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11/02/2012 às 09:30:22
Adriano volta para o mengão,la é seu verdadeiro lugar...
estamos te esperando de braços abertos no maior do mundo... -
10/02/2012 às 08:00:09
O CORINTHIANS ADORA APARECER EM MIDIA, IBOPE VER SEU NOME EM MANCHETE, SOLTE O CARA PRAS FARRAS, QUE NÃO VAI FALTAR MANCHETE,
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10/02/2012 às 07:56:59
ESPERO QUE ACONTEÇA PARA DIVULGAR NOSSO NORDESTE QUE E LINDO E GOSTOSO DE SE VER.
1 Dez 17h28
Geisy, o tomahawk do ABCD, escorregou feio na gordura
Geisy Arruda, nosso míssil Tomahawk da mobilidade social, nossa Discovery do ABCD, você mesmo, amorzinho, desta vez pisou na bola.
Em mais um ótimo trabalho do confrade de R7 Miguel Arcanjo Prado (só para variar), com a colaboração da confreira Fabíola Reipert, o cabeleireiro Julinho do Carmo, que ajudou nossa musa de Diadema a domar a juba, a cobri-la com o louro da gritaria do pecado e a chupar alguns litrões de gordura e tecido adiposo da carcaça, reclamou, com aparente razão, de uma entrevista dada pela sua ex-lindinha ao programa Tudo É Possível no domingo (21).
Geisy atirou:
- Ele não cuida mais dos meus cabelos porque faz um estilo de alongamento mais vulgar.
Julinho respondeu na ótima entrevista a Arcanjo Prado, do R7:
- Eu acho que é um direito dela falar o que quiser. Só que atendo inúmeras mulheres, inclusive atrizes globais, que utilizam a minha técnica. Falar que a minha técnica é ultrapassada não é uma verdade. Se ela não quer vir ao meu salão, não me importo, é uma pessoa a menos. Agora, falar mal do trabalho que a colocou em evidência na mídia... O mínimo que ela deveria fazer é ficar calada. Se eu continuar ouvindo isso, eu vou fazê-la engolir os litros de gordura que foram tirados do corpinho dela e vou pedir os peitos dela de volta.
Arquivo pessoal de Julinho do Carmo
E completou:
- Eu a tirei da água, meu filho. Quero que ela fale mal de mim na minha cara. Vou convidá-la a beber todos os litros de gordura que ajudei a tirar.
Geisy mandou chumbo novo em seu Twitter:
- Não tenho estômago nem coragem para responder. Meu bom senso não permite. Desejo tudo em dobro para Julinho do Carmo. Consegui mostrar para minha mãe quem é você de verdade. Não te devolvo a gordura.
Bom senso?
Geysinha, amore mio, sabes que te admiro.
Mas, francamente, se houve alguma coisa que lhe faltou neste episódio foi esse negócio identificado pelo ser comum como bom senso.
Você e hoje uma louraça-bope que vive, sobretudo, da tal da imagem.
Ainda que o moço estivesse aprontando e exagerando com você e sua família, você e a sua imagem não poderiam sair atirando publicamente, por aí, uma e outra pedra no peito de quem já te fez tanto bem (nunca ouviu falar de Herivelto Martins, né... é bonito...).
Sabe por que?
Porque você mesmo alardeou, no início de sua decolagem monumental, que o cara te ajudou muito.
E aí, amore, sorry perifa, mas o tal do público lê a coisa assim: a Discovery do ABCD aproveitou do rapaz enquanto não ela era nada, nadinha, nothing, e, agora, bombadona, cospe no prato que comeu.
Vamos imaginar que vocêzinha tenha total razão neste episódio.
Vamos imaginar também que Julinho esteja exigindo um retorno muito além do normal pelos favores um dia feitos para vocezinha.
Pode ser. Pode realmente ser.
Mas, ainda assim, você não poderia sair por aí esfriando a chapinha do camarada.
Por alguns motivos simples.
É feito.
