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30/03/2012 às 02:28:50
Eita .... viu somente 6 gols de Pelé ????
Só assistir Pelé Eterno ... tem mais de 400 gols lá ...
Não faltam jogadas não . Tem um negócio chamado Youtube que tem centenas de jogadas de Pelé ...
Quanto a cabeçadas ... Pelé também não era centroavante de origem ... Os centroavanted de origem de Pelé npo Santos foram Pagão, Coutinho, Toninho Guerreiro ....
Messi em 8 anos fez 10 gols de cabeça, 6 gols de falta ....
Marcos Assunção fez isso em gols de falta só esse ano que está começando ...
E desde quando "conduzir bola" e " habilidade " é parametro ??? Denilson também tinha uma "habilidade " incrivel ....
E a palavra "habilidade" serve prá um monte de coisas, né ???
Habilidade em defender, em chutar , em fazer embaixadas, em costurar , em desenhar .... em fazer gols ....
Ronaldinho Gaucho era outro " melhor que Pelé " um tempo atras ... abafaram o caso ... -
25/03/2012 às 10:50:53
Apesar de não ser muito fã de argentinos, tenho que admitir que MESSI é melhor que PELÉ apenas por um motivo: MESSI joga mais bola que PELÉ!
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21/03/2012 às 22:08:46
Assisti ao jogo televisionado entre Brasil e Itália na copa do México, em 1970, e não vi nada de mais em Pelé. Depois disso, ele atuou por mais 7 anos e nada de jogadas espetaculares. Pode ter sido o maior artilheiro do século, mas jogador, na minha opinião, está muito aquém. Duvido que Pelé tinha a habilidade de Messi, nem conduzia a bola como ele. E os gols por sobre os goleiros. Quanta tranquilidade. Talvez faltem jogadas ou gols gravados de Pelé, até porque a televisão no Brasil teve início em 1950! Até hoje, conheço apenas os mesmos seis gols de Pelé que sempre passam na tv. Para quem fez mais de 1000! Vamos parar de saudosismo. O melhor de todos os tempos é Messi. E nem adianta falar que Pelé era bom de cabeça e Messi não, pois Messi não é centroavante de origem. E mais, apelar para gols de cabeça não dá! Pelé é mais um.
10 Nov 17h20
Quem aceitaria pagar mais a Deivid e a Diogo do que ao Império do Amor? Fla, claro
Fernando Soutello - Gazeta Press
Zico é e será deus eterno de todas as gerações de torcedores rubro-negros.
Mas algumas coisas que ocorreram em seus 120 dias de gestão do futebol do Flamengo realmente não dão para entender.
Vejam só esta comparação;
Com a dupla Império do Amor, o Flamengo gastava, no início de 2010, R$ 625 mil mensais, segundo boa reportagem de Richard Souza no portal Globoesporte.com .
Eram R$ 265 mil para Adriano (a Olympikus completava o salário do Imperador com mais R$ 250 mil) e mais R$ 360 mil para Vagner Love.
Pois bem: contratados na gestão Zico, Diogo e Deivid custam juntos R$ 710 mil em salários e mais 11 parcelas de R$ 218 mil pelo empréstimo do ex-atacante da Portuguesa, que ainda não é dono de seus direitos federativos.
Resultado: R$ 928 mil mensais de despesa para manter a nova dupla, praticamente R$ 300 mil a mais do que o ataque anterior.
Com um detalhe: até agora, Diogo, em péssima fase, e Deivid, bom atacante mas atualmente pesado e sem tempo de bola, fizeram apenas cinco gols pelo Flamengo.
Diogo ficou 13 partidas sem marcar.
Deivid jogou cinco e só fez quatro gols.
Enquanto isso, Adriano marcou 34 gols em 38 jogos pelo clube.
E Love, 23 em 29 partidas
Uma curiosidade: apesar de o Imperador ter sido fundamental para a campanha rubro-negra, com tentos importantíssimos, sua média de gols no Fla nesta sua volta (0,70 por partida), apesar de ótima, foi menor do que a de Vagner Love (0,79).
Bom, dá para gastar mais com a dupla D2 do que com o Império do Amor?
