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30/03/2012 às 02:28:50
Eita .... viu somente 6 gols de Pelé ????
Só assistir Pelé Eterno ... tem mais de 400 gols lá ...
Não faltam jogadas não . Tem um negócio chamado Youtube que tem centenas de jogadas de Pelé ...
Quanto a cabeçadas ... Pelé também não era centroavante de origem ... Os centroavanted de origem de Pelé npo Santos foram Pagão, Coutinho, Toninho Guerreiro ....
Messi em 8 anos fez 10 gols de cabeça, 6 gols de falta ....
Marcos Assunção fez isso em gols de falta só esse ano que está começando ...
E desde quando "conduzir bola" e " habilidade " é parametro ??? Denilson também tinha uma "habilidade " incrivel ....
E a palavra "habilidade" serve prá um monte de coisas, né ???
Habilidade em defender, em chutar , em fazer embaixadas, em costurar , em desenhar .... em fazer gols ....
Ronaldinho Gaucho era outro " melhor que Pelé " um tempo atras ... abafaram o caso ... -
25/03/2012 às 10:50:53
Apesar de não ser muito fã de argentinos, tenho que admitir que MESSI é melhor que PELÉ apenas por um motivo: MESSI joga mais bola que PELÉ!
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21/03/2012 às 22:08:46
Assisti ao jogo televisionado entre Brasil e Itália na copa do México, em 1970, e não vi nada de mais em Pelé. Depois disso, ele atuou por mais 7 anos e nada de jogadas espetaculares. Pode ter sido o maior artilheiro do século, mas jogador, na minha opinião, está muito aquém. Duvido que Pelé tinha a habilidade de Messi, nem conduzia a bola como ele. E os gols por sobre os goleiros. Quanta tranquilidade. Talvez faltem jogadas ou gols gravados de Pelé, até porque a televisão no Brasil teve início em 1950! Até hoje, conheço apenas os mesmos seis gols de Pelé que sempre passam na tv. Para quem fez mais de 1000! Vamos parar de saudosismo. O melhor de todos os tempos é Messi. E nem adianta falar que Pelé era bom de cabeça e Messi não, pois Messi não é centroavante de origem. E mais, apelar para gols de cabeça não dá! Pelé é mais um.
13 Out 13h16
Timaço de técnicos em casa. Queria um no Timão? Opine
Os sempre bem informados e atentos confrades do Esporte deste R7 montaram um Dream Team com 11 técnicos de primeira linha atualmente desempregado.
O time:
Leão no gol (claro)
Antônio Carlos, Adilson Batista, Ricardo Gomes e Leonardo
Dunga, Silas, Mario Sérgio e Dom Dieguito Armando Maradona
Bebeto e Zico
Um timaço dos sonhos, sem dúvida.
Mas um timaço que já não resolve mais dentro de campo, como sabemos, e está desempregado para ajudar a resolver fora dele, como técnico.
Torcedor do Corinthians, qual deles você gostaria de ver agora no comando do Timão.
Ou o seu desempregado preferido não é nenhum deles?
Opine.
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Acompanhe aqui, em detalhes, a reportagem do R7 sobre o dream team dos técnicos desempregados.
24 Set 06h00
O gaúcho Mano Menezes e o futuro de Neymar na Seleção
Helio Nogueira - News Free - AE
O jovem Neymar é um projeto que todo mundo sonha ver dando certo, sobretudo na Seleção Brasileira.
Mas penso que, se ele apostar, para seu futuro, que os dirigentes da CBF irão mandar Mano Menezes passar a mão em sua cabeça caso ele esteja arrebentando, na Vila ou fora dela, vai se dar mal.
Mano, Felipão, Dunga.
Mano talvez seja o mais ponderado desses três gaúchos que dirigiram recentemente a Seleção.
Mas... é gaúcho.
E gaúchos não costumam negociar esse tipo de autoridade.
Nem por um decreto.