É deselegante.
É vulgar - como são, na sua opinião, os esticas capilares feitos pelo moço.
E, ainda que tudo isso não contasse no plano pessoal, detornar um ex-parceiro é, antes de tudo, muito ruim para você.
Imagine alguém poderoso hoje disposto a fazer uma parceria qualquer com você vendo esse babado todo, você espinafrando o cara que até ontem amava e até anteontem era Deus no seu coraçãozinho, esse coraçãozinho alisado na inocência de região metropolitana que as durezas deste mundo ajudou a crispar?
Pois bem, este cidadão deve estar pensando exatamente o seguinte: “eu, entrar numa roubada dessas para daqui a pouco nosso vulcão da classe C sair por aí rabiscando meu nome no muro de lodo e jogando meu vudu no esgoto a céu aberto?. Na-na-ni-na-não. Escolham outra heroína do leste de Guarulhos ao oeste de Osasco (ou vice-versa).
Você entendeu, claro, né amore?
Então tome cuidado da próxima vez.
Trate essas coisas com parceiros passados nas internas.
Porque esse negócio de ética, educação, postura, elegância, tudo isso pode até ser muito relativo.
Coisa de visão de mundo, horizonte, teto alto ou baixo, percebes?
Mas esses negócios de dinheiro e de imagem são reais.
E a gente perde mesmo.
Beijão, viu?
E você, amado amigo da blogosfera colorida, o que acha?
Opine.
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24 Nov 06h00
Vanusa, aprenda com Geisy: grave o comercial do “ih, deu branco”, encaixe bela grana, faça limonada de seu limão e dê uma Vanusa nisso tudo
Minha confreira de R7, Fabíola Reipert, a jornalista mais bem informada sobre o mundo vip do Brasil, informa em seu blog que a cantora Vanusa recusou uma proposta gorda para estrelar a campanha publicitária de uma marca de cerveja.
Motivo: os anúncios lembrariam o seu famoso esquecimento da letra do Hino Nacional numa cerimônia da Assembleia Legislativa de São Paulo.
Lançado no YouTube, o branco de memória de Vanusa diante das autoridades gerou mais de 45 milhões de visitas até agora.
Seria o maior cachê da vida por um único trabalho para a consagrada intérprete de Paralelas e de Sonho de Um Palhaço.
Vanusa teria ficado tão chateada e deprimida com as gozações e a repercussão do caso que preferiu não encaixar a grana, mesmo diante da insistência do filho, Rafael Vanucci, para que assinasse o contrato.
Tomara que Rafael consiga convencê-la a aceitar a proposta.
Acionem o Tico e o Teco comigo: ao recusar uma grana preta para brincar com essa história (que não deve ser levada a sério de forma torturante nem por ela nem por ninguém), nossa querida Vanusa sofreu e se puniu duas vezes.
E, como se não bastasse, ainda perdeu a oportunidade de dar um tapa de luva e sacudir a poeira por cima dos que passaram do limite do saudável nas inevitáveis brincadeiras que situações como essa geram e até permitem.
Vanusa sofreu e se puniu duas vezes porque acusou o golpe pessoalmente, como sabemos, e ainda deixou de ganhar um caraminguá dos bons para compensar o baque sofrido com uma história da qual, afinal das contas, ela é mais protagonista do que vítima.
Essa história é, antes de tudo, dela.
Nossa Geisy Arruda, nosso míssil Tomahawk da mobilidade social, por exemplo, fez radicalmente diferente.
A loira matadora do ABCD pegou o seu limão azedo, aquela agressão inqualificável, e transformou tudo aquilo (e mais seus vestidinhos rosinhas de malhinha cafoninhas, os gritos de piranha e afins, os insultos, o preconceito travestido de inveja, e vice-versa, de boa parte da mulérada, etc) numa limonada para lá de refrescante num ensaio molhado de verão.
Está faturando. E não de forma irregular, mas com sua imagem e seu trabalho, o que é mais importante.