O Flamengo acha que dá...
Só o Flamengo mesmo...
Em tempo: por absoluta dificuldade de encontrar fotos de Deivid e Diogo fazendo gols pelo Flamengo, vamos ficar com esta aí embaixo.
Eles assim, fora de campo, de mãos dadas. No mesmo barco.
10 Nov 16h32
Coritiba de verdade é este, não aquela vergonha de 2009
O Ministério do Esporte começa a cadastrar, ainda em novembro de 2010, os integrantes das torcidas organizadas de todos os clubes do País para controlar melhor a ação desses grupos em campo, de acordo com as novas exigências do Estatuto do Torcedor.
Ganha uma foto da belíssima cidade de Curitiba quem advinhar por onde o trabalho será iniciado.
Isso mesmo: pelo Império Alviverde e por outras organizadas do Coritiba.
Não por acaso, evidentemente.
Muito pelo contrário, a escolha é repleta de simbolismo.
Pouco menos de um ano atrás, no dia 7 de dezembro de 2009, um belíssimo domingo de sol em quase todo o País, membro do Império e de outras torcidas do Coxa provocaram um tumulto inesquecível e imperdoável no Estádio Couto Pereira em 7 de dezembro de 2009 (primeira foto) após verem o Coxa ser rebaixado para a série B do Brasileirão ao empatar em 1 a 1 com o Fluminense na última rodada do campeonato.
O episódio revoltou toda a comunidade do futebol.
E apressou as mudanças no Estatuto do Torcedor, que agora manda enfiar na cadeira por até dois anos quem tomar atitudes daquele tipo ou, por exemplo, estiver com bomba caseira ou outra arma branca nos estádios.
Nesta terça-feira (9), o Coxa, líder da Série B, venceu o Duque de Caxias (RJ), no Estádio de São Januário, o do Vasco, no Rio de Janeiro, por 3 a 2.
O resultado garantiu ma vaga na Série A de 2011 com três rodadas de antecedência.
Foi uma vitória de raça, beleza e dignidade.
Com 67 pontos, a melhor campanha de todas as séries do Brasileirão em 2010, o Coxa poderá ser campeão por antecipação da Série B no sábado (13) se vencer o Figueirense e o Bahia, que também tem o mando de campo, não derrotar a Portuguesa.
Que o Coxa continue a provar que é este aqui, o do bem, dos torcedores bacanas, das torcedoras bonitas e das festas apaixonadas.
Mas também o Coxa de uma cidade e de um estado civilizados e bacanas, que sempre deram exemplos nobres para o País, e não aquela barbaridade vista no ano passado.
Como o da foto abaixo:
26 Out 13h40
Cauteloso, Fogo testa Jobson para doping antes dos jogos
Boa reportagem de Hugo Perruso e Mauro Graff Junior, publicada na edição do jornal Lance! desta terça-feira (26), informa que Jobson é submetido a teste antidoping pelo Botafogo antes de todas as partidas desde que voltou ao clube, em junho deste ano.
O alvinegro quer se prevenir da possibilidade de perder pontos caso o jogador caia novamente na tarrafa do antidoping por uso de cocaína, como ocorreu duas vezes no final de 2009.
O teste é feito com um kit comprado de um laboratório paulista, capaz de detectar na urina, em minutos, vestígio de cocaína, de seu derivado crack, do ecstasy, de suas variantes e também de maconha.
O que foi consumido destas substâncias nos dez dias anteriores à realização do exame cai na rede do kit.
Jobson tem apenas 22 anos.
É um belo projeto de jogador com potencial para um futuro brilhante.
Mas sua capacidade de raciocínio e preservação parece se desenvolver de forma inversamente proporcional ao seu talento.
Com a alegação de que se sentia sufocado, abandonou o tratamento com Jorge Jaber, o psiquiatra especialista em dependência que o ajudava.
Desde então, por imposição de seu empresário, o atacante é monitorado 24 horas pelo ex-jogador China, que o leva para os treinos, o acompanha em quase todos os lugares e, muitas vezes, dorme em seu apartamento.
No início de outubro deste ano, Jobson foi cortado do jogo contra o Flamengo.
