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9 Mar 16h34

Santista tem motivo extra para secar (ou tirar) Timão na Liberta: poder ver o Santos na tevê

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santos tv Santista tem motivo extra para secar (ou tirar) Timão na Liberta: poder ver o Santos na tevêDivulgação / Santos FC

Torcedores do Santos e do Corinthians não precisam de muita coisa para que um queira a implosão do outro em qualquer disputa de purrinha de boteco.

 

 

A rivalidade vem à flor da pele em casos como o deste 2012, quando os dois disputam a mesma edição de uma competição importante como a Copa Libertadores da América.

 

 

Os torcedores do Peixe têm, no entanto, um motivo extra, além de todos os outros gerados pela rivalidade centenária, para torcer pela eliminação do Timão na Libertadores: acompanhar pela televisão o time do coração, com Neymar e Ganso, no torneio.

 

 

Nesta fase classificatória da Libertadores, a torcida do Santos só poderá assistir pela tevê aberta a uma das seis partidas do Peixe em seu grupo: a da quinta rodada, na quarta-feira 4 de abril, às 21h50, contra o Internacional, no Beira-Rio.

 

 

Não acompanharam pela tevê a derrota para o boliviano The Strongest e nem o lindo show de Neymar na vitória contra o Inter, na quarta-feira (7).

 

 

E não verão também as partidas de ida e volta contra o peruano Juan Aurich, e a provável decisão da vaga, na quinta-feira 19 de abril, na Vila, contra o The Strongest.

 

 

E por que isso acontece?

 

 

Isso acontece porque a Globo só transmite jogos da Libertadores às 21h50 das quartas-feiras.

 

 

Quando o Corinthians joga às quartas-feiras, é o dono absoluto do horário no estado de São Paulo.

 

 

Nos outros estados do País, a emissora normalmente exibe a partida do Flamengo.

 

 

Quando o rubro-negro não joga no mesmo dia e horário, a rede passa oVasco ou o Fluminense, os outros dois cariocas na competição, o Internacional ou do próprio Santos - mas para fora de São Paulo, bem lembrado.

 

 

O problema é que, nesta fase de grupos, o único dia em que o Peixe jogará às 21h50 de uma quarta-feira sem a concorrência do Coringão (que no caso só vai atuar pela Liberta na quarta seguinte), será no dia 4 de abril, contra o Inter, no Beira-Rio.

 

 

Por isso este será a única partida do Peixe na fase de grupos transmitida ao vivo pela Globo para o estado de São Paulo, o que gerou tantos protestos dos torcedores do clube e de seu presidente, Luis Álvaro Oliveira Ribeiro, o Laor.

 

 

Nas outras cinco rodadas da fase de grupos, o Santos jogou (ou jogará) em uma quinta-feira, dia em que a tevê aberta não passa jogo da Libertadores, ou em uma quarta, mas às 19h45, horário que o canal aberto com os direitos também não programa partidas da competição.

 

 

Nas oitavas, quartas, semifinais e finais, todas elas eliminatórias, com jogos de ida e volta, a coisa poderá ficar pior para os santistas.

 

 

Será o seguinte: sempre que o Santos "bater de frente" com o Corinthians, ou seja, jogar no mesmo dia e horário do que os rival, estará fora da tevê aberta.

 

 

O drama aumenta porque o SporTV, que até ano passado exibia todos os jogos de brasileiros na Libertadores em três canais de rede fechada, perdeu este ano a autorização para transmitir a competição no País para o Fox Sports, dono dos direitos da Liberta para o continente americano, que acabou de se instalar no Brasil.

 

 

O problema é que a Fox Sports tem um único canal de transmissão, e não três ou quatro, no Brasil.

 

 

Isso significa o seguinte: além da presença garantida do Corinthians no fim de noite das quartas-feiras no Estado de São Paulo, em dias de jogos do Timão, o Peixe enfrenta também a concorrência de Flamengo, Fluminense, Vasco, Internacional e... do próprio Coringão nas trasmissões da Fox Sports.

 

 

Basta para isso que a Fox entenda ser melhor para a sua audiência passar o jogo de outro brasileiro enquanto a tevê aberta exibe o Corinthians para São Paulo.