Ainda quando, do outro lado, há rebeldes de alto poderio bélico com a bola no pé.
Felipão chegou a fazer algumas (peço licença ao gaúcho) declarações de amor ao atleta e companheiro de Seleção Romário.
Ricardo Saibun - Divulgação - Santos FC
Disse, entre outras coisas, que se tivesse o Baixinho em seu Palmeiras naquela decisão de 1999 teria sido campeão mundial interclubes.
Mas sentiu-se traído por Romário, que se negou a disputar uma Copa América quando o técnico contava muito com sua presença e liderança.
Por isso, não levou o Baixinho para ser pentacampeão do mundo em 2002, na Coréia do Sul e no Japão.
Fala-se aqui de Romário, o maior artilheiro do futebol brasileiro depois daquele Edson que tornou sacro o mesmo solo da Vila em que o menino
Neymar hoje costuma traçar, no melhor dos sentidos, as suas molecagens.
Pois não adiantou choro, não adiantou grito: Romário viu a Copa pela tevê.
Dunga adora Adriano, o Imperador.
Adora o atacante Adriano, adora o camarada Adriano.
Mas aí Adriano, mergulhado em baladas e em problemas pessoais, mostrou pouco compromisso com a Seleção comandada por Dunga.
Pronto: Adriano viu a Copa pela tevê.
Aliás, viram a Copa pela tevê ele, Adriano, e mais dois moleques absurdamente talentosos do Santos que estavam quebrando a cocada por aqui. Lembra por acaso do nome desses dois meninos, Neymar?
Bom, agora temos Mano.
Um cara bem mais tolerante, equilibrado, ponderado do que os outros dois.
Um sujeito bem menos marcado pelas decisões de impulso do que os outros dois.
Mas um gaúcho.
Lembre-se disso, Neymar, lembre-se disso...
O Futebol retratado da maneira mais saborosa está no R7. Não saia daqui.
22 Set 17h44
Recado santista para Neymar com a demissão de Dorival: agora pode tudo, meu garoto
A editoria de Esportes do R7 e meu confrade Cosme Rímoli disseram praticamente tudo o que é necessário e procedente sobre este caso da demissão de Dorival Jr.
Queria apenas complementar com alguns pontos:
Eu deixo este episódio absolutamente decepcionado com o presidente do Santos, Luís Álvaro de Oliveira Ribeiro.
O homem, com sua imagem de intelectual das finanças e da administração colada na aura, fez de tudo, desde a campanha, para se vender como o emissário da modernidade, o arauto da gestão, o líder da pacificação e da ordem...
... o Luiz Gonzaga Belluzzo que o Luiz Gonzaga Belluzzo gostaria de ter sido no futebol.
Bom....
E aí, na primeira crise verdadeira produzida pelo inaceitável comportamento Neymar...
Na primeira vez em que Luis Álvaro foi realmente desafiado a usar sua sensibilidade, sabedoria e capacidade de gestão de seres humanos para administrar uma crise pública...
Na primeira vez em que foi chamado a mostrar ao que veio como cartola “diferente”...
Eis que...
Luis Álvaro engasga, cria um arremedo de punição que deixou a clara impressão de ser servido muito mais como um instrumento para aliviar a imagem da diretoria do que uma concessão ao humilhado Dorival Jr. e...
... Entrega a cabeça do treinador de bandeja para os conservadores que ajudaram a manter o menino na Vila ou que simplesmente não são nada, apenas conservadores chatos.
Vitória de Neymar e da pressão periférica, atrasada e injustificada dos agentes da grana.
No embalo, Laor, infelizmente, jogou no ralo a mais nobre parte de sua autoridade.
Não a registrada na ata de posse por compulsão do cargo, mas aquela nutrida e reforçada no dia-a-dia com as boas atitudes.
E, ainda no mesmo embalo, perde todo o respeito e a esperança das pessoas que pensam minimamente.