Oficialmente, o Botafogo informou uma contusão.
Mas, nos bastidores do clube, comenta-se que a decisão foi uma forma de punir o atacante pelo exagero na birita em novas incursões na noite.
Beber e se divertir na noite estão longe de ser crimes.
Sobretudo para um jovem de 22 anos como Jobson, que trabalha, ganha seu dinheiro, paga as próprias contas e ainda sustenta a família.
Mas o que o Botafogo e todos desejam que Jobson compreenda é que, ao menos nesta fase, diante da fragilidade de seu organismo em recuperação de uso recente de drogas, e também de sua resistência psicológica, seria muito, mas muito importante mesmo, praticamente decisivo, que ele se mantivesse a uma distância bastante prudente da balada profunda.
Para quem gosta e está fragilizado a ponto de não conseguir ter muito controle nestes ambientes, a balada pesada facilita o uso abusivo do álcool que, por sua vez, tira os limites do cidadão e estica o tapete branco para o uso de droga.
Jobson bateu um papo sério com o vice-presidente de futebol do Botafogo, André Silva.
Disse que está distante da goroba e do pó, concentrado apenas em fazer um bom trabalho.
Ouviu que seria bom voltar ao psiquiatra e repetir tudo o que disse.
Prometeu seguir o conselho.
Tomara que seja assim.
Este blog repete ao talentoso Jobson: aponte o nariz em linha reta, coloque a mente no lugar e lute para não acabar com sua vida caindo novamente na tarrafa.
Dona Maria de Lourdes, sua valente mãe lá da sua Conceição do Araguaia, no Pará, não merece que você enterre de vez sua carreira em cafungadas e afins depois de todas as chances que estão te dando.
Futebol é no R7. Confira.
14 Out 20h13
Mano quer mano a mano com Ronaldinho. Ele ainda quer (e ajudaria) a Seleção? Opine
Mestre Ancelmo Gois informa nesta quinta-feira (14), em sua coluna no jornal O Globo, que o técnico da Seleção Brasileira, Mano Menezes, marcou um papo mano a mano, tête-à-tête, olho no olho, com o craque Ronaldinho Gaúcho.
Mano quer saber se, aos 30 anos, Ronaldinho ainda tem interesse e motivação para jogar pela Seleção, usar e suar a amarelinha como ela merece em competições.
O craque precisará ser muito sincero para convencer seu conterrâneo Mano.
Particularmente, eu tenho dificuldades para acreditar que ele consiga, a esta altura de seu campeonato, milionário e com 30 anos, se motivar novamente para recomeçar um projeto.
E você, o que pensa?
Acha que Ronaldinho conseguiria reencontrar entusiasmo para isso?
Opine.
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24 Set 06h00
O gaúcho Mano Menezes e o futuro de Neymar na Seleção
Helio Nogueira - News Free - AE
O jovem Neymar é um projeto que todo mundo sonha ver dando certo, sobretudo na Seleção Brasileira.
Mas penso que, se ele apostar, para seu futuro, que os dirigentes da CBF irão mandar Mano Menezes passar a mão em sua cabeça caso ele esteja arrebentando, na Vila ou fora dela, vai se dar mal.
Mano, Felipão, Dunga.
Mano talvez seja o mais ponderado desses três gaúchos que dirigiram recentemente a Seleção.
Mas... é gaúcho.
E gaúchos não costumam negociar esse tipo de autoridade.
Nem por um decreto.
Ainda quando, do outro lado, há rebeldes de alto poderio bélico com a bola no pé.
Felipão chegou a fazer algumas (peço licença ao gaúcho) declarações de amor ao atleta e companheiro de Seleção Romário.
Ricardo Saibun - Divulgação - Santos FC
Disse, entre outras coisas, que se tivesse o Baixinho em seu Palmeiras naquela decisão de 1999 teria sido campeão mundial interclubes.
Mas sentiu-se traído por Romário, que se negou a disputar uma Copa América quando o técnico contava muito com sua presença e liderança.
Por isso, não levou o Baixinho para ser pentacampeão do mundo em 2002, na Coréia do Sul e no Japão.