 

 

Sem contar que, hoje, apenas 25% (uma a cada quatro) dos cerca de 13,5 milhões de pessoas com tevê de assinatura em casa possuem a Fox Sports.

 

 

Neste momento, o novo canal fechado está no ar apenas nas operadoras GVT, CTBC, Nossa Tevê, Telefônica, TVA, OiTV, RCA e NEOTV.

 

 

Isso significa pouco mais de três milhões do total de quase 14 milhões de assinantes do País.

 

 

Para se ter ideia, Claro (ex-Embratel), Net e Sky, que juntas respondem por dez milhões de assinantes, ou seja, os outros 75%, ainda não compraram da Fox Sports o direito de transmitir o canal e, consequentemente, os jogos.

 

 

Com isso, boa parte do estado de São Paulo e quase todos os assinantes do Estado do Rio de Janeiro e das regiões Norte, Sul, Centro-Oeste e Nordeste, clientes de Net, Sky e Claro, estão até agora sem os jogos da Fox Sports.

 

 

Isso inclui também quase todos os bares, restaurantes e estabelecimentos comerciais do País que, até ano passado, exibiam os jogos via SporTV.

 

 

Isso cria problema também para torcedores dos times cariocas envolvidos na Liberta, principalmente Fluminense e Vasco, já que a tendência é a das transmissões abertas e fechadas priorizarem o Fla em seus dias de jogo ao menos para o Estado do Rio e o Norte-Nordeste do País.

 

 

Mesmo assim, torcedores do Flamengo sofreram nesta quinta-feira (8) para acompanhar a vitória do time sobre o Emelec, do Equador, a partir das 19h45, transmitida apenas pela Fox Sports para aqueles pouco mais de três milhões de assinantes.

 

 

Centenas de milhares de rubro-negros recorreram a sinais piratas do canal na internet.

 

 

Não por acaso, comerciantes da Baixada Santista admitiram correr risco de tomar multa e de ter problemas policiais e legais para exibir sinais da Fox Sports pirateados da internet no jogo do Santos contra o Inter, na quarta-feira (7). E ameaçam fazer isso nos próximos jogos.

 

 

Por tudo isso, os santistas devem sentir ainda mais vontade de secar os corintianos.

 

Ou então de encará-los logo e eliminá-los o mais rápido possível da Liberta, para desespero da Fiel.

 

 

Mesmo porque encarando o Timão estarão em rede aberta para o estado de São Paulo - e, portanto, diante de seus torcedores.

 

 

Mas, para isso, em plena Liberta, com o Corinthians com fome de título, há de se ter coragem e aquilo roxo.

 

 

E aí, Peixe, vocês vão encarar?

 

 

Santistas e corintianos, opinem.

 

 

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7 Mar 05h59

Golden Cross no Fla pode instaurar guerra dos planos com Flu-Unimed na bola do Rio. Opine

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camisa fla ronaldinho Golden Cross no Fla pode instaurar guerra dos planos com Flu Unimed na bola do Rio. OpineO "manto sagrado" está sem patrocínio master. Golden Cross quer brilhar ali - para encarar de frente a Unimed-Rio do rival Flu...

 

A operadora de planos de saúde Golden Cross decidiu entrar pesado na disputa, com a montadora de carros coreana Hyundai, pelo espaço publiciário master do uniforme do Flamengo.

 

 

O resultado da briga deverá sair nos próximos dias.

 

 

Quem levar deverá desembolsar algo entre R$ 36 milhões e R$ 40 milhões por ano para ter sua marca estampada no espaço mais importante do manto sagrado, como costuma ser chamado o uniforme do time pela maior torcida do País.

 

 

Se for a vencedora, a Golden pretende usar o contrato com o Flamengo para combater um acordo que reina soberano há anos no futebol do Estado do Rio: a gorda parceria de marketing entre o Fluminense e o seu patrocinador, a Unimed-Rio.

 

 

 

Presidida pelo pediatra Celso Barros, a Unimed-Rio, braço no Estado do Rio da maior cooperativa de serviços médicos do mundo, patrocina o Fluminense há muitos anos.

