividade do Brasil), é aparecer alguém como esse Walcke, esse Jerôme, e, mesmo no cargo de secretário-geral da Fifa, afirmar que os "organizadores" da Copa - o que inclui ministros, representantes do governo e, em última instância, a própria presidente Dilma Rousseff - merecem um bom pé na bunda para ficar espertos e cumprir o cronograma no prazo desejado por ele.
Vermelho para trabalho infantil. Faz sentido - Agência Brasil
Sim, pois é isso o que significa precisamente aquele "vocês precisam se pressionar, levar um chute no traseiro e fazer a Copa" dito pelo Jerôme, em termos nada franceses.
Dito por esse Jêrome talvez para agradar o amigo de fé Ricardo Teixeira, que, além de viver um inferno astral que o faz balançar na presidência da CBF, tem, como presidente do Comitê Organizador Local, o COL, todos os seus pedidos de audiência com a presidente Dilma solenemente ignorados.
Se comportar como esse Jerônimo se comportou, em relações internacionais formais com um Estado, não pode.
É um exemplo rico, esculpido e acabado da forma autoritária, prepotente, insensível, autista, incompetente e vulgar com que a Fifa acredita poder resolver seus problemas com nações independentes.
Parece diplomacia do esperneio de velhotes mal-acostumados.
O governo tem toda razão em não mais reconhecer esse Jerônimo como interlocutor. E de exigir que Dona Fifa coloque outro de seus camaradas no lugar deste elemento.
Não é questão se ser um governo de direita ou esquerda, um governo que tenha o seu ou o meu apoio ou mesmo a realização de uma copa que eu, você ou qualquer brasileiro aprove ou não.
Aqui, o ponto não está em qualquer um desses dilemas.
A questão é saber o limite do respeito para merecer ser respeitado.
E, no caso de países independentes, a ofensa representada pela ignorância desses limites, como ocorreu no caso do Jerônimo, assume dimensões ainda mais graves e imperdoáveis.
Aldo Rebelo, ministro do Esporte - Antônio Cruz/Agência Brasil
Walcke considerou "infantil" a decisão do governo brasileiro de não mais considerá-lo interlocutor da Fifa para a Copa. Minutos depois do anúncio, feito pelo ministro do Esporte, Aldo Rebelo (acima), ele disse:
- Se não querem mais falar comigo, se não sou a pessoa com quem querem trabalhar, então é um pouco infantil. Vou viajar ao Brasil no dia 12 de março.
Tolice. Infantil foi ele.
Dentro de seu direito de apontar o que considera fora do acordo com o Brasil, estava indo bem até quando criou a feliz imagem de que País, para ele, parecia mais interessado em ganhar do que bem organizar a Copa.
Mas o lance do chute no traseiro, ou do pé na bunda, convenhamos, foi grosseria infantil contra um país e uma população.
Você, amado amido, continuaria a negociar qualquer coisa com alguém que, insatisfeito com pontos das primeiras conversas, fosse para a imprensa dizer que você merece um pé na bunda para ficar esperto e pedir menos prazo para entregar ou pagar por um produto?
Sei que não.
Como então alguém pode querer que os prefeitos, governadores, ministros e representantes do governo federal e da presidente Dilma Rousseff façam diferente?
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8 Jan 18h00
Faltando pouco mais de seis meses para o início dos Jogos de Londres, seleção olímpica ainda não fez um único treino. Conheça outros detalhes da (atrasada) preparação. E opine
Os jornalistas Jorge Luiz Rodrigues e Mauricio Fonseca trouxeram, na coluna Panorama Esportivo, do jornal O Globo deste sábado (7), reflexões e informações importantes sobre a seleção brasileira que disputará os Jogos Olímpicos de Londres 2012.
As principais:
* Faltando pouco mais de seis meses para o início dos Jogos, o técnico Mano Menezes e sua equipe ainda não realizaram um único treino sequer com a equipe que tentará o ouro olímpico jamais conquistado pelo Brasil.
* Mano Menezes levará três jogadores com mais de 23 anos, como autoriza o regulamento.
* Dois deles estão escolhidos: os zagueiros Thiago Silva e David Luiz.
* Mas para isso o clube italiano Milan, onde joga Silva, e o inglês Chelsea, clube de Luiz, precisarão concordar. O futebol olímpico não faz parte do calendário da FIFA. Por isso, a turma de Blatter não obriga os clubes a ceder jogadores para olimpíadas.
