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20/02/2012 às 14:21:15
Palahaçada da Riotur... só isso
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19/02/2012 às 00:04:56
esse é um caso bom pra discutir, mas é um fato.. se um orientador do AA está visivelmente sob efeito de embriaguez, ou do NA visivelmente "drogado", a credibilidade da instituição estaria comprometida...
Ela perdeu a oportunidade "educativa" de ter tentado "reposicionar" o seu peso e mostrar isso aos seus orientados.. -
18/02/2012 às 22:43:19
"OLHA EDUARDO" há controvérsia,não estou achando certo o que a *tal da empresa fêz com a moça*,mas vê bem *ELA* trabalhava nos VIGILANTES DO PESO.
"Se *ela* não entrava em contato com o público:tudo bem numa boa(apesar de não ser nada saudável para *ela*),*mas* caso contrário foi pelo menos falta de bom senso dela e da empresa".
Pois *ela* não engordou de uma hora para outra,não dormiu magra e acordou gorda.A empresa deve ter acompanhado a "engorda da moça",e somente depois de 20k é que foi achar ruim?
"ELA" por sua vêz deveria por questão de bom senso ter pedido *socorro a empresa*.
10 Fev 05h29
Bahia está alguns corpos à frente na disputa para abrigar sorteio dos grupos da Copa 2014. O candidato é forte: a Costa do Sauípe. Opine
Fotos de divulgação
Leio na coluna de Ancelmo Gois, de O Globo, nesta manhã de sexta-feira (10), que a Bahia está alguns corpos à frente na disputa para ser a sede do sorteio dos grupos da Copa do Mundo de 2014.
As bolinhas com os nomes deverão rolar na Costa do Sauípe, o paraíso localizado na Costa dos Coqueiros, distante 76 quilômetros de Salvador, na belíssima Linha Verde, que liga a capital baiana ao norte do estado e vai até o Sergipe.
Bom, diante da exuberância do candidato a concorrência, mesmo no Brasil, fica difícil.
Quem duvida pode admirar melhor a foto acima.
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5 Fev 23h43
Corinthians terá marca de preservativo como patrocinadora principal até final do Paulistão. Novo parceiro (ops!) estreia no uniforme no Timão no domingo (12), contra o São Paulo. Opine
O Corinthians tem patrocinador principal garantido pelo menos até o final do Campeonato Paulista.
No clássico contra o São Paulo, no próximo domingo, dia 12, a marca de preservativos Jontex, do grupo Hypermarcas, estará estampada nos espaços principais (peito e costas) da camisa do Timão.
A Jontex havia aparecido esporadicamente em espaços secundários da camisa do Curingão, quando a Hypermarcas dominava, por contrato, praticamente todas as áreas de publicidade do uniforme.
Mas agora será a primeira vez oficialmente definida na área principal.
A Jontex ocupa os espaços principais da camisa corintiana no momento em que coloca no ar sua campanha publicitária estimulando (ops!) a cumplicidade, o erotismo e a intimidade entre os casais para vender seus novos produtos.
Divulgação - Corinthians e Hypermarcas
Entre eles estão os preservativos Marathon (com efeito retardante), Acqua XL (com aroma de hortelã), Lubrificado XL e Sensitive XL, além do lubrificante íntimo Jontex Gel.
Nos últimos dois anos, o peito e as costas da camisa do Timão foram ocupados por outra marca do grupo, a Neo Química Genéricos.
Bozzano e Avanço permanecem em espaços secundários do uniforme.
O contrato entre Corinthians e Hypermarcas termina oficialmente em abril de 2012.
Os cartolas do Timão queriam prorrogá-lo pelo menos até o final de 2012, por R$ 25 milhões anuais, envolvendo também o Brasileirão, mas a Hypermarcas prefeiriu, ao menos por enquanto, dividir este valor proporcionalmente pelos meses do ano e fechar até abril, ao final do Paulistão.
A Hypermarcas vendeu recentemente as marcas Etti, de alimentos, e Assolan, de produtos de limpeza de ambientes.
O grupo parece querer se concentrar nos mercados de higiene pessoal e medicamentos.
Em função desses novos planos, os investimentos em publicidade e marketing poderão ser direcionados.
Por isso a Hypermarcas mostra cautela para, ao menos por enquanto, investir muito dinheiro na camisa do Corinthians ou em qualquer outro plano de marketing esportivo.
Bom, mas e você, achou o negócio bom para o Corinthians?