Dorival Jr. até poderia ter aliviado depois do jogo de domingo (19), da ação certamente orientada e bem executada em Campinas (SP) por Neymar para amolecer seu coração, e coisa e tal.
Mas, uma vez que não aliviou, deixar o menino de fora de mais um jogo, diante da gravidade da situação, com garrafas e isotônico voando no vestiário e tudo o mais, não era nenhum absurdo.
Não é admissível que Laor não tivesse bancado Dorival.
Ou pelo menos convencido o técnico a escalar o jogador e divulgar isso como decisão sua.
Mesmo porque essa ideia de que Neymar poderia se desvalorizar com mais um jogo de punição ou puxão de orelha de Mano Menezes é de uma idiotice estonteante, comovente se não fosse tão destrutiva.
Isso daqui a pouco, daqui a dez dias, passará.
Neymar continuará a jogar seu bolão.
Pensar em “preservar” a imagem deste rapaz a cada espirro que ele dá é coisa de quem está sendo pressionado por investidores a vendê-lo diante do primeiro caminhãozinho de dinheiro que aparecer.
Para o “presidente da modernidade”, para o “rei da gestão”, isso é imperdoável.
E dá para todos – para mim, para você, amado amigo, para o elenco do Santos, para o próximo técnico, para todo o mundo do futebol, enfim – um recado claríssimo.
Neymar, meu menimo, meu garoto, meu rapaz, pode arrepiar.
Pode chutar o balde, encher a pafunça, quebrar coco, tocar o terror, pegar um, pegar geral.
A gente cria uma mímica de punição e, no dia seguinte, atropela quem parar na frente.
E ainda falam em Dunga, Paulo Autuori, Abel Braga e Parreira para reunir os cacos do Santos...
Todos caras que exigem autoridade e respeito...
Para quê?
Para entregar a cabeça do treinador daqui a 15 dias, quando o menino rebelde e livre de punição aprontar a próxima?
Luis Álvaro, como seu mandato acabou rápido, heim?
Como o trem de esperança representado pela sua eleição descarrilou tão perto da estação de saída...
Cheguei a escrever aqui que o medo de perder Neymar não poderia fazer o Santos ficar menor.
Mas fez.
De forma constrangedora, com um brutal comportamento amador em público, fez.
19 Ago 17h43
Mano diz que Dunga não se preparou para ser técnico. Isso é verdade total? Opine
Mano Menezes declarou, na festa de lançamento dos vinhos de Galvão Bueno, que Dunga não se preparou para ser técnico.
A afirmação merece uma pequena análise.
Dentro de suas convicções sobre futebol, sob o ponto de vista excluvamente esportivo, Dunga foi um técnico mais do que aceitável nas convocações, treinamentos e jogos.
Seus números provam isso.
Convocou, treinou e jogou de acordo com a sua maneira de ver o futebol.
Ganhou muitas coisas.
Pedeu o mais importante, é verdade.
Mas tudo isso é, literalmente, do jogo.
Pode-se discutir convocações aqui, jogadores que deixaram de ser convocados acolá e tudo mais.
Mas, nestes pontos, ele teve o seu estilo, como teria qualquer outro técnico.
Dunga não se preparou, isso sim, para suportar e administrar as pressões e cobranças naturais dirigidas a um homem público que ocupa um cargo tão importante como o de técnico da Seleção Brasileira.
O problema está exatamente neste ponto: para ser técnico da Seleção, ou mesmo de um grande clube neste Brasil apaixonado pelo futebol, não basta fazer direito o ofício, ou seja, o trabalho esportivo de convocar, treinar, unir o grupo e jogar de acordo com suas convicções técnicas e táticas.
É preciso também ser treinado para assimilar qualidades de homem público, psicólogo, gestor e profissional de comunicação.
E isso é feito com racionalidade, equilíbrio e bom senso, e não com rolo compressor de emoções que ainda envolve a maioria das decisões importantes no mundo do futebol.
É preciso aprender a segurar o próprio ímpeto nos momentos de adversidade.
