-
30/03/2012 às 02:28:50
Eita .... viu somente 6 gols de Pelé ????
Só assistir Pelé Eterno ... tem mais de 400 gols lá ...
Não faltam jogadas não . Tem um negócio chamado Youtube que tem centenas de jogadas de Pelé ...
Quanto a cabeçadas ... Pelé também não era centroavante de origem ... Os centroavanted de origem de Pelé npo Santos foram Pagão, Coutinho, Toninho Guerreiro ....
Messi em 8 anos fez 10 gols de cabeça, 6 gols de falta ....
Marcos Assunção fez isso em gols de falta só esse ano que está começando ...
E desde quando "conduzir bola" e " habilidade " é parametro ??? Denilson também tinha uma "habilidade " incrivel ....
E a palavra "habilidade" serve prá um monte de coisas, né ???
Habilidade em defender, em chutar , em fazer embaixadas, em costurar , em desenhar .... em fazer gols ....
Ronaldinho Gaucho era outro " melhor que Pelé " um tempo atras ... abafaram o caso ... -
25/03/2012 às 10:50:53
Apesar de não ser muito fã de argentinos, tenho que admitir que MESSI é melhor que PELÉ apenas por um motivo: MESSI joga mais bola que PELÉ!
-
21/03/2012 às 22:08:46
Assisti ao jogo televisionado entre Brasil e Itália na copa do México, em 1970, e não vi nada de mais em Pelé. Depois disso, ele atuou por mais 7 anos e nada de jogadas espetaculares. Pode ter sido o maior artilheiro do século, mas jogador, na minha opinião, está muito aquém. Duvido que Pelé tinha a habilidade de Messi, nem conduzia a bola como ele. E os gols por sobre os goleiros. Quanta tranquilidade. Talvez faltem jogadas ou gols gravados de Pelé, até porque a televisão no Brasil teve início em 1950! Até hoje, conheço apenas os mesmos seis gols de Pelé que sempre passam na tv. Para quem fez mais de 1000! Vamos parar de saudosismo. O melhor de todos os tempos é Messi. E nem adianta falar que Pelé era bom de cabeça e Messi não, pois Messi não é centroavante de origem. E mais, apelar para gols de cabeça não dá! Pelé é mais um.
4 Mar 14h01
Negociaria com alguém que dissesse que você merece pé na …, como esse Jerônimo da Fifa?
Quem beija é Jerônimo - e a legenda, claro, pode acabar por aqui
O governo federal, o de alguns estados e o de municípios escolhidos para sede cometeram, inegavelmente, vários erros até aqui, na organização da Copa do Mundo de 2014, a ser realizada no Brasil.
A atuação do Comitê Organizador Local, o COL, está igualmente marcada por uma série de equívocos.
Obras em estádios como os de Natal (RN), Curitiba (PR) e Porto Alegre (RS) estão clara e preocupantemente atrasadas.
Algumas obras viárias de acesso a arenas e de infraestrutura em cidades-sede dão impressão total de estagnação. Algumas sequer saíram do papel.
A quantidade insuficiente de quartos de hotel para a procura esperada na Copa é um fato verdadeiro em várias dessas cidades. Situações confortáveis, no momento, só as de São Paulo e Rio de Janeiro.
No outro extremo, o da preocupação, aparecem Cuiabá, no Mato Grosso, e sobretudo Manaus, no Amazonas. Ainda há tempo para construir quartos suficientes em todas as cidades, mas é preciso correr.
A situação dos aeroportos também é constrangedora.
O Brasil é um país continental. Tem capitais separadas por distâncias de até 8 mil quilômetros.
Isso sem uma linha sequer de trem de alta velocidade. E uma nova classe média que, com mais de 100 milhões de consumidores, entope os aeroportos do País, num mercado que cresceu nos últimos tempos - e deverá crescer nos próximos - mais de 10% ao ano, na média, em volume de passageiros.