A grande Vanusa, para mim, deveria aproveitar o convite da fabricante de cerveja para fazer o mesmo. Ou, no mínimo, tomar um caminho semelhante.
Se aceitasse o convite, encaixaria um belo de um troco.
Daria a ela mesma a chance de produzir uma reviravolta psicológica neste caso e de rir de si mesma numa boa.
E ainda tiraria um sarro de quem jogou pesado com o argumento de que, no final da história, e por vias aparentemente tortas (ou esquecidas), o prêmio acabou caindo no seu colo.
Aí, você daria uma Vanusa nisso tudo - e no maior estilo possível.
Mas, outra vez, ao que tudo indica, perdeu, Vanusa, perdeu...
5 Nov 06h00
Nany People fora. Psicólogo explica porque só detonam os mais famosos na Fazenda
Fotos: Divulgação/A Fazenda
Ilustres e celebrities de pedigree variado não estão apenas na sede e na roça do reality show A Fazenda.
Esses conhecidos e reconhecidos de quilates distintos também se acomodam na poltrona para acompanhar, pela TV, as façanhas dos peões e das peoas.
Um desses observadores sempre atentos dos movimentos da vipeãozada é Jacob Pinheiro Goldberg, um dos mais importantes psicanalistas no país.
Escritor, doutor em psicologia pela Universidade Mackenzie, conferencista com passagens em várias universidades do mundo, Goldberg identifica uma tendência curiosa nessa terceira edição de A Fazenda.
Ele notou o seguinte: do início do programa até agora, o telespectador, com seu voto, preserva os famosos menos famosos expulsando, uma a uma, as celebridades mais conhecidas e bombadas do programa.
Primeiro, limaram a veterana da fama Monique Evans.
Depois, apertaram o botão vermelho do nosso míssil tomawawk da mobilidade social Geisy Arruda, nossa fênix belzebu do ABCD, disparada a mais bombada e visada celebridade de A Fazenda na atualidade.
Daí, foi só um passo para detonar Tico Detonautas Santa Cruz, o roqueiro head, o vocal cabeça, outro beeeem badaladinho.
E também Sérgio Mallandro, outro herói da resistência e da sobrevivência na selva de holofotes dos veículos de comunicação.
Agora, com 63% dos votos, praticamente dois a cada três, transformaram Nany People, mais uma veterana carcaça das câmeras e dos microfones, na mais nova ex-peoa em atividade.
Por que a galera vira as costas para os "medalhões" nessa A Fazenda?
Quem nos responde, ao olhar da psicologia social, é Jacob Pinheiro Goldberg.
Este fenômeno, explica ele, recebe o nome de comportamento paradoxal.
Nosso telespectador ilustre faz questão de explicar, em linguagem simples, o que é esse bicho:
- Comportamento paradoxal, ou escolha paradoxal, é uma decisão, de uma pessoa ou de um grupo, de seguir um caminho oposto ao que se espera dela em uma situação. Nestes casos coletivos, como A Fazenda, normalmente fazem isso para colocar para fora sentimentos de frustração, recalques, complexos e questionamentos dolorosos. É a vontade de destruir algo que não se consegue ser. Isso surge em alguns momentos para avacalhar os melhores e, assim, desmoralizar o sucesso. Em alguns pontos, esse comportamento ou escolha tem a ver com o sadomasoquismo e a opção pelo sofrimento.
Caramba...
Goldberg continua:
- Esse tipo de comportamento pode surgir de uma hora para outra e, em alguns casos, tornar-se até uma tendência. Ele é, por exemplo, a base que está por trás da afirmação do compositor Tom Jobim de que sucesso, no Brasil, é ofensa pessoal. Por enquanto, eu não conseguiria dizer se o caso de A Fazenda, programa que eu acompanho com muito prazer, é uma opção isolada ou uma tendência. Neste caso, a opção pode se transformar ou não em tendência.
Mas não existe uma explicação mais simples para isso?
