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11/02/2012 às 09:30:22
Adriano volta para o mengão,la é seu verdadeiro lugar...
estamos te esperando de braços abertos no maior do mundo... -
10/02/2012 às 08:00:09
O CORINTHIANS ADORA APARECER EM MIDIA, IBOPE VER SEU NOME EM MANCHETE, SOLTE O CARA PRAS FARRAS, QUE NÃO VAI FALTAR MANCHETE,
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10/02/2012 às 07:56:59
ESPERO QUE ACONTEÇA PARA DIVULGAR NOSSO NORDESTE QUE E LINDO E GOSTOSO DE SE VER.
23 Set 20h23
Patrícia Amorim está certa: esperar Fla cair no Brasileiro para antecipar disputa eleitoral no meio da atual gestão é covardia e oportunismo de Marcio Braga
Marcio Braga, 76 anos, é um dos mais apaixonados e importantes rubro-negros vivos.
Como dirigente, em seus bons tempos de presidência do Flamengo, sempre teve ousadia e disposição para trabalhar pelo clube e posicioná-lo entre os grandes e especiais.
Como torcedor, exibiu o perfil do rubro-negro padrão: aquele não vê nada da face da Terra além do clube que segue com a devoção religiosa de militante fundamentalista.
Marcio nutre pelo Flamengo a seguinte convicção individual: ele é o maior e o melhor e, por isso, merece mais do que todos os outros.
Sua contribuição para as principais conquistas do clube é gigantesca, clara e inegável.
Não dá, enfim, para negar sua colaboração para a história do Flamengo.
Marcio Braga acaba de atacar violentamente a gestão da atual presidente, Patrícia Amorim, que, lembre-se, foi vice-presidente de esportes amadores na última gestão do cartola, encerrada em 2009, quando ele passou o bastão justamente para ela.
Entre outras coisas, Márcio acusou Patrícia de ter aumentado a folha de pagamento de R$ 5 milhões para R$11 milhões mensais, de ter criado uma dívida de R$ 100 milhões em um ano e nove meses de gestão (o mandato total vai até o final de 2009) e de entregar todo o poder do futebol ao técnico Vanderlei Luxemburgo, que segundo o ex-cartola recebe R$ 700 mil por mês.
Patrícia não demorou a responder.
Disse que recebeu o clube de Marcio com R$ 350 milhões de dívidas.
E, em referência às dez partidas seguidas do Fla sem vitória no Brasileiro, após uma longa sequência invicta na mesma competição, bateu duro:
- Quando o futebol vai mal os covardes aparecem. (...) Ele deveria ter falado quando o time conquistou o campeonato carioca deste ano invicto ou até a 16a rodada do Brasileirão, com a equipe invicta na competição. Não fez isso porque sabia que não iria colar. Veio procurar um momento de fragilidade do time em campo, apesar do bom trabalho desenvolvido. Coisa covarde. De uma hora para outra, praticamente na metade do meu mandato, ele surge com essa conversa política oportunista. É, repito, um ato de covardia.
Penso o seguinte: Patrícia Amorim está coberta de razão.
Foi um ato pequeno, indigno do currículo de Marcio Braga.
Nem discuto o mérito das acusações.
Elas podem ter ou não fundamento.
Aliás, todos nós, amantes do futebol, queremos ver essas acusações esclarecidas.
Este blog não apoia Marcio Braga nem Patrícia.
Ele quer, sim, o bem do Flamengo.
Mas a forma e o momento escolhido por Marcio revelaram um flagrante oportunismo.
Além de trazer a marca da covardia, a atitude do ex-presidente revelou, pelo momento escolhido, um profundo descompromisso com o empenho do clube para superar o momento difícil e conquistar uma vaga na Libertadores da América.
Ou mesmo o heptacampeonato brasileiro, título ainda possível ao se analisar a posição da tabela.
Em meio às acusações, Marcio admitiu que “participará da próxima eleição do clube (no final de 2012) com um candidato que represente sua forma de pensamento”.
No final de 2009, Marcio Braga viu, da cadeira de presidente do Flamengo, seus candidatos perderem para Patrícia Amorim mesmo tendo o clube conquistado, dias antes, o hexacampeonato brasileiro. O título do Brasileirão não ia para a Gávea desde 1992, num jejum de 17 anos.
Sinal de que os eleitores, no mínimo, não ficaram satisfeitos com o que foi feito pelo cartola em sua última gestão.
Ao esperar um momento de deslize do futebol, em um ano positivo, para tentar antecipar de forma inaceitável uma campanha eleitoral, colocando em risco metade de um mandato eleito legalmente e, de resto, o próprio futuro do clube, Marcio Braga mostra, além de supostos oportunismo e covardia, uma preocupação maior com suas ambições políticas do que com o destino do clube, algo que realmente deveria motivar um rubro-negro apaixonado como ele.
Foi feio, Marcio, foi feio...