Diante deste cenário - não exatamente novo, diga-se - é imperdoável que a modernização de nossos aeroportos tenha começado tão tarde. E isso ainda que o País não tivesse pela frente a obrigação de abrigar a Copa de 2014 e as Olimpíadas de 2016.
Além de tudo isso, está claro para todo mundo que, se tivessem feito uma forcinha a mais em nome do conforto de fugir das cobranças, o Congresso Nacional e o governo federal já teriam votado e aprovado a Lei Geral da Copa, motivo de tantas reclamações da Fifa nestes tempos de resto nada confortáveis.
Governo e Congresso não devem, claro, ser pautados pelos desejos e prazos de Dona Fifa.
Mas daí a queimar prazo de forma claramente exagerada já passa a sensação, a altura do campeonato, de algum descontrole e um certo charme exagerado.
Se algum ponto sobre prazo, obra, direito de venda de produto, publicidade, aprovação de lei ou qualquer outro tema foi admitido na disputa pela Copa, assumido na assinatura do contrato e, depois, questionado ou não cumprido pelo governo na forma do escrito, é direito da Fifa querer a realização da coisa nos termos em que o compromisso foi firmado.
Não vale dizer, no sufoco da disputa com quem for, que aceita entregar tudo, dar as chaves deste mundo e de metade do outro, e depois, vencida a parada, querer recuar sozinho dizendo que o combinado está pesado.
Sim, ok, tudo isso é verdade, é fato.
Mesmo assim, acredito que o País realizará uma boa copa e, depois, uma boa olimpíada.
Agora, vamos combinar com honestidade: o que não pode, mesmo diante desses problemas (e problemas em campanhas do tipo estão longe de ser uma exclusividade do Brasil), é aparecer alguém como esse Walcke, esse Jerôme, e, mesmo no cargo de secretário-geral da Fifa, afirmar que os "organizadores" da Copa - o que inclui ministros, representantes do governo e, em última instância, a própria presidente Dilma Rousseff - merecem um bom pé na bunda para ficar espertos e cumprir o cronograma no prazo desejado por ele.
Vermelho para trabalho infantil. Faz sentido - Agência Brasil
Sim, pois é isso o que significa precisamente aquele "vocês precisam se pressionar, levar um chute no traseiro e fazer a Copa" dito pelo Jerôme, em termos nada franceses.
Dito por esse Jêrome talvez para agradar o amigo de fé Ricardo Teixeira, que, além de viver um inferno astral que o faz balançar na presidência da CBF, tem, como presidente do Comitê Organizador Local, o COL, todos os seus pedidos de audiência com a presidente Dilma solenemente ignorados.
Se comportar como esse Jerônimo se comportou, em relações internacionais formais com um Estado, não pode.
É um exemplo rico, esculpido e acabado da forma autoritária, prepotente, insensível, autista, incompetente e vulgar com que a Fifa acredita poder resolver seus problemas com nações independentes.
Parece diplomacia do esperneio de velhotes mal-acostumados.
O governo tem toda razão em não mais reconhecer esse Jerônimo como interlocutor. E de exigir que Dona Fifa coloque outro de seus camaradas no lugar deste elemento.
Não é questão se ser um governo de direita ou esquerda, um governo que tenha o seu ou o meu apoio ou mesmo a realização de uma copa que eu, você ou qualquer brasileiro aprove ou não.
Aqui, o ponto não está em qualquer um desses dilemas.
A questão é saber o limite do respeito para merecer ser respeitado.
E, no caso de países independentes, a ofensa representada pela ignorância desses limites, como ocorreu no caso do Jerônimo, assume dimensões ainda mais graves e imperdoáveis.
Aldo Rebelo, ministro do Esporte - Antônio Cruz/Agência Brasil
Walcke considerou "infantil" a decisão do governo brasileiro de não mais considerá-lo interlocutor da Fifa para a Copa. Minutos depois do anúncio, feito pelo ministro do Esporte, Aldo Rebelo (acima), ele disse:
- Se não querem mais falar comigo, se não sou a pessoa com quem querem trabalhar, então é um pouco infantil. Vou viajar ao Brasil no dia 12 de março.