Fala-se aqui de Romário, o maior artilheiro do futebol brasileiro depois daquele Edson que tornou sacro o mesmo solo da Vila em que o menino
Neymar hoje costuma traçar, no melhor dos sentidos, as suas molecagens.
Pois não adiantou choro, não adiantou grito: Romário viu a Copa pela tevê.
Dunga adora Adriano, o Imperador.
Adora o atacante Adriano, adora o camarada Adriano.
Mas aí Adriano, mergulhado em baladas e em problemas pessoais, mostrou pouco compromisso com a Seleção comandada por Dunga.
Pronto: Adriano viu a Copa pela tevê.
Aliás, viram a Copa pela tevê ele, Adriano, e mais dois moleques absurdamente talentosos do Santos que estavam quebrando a cocada por aqui. Lembra por acaso do nome desses dois meninos, Neymar?
Bom, agora temos Mano.
Um cara bem mais tolerante, equilibrado, ponderado do que os outros dois.
Um sujeito bem menos marcado pelas decisões de impulso do que os outros dois.
Mas um gaúcho.
Lembre-se disso, Neymar, lembre-se disso...
O Futebol retratado da maneira mais saborosa está no R7. Não saia daqui.
19 Set 21h32
Fla 3 x 3 Flu: falso bom jogo com caminhão de belos gols
O empate em 3 a 3 no Fla x Flu deste domingo (19), no Engenhão, pelo Campeonato Brasileiro, é o que podemos chamar de um falso bom jogo de belos seis gols.
Mas é possível um clássico ter seis gols e não ser bom tecnicamente?
Claro que sim. E foi o caso.
O caminhão de gols feitos nesta partida criou a falsa sensação de que ela foi disputada em bom nível técnico.
Não foi.
Na verdade, o que gerou essa pequena chuva de bolas na rede foram as atuações ridículas das duas defesas.
Defesas que, por sinal, vinham fazendo um bom papel no Brasileirão até aqui.
A do Flamengo, formada hoje por Angelim e David (este último substituído depois por Jean), falhou em praticamente todos os lances de bola alçada em sua área.
E nos três gols sofridos no jogo, dois deles em lances de bola parada.
No primeiro, estava mal posicionada no escanteio.
Conca cobrou, Washington deu um leve toque de cabeça no primeiro pau e a bola sobrou livre para Leandro Euzébio escorar de cabeça para a rede.
No segundo, o zagueiro rubro-negro David levou um drible humilhante, que quase o fez cair sentado, de Rodriguinho.
O meia-atacante tricolor cortou de esquerda para dentro, bateu cruzado de direita e fez o gol.
No terceiro do tricolor, outra trapalhada em novo escanteio.
A bola bateu em Washington e sobrou livre para Rodriguinho, que empurrou para as redes.
A defesa do Fluminense não fez por menos.
No primeiro gol do Fla, o zagueiro Gum vacilou feio e perdeu a bola para Kleberson na saída para o ataque.
O meia lançou o atacante Deivid, que, num belo voleio cruzado, empatou a partida em 1 a 1.
Na virada do Flamengo, aos 41 do primeiro tempo, a defesa do Flu ficou com inveja de seus colegas de trabalho da zaga rubro-negra.
Renato Abreu bateu o escanteio, a bola resvalou em um jogador do Flamengo no primeiro pau e foi parar limpinha, sem goleiro, para que o zagueiro David a empurrasse para gol.
Apenas o terceiro gol do Flamengo – uma pancada inacreditável de canhota de Renato Abreu, com muita força, numa cobrança de falta – não foi beneficiado por uma falha grotesca.
Fora isso, o jogo teve poucos destaques.
Pelo Flamengo, foram bem Léo Moura, sempre feliz nas suas arrancadas e lançamentos clássicos, e o meia Willians, que correu muito e não deixou Conca, o craque do campeonato até agora, andar em campo e repetir suas ótimas atuações.
No lado do Fluminense, o impetuoso Rodriguinho, com dois gols e muita movimentação, e o lateral Mariano, sempre firme na marcação e no apoio, foram os destaques.