Por exemplo: a galera do voto, majoritariamente jovem no caso de A Fazenda, tira essa turma madura do ar porque a considera, mesmo com a exceção de Geisy, mais velha, chata, cheia de neura e papo-cabeça, características que a idade traz e que, juntas, pesam muito quando se observa tanto tempo?
o psicólogo responde:
- Esses detalhes certamente influenciaram parte desse eleitorado, definiram um pedaço dos 48% da saída do Mallandro e engordaram o bota-fora de Nany People. Mas, para mim, não podem ser tomados como os fatores decisivos. Na minha avaliação, foi o que chamo de comportamento paradoxal mesmo. Lembre-se bem: o Mallandro, por exemplo, fez quase tudo, o tempo todo, para agradar. Ao seu jeito, fez o que teve ao seu alcance para viabilizar as coisas. E foi fulminado.
Bom..., é Goldberg.
Mais Goldberg do que nunca.
E o telespectador de A Fazenda, Jacob Pinheiro Goldberg, como vota?
A resposta vem de bate-pronto:
- Este só assiste. Cada coisa no seu lugar.
Ah, bom...
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7 Out 06h00
O que as crianças pensam sobre cada peão da Fazenda
Fui dias atrás a uma festa de criança bem bacana com Isadora, minha filhota de sete anos.
Animada, a molecada não queria nada com dormir cedo.
Por isso, pude acompanhar um episódio de A Fazenda ao lado de 12 pirralhos na faixa dos seis aos nove anos.
Numa entrevista improvisada, anotei a opinião dos pequenos sobre os peões e peoas do reality show.
É um termômetro do que as crianças pensam de cada um deles.
O melhor do reality, para a criançada, são as disputas entre dois grupos (competição na piscina, jogos, etc) e tarefas que pedem aos participantes para encontrar algo. "A gente adora coisa que parece de detetive", disse uma delas.
Vamos às opiniões sobre cada um dos competidores:
Monique Evans – Quase uma unanimidade: “chata e reclama muito”
Viola – Gente boa, mas ainda muito sem opinião e sem papel na casa.
Carol – Legal, mas ainda muito “quietona e paradona” (uma menina de sete anos, numa daquelas tiradas geniais que só crianças sabem dar, respondeu: “ela é meio... meio, entende?”
Nany People – Alguns a acham engraçada. Mas, para a maioria, ela fala “muuiiiiitooo” e reclama demais.
Dudu – “Muito paradão (foi antes da briga com Tico)”
Tico Santa Cruz - As meninas curtem mais do que os meninos. Acham as tatuagens bacanas, mas pensam que ele “gosta de falar demais e isso às vezes é meio saco”.
Janaína Jacobina – De maneira geral, tem imagem positiva entre a molecada, mas entre os moleques. Um menino e uma menina disseram que ela é “bonita e legal”. Outros concordaram.
Luiza – “Nem boa nem ruim”, mandou um. “Quem é essa mesmo?”, foi sincero outro. Ou seja: pelo menos por enquanto, indiferente.
Lisi – “Nem boa nem ruim (uma menina, de oito anos, gritou “meio metida a besta” e outras duas concordaram)”
Andressa Melancia – “Ela é animada mas, meu Deus, muito grandona”, disse uma. “Muito inchadona. Olha o tamanho da bunda dela, mano”, disse outra. Os meninos acham a gigante mais interessante. Mas quase que só para ver...
Daniel – O gato de plantão. Para elas, muuito bonito e muuito legal - com a primeira qualidade claramente “puxando votos” para a segunda. Para eles, normal. Algumas meninas disseram torcer por ele.
Carlos Carrasco – Divertido, mas às vezes fala muita coisa “nada a ver”.
Sérgio Abreu – As meninas o acham bonito. Os garotos, na suprema maioria, perguntaram: “quem é esse cara mesmo?” Resumo: falta aparecer. Ou, num reality show cheiro de celeb de vários quilates, talvez até não.