Tolice. Infantil foi ele.
Dentro de seu direito de apontar o que considera fora do acordo com o Brasil, estava indo bem até quando criou a feliz imagem de que País, para ele, parecia mais interessado em ganhar do que bem organizar a Copa.
Mas o lance do chute no traseiro, ou do pé na bunda, convenhamos, foi grosseria infantil contra um país e uma população.
Você, amado amido, continuaria a negociar qualquer coisa com alguém que, insatisfeito com pontos das primeiras conversas, fosse para a imprensa dizer que você merece um pé na bunda para ficar esperto e pedir menos prazo para entregar ou pagar por um produto?
Sei que não.
Como então alguém pode querer que os prefeitos, governadores, ministros e representantes do governo federal e da presidente Dilma Rousseff façam diferente?
Opine.
Registre o seu comentário.
3 Mar 15h50
Bahrein precisava de oito gols contra Indonésia pelas Eliminatórias. Fez dez. Seis de pênalti. Mas não levou vaga por causa do empate entre Catar e Irã. Dona Fifa: esclareça essa história
A Fifa promete – e tem obrigação absoluta de – investigar uma história com toda cara de mutreta pesada no futebol internacional.
Ela tem cara de gato, pelo de gato, rabo de gato, orelha de gato, pata de gato e mia. Só falta mesmo provar que é gato.
É o seguinte: na quarta-feira passada (29), o Irã enfrentou o Catar (dirigido pelo técnico brasileiro Paulo Autuori) e o Bahrein, a Indonésia, no mesmo horário, pelas eliminatórias asiáticas da Copa do Mundo de 2014, a ser realizada no Brasil.
O Catar jogava no campo do adversário. E precisava ao menos do empate contra os iranianos para passar à fase final da competição pela vaga.
Se o Catar perdesse, a vaga poderia ir para o Bahrein.
Mas, para isso, o Bahrein, que jogava em casa na outra partida, precisaria ganhar da Indonésia por diferença mínima de oito gols.
Isso: oito gols.
Pois bem: a dura partida entre Irã e Catar terminou empatada em 1 a 1 no primeiro tempo e, aos cinco minutos da etapa final, os iranianos fizeram o segundo gol.
Enquanto isso, no outro jogo, o Bahrein, ao final da primeira etapa, já despachava o adversário por 4 a 0.
A Indonésia, vejam só, jogava com sua equipe sub-20. E, como se isso não bastasse, ainda teve o goleiro titular expulso aos três minutos de jogo.
Se a equipe principal da Indonésia está longe de ser essas coisas, imagine o que esperar da sub-20...
E não deu outra: ao final da partida, o Bahrein chegou a inacreditáveis... 10 a 0.
Seis gols de pênalti.
Seis gols feitos nos últimos 30 minutos de jogo.
Mas Deus foi justo: aos 41 minutos da etapa final, o zagueiro Kasola Mohammed, do Catar, empatou em 2 a 2 a apertada partida contra o Irã.
E anulou os efeitos do jogo sujo de 10 a 0 entre Bahrein e Indonésia.
No banco de reservas do Bahrein (na foto acima), restou apenas as lágrimas dos jogadores que contavam os segundos torcendo pela vitória que não veio do Irã em Teerã.
Para você, amado amigo, é gato ou não éééé...?
Opine.
Registre seu comentário.
10 Fev 05h29
Bahia está alguns corpos à frente na disputa para abrigar sorteio dos grupos da Copa 2014. O candidato é forte: a Costa do Sauípe. Opine
Fotos de divulgação
Leio na coluna de Ancelmo Gois, de O Globo, nesta manhã de sexta-feira (10), que a Bahia está alguns corpos à frente na disputa para ser a sede do sorteio dos grupos da Copa do Mundo de 2014.
As bolinhas com os nomes deverão rolar na Costa do Sauípe, o paraíso localizado na Costa dos Coqueiros, distante 76 quilômetros de Salvador, na belíssima Linha Verde, que liga a capital baiana ao norte do estado e vai até o Sergipe.