* O terceiro jogador com mais de 23 anos deverá ser um meia.
* Como os Jogos Olímpicos permitem a inscrição de apenas 18 atletas, a comissão técnica dará preferência a jogadores polivalentes, com qualidade comprovada e, no mínimo, alguma experiência profissional. Pato, Leandro Damião, Ganso, Danilo, Neymar, Sandro e Lucas estão praticamente garantidos no grupo.
* O goleiro titular deverá ser Rafael, do Santos, que, para Mano, não saiu com a imagem arranhada do massacre imposto pelo Barcelona na final do Mundial de Clubes 2011.
* A CBF terá um amistoso data FIFA no próximo dia 29 de fevereiro. Dependendo de algumas condições, entre elas o adversário, ainda não escolhido, Mano poderá escalar uma equipe olímpica para tentar recuperar parte do tempo perdido.
* Afinal de contas, o atraso é claro, preocupante e algo precisa ser feito desde já, não é mesmo?
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11 Dez 18h01
Ronaldo empresta cobertura tríplex de 900 m2 na Praia do Leblon para Andrés morar no Rio. Mas pede para pagar água e luz atrasados. O cartola desiste. Melhor um flatzinho na Barra…
Sacoméquié, né Ronaldão... Mauro Horita - AGIF
A história, contada por Jorge Luiz Rodrigues e Mauricio Fonseca na coluna Panorama Esportivo, do jornal O Globo deste sábado (10), é boa.
Em busca de um imóvel no Rio de Janeiro para ser a sua base na cidade a partir de janeiro de 2012, quando assumirá a diretoria de seleções da CBF, o presidente do Corinthians, Andrés Sanchez, pediu emprestada ao amigo Ronaldo Fenômeno a monumental cobertura tríplex de 900 metros quadrados que o ex-craque possui na Avenida Delfim Moreira, de frente para a Praia do Leblon, zona sul do Rio, um dos pontos mais encantadores e, lógico, caros do Brasil e do mundo.
Comprada em 2008 por R$ 20 milhões, a criança está à venda por R$ 32 milhões.
Ronaldo aceitou com carinho sincero.
Mas, como contou Sanchez à repórter Carol Knoploch, do Infoglobo, apresentou algumas “pequenas” condições que levaram o cartola a desistir logo da ideia:
— Pedi. E, para minha surpresa, ele aceitou. Mas disse o seguinte: “É só pagar as contas de luz e água”. Bom, como elas não devem ser baratas, eu desisti.
Em seguida, Sanchez perguntou à repórter:
- Você já viu o tamanho daquele apartamento?
Bom, Sanchez, pensando bem, melhor não.
E seria ainda pior se, caso não tenha acertado, seu amigo pedisse para você colocar em dia também os condomínios atrasados do puxadinho.
Semanas atrás, precisamente em 23 de outubro de 2011, o colunista Ancelmo Gois, também de O Globo, informou que o Fenômeno estaria devendo R$ 70 mil em condomínios atrasados apenas deste apartamento.
Melhor um flatzinho, um sala-e-quarto alugado na Barra, em Ipanema ou no Jardim Botânico, não é mesmo, Sanchez...
28 Nov 20h23
Diretor da Fifa dá a entender que ingresso mais barato da Copa 2014, para brasileiros, custará entre R$ 43 e R$ 45. Razoável? Opine
O diretor de marketing da Fifa, Thierry Weil, reuniu-se dias atrás com os patrocinadores da Copa do Mundo de 2014, que será realizada no Brasil.
Weil, conta Lauro Jardim na coluna Radar da mais recente edição da revista Veja, não quis adiantar os preços exatos dos ingressos do próximo Mundial.
Argumentou que essa confirmação só poderá ser feita após a aprovação da Lei Geral da Copa no Congresso e sua sanção pela presidente da República, Dilma Rousseff.
Deu, no entanto, uma dica: ele acredita que os preços dos tíquetes terão um reajuste médio de 15% em relação ao que foi cobrado no último Mundial, em 2010, na África do Sul.
Bom, lá os ingressos mais baratos, vendidos apenas para os sul-africanos (foto acima), custaram o equivalente a R$ 37.
Se aplicarmos 15% de aumento sobre estes R$ 37, o mesmo tipo de entrada, a destinada aos brasileiros, custaria por aqui algo entre R$ 42 e R$ 45.
Muito ou pouco?
Caro ou barato?