Geisy Arruda – Nosso míssil Tomahawk do ABC está bem no vídeo com a molecada. Cinco dos 12, entre eles dois moleques, disseram estar torcendo muito por sua vitória. Eles acham a moça sincera, que mostra o que é e sente mesmo quando erra ou fala errado. O recall do estouro e da fama recentes parece ajudar nessas avaliações.
Sérgio Mallandro – Engraçado, mas muito teimoso. Isadora: “O negócio é uma coisa e ele fala outra, tá ligado? É igual pai teimoso. A gente pede, por exemplo, R$ 50, o bagulho custa R$ 50, mas ele dá só R$ 10, entende?”
Entendo... Depois deste direto no queixo, o repórter-pai achou que estava na hora de acabar com a entrevista e colocar esse monte de pirralho abusado para dormir, tá ligado?
6 Out 06h00
Uniban pagará R$ 40 mil a Geisy. Acho pouco. Opine
Geisy Arruda, nosso Discovery da perifa, nosso míssil Tomahawk do ABC, nosso tufão de Diadema, nossa musa estiletada da mobilidade social e, agora, nossa pantera-cor-de-rosa country fazendeira, vai encaixar R$ 40 mil da Uniban por danos morais.
É decisão da Justiça.
Acho pouco. Muito pouco. Pouco mesmo.
Aquela manifestação coletiva e animal de gente urrando, babando espuma grossa e oprimindo a moça daquela forma tribal, cafona, podre, criminosa, merecia que a Uniban, que pensa contribuir para a educação daquilo, desembolsasse um alegrete, um faz-me rir bem mais forte do que esse.
E você, amado amigo e amada amiga, o que acha?
Geisy recebeu pouco ou está no ponto?
Opine.
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Leia aqui reportagem sobre a indenização de Geisy no R7.
A Fazenda? O amado amigo da blogosfera colorida sabe: só aqui, no R7.
20 Jul 06h00
Pesquisa comprova: elas exigem seios de silicone cada vez mais turbinados. E eles já fazem uma a cada cinco cirurgias plásticas no Brasil
Dados de uma pesquisa do Ibope com médicos da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica, publicados por Lauro Jardim em sua coluna Radar, na revista Veja, traz dados curiosos.
Alguns deles:
* Foram realizadas 443 mil 143 cirurgias plásticas no Brasil em 2009. Só os americanos fizeram mais do que isso no mesmo período.
* Praticamente uma em cada cinco plásticas (18% do total) são realizadas em homens no Brasil. As cirurgias para arrumar as pálpebras caídas são as mais procuradas por eles.
* A mulherada quer os seios cada vez mais turbinados. Nos anos 1990, a prótese de silicone mais procurada era a de 190 mililitros. No início desta década, passou para 250 mililitros.
As mulheres estão exagerando?
Os homens estão vaidosos demais?
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26 Mai 19h43
Geisy Arruda termina namoro de três semanas. Por telefone. A moda é namorar sem namorar. E terminar o namoro. Sabe fazer isso? Então ensine

Nossa Geisy Arruda, nosso Discovery social, nosso tufão de Diadema, nossa musa rosa da mobilidade, terminou o (bom, vamos lá...) namoro com um pecuarista no último final de semana.
Por telefone.
Após longas, sofridas e reflexivas três semanas de (vá lá...) relacionamento.
Nossa Geisy escolheu o cidadão entre muitos pretendentes no último dia 2 de maio, no programa O Melhor do Brasil, conduzido na Record pelo gente boa e competente Rodrigo Faro.
Na ótima reportagem de minha confreira de R7 Vanessa Sulina, nossa Geisy diz ter ficado decepcionada com o rapaz.
Esperava que ele fosse “do jeito que era na TV”.
Ela reclama:
- Achava que ele era uma coisa e, na verdade, é outra. Falou que iria aceitar meu trabalho, mas não conseguiu entender.