Bom, diante da exuberância do candidato a concorrência, mesmo no Brasil, fica difícil.
Quem duvida pode admirar melhor a foto acima.
Opine.
Registre o seu comentário.
19 Jan 16h32
Três pontos importantes pescados da (fraca) entrevista coletiva da visita do secretário-geral da Fifa aos estádios e obras da Copa 2014
O secretário-geral da Fifa, Jérôme Valcke, o Ministro do Esporte, Aldo Rebelo, e o representante do Comitê Organizador Local (COL) da Copa do Mundo 2014, Ronaldo Fenômeno, encerraram minutos atrás a entrevista coletiva de balanço da última vistoria da Fifa aos estádios e obras do Mundial.
As (poucas) conclusões importantes da entrevista, por sinal muito fraca e carente de dados objetivos:
1) Obras atrasadas em Natal (RN) na alça de mira - Valcke criticou duramente - e prometeu monitorar de perto a partir de agora - as obras de construção, infra-estrutura e entorno da Arena das Dunas, em Natal (RN), atrasadas em pelo menos um ano de acordo com os cálculos dos técnicos da Fifa. "Temos um estádio efetivamente avançado (Castelão, em Fortaleza, no Ceará) e outros preocupantes, como Natal, que está muito atrasado. Realmente, há muito, muito atraso em Natal. Faremos monitoramento especial e rigoroso naquelas obras.
2) As doze sedes não estão garantidas, embora Walcke e Fifa insistam em afirmar o contrário - O secretário-geral da Fifa insiste em dizer o contrário, mas o fato é que a Copa 2014 com 12 sedes ainda não é ponto confirmado. A própria indireta dada por Walcke diante do atraso de Natal prova isso. Disse ele: " o fato é que um país dedicado, com estrutura e acostumado ao futebol, como é, antes de qualquer outro, o caso do Brasil, pode perfeitamente fazer uma Copa eficiente com dez ou até mesmo oito sedes". Autoridades e povo do Rio Grande do Norte, precisa de recado mais claro? A declaração de monitoramento próximo e duro de Natal significa que a cobrança dos prazos para a recuperação do atraso e cumprimento das etapas será bem mais rigoroso, quase sufocante, a partir de agora. E se a Fifa, em algum momento, julgar que as obras no Rio Grande do Norte ou em qualquer outro ponto do País não chegarão a termo no prazo, a negociação para que esses estádios deixem o Mundial poderá ser estabelecida, sim.
3) Fifa aproveita indecisão de "novatos" Rebelo e Fenômeno para ganhar espaço. E até anunciar prazo combinado com o governo para aprovação da Lei Geral da Copa - Em meio à fase de adaptação dos "novatos" Ronaldo e Aldo Rebelo em seus cargos no COL e no Ministério do Esporte, Walcke e a Fifa aproveitam a situação para mostrar um controle do processo da Copa maior do que deveria - ou ao menos maior do que seria conveniente para os interesses do Brasil. Ronaldo, preso a um roteiro que carregava nas mãos e aparentemente sem informação sobre pontos de operação e logística já definidos, parecia se incomodar com algumas perguntas sobre o assunto. O ministro Rebelo, por sua vez, teve de ouvir Walcke reclamar da demora na aprovação da Lei Geral da Copa (LGC). E acrescentar que isso não poderá deixar de ocorrer nas próximas semanas, inclusive demarcando prazo para que o Legislativo e o Executivo resolvam a questão. Segundo Walcke, o governo se comprometeu em aprovar a LGC até março. Pressão diplomática. Mas pressão.
Em meio à falta de objetividade de todas as partes, sobrou ao menos a confirmação positiva de que os brasileiros terão 300 mil ingressos a preços populares - se é que isso é possível em eventos como olimpíadas e copas do mundo.
Uma boa notícia, enfim.
Meno male.