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9 Jan 21h09
Por que o cartola do futebol brasileiro não incentiva o torcedor a comprar o produto do patrocinador do seu time?

Um ponto do discurso feito pelo ex-presidente do Flamengo, Márcio Braga, na festa de final de ano do futebol, promovida pela CBF, chamou a atenção de todos.
Braga informou que o contrato firmado com a nova fornecedora de material esportivo, em julho de 2009, prevê R$ 21 milhões por ano ao rubro-negro e o pagamento da maior parte dos salários do atacante Adriano.
Além disso, uma cláusula do contrato estabelece que o grupo pague R$ 8 (oito reais) a mais para o Flamengo por cada camisa oficial vendida, em todo o País, nas lojas do clube ou da empresa.
Embalada em parte pela conquista do Brasileirão, a nova fornecedora vendeu, só de camisas, 1,1 milhão de unidades entre julho e dezembro do ano passado.
Com isso, além das verbas fixas, o Flamengo recebeu R$ 8,8 milhões da empresa em 2009.
Grande parte dos clubes brasileiros da Primeirona não recebe isso de patrocínio total.
O fato traz novamente à tona uma antiga questão: por que o cartola do futebol brasileiro não incentiva, não convoca o torcedor de seu time a comprar os produtos e serviços das empresas que patrocinam e colocam dinheiro no clube do seu coração?
O creme de barbear, a rede de fast food, o óleo de carro, o posto de gasolina...
Sempre que possível, cartola deveria convocar o torcedor a usar esses produtos.
Posso apostar que pelo menos a metade dos torcedores que acompanham futebol não sabe quem são e que produtos vendem os principais patrocinadores de seus times.
Se não sabem, como vão comprar?
O Corinthians tem feito esse serviço com alguma competência.
Fora isso, nada.
Ao contrário do que ocorre na Europa e nos Estados Unidos, esse trabalho é horrível aqui no Brasil.
Mesmo os cartolas com queda maior para o marketing, caso de Márcio Braga, são péssimos para realizar esse tipo de parceria no Brasil.
Um absurdo. Marketing da época das cavernas.
Dirigentes deveriam convocar os patrocinadores para, juntos, lançarem fortes campanhas de mídia vinculando seus produtos à imagem dos clubes.
Elas incluiriam os principais jogadores, técnicos, enfim, os ídolos que fossem capazes de seduzir o torcedor.
Os craques ganhariam para emprestar sua imagem à campanha – e isso seria pago pelos patrocinadores, que teriam todo o interesse neste tipo de campanha.
Só assim seria possível estabelecer o seguinte círculo virtuoso: o patrocinador vende mais, jogadores e técnicos ganham mais, o clube se valoriza, novos patrocinadores são atraídos porque o clube ajuda a vender mais e, claro, o clube passa a cobrar mais de seus patrocinadores.
Ganha todo mundo.
Mas, para isso, clubes e patrocinadores precisam se comunicar melhor.
E o torcedor, passar a buscar, deliberadamente, os produtos e serviços das empresas que prestigiam seus clubes.
Eu só não compro os produtos dos patrocinadores do meu clube quando não é possível.
Dito tudo isso, peço licença para ir à Internet encomendar uma camisa do meu time de coração.
Havia prometido isso a mim mesmo desde o Natal.
11 Out 00h10
Eles não acreditavam em Pet. Eles e todos nós…

O confrade Cosme Rímoli lembra, aqui do lado, a história do retorno ao Flamengo de Dejan Petkovic, 37 anos, herói da vitória de 2 a 1 sobre o São Paulo neste sábado (10).
Cabe acrescentar que Pet, como a torcida rubro-negra o chama, foi bancado pelo presidente do clube, Delair Dumbrosck, substituto do eleito Márcio Braga, que precisou deixar o cargo para ser submetido a uma cirurgia cardíaca.
Mas ninguém - nem Cuca, nem Kléber Leite, nem Braga, nem mesmo Dumbrosck - acreditava em Pet, o quase quarentão vindo de temporadas apagadas em grandes times como Atlético Mineiro e Santos.
Entre os incrédulos estavam ainda todos - rigorosamente todos - os jornalistas e cronistas esportivos brasileiros.
A coisa só foi feita porque o Flamengo precisava urgentemente resolver uma pendência jurídica, fruto de um processo movido por Pet, que impedia o clube de receber as rendas de seus jogos.
Dos R$ 16 milhões dados pelo juiz, o jogador topou receber a metade.
A rigor, acho que, de uma maneira ou de outra, ele jamais receberia o total decidido no martelo judicial.
Seria fatalmente levado a fazer um acordo.
Acabou com o acerto e também com uma vaga em um grande clube, num momento de total falta de espaço para o seu futebol.
Vista a questão por este ângulo, Pet saiu-se bem.
Agora, ouve-se à exaustão nos programas esportivos: "e eles não queriam o cara...".
Eles e nós todos, caras-pálidas.