Logo em seguida, revelou o seguinte drama existencial:
- Geisy Arruda está solteira. Quero esfriar a cabeça e pensar em tudo com muita calma. Quero ter uma pessoa mais próxima de mim, que eu possa ver todos os dias, e não pode ser qualquer um. Tem que ser alguém com estrutura para aguentar tudo isso.
Danadinha essa nossa Geisy, não é mesmo?
Até falar de si mesma na terceira pessoa nossa musa da mobilidade aprendeu rapidinho...
Mas aguentar tudo isso... como assim?
Quer dizer que nossa Geisy, nosso tufão de Diadema, acreditou naquela brincadeira do programa de nosso animado Faro?
E terminou um (vamos lá, então...) relacionamento de três semanas por telefone?
E está desgastadinha e arrasadinha por tudo isso?
Meu Deus...
Dessa vez nosso tufão exagerou.
A turma termina namoro por telefone, por e-mail, por MSN...
Antes, esses delírios eram imaginação de criança.
Agora, virou moda a gente levar a sério essas coisas em marmanjos.
Vocês, amadas amigas e amados amigos da blogosfera colorida, sabem namorar sem namorar?
E ainda terminar o que nunca começou de verdade?
E acima de tudo isso ainda ficar desgastado?
Sabem? Mesmo?
Então me ensinem.
Opinem.
Mandem a receita.
15 Dez 18h13
Richarlyson é a Geisy da vez. Ameaçá-lo de morte é coisa de animal. E caso de polícia

É impressionante o quanto se perde tempo para exercer medievalices e mediocridades, as mais estúpidas e vãs.
A mais recente, neste final de ano de pseudo-polêmicas tão medíocres quanto o próprio ano, foi transformar o jogador Richarlyson, do São Paulo, na Geisy Uniban Arruda da vez.
Há tempos se tenta essa idiotice.
Tudo porque o rapaz obedeceu a própria vontade e colocou no cabelo um aplique, um prolongamento, um estica- e-puxa, sei lá que raios se chama aquela bagaça que aumenta a juba.
Ele queria assim.
Ele ficou feliz com seu novo visual.
Sua mãe também.
Sem pai também.
Seu irmão também.
Na segunda (14), a apresentadora Silvia Poppovic, em um daqueles atos falhos menores que arrebentam nossos escudos, rasgam nossas roupas pomposas e nos exibem contra nossa própria vontade, tirou da própria imaginação, das costas da orelha, que o rapaz tinha assumido ser gay.
Pior: tascou isso no ar, ao vivo e em cores, na Rede Bandeirantes (esse negócio de Band não me convence muito não...).
Até agora estão procurando quando, em que lugar, na frente de quem e à captação de qual microfone ou gravador o rapaz assumiu ser gay.
Agora, na internet, ameaçam matá-lo por causa do cabelão.
Que coisa terrível...
Os torcedores do São Paulo deveriam se preocupar menos com a vida pessoal de Richarlyson.
E também com o fato de quererem "lavar a honra" a qualquer custo, talvez pressionados pela encarnação dos rivais com essa coisa de bambi.
São-paulinos precisam se desvencilhar de duas obsessões: sempre rebater a brincadeira do bambi e vigiar o Richarlyson faz ou deixa de fazer a partir do momento em que bate a porta de seu carro e deixa o centro de treinamento do São Paulo ou o campo em que jogou - ou seja, o trabalho - para tocar sua vida particular.
Em relação aos meios de comunicação, penso o seguinte: se o cara for gay, quiser um dia falar sobre isso e vier assumir qualquer coisa publicamente, noticiem e ponto.
Agora, enquanto isso não ocorre (e poderá nunca ocorrer, mesmo porque ele pode não ser gay; e, se for, não tem a menor obrigação de colocar sua vida pessoal em praça pública), vamos parar com essas ilações rasteirinhas, pequenininhas, essas sínteses imbecis de observador com a sutileza de um porta-aviões, que estabelecem relações profundas do tipo "ahhhh, ele colocou um cabelão... então é bichaaa...".