28 Nov 20h23
Diretor da Fifa dá a entender que ingresso mais barato da Copa 2014, para brasileiros, custará entre R$ 43 e R$ 45. Razoável? Opine
O diretor de marketing da Fifa, Thierry Weil, reuniu-se dias atrás com os patrocinadores da Copa do Mundo de 2014, que será realizada no Brasil.
Weil, conta Lauro Jardim na coluna Radar da mais recente edição da revista Veja, não quis adiantar os preços exatos dos ingressos do próximo Mundial.
Argumentou que essa confirmação só poderá ser feita após a aprovação da Lei Geral da Copa no Congresso e sua sanção pela presidente da República, Dilma Rousseff.
Deu, no entanto, uma dica: ele acredita que os preços dos tíquetes terão um reajuste médio de 15% em relação ao que foi cobrado no último Mundial, em 2010, na África do Sul.
Bom, lá os ingressos mais baratos, vendidos apenas para os sul-africanos (foto acima), custaram o equivalente a R$ 37.
Se aplicarmos 15% de aumento sobre estes R$ 37, o mesmo tipo de entrada, a destinada aos brasileiros, custaria por aqui algo entre R$ 42 e R$ 45.
Muito ou pouco?
Caro ou barato?
Opine.
Registre o seu comentário.
A melhor cobertura de Esporte da internet no Brasil você encontra aqui. No R7.
12 Nov 21h26
Governo quer ensinar inglês básico a 500 mil trabalhadores que terão contato com turistas e jornalistas estrangeiros na Copa de 2014
O Ministério do Turismo planeja lançar um programa para ensinar inglês básico a 500 mil trabalhadores brasileiros até a Copa do Mundo de 2014.
Os alunos serão taxistas, atendentes de hotéis e de aeroportos, funcionários de estádios, seguranças, policiais e outros profissionais que irão se relacionar com turistas e jornalistas estrangeiros durante o Mundial.
Projetos semelhates foram implantados com sucesso em outros países que abrigaram copas e olimpíadas.
E você, acha boa ideia?
Opine.
Registre o seu comentário.
23 Out 18h27
Cabem três Morumbis no terreno do Itaquerão. Conheça outras curiosidades sobre a nova casa do Timão que abrigará a abertura da Copa
A edição mais recente da revista Veja São Paulo reuniu, em sua reportagem de capa, dados e informações curiosas sobre as obras do Itaquerão, ou Fielzão, a nova casa do Corinthians no bairro de Itaquera, zona leste de São Paulo, que abrigará o jogo de abertura da Copa do Mundo de 2014.
Os principais:
* O Itaquerão vai custar R$ 820 milhões. É a segunda obra mais cara entre os 12 estádios envolvidos na Copa, abaixo apenas da reforma do Maracanã, orçada em mais de R$ 1 bilhão.
* Caberiam três estádios do Morumbi no terreno de 200 mil metros quadrados do Fielzão.
* A obra envolve 43 grandes equipamentos, entre eles seis bate-estacas hidráulicos, quatro retroescavadeiras, três tratores e dois guindastes.
* O futuro estádio será construído com 640 mil sacos de cimento. A quantidade é suficiente para construir 6,4 mil casas populares.
*O Itaquerão poderá receber 68 mil pessoas durante a Copa. Após o Mundial, a capacidade do estádio será reduzida para 48 mil lugares com a retirada de 20 mil assentos removíveis.
* A obra, atualmente em fase de fundação e terraplenagem, é tocada por 502 trabalhadores. No auge dos trabalhos, em dezembro de 2012, serão 2 mil profissionais.
* Os trabalhadores chegam em torno das 7h. Tomam café, comem pão com frios e bolo e trabalham até as 18h, com intervalo para almoço.
* A capacidade prevista para o estacionamento é de 3,7 mil vagas.
* O Itaquerão contará com dois grandes restaurantes, uma praça de alimentação e um conjunto de bares e lojas. Ao todo, serão 59 pontos comerciais.
* O término da obra está previsto para dezembro de 2013. A data de vencimento do contrato assinado entre o clube a Odebrecht, construtora responsável pela obra, é de 31 de dezembro, ou seja, o último dia de 2013.