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A melhor cobertura de Esporte da internet no Brasil você encontra aqui. No R7.
25 Set 23h56
Clubes brasileiros eliminados nas duas primeiras fases da Taça Libertadores poderão disputar a Copa do Brasil a partir de 2012
O presidente da CBF, Ricardo Teixeira, deverá anunciar nas próximas semanas que, a partir de 2012, os clubes brasileiros eliminados nas duas primeiras fases da Copa Libertadores da América poderão disputar a Copa do Brasil.
Teixeira, informa Otávio Cabral na coluna Holofote, da revista Veja, resolveu ceder aos apelos dos grandes clubes e, ao mesmo tempo, tentar recuperar o faturamento da Copa do Brasil, que caiu muito depois que os líderes do Brasileirão deixaram de disputá-la.
A decisão poderá ser boa também para os clubes.
Impedirá, por exemplo, o que ocorreu com o Corinthians no primeiro semestre de 2011.
Eliminado pelo surpreendente Deportes Tolima, da Colômbia, ainda na fase eliminatória da Libertadores, o Coringão disputou apenas o Campeonato Paulista na primeira metade do ano.
Além da frustração por sair outra vez da principal competição sul-americana sem vencê-la, o clube deixou de faturar por passar um longo período do ano longe de competições nacionais ou internacionais.
O melhor do Esporte você encontra aqui. No R7.
27 Ago 10h52
Camisa polêmica da Seleção com a faixa verde não vai demorar a sair de campo. A nova será adotada até fevereiro de 2012. Opine
A atual camisa da Seleção Brasileira, com a faixa verde horizontal no peito, alvo de tantos protestos no seu lançamento, em fevereiro deste ano, já está condenada a sair de linha.
De acordo com a fornecedora de material esportivo da Seleção, o novo modelo deverá entrar em campo até fevereiro de 2012.
Depois desta alteração, a fornecedora e a CBF pretendem mudar o uniforme outras duas vezes.
Bom, o que precisa se alterado, antes de tudo, é esse futebolzinho da Seleção Brasileira.
Opine.
12 Ago 20h10
Fla não quer ver R10 convocado agora. Outros clubes temem perder craques. Solução seria adiar o Brasileiro em jogos da Seleção? Opine
Definitivamente, nem sempre é fácil viver.
A torcida brasileira sofreu muito, nos últimos sete ou oito anos, com o apagão que escondeu o excelente futebol de Ronaldinho Gaúcho em algum lugar que nem ele nem ninguém conseguia encontrar.
Enquanto R10 se arrastava em campo, sem jogar patavinas, amantes do futebol, jornalistas e técnicos procuravam substitutos para o meia-atacante, certos de que sua carruagem, ao menos na Seleção, já tinha virado abóbora.
E aí, quando tudo parecia perdido, Ronaldinho vem para o Flamengo.
Ganha de cara o amor da Magnética e um esquema de jogo à sua feição, criado pelo técnico Vanderlei Luxemburgo, o mesmo que o lançou na Seleção.
Perde os quilos que precisava perder, diminui as baladas mais radicais, reencontra a motivação para jogar e...
...passa a arrebentar.
A comer a bola com farinha.
A fazer a diferença.
A jogar muito.
Neste momento, não é difícil afirmar que ele e Neymar são os dois maiores jogadores do Brasil.
Bom, e aí, quando todos esperavam como consequência natural o retorno de R1o à Seleção, com a bênção e até o empurrão da torcida do Flamengo, eis que mais da metade da massa rubro-negra berra preocupada na imprensa, nos blogs e nas redes sociais que... não quer agora a convocação do craque.
Se tentarmos enxergar pela ótica do torcedor de clube apaixonado, é até fácil de entender.
O rubro-negro teme que R10 seja convocado para o próximo jogo, contra o Egito, no dia 6 de setembro, o que tiraria o craque da partida do Fla no dia seguinte, quarta-feira (7), feriado nacional, justamente contra o Timão, no Pacaembu, em São Paulo.
Um jogaço sensacional que poderá marcar a estréia do ex-rubro-negro Adriano no Timão e também valer a liderança do Campeonato Brasileiro.
Na verdade, nenhum cartola, técnico ou torcedor de clube que está disputando coisa importante no Brasileirão hoje gostaria de ver um jogador seu nessa Seleção xoxa, insossa e sem graça do Mano Menezes.
Se pudessem escolher, não cederiam.