Mas foi um jogo em que o meio-campo e o ataque das duas equipes pouquíssimo fizeram.
Preferiram ver de perto as duas defesas construírem um das maiores partidas me-engana-que-eu-gosto da história do Campeonato Brasileiro.
Azar do Fluminense, que perdeu de vez a ponta para o Corinthians.
Azar do Flamengo, que ainda luta para deixar de ver o Z-4 pelo retrovisor.
Azar dos dois.
Para um falso bom jogo como este, nada mais justo.
21 Ago 06h55
Goleiro menos vazado na volta do Brasileiro é Lomba, do Fla. Substituto de Bruno
Fernando Soutell0 - Agif - Gazeta Press
Quem acompanha o futebol do Flamengo sabe: o jovem Marcelo Lomba do Nascimento, 23 anos, o goleiro Marcelo Lomba, sempre mostrou muito talento em todas as divisões de base do clube.
Ele poderia até já ter se tornado titular, não tivesse encontrado pela frente, no time principal, outro excelente goleiro que, com suas incontáveis defesas importantes em decisões e disputas de pênaltis, virou ídolo da torcida: ele mesmo, Bruno.
Lomba poderia ser titular mesmo porque o mais recente grande goleiro revelado na Gávea, Júlio César, ganhou a posição de Clemer meses antes de completar 21 anos, em 2000.
A chance para Lomba veio mais cedo do que se esperava em função do naufrágio pessoal, moral, social e profissional de Bruno, envolvido neste tenebroso caso Elisa Samudio.
Poucos percebem, mas Lomba está, aos poucos e em silêncio, agarrando a oportunidade como costuma pular nas bolas difíceis chutadas nos cantos do gol.
Com apenas três gols tomados, ele é o goleiro menos vazado de todos no Brasileirão após a volta do recesso da Copa.
Não é, definitivamente, pouca coisa, sobretudo para um jovem que assumiu a posição numa situação tão complicada e dramática.
Lomba tem ido tão bem que Zico, Patrícia Amorim e departamento de futebol do Flamengo parecem ter desencanado, ao menos por enquanto, de procurar um novo nome de peso para amenizar o trauma da perda de Bruno.
Quem acompanha diretamente o trabalho de Lomba garante que ele merece.
Agora, um detalhe importante: que Marcelo Lomba copie Bruno exclusivamente no talento embaixo do travessão.
Isso porque já existem sombras sobre o rapaz.
Menores e bem menos graves do que as hoje recaídas sobre Bruno, é verdade.
Mas que existem, existem.
A principal delas é um processo, com base na Lei Maria da Penha, dando conta de que Lomba teria dado um soco no olho de uma ex-namorada (foto abaixo), a estudante de Direito Carolina Moreira Miranda, após retirá-la de uma boate em Laranjeiras, na zona sul do Rio de Janeiro, em julho de 2009.
A moça fez queixa na 9ª DP, do bairro do Catete, também na zona sul da cidade, com um hematoma no olho esquerdo, mas o exame de corpo de delito mostrou marcas de agressão também no jogador.
Ele alegou que Carolina o agrediu dentro do carro em movimento.
Para que não houvesse batida, ele precisou se desvencilhar da estudante, empurrando-a.
Na ação, acrescentou, seu o braço pode ter atingido o rosto da ex-namorada.
Carolina dá uma versão diferente.
Diz que o encontrou na porta da boate, os dois discutiram, Lomba a agrediu com um soco no rosto e ela procurou a delegacia.
Por enquanto, são duas versões e um processo.
A Justiça mostrará quem está certo e quem está errado.
Enquanto não houver sentença, ninguém pode ser considerado culpado de nada.
O Estado de Direito, as leis brasileiras e os pressupostos de um país civilizado determinam que seja assim.
De qualquer forma, é bom que esse rapaz só queira mesmo se parecer com Bruno dentro de campo.
Se pensar e agir assim, terá um belo futuro.
7 Jul 06h00
Justiça decreta prisão de Bruno. Saiba como diminuir a decepção das crianças com ídolos e heróis que destroem a própria imagem
Foto: Carlos Moraes/Agência O Dia
O blog abandona por instantes o mundo maravilhoso da Copa do Mundo para tratar de um assunto impossível de ser evitado: Bruno.