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4 Fev 07h37
Craque de time brasileiro compra um iate de R$ 10,3 milhões em um estaleiro da Flórida, nos Estados Unidos. Qual deles? Um corte de cabelo bem esquisitão para quem adivinhar. Opine
Neymar Jr. pediu, Neymar Pai - que controla a chave do cofre a mão de ferro - deixou.
Embalado pelos R$ 3 milhões mensais encaixados com salários e (por enquanto) dez grandes contratos de publicidade e marketing, o jovem craque do Santos - claro, sempre ele - deu um rasante num estaleiro de Cocoa Beach, na Flórida, Estados Unidos e, segundo contam Jorge Luiz Rodrigues e Maurício Fonseca na coluna Panorama Esportivo do jornal O Globo deste sábado (4), resolveu fazer uma comprinha assim, de leve.
O craque (na foto acima em um passeio pelo Guarujá, em novembro de 2011, em um barco emprestado) arrematou, pela merreca de seis milhões de dólares, algo em torno de R$ 10,3 milhões, um iate da Sea Ray.
Quem viu a preciosidade atesta: é brinquedo grande para gente do mesmo tamanho.
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3 Fev 18h01
Militantes de esquerda protestam em Buenos Aires contra presença do príncipe William nas Ilhas Malvinas. O mais irado deles usava uma camisa do… Flamengo. Exportação de crise? Opine
Observe as três fotos abaixo:
Elas foram feitas agora há pouco, nesta terça-feira (3), em um protesto do grupo de esquerda argentino Quebracho contra a presença do príncipe William, da Grã-Bretanha, nas Ilhas Malvinas.
Localizado ao sul do Oceano Atlântico, ao lado do território argentino, o arquipélago das Ilhas Malvinas, (chamadas de Falkland Islands pelos britânicos), são disputadas há mais de um século por argentinos e britânicos.
Atualmente, o arquipélago, com duas ilhas principais e dezenas de outras menores, é controlado pelos britânicos.
Em 1982, a Argentina desembarcou tropas nas ilhas e declarou guerra à Grã-Bretanha pela posse do arquipélago, mas foi derrotada pelos britânicos.
Apesar da derrota na guerra, os argentinos reivindicam até hoje a posse das Ilhas Malvinas.
No protesto pela visita de William às ilhas, os militantes do Quebracho lançaram bombas de tinta em agências de bancos de origem britânica em Buenos Aires nesta sexta-feira (3).
O detalhe curioso: o militante mais revoltado e ativo usava uma camisa número 11 do Flamengo.
Seria exportação de crise?
Ou só uma peça de ironia diante do agitado clima vivido pelo rubro-negro nos últimos dias.
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29 Jan 23h12
Duas boas piadas esportivas da semana que passou para quem ainda não viu. Opine
28 Jan 22h51
BMG bancou os dez milhões de euros (R$ 22,9 milhões) usados pelo Fla em Vagner Love. Em troca, clube cede a banco parte dos direitos de jovens promessas como Adryan e Luiz Antonio
Os dez milhões de euros (cerca de R$ 22,9 milhões) pagos pelo Flamengo ao clube russo CSKA pelos direitos econômicos e federativos do atacante Vagner Love (acima, chorando na reapresentação) foram bancados pelo BMG.
Em troca, o rubro-negro cedeu ao Banco parte dos direitos econômicos de praticamente todos os talentos do time campeão da Copa São Paulo de Juniores de 2011, entre as grandes esperanças Luiz Antonio e Adryan.
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27 Jan 12h40
Da série Imagem é Tudo: cinco anos depois de deixar basquete, Jordan ainda encaixa R$ 157 milhões anuais da Nike apenas em direitos. Deu para aprender, jovens estrelas bad boys?
Leio na coluna de Renato Maurício Prado, de O Globo desta sexta-feira (27), outra prova de que, nestes tempos, para uma estrela das artes ou do esporte, saber cultivar e vender a própria imagem pública é mais lucrativo do que explorar a habilidade profissional.
O ícone do basquete Michael Jordan, o cidadão da foto acima, mesmo cinco anos após de ter pendurado seu par de tênis cano longo, recebeu em 2011 US$ 90 milhões (R$ 157 milhões) da Nike em direito de uso de seu nome e de sua imagem em calçados e outros produtos vendidos em todo o mundo pela fabricante.