 

 

Em 2011, a Unimed-Rio teve mais de R$ 60 milhões de superávit, o equivalente, em cooperativas de serviço, ao lucro das empresas.

 

Barros é um tricolor apaixonado.

 

 

Tem tanto (ou mais) poder no clube em relação ao atual presidente, Peter Siemsen. Todos os anos, derrama fartos caminhõezinhos de dinheiro nas finanças do Fluzão.

 

 

Frequentemente, o chefão da Unimed-Rio desequilibra a balança a favor do torcedor para ajudar o seu Tricolor amado.

 

Foi assim semanas atrás, na recente disputa com o Flamengo pelo meia-atacante Thiago Neves.

 

 

O Fluminense - leia-se, claro, Barros - pagou sete milhões de euros (cerca de R$ 16,2 milhões) ao Al Hilal, da Arábia Saudita, pelos direitos econômicos e federativos do craque, que jogara a temporada anterior pelo rubro-negro rival.

 

Além disso, a Unimed-Rio assumiu quase todo o salário do jogador, de R$ 750 mil mensais.

 

 

Em resposta às acusações do Flamengo de ter faltado com a ética ao atravessar a negociação, Barros teria dado uma estocada nas dificuldades do rival para arrumar o dinheiro da compra como o seguinte comentário:

 

 

- Vi o menino (Thiago Neves) angustiado com a indefinição de seu futuro e raspei lá uns trocados do cofre para fazer o negócio.

 

 

Além de Thiago Neves, Barros, nos últimos anos, ajudou decisivamente o Flu a trazer Romário, Asprilla, Edmundo, Petkovic, Roger, Ramón, Felipe, Washington, Dodô, Conca, Emerson Sheik, Fred, Rafael Sóbis e os treinadores Muricy Ramalho e Abel Braga.

 

 

Aqui estão apenas os principais.

 

 

Os mais de R$ 7,5 milhões gastos mensalmente na folha de pagamento do futebol do Fluminense -  hoje a maior do Brasil, seguida de perto pela do Corinthians - são totalmente inspirados nessa "estética" mão aberta de seu misto de torcedor ilustre e "mecenas".

 

 

Pois bem: nesta terça-feira (6), Barros soube que sua chapa foi reeleita para mais um mandato de um ano no comando do Conselho Fiscal da Unimed-Rio, com 313 votos contra 168 do candidato da oposição, Cláudio Sales.

 

 

Em seus 14 anos de comando da Unimed-Rio – e, em decorrência, do Fluminense -, Celso Barros teve, pela primeira vez, uma chapa de oposição à sua frente.

 

 

Recebeu muitas críticas. As principais, relacionadas ao fato de gastar tanta grana no patrocínio ao seu clube do coração.

 

Mesmo assim, teve praticamente dois votos para cada um recebido pelo seu opositor.

 

 

Pela boa votação que Barros e seus comandados tiveram, pode-se concluir que a maioria dos médicos da Unimed-Rio acha que o pediatra adota com competência a estratégia torce-mas-faz: gasta rios de dinheiro com sua paixão, o Flu, mas apesar disso consegue manter a cooperativa encaixando uma boa grana, como os R$ 60 milhões de superávit do ano passado.

 

 

O Fluminense é, proporcionalmente, o clube de torcida mais elitizada do Estado do Rio e, talvez, do País.

 

 

Sua torcida é formada na maior parte pelos chamados formadores de opinião, gente que inspira hábitos, posturas e tendências de consumo no restante da população.

 

 

É essa navegação tranquila de Barros e da Unimed-Rio no topo da pirâmide do futebol do Estado do Rio, com mensagens de um clube nacional para todo o Brasil, que a Golden Cross pretende ao menos enfrentar numa eventual parceria com o Flamengo.

 

 

Outro objetivo da Golden é tentar estancar o crescimento de outros concorrentes, entre eles a Amil, no mercado fluminense (aqui o estado da federação, não o time, bem entendido).

 

 

Se Golden e Fla derem as mãos, a briga vai esquentar.

 

Opine.