O goleiro do Flamengo é acusado de envolvimento no espantoso caso do desaparecimento de Eliza Samudio, com quem teve um relacionamento e um filho, hoje com quatro meses.
No final da noite de terça-feira (6), após um longo e pouco confiável depoimento de um menor de 17 anos no Rio de Janeiro, o Ministério Público pediu prisão temporária de cinco dias para o atleta.
Horas depois, a Justiça concedeu a prisão preventiva de cinco pessoas, entre elas Bruno, sua mulher Dayanne e um amigo da família conhecido como Macarrão, que teria levado Eliza do Rio para Belo Horizonte num carro do goleiro.
Assim que a prisão foi decretada, Bruno e Macarrão foram avisados por telefone e deixaram uma das casas do goleiro.
A prisão temporária pedida pelo MP foi aceita pela Justiça porque Bruno e sua turma, segundo a polícia, estavam tentando mudar depoimento e destruir provas das pessoas convocadas para depor.
Deviam estar todos com os telefones fixos e celulares grampeados por ordem judicial.
A polícia mineira reclamou porque a fluminense anunciou a prisão com antecedência, o que facilitou a fuga de Bruno.
O advogado de Bruno, Michel Assef Filho, pedirá o habeas corpus para liberar o goleiro.
Se não conseguir, vai aconselhar seu cliente a se entregar.
Macarrão negocia, através do seu advogado, a situação para se entregar.
No depoimento do menor, cheio de detalhes exagerados e aparentemente fictícios, o menor admitiu ter dado uma coronhada na cabeça de Eliza.
Disse “saber que ela estava morta”.
Afirmou que Bruno teria dado R$ 3 mil a um traficante para sumir com o corpo da ex-amante.
Apesar de tudo parecer cada vez mais evidente, ainda é cedo para formar opinião definitiva, condenar ou inocentar Bruno.
Antes, é necessário que a Polícia confirme a morte de Eliza, que parece cada vez mais certa.
Atestada a morte por assassinato, a investigação precisa estabelecer provas de que o assassinato foi mesmo ordenado pelo goleiro.
Se a ordem ocorreu, ela partiu de Bruno?
Ou foi dada por sua mulher, algum parente ou amigo, sem que o goleiro soubesse ou aprovasse?
É possível que Bruno tenha mandado o crime? Sim e não.
É possível que o goleiro, mesmo irritado com a situação, sentindo-se vítima de um suposto “golpe da barriga” de Eliza, não tenha ordenado esse assassinato, que acabou sendo encomendado por parentes e amigos preocupados em agradá-lo e em perder espaço e mordomia proporcionados por ele?
Sim e não.
Todas essas hipóteses são possíveis.
E só as investigações poderão nos dizer, com precisão, qual delas é a verdadeira.
Por enquanto, há apenas indícios descobertos pela polícia e o depoimento de um menor que, pressionado ou não, inocenta Bruno.
Tudo o que o menor disse pode ser verdade.
Tudo o que o menor disse pode ser mentira.
Parte do que o menor disse pode ser verdade.
Por isso, até que apareçam provas convincentes, trato Bruno e todos os outros envolvidos no crime como suspeitos.
Aprendi a ter muita cautela nesses casos.
Acompanhei os donos de uma escola de São Paulo serem massacrados, humilhados e destruídos injustamente por causa de um delegado que falou demais, o que existia e o que não existia, sobre uma falsa acusação de assédio sexual de menores.
Os veículos de comunicação e nós, jornalistas, mergulhamos de cabeça, de forma absolutamente irresponsável, naquele bate-boca pavoneado como se cada detalhe daquele falatório fosse verdade absoluta.
Acabamos com a vida e a reputação daqueles professores.
E logo depois ficou provado que toda aquela acusação era um delírio supremo e irresponsável dos acusadores ecoado pelas autoridades que acompanhavam o caso.
Hoje, estamos todos aqui, firmes e fortes, vivendo do nosso trabalho e da nossa imagem, e os donos da escola lá, destruídos financeira, social e psicologicamente.