O detalhe é que, como o Flamengo, embalado e invicto na competição, seria em tese o que mais perderia, com a ausência de R10 e, possivelmente, de Tiago Neves, muitos torcedores adversários pensam que deixar Mano levar quem quiser, de qualquer equipe, a essa altura do campeonato, poderia ser bom para todos os que desejam e precisam ver o Flamengo voltar a perder.
Até a presidente do clube, Patrícia Amorim, mostrou sua preocupação com a possível chamada de R10 para o jogo contra o Egito:
- Nós torcemos muito pelo Ronaldinho na Seleção. Mas houve tantas outras oportunidades e vão convocá-lo justamente agora? O jogo com o Corinthians será grande, importante, um dos maiores do ano para o futebol brasileiro. A gente se sacrifica, faz o investimento, tudo isso para brindar a torcida com momentos como esse. E aí vem a convocação e leva nossos craques exatamente nessas horas?
Ela acrescenta:
- No sistema de pontos corridos, esse jogo será mais uma final. Essa partida gera muita expectativa. As torcidas querem os times completos. Minha esperança é a de que o Flamengo esteja completo. Não é justo que os clubes, todos, eles, que fazem os gastos com tanto sacrifício, não estejam com força total em momentos decisivos como esse.
O técnico do Flamengo, Vanderlei Luxemburgo, vai na mesma linha:
- Pelo que se fala, o Mano convocará muitos que atuam no Brasil para este jogo. Isso aumenta o risco não só para o Flamengo, mas também para todos os outros clubes com jogadores em condições de atuar na Seleção. O melhor seria adiar a rodada para não prejudicar ninguém. O Internacional teve jogos adiados para disputar um torneio na Alemanha. E o Santos, porque tinha jogadores importantes na Seleção enquanto decidia a Libertadores e o Brasileiro começava. Para que ninguém saia reclamando do Mano, o bom senso sugere que essas rodadas sejam adiadas.
Concordo plenamente com Patrícia e Vanderlei.
Entendo o lado do Mano, que precisa trabalhar - e convocar - para montar novamente um grupo digno da camisa da Seleção.
Mas convenhamos: essa Seleção está um saco, uma negação, enquanto o Brasileirão, jogado pelos clubes com tantas dificuldades, ferve com belas partidas e disputas pela liderança cada vez mais emocionantes.
E aí, nas rodadas mais quentes, os craques desfalcam os times, o nível cai e a Seleção, que ainda terá muito o que caminhar, continua a não jogar nada?
Ou seja: nada é resolvido.
Os dois têm razão: não é justo com qualquer clube que terá jogadores convocados e nem tampouco com o torcedor, que, no final da conta, é quem a paga.
Q CBF faça o seguinte: convoque R10, Tiago Neves, Ralph, William, Chicão, Arouca, Neymar, Ganso, enfim, quem quiser, eles ficarão felizes, mas adie as rodadas em que esses caras não puderem servir aos seus clubes.
É isso.
E você, o que pensa?
Defende o adiamento?
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O melhor do Esporte está aqui. No R7.
30 Mai 18h04
Só orgulho justifica hoje luta de São Paulo para abrir Copa
Sérgio Barzaghi - Gazeta Press
Só o orgulho cego justificaria, a esta altura, a luta paulista para que São Paulo tente preparar o Fielzão (ou o Diferenciadão, como querem alguns) para abrigar o jogo de abertura da Copa 2014 a esta altura do campeonato.
Pressionado e ameaçado pela Fifa, a CBF e a verdade dos prazos, o estado não ganharia nada em forçar a construção de um estádio com 70 mil pessoas, caríssimo e sem utilização racional e viabilidade de manutenção depois deste único jogo.
O estado e a cidade não ganhariam, mas nessas coisas, a gente sabe, o conceito de ganhar sempre foi amplo e relativo...
São Paulo tem todas as condições de ser um dos protagonistas da Copa sem necessariamente abrigar o jogo de abertura da competição
Melhor seria ter um volume maior de jogos importantes no meio do torneio, com seleções estrangeiras fortes, capazes de atrair gente com dinheiro do mundo todo, e deixar a abertura para estádios que já possuem a capacidade exigida para abertura e fechamento e estão com obras adiantadas, como o Maracanã e, principalmente, o Mineirão.
Forçar a barra num estádio com uma capacidade que nem o seu futuro dono, o Corinthians, deseja, é jogar dinheiro, tempo, energia e inteligência fora em nome de um suposto orgulho bobo e de um regionalismo improdutivo.