Apenas para comparação, é o dobro dos R$ 78 milhões que o clube de maior torcida do Brasil, o Flamengo, planeja gastar em 2012 para sustentar todo o seu futebol.
Jovens bad boys: será que deu para aprender alguma coisa com essa informação?
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22 Jan 05h59
Investidor que controla parte do time inglês Tottenham deverá ser o novo dono da marca Pelé. Opine
A marca Pelé, informa Lauro Jardim na coluna Radar da edição mais recente da revista Veja, deverá ter brevemente um novo dono.
Quem controla a marca Pelé desde 2005 é a empresa brasileira Prime Licenciamentos, de Marco Parizotto, diretor e herdeiro da construtora Inpar.
A Prime tem com o Atleta do Século um contrato para explorar comercialmente o seu nome em negócios no Brasil e no mundo.
Acontece que o milionário investidor inglês Paul Kemsley, dono de negócios que incluem parte do time de futebol do Tottenham, quer comprar a Prime - e com ela, claro, os direitos de uso da marca Pelé.
Se o negócio sair, Parizotto terá, por contrato, de repassar uma parte da bufunfa em que colocar as mãos para Pelé.
Não a marca, claro, mas o homem, o Atleta do Século, o maior jogador de futebol de todos os tempos.
Um certo Edson Arantes do Nascimento, que, por sinal, ficará um pouquinho mais rico.
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19 Jan 16h32
Três pontos importantes pescados da (fraca) entrevista coletiva da visita do secretário-geral da Fifa aos estádios e obras da Copa 2014
O secretário-geral da Fifa, Jérôme Valcke, o Ministro do Esporte, Aldo Rebelo, e o representante do Comitê Organizador Local (COL) da Copa do Mundo 2014, Ronaldo Fenômeno, encerraram minutos atrás a entrevista coletiva de balanço da última vistoria da Fifa aos estádios e obras do Mundial.
As (poucas) conclusões importantes da entrevista, por sinal muito fraca e carente de dados objetivos:
1) Obras atrasadas em Natal (RN) na alça de mira - Valcke criticou duramente - e prometeu monitorar de perto a partir de agora - as obras de construção, infra-estrutura e entorno da Arena das Dunas, em Natal (RN), atrasadas em pelo menos um ano de acordo com os cálculos dos técnicos da Fifa. "Temos um estádio efetivamente avançado (Castelão, em Fortaleza, no Ceará) e outros preocupantes, como Natal, que está muito atrasado. Realmente, há muito, muito atraso em Natal. Faremos monitoramento especial e rigoroso naquelas obras.
2) As doze sedes não estão garantidas, embora Walcke e Fifa insistam em afirmar o contrário - O secretário-geral da Fifa insiste em dizer o contrário, mas o fato é que a Copa 2014 com 12 sedes ainda não é ponto confirmado. A própria indireta dada por Walcke diante do atraso de Natal prova isso. Disse ele: " o fato é que um país dedicado, com estrutura e acostumado ao futebol, como é, antes de qualquer outro, o caso do Brasil, pode perfeitamente fazer uma Copa eficiente com dez ou até mesmo oito sedes". Autoridades e povo do Rio Grande do Norte, precisa de recado mais claro? A declaração de monitoramento próximo e duro de Natal significa que a cobrança dos prazos para a recuperação do atraso e cumprimento das etapas será bem mais rigoroso, quase sufocante, a partir de agora. E se a Fifa, em algum momento, julgar que as obras no Rio Grande do Norte ou em qualquer outro ponto do País não chegarão a termo no prazo, a negociação para que esses estádios deixem o Mundial poderá ser estabelecida, sim.
3) Fifa aproveita indecisão de "novatos" Rebelo e Fenômeno para ganhar espaço. E até anunciar prazo combinado com o governo para aprovação da Lei Geral da Copa - Em meio à fase de adaptação dos "novatos" Ronaldo e Aldo Rebelo em seus cargos no COL e no Ministério do Esporte, Walcke e a Fifa aproveitam a situação para mostrar um controle do processo da Copa maior do que deveria - ou ao menos maior do que seria conveniente para os interesses do Brasil. Ronaldo, preso a um roteiro que carregava nas mãos e aparentemente sem informação sobre pontos de operação e logística já definidos, parecia se incomodar com algumas perguntas sobre o assunto. O ministro Rebelo, por sua vez, teve de ouvir Walcke reclamar da demora na aprovação da Lei Geral da Copa (LGC). E acrescentar que isso não poderá deixar de ocorrer nas próximas semanas, inclusive demarcando prazo para que o Legislativo e o Executivo resolvam a questão. Segundo Walcke, o governo se comprometeu em aprovar a LGC até março. Pressão diplomática. Mas pressão.