* Os imóveis da Cohab Padre Manoel da Nóbrega, próxima ao futuro estádio, valorizaram 30% em média desde o início das obras.
* A prefeitura de São Paulo e o governo estadual farão investimentos de R$ 478 milhões na construção e ampliação de ruas, avenidas e estradas de acesso ao estádio. As obras incluem novas alças de ligação no cruzamento da Avenida Jacu-Pêssego e José Pinheiro Borges, a Nova Radial Leste, e uma ligação deste caminho com a Avenida Itaquera.
* O Fielzão ficará a 20 quilômetros do Aeroporto Internacional de Cumbica, em Guarulhos.
O melhor do Futebol você encontra aqui, no R7.
3 Set 23h00
São Paulo quer construir arena para 25 mil pessoas no Morumbi. Empresa teria oferecido R$ 120 milhões para dar seu nome ao espaço
Sergio Barzaghi - Gazeta Press
O Estádio do Morumbi, terceiro maior do País (atrás do Maracanã e do Mineirão) e primeiro do ranking dos particulares, tem dado alguma preocupação aos cartolas de seu clube proprietário, o São Paulo.
Além de desprezado pela Fifa e o Comitê Organizador Local (COL) da Copa 2014, que preferiram o Itaquerão para sede paulista do Mundial, ele vem sendo evitado pelas diretorias de Corinthians, Palmeiras e Santos quando esses clubes precisam mandar qualquer jogo importante no estado.
Com a recusa dos três rivais de exercerem lá seus mandos de campo no estadual, no Brasileirão e em competições internacionais, o faturamento do estádio despencou.
Sem a Copa e a renda do pagamento de mando de campo, o Morumbi, grande e de manutenção cara, poderá passar a dar prejuízo.
Esta possibilidade, conta Otávio Cabral na coluna Holofote da mais recente edição da revista Veja, fez o presidente do São Paulo, Juvenal Juvêncio, se coçar.
JJ está empolgado com a ideia de construir no Morumbi uma arena capaz de abrigar 25 mil pessoas para abrigar shows e eventos sem prejudicar o gramado.
O presidente do São Paulo tem dito, inclusive, que uma empresa de telefonia presente no mercado brasileiro teria oferecido R$ 120 milhões para colocar o seu nome na arena por dez anos.
É esperar para ver se a arena e o patrocínio vão passar de sonho (ou delírio) de cartola.
Opine.
Registre seu comentário.
O melhor do Futebol você encontra aqui. No R7.
27 Mai 20h21
Perguntar não ofende: alguém acreditava que o centro de imprensa da Copa 2014 não iria para o Rio?
A Fifa anunciou que o Centro Internacional de Transmissão (IBC, na sigla em inglês) da Copa do Mundo 2014, o local que centralizará os serviços de imprensa e transmissão de jogos da competição, será no Rio de Janeiro.
Para mim não foi um anúncio, e sim uma oficialização.
Sempre tive como certa a tese de que as chances de o centro de imprensa sair do Rio, de zero a um bilhão, eram de zero.
A rigor, fez-se oficial o que já sabia a totalidade dos jornalistas esportivos minimamente atentos e informados sobre os desejos da CBF e os métodos de operação da Fifa.
Totalidade ou a quase totalidade?
Será que alguém neste setor acreditava que este centro poderia realmente vir para São Paulo ou outra cidade do País?
Será que o governador do estado e o prefeito de São Paulo levantaram essa hipótese para paulistas e paulistanos efetivamente acreditando que isso seria possível?
Sinceramente, não creio nesta possibilidade. Não mesmo.
Sempre tive como certa a tese de que as chances de o centro de imprensa sair do Rio, de zero a um bilhão, eram de zero.
E você, o que pensa a respeito?
Opine.
Registre seu comentário.
14 Mai 06h00
Está certo deixar SP fora da Copa das Confederações
Daia Olivier/R&
É correta a decisão da Fifa de não incluir o Estado de São Paulo entre os cinco que irão abrigar jogos da Copa das Confederações em 2013.