Quem vai pagar por isso? Quando? Quanto?
Por isso, mesmo que as coisas pareçam óbvias, é preciso ter cautela – e sobretudo provas - antes de acusar ou mesmo de formar opinião sobre qualquer um.
Por isso, precisamos esperar a apuração de todas as provas antes de culpar ou inocentar Bruno.
Por isso, até que a polícia a Justiça apresentem provas irrefutáveis, eu vou esperar.
Mas o motivo principal deste texto nem é especular se Bruno tem ou não culpa.
Foto: VipComm
Antes e até mesmo independentemente disso, interessa-me discutir um ponto interessante: a dificuldade dos pais para fazer as crianças entenderem, nessas ocasiões, que ídolos podem cometer erros graves na vida como qualquer um.
Acabo de ver relatos de pais de meninos goleiros que treinam na escolinha de base do Flamengo.
Eles têm Bruno como ídolo absoluto.
Não é para menos: a maior parte das conquistas rubro-negras dos últimos anos teve participação decisiva do goleiro.
Os mais novos não conseguem entender como aquele jovem de sucesso, forte, famoso, herói, passa de uma hora para a outra a frequentar as paginas policiais como um marginal.
Dá nó nas cabecinhas ainda livres dos dilemas fundamentais da vida.
Ouvidos por este blog, um educador e um psicólogo deram dicas importantes para enfrentar situações como esta:
* Não faça terrorismo emocional e psicológico para que o filho esqueça imediatamente todas as qualidades do ídolo que sempre o encantaram. Isso não é possível.
* Também não minta. Diga a verdade. Com as informações necessárias mas sem detalhes hiper-escandalosos que apenas chocam e não trazem qualquer contribuição.
* Aproveite a oportunidade para explicar às crianças, da forma mais simples possível, que aquele ídolo, apesar de todo o reconhecimento, é ser humano como todo mundo e que, por isso, teve seu momento de erro e passou do ponto. Como Justiça é para todos, merece ser punido.
* Explique ainda que não existe nada demais se a criança continuar a querer ser boa como o ídolo na sua qualidade artística ou esportiva, mas bem diferente nas atitudes de homem, mulher, namorado, pai, filho, irmão, cidadão, enfim. No caso dos meninos da escolinha do Flamengo, nada impede que eles continuem a querer pegar pênaltis bem como Bruno. O que não pode é querer também, a exemplo do goleiro, tratar mulher como lixo.
* Por fim, procure destacar as qualidades de cidadão dos outros ídolos da criança. Ressalte, sempre com naturalidade, que o ideal é ser correto “dentro e fora de campo”, e não apenas na atividade profissional, a exemplo do ídolo que acaba de ter a reputação abalada.
Esses cuidados e o tempo se encarregarão de fazer a criança substituir naturalmente, no tempo período adequado, o ídolo que, digamos assim, deixou de ser saudável e recomendado.
Por último, aprenda também, adulto, o quanto é importante manter o equilíbrio e dar aos menores que nos amam os melhores exemplos de atitude, justiça, carinho e conduta sempre que isso for possível.
Os pequenos nos amam.
E nos idolatram – o que é delicioso sob os pontos de vista paterno e materno mas, muitas vezes, pode ser também perigoso.
Eles até esquecem o Bruno, o Kaká e o Robinho na Copa, o atleta D, o cantor E e a atriz F.
O que quase nunca conseguem substituir é a idolatria e a imagem heroica nutridas pelos pais.
Quando eles percebem que a gente vacila na preservação da nossa imagem, eles sofrem muito.
Sou um pote volumoso e multifacetado de falhas e defeitos.
Mas aperto até as vísceras para poupar disso tudo a Isadora, minha filhota de sete anos e meu encantamento supremo na vida.
Claro, nem sempre consigo – e quero morrer sempre que percebo o vazamento de algo com potencial para interferir negativamente na imagem que ela nutre pelo papa aqui.
Vá que ela goste de mim com dez por cento da intensidade de que gosto dela.
Não tenho direito de causar tanto sofrimento a um bichinho tão indefeso.