Aaahhhhhh...
Coisa tosca, sô.
Agora, ameaçá-lo de morte é outro patamar.
Coisa de animal.
Caso de polícia.
Às investigações, portanto.
Os posts estão aí. Os IPs da Internet também.
É só rastrear e chegar a quem ameaçou.
Richarlyson é excelente jogador.
Versátil, joga em várias posições, corre o tempo todo e ajuda a arrumar qualquer equipe.
Não o querem?
Adoraria tê-lo no meu time.
Sou heterossexual, mas não me refiro a este time ou a qualquer outro relacionado à condição sexual.
É o Flamengo, clube para o qual, como já disse aqui, eu torço.
Porque o time das preferências em que Richarlyson enquadra ou irá se enquadrar em algum momento de sua vida, isso é problema exclusivo dele.
Eu, o nobre amigo da blogosfera colorida, a Poppovic, a torcida do São Paulo e o mundo não temos nada a ver com isso.
13 Dez 05h17
Geisy, turbinada com quase um litrão de silicone e com menos cinco litrões de gordura no corputcho, quer R$ 1 milhão da Uniban. Quanto ela merece?

O assunto Geisy, decretaram o confrade provocador Marco Antonio Araujo e a confreira Fabíola Reipert, deu no saco.
É fato - mas uma recaída de vez em quando dá sabor à vida.
Então vamos lá.
Geisy está deitando e rolando.
Primeiro, arrumou um canudão chique - a cânula no mesmo cirurgião plástico de Carla Perez - para chupar cinco litrões de gordura de sua massa compacta.
A adiposidade sugada dos braços foi devolvida ao seu corputcho, mas no bumbum, para dar uma levantada.
E, já que estava ali mesmo, aproveitou o embalo e tascou 430 mililitros de silico em cada seio.
Revisão total. Reforma geral. Seminovo com garantia de zerado.
Geisy aprendeu rápido: por influência de seu cabeleireiro, as operações foram feitas na faixa, no Vasco, no 0800.
Poderia haver clínico geral generoso com pobre como há cirurgião plástico gente fina com carne batida de mídia, né não?
Mas Geisy vive seu momento.
Não satisfeita, ela pediu, na Justiça, R$ 1 milhão de indenização à Uniban, a universidade dona do campus em que foi humilhada por colegas, professores e funcionários por usar um vestido rosa curto.
Tenho um palpite: no final, na última instância, ela vai encaixar um caraminguá de responsa, mas não tudo isso.
Deverá arrancar a metade disso, um pouco menos talvez.
E o nobre amigo da blogosfera colorida, quanto acha que ela vai levar?
Opine. Opine. Opine.
13 Nov 05h55
O ataque, agora, é da Playboy. A pergunta continua viva: até quando Geisy resistirá?

Na terça-feira (10), Fabíola Reipert, a confreira do R7 que realmente sabe tudo antes de todos, informou que Geisy Arruda, a moça do vestido rosa da Uniban, receberia, em questão de minutos ou horas, um telefonema e um convite da revista Sexy para posar nua.
Em entrevista a este blogueiro, também para o R7, Geisy insistiu que não tiraria seu vestidinho rosa para um fotógrafo.
Perguntei aos amados amigos da blogosfera colorida que visitam este cantinho virtual, sem qualquer juízo de valor, até quando ela resistiria.
Bom, agora, o ataque especulativo é da concorrente Playboy.
O diretor da revista, Edson Aran, confirmou o interesse.
A intenção da revista seria escalar Geisy junto a um time de alunas da Uniban donas de curvas, digamos, deeeeeez, nota deeeeeeeeeeeez.
Ensaios coletivos como esse são bem mais comuns na Playboy americana.
A pergunta está mais viva do que nunca: até quando Geisy resistirá?
Opinem.
Leia as melhores reportagens de entretenimento da web brasileira no R7.





