Diante de jornalistas ou diretamente com o público.
É preciso ter sensibilidade profissional para entender a hora de ceder e de contrariaras exigências das estruturas (veículos de comunicação, formadores de opinião, patrocinadores, CBF e por aí vai).
É preciso, enfim, ter a consciência plena de que técnico da Seleção precisa ser craque em tudo isso.
Ou então o técnico perna de pau em comunicação, por exemplo, derruba o técnico suposto craque à beira do gramado.
E leva muita coisa boa junto com ele.
Como muito bem aprendeu e declarou o próprio Mano, falar com repórteres e com veículos é falar com o próprio torcedor.
Os primeiros são os canais para conquistar os corações e as mentes do segundo.
Analisa Mano:
- Quando eu sou mal educado com um repórter, sou, em última instância, mal educado com o cidadão torcedor que está em casa.
É isso, Mano.
É isso, Dunga.
A melhor cobertura das Olimpíadas da Juventude Cingapura 2010 está aqui, no R7.
4 Jul 19h07
Dunga deveria ser demitido? A CBF o dispensou rápido demais? Quem deve ser o próximo técnico? Ele deve ficar por seis anos, até os Jogos do Rio? Opine

Dunga e toda a comissão técnica da Seleção Brasileira estão demitidos.
Como explicou com clareza o confrade Cosme Rímoli, o presidente da CBF, Ricardo Teixeira, não gostou nada de ver Dunga desembarcar no Brasil manifestando publicamente que não considerava fora de cogitação a hipótese de permanecer no cargo.
Depois de tanta briga, tensão, corda esticada, truculência e batida de frente com patrocinadores e parceiros importantes da CBF, às portas de uma Copa do Mundo e de uma Olimpíada no Brasil, só o título poderia manter Dunga no cargo.
E, mesmo com ele, o título, a permanência não era certa.
Teixeira iria esperar mais alguns dias, enquanto rolariam as negociações com a comissão técnica futura, para encerrar o ciclo Dunga, iniciado em agosto em 2006.
Mas, diante da deixa do técnico, motivado certamente por ter sentido na própria pele, no País, o apoio de boa parte dos brasileiros por ter enfrentado a Rede Globo e seus profissionais, Teixeira usou uma justificativa oficial técnica e de calendário para ejetar Dunga, o auxiliar técnico Jorginho, o médico José Luiz Runco e o fisioterapeuta Luís Rosan.
Além de não ter gostado da reação do técnico em Porto Alegre, Teixeira quis, como também destacou meu confrade Rímoli, desvincular as imagens da Seleção e de Dunga antes da chegada do presidente Lula à África do Sul para o lançamento oficial da Brasil 2014.
O Brasil joga o primeiro amistoso depois da Copa do Mundo no próximo dia 10 de agosto, contra os Estados Unidos, em Nova York.
A Fifa exige que os nomes dos jogadores convocados sejam enviados a ela, no máximo, 15 dias antes da partida.
A data limite é, então, 25 de agosto, daqui a 21 dias, portanto.
Haveria tempo para esperar mais um pouco.
E Teixeira até esperaria a poeira baixar um pouco.
Mas a desenvoltura de Dunga o incomodou.
E ele resolveu usar o motivo oficial da necessidade de montar uma nova comissão antes do próximo dia 25 para dissolver a equipe atual ainda com a Copa rolando.
Felipão, Ricardo Gomes, Mano Menezes, Leonardo e Muricy Ramalho, nesta ordem de preferência, são os cinco nomes escritos na lista que Ricardo Teixeira leva no bolso interno do paletó.
O presidente da CBF deseja um técnico que saiba lidar com jogadores jovens.
Constatou que nossa seleção, uma das mais velhas desta Copa, precisa ser renovada.
Para se ter uma ideia, a Argentina levou sete jogadores abaixo dos 23 anos para a África do Sul.
A Alemanha nove, incluindo os excelentes Özil e Thomas Müller, dois candidatíssimos ao prêmio de melhor jogador jovem do Mundial.