 

 

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26 Fev 19h44

Bomba: Deivid vai confessar em entrevista que perdeu gol feito do século para Vasco ir à final e… ser vi-ce-de-no-vo! A internet não perdoa

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gol deivid piada joel Bomba: Deivid vai confessar em entrevista que perdeu gol feito do século para Vasco ir à final e... ser vi ce de no vo! A internet não perdoa

Piada que já corre solto na internet: o atacante Deivid, do Flamengo, dará entrevista nesta segunda-feira (27) para revelar uma bomba.

 

Deivid dirá que chutou na trave o gol feito do século, contra o Vasco, aos 35 minutos do segundo tempo da semifinal da Taça Guanabara, na quarta-feira (22), apenas para o Bacalhau derrubar o rubro-negro (que não perdia um clássico no Rio há 21 meses), ir à final contra o Fluminense e ser... vi-ce-de-novvoo... ôôôôô...

deivid piada melhor zagueiro Bomba: Deivid vai confessar em entrevista que perdeu gol feito do século para Vasco ir à final e... ser vi ce de no vo! A internet não perdoa

 

Ô Vascão, será que não vai ter mais jeito mesmo?

 

 

Nunca mais?

 

 

Chega à final cem por centão de aproveitamento, depois de ter derrubado o Mengão de virada, tudo coisa linda, e aí leva um chocolate desse, 3 a 1, depois de estar perdendo por 3 a 0 com ameaça de levar um baile?

deivid piada tamanho gol Bomba: Deivid vai confessar em entrevista que perdeu gol feito do século para Vasco ir à final e... ser vi ce de no vo! A internet não perdoa

 

Bom, vascaíno e não-vascaíno, opine.

 

 

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1 Out 23h48

Muricy aceita Pelé entre os 23 que disputarão Mundial de Clubes. Mas veta Falcão, o do futsal

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Esta coluna sempre defendeu que Pelé fosse efetivamente inscrito entre os 23 jogadores do Santos que irão disputar o Mundial de Clubes no final do ano, no Japão, contra outros cinco clubes, entre eles o Barcelona.

 

A ideia do blog era a de que Pelé jogasse apenas alguns minutos ao final de um jogo decidido e, dessa forma, tivesse reais condições, pelas regras do torneio, de levantar a taça e dar a volta olímpica, aos olhos do mundo e para delírio dos santistas, caso o clube brasileiro seja o campeão.

 

Pois bem: essa é exatamente a proposta do presidente do Santos, Luis Alvaro de Oliveira Ribeiro, o Laor, que acaba de ser aprovada pelo técnico do clube, Muricy Ramalho, relata Otávio Cabral na coluna Holofote da mais recente edição da revista Veja.

 

Mas Falcão, o melhor jogador de futsal do mundo, atualmente atleta do clube na modalidade, que também gostaria de estar na delegação inscrita no Japão, foi vetado.

 

Para a comissão técnica, o caso Pelé será apenas uma soma de marketing com homenagem muito bem aceita por jogadores, torcida, mercado e amantes de futebol em todo o mundo.

 

Em campo, o Rei Pelé foi bicampeão mundial de clubes pelo Santos e tri com a amarelinha da Seleção Brasileira.

 

Seria a chance de torná-lo oficialmente tricampeão também pelo clube que o revelou como o maior jogador de futebol de todos os tempos.

 

Mas no caso de Falcão, Muricy e a comissão técnica temem que ele, ainda em ótima forma, caia na tentação de jogar sério para ganhar espaço na equipe durante a competição, o que certamente criaria melindres, rancores e divisões entre os antigos do elenco.

 

Ao meu ver, a comissão técnica acertou nos dois casos.

 

O Santos não é o meu time.

 

Mas particularmente, como amante do futebol, não vejo a hora de ver o Rei Pelé entrando em campo, camisa branca, dez às costas, numa das partidas do próximo Mundial de Clubes.

 

Certamente levantarei-me de onde estiver sentado para aplaudir muito e gritar o nome dele.

 

Talvez algumas lágrimas pulem dos meus olhos.

 

É sobrenatural.

 

É mito.

 

É dádiva divina.

 

É Pelé.

 

Será um impacto para mim.

 

E, tenho certeza, para todos os que realmente amam o futebol.