O melhor, agora, é concentrar forças na tarefa de cumprir prazos acertados.
Ou então, falemos sério, nem sequer Copa na Paulicéia correremos o risco de ter...
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14 Mai 06h00
Está certo deixar SP fora da Copa das Confederações
Daia Olivier/R&
É correta a decisão da Fifa de não incluir o Estado de São Paulo entre os cinco que irão abrigar jogos da Copa das Confederações em 2013.
Isso porque o estádio do Corinthians (foto do portão do terreno acima), definido para ser a sede paulista da Copa do Mundo 2014, não ficará pronto a tempo de abrigar a CC.
Quando corações, bolsos e intenções políticas estão afinadas, tudo, sabemos, pode ser possível.
E mais possível ainda quando de um lado estão autoridades e cartolas paulistas e do outro, a Fifa e a CBF.
Fosse suave a relação entre autoridades paulistas, Fifa e CBF, o Estado de São Paulo até poderia ser incluído com um estádio que não fosse o Itaquerão.
Mas isso seria, tecnicamente e à luz do bom senso, uma contradição e um absurdo.
Explico.
Só há uma justificativa para a realização dessa insossa Copa das Confederações um ano antes de cada Mundial: a patrulha, o aperto de cinco, a faca colocada no peito do país organizador para que se mantenha prazos e padrões assumidos e assinados e toda a organização da Copa do Mundo, a começar pela contrução e a reforma dos estádios escolhidos.
A Fifa pode não admitr, mas ela, a CC, foi criada justamente para isso.
Evento teste.
A rigor, não há outra utilidade para esta competição.
A CC é apenas a garantia de que vai existir no país-sede da Copa, 12 meses antes da bola rolar, uma estrutura mínima que permita a realização da competição mesmo que se passe a pisar na bola geral na reta final dos preparativos.
A CC serve para dar uma impressão geral de como transportes, comunicação, salas de imprensa, acesso às arenas, ocupação e desocupação de estádios, aeroportos, credenciamentos, tratamento a turistas, a profissionais e outros pontos fundamentais para o bom desenvolvimento da competição funcionarão um ano depois, durante o que vale, ou seja, a Copa do Mundo.
Por isso, ela, a Copa das Confederações, sempre é realizada no país que, um ano depois, será também a sede da Copa do Mundo.
E também por isso ela é sempre disputada em estádios que, um ano depois, serão também as arenas do Mundial.
Por isso, tecnicamente, e também diante do mais elementar bom senso, não faz o menor sentido aceitar, por exemplo, o Pacaembu, o Morumbi ou mesmo a nova arena do Palmeiras, se ela estiver pronta até meados de 2013, apenas para incluir São Paulo entre as sedes da CC.
Como não faria o menor sentido incluir hoje o Estado do Rio de Janeiro, por exemplo, com o Engenhão no lugar do Maracanã, o palco que está em obras e foi definido para Copa.
Ou incluir o Rio Grande do Sul na CC com o Estádio Olímpico, e não o Beira-Rio estabelecido para a disputa do Mundial.
Não faz sentido.
Essa conversa de que "o estado mais rico da federação" não pode ficar de fora da CC é conversa fiada, paulistocentrismo bobo.
Claro que pode.
Pode como pode todo estado brasileiro ficar fora de alguma coisa importante para o País um dia ou outro.
Não tenho dúvida de que, se o Itaquerão ficasse pronto ao tempo estabelecido para disputar a CC, São Paulo certamente estaria entre as cinco sedes escolhidas para a competição.
Porque todos estão curiosos para ver como irão funcionar os corredores de trânsito, acessos, metrô, comunicações, trabalho da imprensa e outros pontos-chave para um jogo internacional no que será o distante e novíssimo Itaquerão.
E, além de tudo, isso seria útil para a organização.
O teste do campo que será usado.
E não um remendo para satisfazer interesses políticos, turísticos, financeiros e emocionais de um estado da federação - neste caso, o de São Paulo.
À luz da seriedade, da técnica, do bom senso e da meritocracia, as coisas deveriam funcionar assim.
Mas, repito, se corações, bolsos e intenções políticas estivessem afinados...
Não sou tolinho a ponto de achar que tudo se resolve para o bem da técnica e não da política.
Sobretudo no ambiente arcaico e sujo do futebol.
Mas daí a querer o impróprio por pirraça e cultura do melindre, já é demais.

