O Brasil, apenas um: Ramirez.
Teixeira deseja ainda, e fundamentalmente, um técnico com mais experiência para lidar com as pressões, a imprensa, os parceiros e os patrocinadores.
Quer evitar constrangimentos e saias justas como as protagonizadas por Dunga.
A ideia inicial é manter o próximo técnico não por quatro, mas por seis anos, até o final dos Jogos Olímpicos de 2016, no Rio de Janeiro.
É sempre bom lembrar que a medalha de ouro olímpica é o único título ainda não ganho pelo futebol brasileiro.
Agora, se a futura comissão técnica não for campeã em 2014, no Brasil, o amado amigo sabe bem... Tudo pode acontecer...
Dunga estava forte até o início do segundo tempo do jogo contra a Holanda...
Particularmente, gostaria de ver no comando Felipão ou Paulo Autuori, um técnico que não está na lista de Teixeira.
E você, amado amigo da blogosfera colorida, o que pensa?
Quatro perguntas:
Dunga deveria ser demitido?
A CBF demitiu de Dunga rápido demais?
Quem você gostaria de ver no lugar do demitido?
O novo técnico e sua comissão deverão trabalhar até o final da Copa 2014 ou da Olimpíada 2016?
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1 Jul 14h44
Brasil erra menos e rouba mais a bola. Argentina acerta mais o gol e a Espanha, os passes. Conheça os finalistas pelas estatísticas da Fifa

Números curiosos e importantes sobre fundamentos dos finalistas do Mundial, de acordo com as estatísticas oficiais da Fifa:
Passes certos – A Espanha é líder, com 1980, seguida por Argentina (1794), Brasil (1717), Alemanha (1651) e Holanda (1497).
Roubadas de bola – O Brasil está na ponta com 96, seguido por Holanda (95), Uruguai (94) e Argentina (88). A Alemanha é a última dos oito finalistas neste fundamento, com 56.
Passes errados – O Brasil é o que menos erra passe (140), seguido por Holanda (142), Argentina (154) e Espanha (157).
Chutes dentro do gol – Os argentinos lideram com folga (34), à frente de Holanda (29), Alemanha (27), Brasil (26) e Espanha (23).
Chutes para fora – Espanha e Gana são as piores, com 50 cada, seguidas de Brasil (47), Argentina (39) e Alemanha (35). Dos oito que ainda estão lá, a Holanda, com 27, é a seleção que menos chuta para fora.
28 Jun 17h29
Seleção Brasileira fez sua obrigação – e o que todos esperavam dela – contra o Chile. Que venha a Holanda. Mas não se iludam: a história será bem diferente…

A seleção brasileira fez a sua obrigação – e também o que todos esperavam dela - na vitória por 3 a 0 sobre o Chile pelas oitavas de final da Copa do Mundo da África do Sul.
Quando a insegurança, a dúvida e a desconfiança ameaçam ganhar espaço no ambiente canarinho, nada melhor do que encontrar o Chile pela frente para recuperar a Autoestima.
Foram seis vitórias nas últimas seis partidas contra os chilenos.
É bonito, interessante e louvável ver o técnico do Chile, o argentino Marcelo El Loco Bielsa, exigir de seus comandados o jogo para frente e o ataque incessante a seus adversários.
Só que El Loco exagerou.
Pagou por ter se deixado dominar por sua conhecida ansiedade.
Temeu o Brasil bem menos do que deveria - ou não temeu em momento algum.
Com isso, errou na mão, sobretudo depois do primeiro gol brasileiro, de Juan, aos 34 minutos no primeiro tempo, em lance de bola parada, na cobrança de um escanteio.
El Loco Bielsa mandou seu time ir atrás do prejuízo sem se preocupar com os contra-ataques brasileiros, um dos mais eficientes do mundo.