 

A propósito, acho até que, se tiverem oportunidade, outros clubes brasileiros deveriam copiar a belíssima ideia do Santos e fazer o mesmo com ídolos simbólicos com quem já tenham sido campeões mundiais.

 

 

Por que Flamengo, São Paulo e Grêmio, por exemplo, não poderiam tomar atitude semelhante com Zico ou Júnior, Raí ou Renato Gaúcho caso ganhem uma Libertadores nos próximos anos ou mesmo em um momento do futuro em que esses atletas ainda tenham saúde para participar de um projeto bonito como esse?

 

Numa só tacada, o clube valoriza seu ídolo, incendeia sua torcida, toma uma atitude nobre e cria imagem positiva para além de suas fronteiras.

 

E, como se tudo acima não bastasse, ganha dinheiro, caraminguá, alegrete, faz-me rir.

 

Está feita a proposta.

 

Quando não se consegue pensar melhor e de forma mais criativa do que os outros, não se deve ter vergonha estúpida e provinciana de buscar inspiração na ideia que dá certo e está ao lado.

 

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4 Set 15h10

Prefeitura do Rio quer ceder R$ 40 milhões aos grandes clubes fluminenses para construir centros de treinamento. Você concorda? Opine

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ninho urubu Prefeitura do Rio quer ceder R$ 40 milhões aos grandes clubes fluminenses para construir centros de treinamento. Você concorda? Opine

Flamengo, Vasco, Botafogo e Fluminense, os grandes clubes do Estado do Rio, possuem, ao contrário do que se pensa, muitas coisas em comum.

 

 

A maior parte delas, infelizmente, negativa.

 

 

Uma delas: nenhum deles possui um centro de treinamento, o famoso CT, à altura do que exige hoje no negócio milionário do futebol profissional que se joga por aqui (acima, parte da planta do que os cartolas rubro-negros pretendem que seja o Ninho do Urubu, em Vargem Grande, Zona Oeste do Rio de Janeiro).

 

 

O assunto vem sendo, inclusive, tema de várias reuniões entre os presidentes desses clubes.

 

 

Uma das propostas é fechar um acordo para que uma única construtora faça os quatro CTs, com compras e ganhos de escala, barateando assim o custo de cada um deles.

 

 

Se a escolha, as licitações e os encaminhamentos forem transparentes, parece-me uma boa ideia.

 

 

Pois bem: agora a Prefeitura do Rio de Janeiro promete comandar uma espécie de parceria público-privada para permitir de vez a realização deste sonho dos times fluminenses.

 

 

A administração municipal carioca, informa Lauro Jardim na coluna Radar, da revista Veja, pretende organizar uma solução para injetar R$ 40 milhões na construção dos quatro centros.

 

 

O dinheiro poderá ser entregue diretamente ou em incentivos fiscais, isto é, com a não cobrança de impostos municipais nos pagamentos de salários, compras e serviços para as obras.

 

 

Este modelo de incentivo fiscal é o mesmo utilizado pela prefeitura e o governo de São Paulo para diminuir o custo final do estádio do Corinthians, o Itaquerão, que deverá ser palco da abertura da Copa do Mundo de 2014.

 

 

Você acha correto este tipo de incentivo com renúncia fiscal?

 

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4 Mai 06h00

Cariocão não teve craque. Teve o menos medíocre. E ele foi o goleiro Felipe. Opine

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Felipe Alexandre Loureiro Vipcomm 700 5251 300x225 Cariocão não teve craque. Teve o menos medíocre. E ele foi o goleiro Felipe. Opine

Alexandre Loureiro/VipComm

Não houve um jogador de linha craque do tecnicamente medíocre Cariocão 2011.

Alguém a respeito do qual se pudesse afirmar sem medo de errar: ele foi "o cara" do campeonato.

Não.

Houve, no máximo, alguns melhores entre a mediocridade geral.

Craque do campeonato existe quando alguém arrebenta na competição.

Quebra tudo.

Faz, visivelmente, a diferença.

Quebraram tudo, por exemplo, o corintiano Tevez no Brasileirão de 2005, o palmeirense Diego Souza e os rubro-negros Petkovic e Adriano no Brasileirão de 2009  e o tricolor Darío Conca em 2009.