Isso porque o estádio do Corinthians (foto do portão do terreno acima), definido para ser a sede paulista da Copa do Mundo 2014, não ficará pronto a tempo de abrigar a CC.
Quando corações, bolsos e intenções políticas estão afinadas, tudo, sabemos, pode ser possível.
E mais possível ainda quando de um lado estão autoridades e cartolas paulistas e do outro, a Fifa e a CBF.
Fosse suave a relação entre autoridades paulistas, Fifa e CBF, o Estado de São Paulo até poderia ser incluído com um estádio que não fosse o Itaquerão.
Mas isso seria, tecnicamente e à luz do bom senso, uma contradição e um absurdo.
Explico.
Só há uma justificativa para a realização dessa insossa Copa das Confederações um ano antes de cada Mundial: a patrulha, o aperto de cinco, a faca colocada no peito do país organizador para que se mantenha prazos e padrões assumidos e assinados e toda a organização da Copa do Mundo, a começar pela contrução e a reforma dos estádios escolhidos.
A Fifa pode não admitr, mas ela, a CC, foi criada justamente para isso.
Evento teste.
A rigor, não há outra utilidade para esta competição.
A CC é apenas a garantia de que vai existir no país-sede da Copa, 12 meses antes da bola rolar, uma estrutura mínima que permita a realização da competição mesmo que se passe a pisar na bola geral na reta final dos preparativos.
A CC serve para dar uma impressão geral de como transportes, comunicação, salas de imprensa, acesso às arenas, ocupação e desocupação de estádios, aeroportos, credenciamentos, tratamento a turistas, a profissionais e outros pontos fundamentais para o bom desenvolvimento da competição funcionarão um ano depois, durante o que vale, ou seja, a Copa do Mundo.
Por isso, ela, a Copa das Confederações, sempre é realizada no país que, um ano depois, será também a sede da Copa do Mundo.
E também por isso ela é sempre disputada em estádios que, um ano depois, serão também as arenas do Mundial.
Por isso, tecnicamente, e também diante do mais elementar bom senso, não faz o menor sentido aceitar, por exemplo, o Pacaembu, o Morumbi ou mesmo a nova arena do Palmeiras, se ela estiver pronta até meados de 2013, apenas para incluir São Paulo entre as sedes da CC.
Como não faria o menor sentido incluir hoje o Estado do Rio de Janeiro, por exemplo, com o Engenhão no lugar do Maracanã, o palco que está em obras e foi definido para Copa.
Ou incluir o Rio Grande do Sul na CC com o Estádio Olímpico, e não o Beira-Rio estabelecido para a disputa do Mundial.
Não faz sentido.
Essa conversa de que "o estado mais rico da federação" não pode ficar de fora da CC é conversa fiada, paulistocentrismo bobo.
Claro que pode.
Pode como pode todo estado brasileiro ficar fora de alguma coisa importante para o País um dia ou outro.
Não tenho dúvida de que, se o Itaquerão ficasse pronto ao tempo estabelecido para disputar a CC, São Paulo certamente estaria entre as cinco sedes escolhidas para a competição.
Porque todos estão curiosos para ver como irão funcionar os corredores de trânsito, acessos, metrô, comunicações, trabalho da imprensa e outros pontos-chave para um jogo internacional no que será o distante e novíssimo Itaquerão.
E, além de tudo, isso seria útil para a organização.
O teste do campo que será usado.
E não um remendo para satisfazer interesses políticos, turísticos, financeiros e emocionais de um estado da federação - neste caso, o de São Paulo.
À luz da seriedade, da técnica, do bom senso e da meritocracia, as coisas deveriam funcionar assim.
Mas, repito, se corações, bolsos e intenções políticas estivessem afinados...
Não sou tolinho a ponto de achar que tudo se resolve para o bem da técnica e não da política.
Sobretudo no ambiente arcaico e sujo do futebol.
Mas daí a querer o impróprio por pirraça e cultura do melindre, já é demais.



