Além disso, não teve a precaução mínima de mudar o posicionamento dos laterais e do meio-campo para neutralizar os contra-ataques brasileiros.
A negligência do ansioso Bielsa foi fatal.
Sua equipe perdeu todas as chances de classificação que tinha exatamente neste ponto e neste momento do primeiro tempo do jogo.
Com boa movimentação de Ramirez e de Daniel Alves, em contraste com as atuações perdidas dos volantes chilenos, o Brasil deitou e rolou nas respostas às investidas do adversário.
E chegou fácil aos 2 a 0, quatro minutos depois, com um gol de Luis Fabiano.
Os brasileiros poderiam ter feito o terceiro e definido a parada ainda na primeira etapa.
Criaram o suficiente para isso.
Na segunda etapa, El Loco Bielsa tentou tornar o time mais forte com uma substituição no meio-campo (Valdivia) e outra no ataque.
E o Brasil passou a atrair o Chile para seu campo, criando, com isso, condições para os botes mortais de contra-ataque, nos moldes da bem-sucedida tática adotada pela Alemanha na goleada de 4 a 1 sobre a Inglaterra.
Aos 14 minutos, numa arrancada sensacional, Ramirez tomou a bola no meio campo, partiu para o ataque com a defesa chilena desarrumada e passou para Robinho.
O atacante deu um belíssimo tapa na bola, colocando-a no canto esquerdo do goleiro chileno.
3 a 0.
Fatura liquidada.
Aos 35 minutos do segundo tempo, Kaká deu lugar a Kleberson.
Cinco minutos depois, Gilberto substituiu Robinho.
Ao que tudo indica, serão os únicos minutos jogados por esta dupla de reservas nesta Copa.
Que venha a Holanda às 11h da sexta-feira (02).
Será outra conversa.
Muito diferente desta.
O Brasil poderá até tornar fácil o jogo contra os holandeses.
Tem bola e disciplina tática para isso.
Mas precisará se esforçar e ser ainda mais preciso do que foi contra o Chile e a Costa do Marfim.
A Holanda é uma seleção muito bem organizada.
Tem rapidez, disciplina tática, volantes eficientes, jogadas ensaiadas pelas laterais, consistência no revezamento dos dois zagueiros e eficiência na proteção do sistema defensivo.
E, como se tudo isso não bastasse, dois jogadores em ótima forma do meio para frente: Snider e Arjen Robben.
Passando pelos holandeses, teremos Gana ou Uruguai.
Acredito nos uruguaios.
É uma seleção técnica, raçuda, mas o Brasil tem plenas condições de superá-la.
Vencendo os uruguaios, aí teremos Alemanha, Argentina, Espanha e Portugal, as duas últimas, na minha opinião, menos cotadas.
Não se pode tomar gol da Alemanha.
A pior coisa do mundo é jogar em desvantagem no placar com essa jovem, rápida e talentosa equipe alemã.
Qualquer time corre o risco de ser atropelado nos contra-ataques por Özil, Schweinsteiger, Klose e companhia, a turma dona dos contra-ataques mais fulminantes da Copa do Mundo até agora.
Mas isso é assunto para daqui a alguns dias.
Por enquanto, a festa para comemorar a boa vitória contra o Chile basta.
24 Jun 13h47
Quem deu o maior vexame: França ou Itália? Opine. Registre seu comentário

Quem deu o maior vexame, a França ou a Itália?
Particularmente, apesar de a Itália estar defendendo o título, por ter sido a última campeã, acho que a França foi mais vergonhosa, sobretudo porque acrescentou ao vexame dentro de campo uma série de grosserias fora dele.
Além disso, os franceses estiveram sempre desunidos, com grupinhos, ao contrário dos italianos, que até foram unidos, mas também incompetentes e medíocres.
E você, amado amigo da blogosfera colorida, o que acha?
Qual foi a mais vergonhosa?