Em meio à falta de objetividade de todas as partes, sobrou ao menos a confirmação positiva de que os brasileiros terão 300 mil ingressos a preços populares - se é que isso é possível em eventos como olimpíadas e copas do mundo.
Uma boa notícia, enfim.
Meno male.
19 Jan 15h20
Sheik paga helicóptero para chegar na hora. Turma cai de pau. Não no atraso,mas no voo. Melindre bobo. Helicóptero, como velocípede, está aí para ser usado por quem pode usá-lo. Opine
Sinceramente, não dá para entender o padrão e os critérios usados por uma pá de coleguinhas jornalistas da imprensa esportiva para avaliar atitudes, sobretudo de jogadores de futebol.
Sheik chegou ao CT de helicóptero.
Entrevistado, o jogador explicou ter sentido até um certo constrangimento por ter sido obrigado pelas circunstâncias a chegar ao CT pelo ar em vez de por terra.
Mas esclareceu: como não conseguiu embarcar a tempo no avião de carreira que o traria do Rio de Janeiro, procurou (e pagou do próprio bolso, atitude que seu ótimo salário e o dinheiro ganho no mundo árabe permitem) um meio de transporte rápido para, quem sabe, conseguir chegar a tempo de iniciar a atividade junto com os companheiros.
Bom exemplo.
Apesar do atraso, comum em todos os cantos mas nunca elogiável, o atacante deu sinais de estar comprometido com o clube, o técnico e os colegas.
Algo, convenhamos, importante e digno de elogios num momento em que qualquer festa de aniversário de mamãe é desculpa para faltar ao trabalho.
Mesmo assim, como não conseguiu chegar exatamente no horário, Sheik foi avisado de que será multado em parte de seus salários - o que também é justo diante de um regulamento que prevê tolerância zero para todos os atletas nesses casos.
Tomadas as atitudes e desculpas indicadas, o atacante foi para o trabalho.
Pois bem: ligo agora a tevê e vejo uma pá de coleguinha de imprensa malhar o cara não porque chegou atrasado, mas de helicóptero.
Vejam só...
Eu respeito a opinião de todos, mas alguém consegue me explicar qual é a lógica por trás de uma opinião dessas?
Vamos lá: Emerson ganhou honestamente, com o seu trabalho, alguns milhões de reais até agora. E, ao que tudo indica, ganhará outros até o final de sua carreira.
Bom, se o cara queimasse tudo isso em farra, cachaça, carraspana, vagabundagem, luxúria, trocentos carrões do ano, zilhões de mulheres e filhos feitos e abandonados, costas viradas para a família, helicóptero para ir para farra e outros bichos mais, a turma estaria aí, de plantão, talvez até com certa razão, batendo no cara com o gato morto posto firme na mão pelo rabo, não é verdade?
Mas não é isso.
Antes, o contrário, o oposto diametral.
O camarada (que, diga-se, até agora deixa a impressão de, ao menos na média, parecer contido nas baladas e na vida privada), enfia a mão no bolso para pagar um helicóptero e tentar chegar no trabalho no horário combinado.
Aí vem a galera e, do mesmo jeito, bate no cara porque ele, vejam só, gastou a própria grana para tentar chegar em ponto no horário marcado por seus chefes?
Ora, por gentileza...
É porque helicóptero é caro e chique?
Mas o cara o paga honestamente, com seu próprio dinheiro? Qual o problema?
Gostariam que quem fizesse isso?
Quem não pode tomar regularmente uma atitude dessas, até por falta de grana para isso, somos eu, os moleques das divisões de base do Timão ou de qualquer outro time brasileiro e, talvez, né?, uma parte dos nobres que criticam o atacante.
Agora, o Sheik?
Por favor...
Se, por exemplo, o Adriano tivesse tomado helicóptero nas 274 vezes em que faltou ao trabalho, talvez não estivesse sendo malhado no poste pelos mesmos colegas que hoje criticam Emerson.
Ademais, se não for por causas cretinas, bicicletas, motocicletas, carros, helicópteros, aviões e supersônicos estão aí para isso mesmo: serem usados por quem, na medida de sua realidade, os pode usar.
Pelo amor...
