Nestes casos, esses camaradas foram lá e fizeram a diferença.

A diferença entre a boa e a má campanha de seus times na competição.

A diferença nas principais vitórias.

A diferença que não deixa a gente ter dúvida na hora de colocá-lo um ou dois patamares acima até do grupo de jogadores muito bons de uma determinada jornada.

No caso de 2009, apesar do título rubro-negro, Diego Souza posicionou-se um degrau acima do Imperador e de Pet, que também foram ótimos, acima da média, e, afinal de contas, praticamente deram sozinhos o título ao rubro-negro.

Nos outros anos citados, os ótimos argentinos Tevez e Conca levaram de barbada, sem concorrentes à altura.

Em todos os casos acima, os atletas citados sobraram na turma.

E sobraram com muita folga.

Não foi o caso deste Cariocão medíocre em termos técnicos.

Em alguns momentos, Felipe, o meia do Vasco, colocou a cabeça para fora do mar de lama da mediocridade.

Em outros, foi a vez de Thiago Neves, do Flamengo, ter um destaque.

Em outros, mais fugazes, Leo Moura, Willians, Felipe Bastos, Fred e o jovem Bernardo apareceram.

Ronaldinho Gaúcho, diria Caetano Veloso, não foi proveito, foi pura fama.

Uma jogadinha aqui, uma firulilha acolá, e, no resto, só marketing.

É claro que jamais será o que foi.

Exigir tal coisa seria inocência.

Mas, ainda assim, R10 deveria ter feito ao menos uma partida que lembrasse seu passado glorioso, mas isso esteve longe de ocorrer.

Leo Moura, Thiago Neves e Willians, do Flamengo, o goleiro Jefferson e o atacante Loco Abreu, do Botafogo, Willians, Thiago Neves, Felipe e Felipe Bastos e Bernardo, do Vasco, além do tricolor Fred em alguns momentos, salvaram o campeonato da falência técnica total, vergonhosa e imperdoável.

Escaparam do limbo sem ter feito quase nada, num campeonato em que quase nada se fez.

Craque, repito, o campeonato não teve.

Teve o menos medíocre.

E esse jogador, por ter decidido três disputas de pênaltis no caminho do Fla ao título, pegando quatro pênaltis nas duas primeiras partidas (Botafogo e Fluminense) e levado três vascaínos apavorados a chutar para fora no terceiro jogo, é o goleitro rubro-negro Felipe.

Tomara que, no ano que vem, o menos pior tenha condição de ser chamado de craque, "o cara" ou, ao menos, o melhor da competição.

E você, o que pensa?

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21 Abr 23h57

Comentaristas e matemáticos estão ficando loucos com Flu

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fred 700 ae 300x225 Comentaristas e matemáticos estão ficando loucos com Flu AE

Matemáticos e comentaristas de futebol pensam  em desistir de fazer qualquer tipo de previsão ou dar opinião sobre o Fluminense.

Estão todos ficando loucos com o Tricolor, que se especializa cada vez mais em derrubá-los.

Primeiro, deixou quase todo mundo com cara de tacho no Brasileirão de 2009, quando escapou de um rebaixamento quase certo ao permanecer invicto nas últimas 11 partidas do campeonato.

Matemáticos chegaram a calcular as chances de rebaixamento em torno dos 90%.

Agora, quando todo mundo já via a cova do Flu ocupada nesta Libertadores, vem esta classificação improvável para a fase de mata-mata com uma vitória sensacional e comovente sobre o Argentino Juniors, por 4 a 2, no campo dos homi, com direito a gol da vaga no último minuto.

Os jogadores mereceram, sem dúvida, a festa que mais de mil torcedores fizeram na volta, no Aeroporto Tom Jobim, no Rio de Janeiro.

Vamos ver agora no que vai dar.

Será difícil.

Mas só pelo que conseguiu fazer, já merecia andar mais um pouco na competição.

Esperemos, pois.

Mas fiquem certos: em relação ao Fluminense na disputa, eu não acho nada.