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24 Jun 13h03
Simpatizantes de Dunga criam o Dia Sem Globo na internet e, com humor, sugerem o técnico até para a presidência da República

Os fãs do técnico da Seleção Brasileira, Dunga, estão mostrando toda sua força na internet e nas redes sociais.
As manifestações de apoio ao treinador, que dias atrás enfrentou um jornalista da Globo e a emissora, estão cada vez mais fortes na rede.
Seguidores da página o#diasemglobo convocaram os torcedores a assistir ao jogo de sexta-feira (24), contra Portugal, em outra emissora.
Rapidamente, a página superou os 1,6 mil seguidores.
Outra página no Twitter, a Dunga Rei, costuma sair do ar várias vezes por sobrecarga de acessos.
Um dos seguidores, de nome “diasemglobo”, soltou a voz:
- Desespero na Globo! Pesquisa CNI/Ibope para a presidência da República sai hoje (ontem) à noite no Jornal Nacional. Parece que vai dar Dunga!
A turma também está forte no Orkut.
A página “Eu acredito no Dunga” tem cerca de 20 mil seguidores.
E a “Dunga X Globo”, mais de 13 mil.
Nas duas, muitas manifestações de apoio ao treinador e de crítica à Globo e à “manipulação da mídia”.
Na guerra contra a Globo, a batalha na rede já foi vencida pelo treinador.
23 Jun 13h34
Kaká precisa chutar mais a gol. E Messi, caprichar no passe final. É o duelo dos dois craques nas estatísticas oficiais da Fifa na Copa

Kaká jogou duas partidas na Copa até agora. O argentino Lionel Messi, três.
Kaká ficou em campo por 166 minutos (os 14 a menos são por causa da expulsão), e La Pulga Messi, por 270.
Os dois possuem um ponto em comum: estão doidos para fazer o primeiro gol no Mundial.
A comparação das estatísticas dos craques, pelos números oficiais da Fifa, traz ensinamentos interessantes.
Alguns exemplos:
Kaká precisa chutar mais a gol – O argentino chutou 20 vezes em suas três partidas. Média de quase sete por jogo. O brasileiro, apenas três, ou seja, média de um chute e meio por partida. Messi acertou 11 chutes no gol. Kaká, apenas dois. Conclusão: o argentino chuta praticamente cinco vezes mais do que o brasileiro, que precisa melhorar suas marcas neste fundamento.
Para se tornar ainda mais útil ao Brasil, é necessário que Kaká seja mais participativo – Kaká deu 97 passes em duas partidas. Média de 48,5 por jogo. Messi, 217. Média 72,3 por jogo, ou seja, quase o dobro da marca do brasileiro. Conclusão: Kaká precisa “entrar” mais nos jogos.

Seria bom se Kaká encostasse mais em Luis Fabiano e em Robinho – Messi acertou 11 chutes a gol. Destes, quatro foram dentro da área. Kaká só acertou dois chutes no gol de dentro da área. Conclusão: além de cair pelas laterais, Kaká precisa tentar mais jogadas pelo meio com Robinho e Luis Fabiano.
Kaká é fera nos arremates precisos de fora da área. Mas precisa tentar mais essa jogada – Messi deu bem mais trabalho aos goleiros. Acertou sete chutes a gol de fora da área até agora. Kaká, nenhum. Conclusão: Kaká precisa arriscar mais seus chutes de fora da área. “Testar” mais o goleiro.
Kaká precisa lançar mais. E Messi, dar mais assistências – O argentino fez 28 lançamentos até agora. Média de 9,33 por partida. Kaká, onze. Média de 5,5 por partida. Kaká acertou duas assistências (ambas no jogo contra a Costa do Marfim, uma para Luis Fabiano, no primeiro gol, e outra para Elano, no terceiro). Conclusão: Kaká pode tentar mais lançamentos e o argentino precisa caprichar um pouco mais no passe final.
Os dois certamente irão melhorar e se tornar mais perigosos a partir de agora.
Tomara que Kaká seja o mais decisivo.