Você também não.
Precisamos ter muito cuidado com isso.
Muito mesmo.
Bem mais do que eu e você imaginamos.
Preocupem-se de verdade com essa questão.
Esportes? O amado amido da blogosfera colorida sabe: é com o R7.
6 Jul 12h49
A torcida do blog, na ordem: Uruguai, Espanha, Holanda e Alemanha. E a sua? Opine. Registre seu comentário

Uruguai, Espanha, Holanda e Alemanha.
Seja qual for a campeã da Copa, serão quatro belas histórias de vitoriosos para contar a partir de domingo (11).
O Uruguai é bicampeão mundial (1930-1950), mas não conquista um título há sessenta anos, desde o Maracanazzo que entristeceu tanto os brasileiros.
Belíssimo país-irmão nosso do Mercosul, com um povo educado e amante da cultura brasileira, o Uruguai recuperaria a auto-estima de seu futebol com esta terceira conquista.
A Espanha jamais conquistou um Mundial.
Monta boas seleções mas, na reta final, confessa.
Desta vez está jogando o fino, um belíssimo futebol.
E parece mais segura.
Toque de bola, iniciativa, controle de jogo e da situação.
Um técnico humilde e trabalhador (embora macambúzio).
E Casillas, David Villa, Xabi e Iniesta em plena forma.
O título seria um prêmio para tudo isso.
A Holanda também jamais foi campeã, mas brindou o esporte com belíssimas seleções.
Equipes que jogaram um ótimo futebol.
Algumas nos derrotaram, outras foram derrubadas pela Seleção.
No capítulo do triunfo laranja está o Carrossel Holandês vice-campeão de 1974, a revolução tática de Rinus Michels, liderada dentro de campo pelo “Laranja 14” Johan Cruff, que fez suco do Brasil mas sucumbiu, na final, ao pragmatismo da Alemanha.
E a deste Mundial, com Robben, Sneidjer e a virada sobre time de Dunga e Jorginho, que apresentou um pânico inexplicável.
Se passar pelo Uruguai daqui a pouco, será a terceira final disputada pela Holanda.
Até agora, não rolou título. Merece um.
Por fim, a Alemanha, que é tricampeã e, a rigor, joga o futebol mais encantador e eficiente entre as equipes semifinalistas.
A Alemanha sempre foi eficiente e competitiva, embora sem brilho em muitos momentos.
Desta vez, não.
Mistura técnica, força e disciplina com muita competência e em doses precisas.
E que contra-ataque mortal, heim, amado amigo?
Por jogar o fino – e também por ter se planejado a ponto de fazer, em pouco tempo, uma renovação realmente fulminante, capaz de gerar craques como Özil e Thomas Müller – a Alemanha é outra a merecer o caneco.
Pela bola jogada atualmente por cada uma das quatro, se fosse forçado a apostar em uma, escolheria a Alemanha.
Mas, como torcedor, tenho esta ordem de preferência: Uruguai, Espanha, Holanda e Alemanha.
No futebol de hoje, há coisas que podem acontecer mais do que as outras.
Mas, no final, tudo pode mesmo acontecer.
E você, amado amigo a blogosfera colorida, o que deseja?
Qual é a sua ordem de preferência como torcedor?
Opine.
Registre seu comentário, mesmo depois da definição do finalista de hoje.
31 Mai 08h42
Zico é o novo diretor de futebol do Flamengo. A maior notícia dos últimos tempos…

Zico aceitou ser diretor de futebol do Flamengo.
É uma notícia revolucionária.
Zico teria autoridade para ser um técnico medíocre do Flamengo.
Não é o caso.
Mas para ser um diretor, aí a coisa muda de figura.
Quem haverá de fazer bagunça diante de Zico?
Quem será capaz de desrespeitar Zico?
O que é Adriano diante de Zico?
O que é Petkovic diante de Zico?
O que é Vagner Love diante de Zico?
O que são os jornalistas na coletiva diante de Zico?
Zico aceitou.
Zico é maior do que tudo.
Se a moral não estiver com o Flamengo agora, quando ela virá?




