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19 Jan 12h14

Visitantes batem recorde para ver Maracanã em ruínas. Cacos do velho estádio serão vendidos como lembrança

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fifa maraca2 300x162 Visitantes batem recorde para ver Maracanã em ruínas. Cacos do velho estádio serão vendidos como lembrança                                                        Divulgação/Fifa 

A Fifa acaba de divulgar suas primeiras fotos oficiais do Maracanã em obras para a Copa de 2014.

Que o Estádio Jornalista Mário Filho, o Maracanã, o Maraca para os ainda mais íntimos, é um templo mitológico, disso todos sabemos -  e só os fracos e ralos de caráter negam.

Um mito é capaz de mostrar sua força de pé, renascido e até mesmo entre uma fase e outra, em obras, em escombros, em frangalhos absolutos, como é o caso desta sacra catedral do futebol mundial.

Nas fotos, o bichão parece um esqueletro fantasmagórico, esculpido em pancadas de bolas de ferro e inundado de concreto quebrado e ferro retorcido.

Pois bem: mesmo assim, na UTI, com o corpo castigado, furado e recortado, respirando por aparelhos quase inerte enquanto recupera a vida e o caminho, o grande sexagenário Maraca não para de bater recordes.

De acordo com a Superintendência de Desportos do Rio de Janeiro, a Suderj, órgão do governo fluminense que administra o Maraca, o estádio bateu recorde de visitas em 2010, justamente o ano em que foi destruído para a reforma.

Foram 188 mil visitantes, contra 160 mil em 2009 e uma média de 145 mil nos últimos dez anos.

Gente do Brasil e do mundo inteiro marca ponto na zona norte do Rio para viver um momento histórico e ver as ruínas que darão lugar ao moderno Mário Filho.

Para saudosistas como esses (e como eu) há uma bela notícia: o governo estadual promete construir no estádio, ainda este ano, um mirante de vidro para que turistas visitem o Maracanã mesmo em obras.

E mais: na saída, haverá pedacinhos do velho Maraca para serem vendidos aos visitantes por valores simbólicos, como foi feito na Alemanha com os cacos do Muro de Berlim.

Sensacional, não?

E eu, que acabo de voltar da Cidade Maravilhosa sem ter ido ver o Maraca careca?

Vacilo imperdoável.

Mas está decidido: assim que desembarcar novamente em terras cariocas, seguirei direto rumo à maravilha fincada entre a Praça da Bandeira, as linhas de trem de subúrbio da Central, a Quinta da Boa Vista, o campus principal da Universidade Estadual do Rio de Janeiro e o saudoso bairro da Tijuca, que, para os iniciados, é um Rio de Janeiro à parte.

Vou levar meu pai, Velho Edson, que assistiu - mesmo - a final de 1950. Fugiu do Tiro de Guerra, levou aquela virada dos uruguaios na cabeça e ainda puxou uns dias de cana militar por ter largado o plantão.

Na nossa saída, não vou querer nem saber: exigirei que mandem para cá meu pedacinho de templo abençoado para eu chamar de só meu.

Para quem quiser informações sobre visitas ao Maracanã, o telefone para agendamento é (21) 8871-3950, de domingo a domingo, das 9h às 17h. O pedidos devem ser encaminhados por fax para o número (21) 2334-1627, aos cuidados da Vice Presidência de Planejamento e Controle.

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13 Jan 12h52

Tragédia no Rio chegou perto de mim. Amigos morreram. Lugares que frequentei viraram lama e entulho

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chuva 2 roberto ferreira agencia o dia 300x171 Tragédia no Rio chegou perto de mim. Amigos morreram. Lugares que frequentei viraram lama e entulho Roberto Ferreira - Agência O Dia

Trezentos e setenta e cinco mortos na tragédia nas cidades de Petrópolis, Teresópolis, Nova Friburgo e Sumidoro, na Região Serrana do Estado do Rio de Janeiro no balanço do meio-dia.

Cento e sessenta e oito mortes em Nova Friburgo.

Cento e cinquenta e oito mortes em Teresópolis.

Trinta e seis mortes em Petrópolis.

Treze mortos em Sumidoro.

Muitos ainda procuram parentes nas três cidades.

Essas estatísticas certamente aumentarão.

Como já se disse por aqui, é a maior tragédia natural em um só dia no Brasil desde 1967.

Estou no Rio de Janeiro, na capital do Estado.

chuva 1 300x225 Tragédia no Rio chegou perto de mim. Amigos morreram. Lugares que frequentei viraram lama e entulho

Soube agora que entre os mortos estão pelo menos duas pessoas que conheci, pais e parentes de amigos de minha infância.

Casas, pousadas e restaurantes que frequentei foram reduzidos a escombros e montes de ferro contorcido.

Ou estão enterrados em algum ponto metros abaixo da lama pesada.

Como digo sempre neste nosso canto, nasci e fui criado em Três Rios, no Sul Fluminense, distante 120 quilômetros do Rio e muito próximo das cidades em que a tragédia ocorreu.

Da porta da casa de meu pai, em Três Rios, até Itaipava, o distrito de Petrópolis mais atingido pelas chuvas, são apenas 40 quilômetros, ou 25 a 30 minutos de carro.

Tenho vários amigos nestas três cidades, muitos deles de infância.

Petrópolis, Teresópolis e Nova Friburgo formam uma das regiões mais bonitas do Brasil e do mundo.

Serras belíssimas, Mata Atlântica, grande variedade de animais, sítios paradisíacos, chalés, ótimos restaurantes, estradas tortuosas que cortam vales e montanhas, encostas tomadas por flores, árvores e orquídeas, água pura de nascente.

Estou triste, realmente muito triste com tudo isso.

Bastante emocionado.

Desculpem-me, mas chegou muito perto.

Fica difícil e duro separar o profissional do pessoal, o jornalista do trirriense papa goiaba vizinho.

O Rio de Janeiro tem feito festa nestes dias por causa da vinda de Ronaldinho Gaúcho para o Flamengo.

Mas, depois desta, tudo ficou meio esquisito, meio deslocado, meio surreal.

É triste.

Muito, muito triste.

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7 Dez 15h23

Andrés não falou nada de errado. Disse o certo, mas na hora e no local errados. E isso quase sempre é o mesmo que dizer besteira. Opine

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andrés andre muzell r7 Andrés não falou nada de errado. Disse o certo, mas na hora e no local errados. E isso quase sempre é o mesmo que dizer besteira. Opine André Muzzell/R7

O presidente do Corinthians, Andrés Sanchez, não falou nada de errado ao lembrar, na festa de encerramento do Brasileirão de 2010, de clubes que, a exemplo do Corinthians, foram rebaixados e voltaram para a Primeira Divisão, nas suas palavras, "pela porta da frente", ou seja, disputando a Segundona e ficando entre os primeiros colocados.

Ele está certíssimo.

E o lindo título conquistado pelo Fluminense este ano não apaga a vergonha de ver um time ser catapultado diretamente da terceira para a primeira divisão, na canetada, sem disputar a segunda, como ocorreu de 199 para 2000 com o Tricolor.

Graças a Deus, essa prática parece extinta de nosso futebol.

Ela é feia, provinciana, retrógrada, apelativa, incompatível com os apelos do mundo atual.

O erro de Andrés foi ter feito este comentário justamente no momento em que o Flu, "o time que não voltou à Primeira pela porta da frente", recebia a taça e todas as glórias pela conquista de um título brasileiro sobre o Corinthians dirigido por ele.

E sobre o Corinthians justamente no ano em que se preparou com todos os requintes e recursos para ganhar algo no ano no seu centenário, que acabou virando, para os adversários, centenada.

Acabou parecendo rancor, despeito.

E coisa de quem não soube perder e ainda tinha a ferida da derrota aberta, sobretudo após uma rodada final em que se falou tanto em mala branca para o Guarani e o time de Andrés não conseguiu sequer vencer o "besão" do rebaixado Goiás.

Aí, claro, Andrés deu munição para que a torcida do Flu, maioria absoluta em uma festa realizada no centro do Rio de Janeiro, o cobrisse com uma das mais estrepitosas vaias dos últimos tempos.

Andrés não falou nada de errado.

Ele falou no local e no momento errados.

E, isso, na suprema maioria dos casos em público, é quase o mesmo do que dizer besteira.

O melhor do Futebol está aqui. No R7.

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