-
20/02/2012 às 14:21:15
Palahaçada da Riotur... só isso
-
19/02/2012 às 00:04:56
esse é um caso bom pra discutir, mas é um fato.. se um orientador do AA está visivelmente sob efeito de embriaguez, ou do NA visivelmente "drogado", a credibilidade da instituição estaria comprometida...
Ela perdeu a oportunidade "educativa" de ter tentado "reposicionar" o seu peso e mostrar isso aos seus orientados.. -
18/02/2012 às 22:43:19
"OLHA EDUARDO" há controvérsia,não estou achando certo o que a *tal da empresa fêz com a moça*,mas vê bem *ELA* trabalhava nos VIGILANTES DO PESO.
"Se *ela* não entrava em contato com o público:tudo bem numa boa(apesar de não ser nada saudável para *ela*),*mas* caso contrário foi pelo menos falta de bom senso dela e da empresa".
Pois *ela* não engordou de uma hora para outra,não dormiu magra e acordou gorda.A empresa deve ter acompanhado a "engorda da moça",e somente depois de 20k é que foi achar ruim?
"ELA" por sua vêz deveria por questão de bom senso ter pedido *socorro a empresa*.
27 Jan 12h40
Da série Imagem é Tudo: cinco anos depois de deixar basquete, Jordan ainda encaixa R$ 157 milhões anuais da Nike apenas em direitos. Deu para aprender, jovens estrelas bad boys?
Leio na coluna de Renato Maurício Prado, de O Globo desta sexta-feira (27), outra prova de que, nestes tempos, para uma estrela das artes ou do esporte, saber cultivar e vender a própria imagem pública é mais lucrativo do que explorar a habilidade profissional.
O ícone do basquete Michael Jordan, o cidadão da foto acima, mesmo cinco anos após de ter pendurado seu par de tênis cano longo, recebeu em 2011 US$ 90 milhões (R$ 157 milhões) da Nike em direito de uso de seu nome e de sua imagem em calçados e outros produtos vendidos em todo o mundo pela fabricante.
Apenas para comparação, é o dobro dos R$ 78 milhões que o clube de maior torcida do Brasil, o Flamengo, planeja gastar em 2012 para sustentar todo o seu futebol.
Jovens bad boys: será que deu para aprender alguma coisa com essa informação?
Opine.
20 Nov 11h32
Nike e Penalty fazem ofertas gordas para tirar da Umbro o direito de fornecer uniforme ao Santos. Todos querem tirar uma casquinha do furacão de marketing Neymar. Briga será boa. Opine
Contrato é aquele negócio que serve, entre outras coisas importantes, para que você se lembre de alguém que foi bom parceiro exatamente no momento em que este alguém precisar de você como um bom parceiro.
Pois bem: ansiosos, como quase todo o mercado brasileiro, para pegar carona no barulho produzido por um furacão de marketing chamado Neymar, a Penalty e a Nike fizeram propostas oficiais polpudas para substituir a Umbro como fornecedora de material esportivo do Santos de janeiro de 2012 até o final de 2014.
O contrato com a Umbro vence no final de 2011.
A diretoria do clube vê com bons olhos (e interesses financeiros, claro) a chance de trocar de figurino para dar uma chacholhada e atrair novos parceiros e parcerias.
Existe, no entanto, um porém: no atual contrato há uma cláusula que dá à Umbro os direitos de preferência na renovação e de conhecer as propostas de todos os concorrentes antes de fazer a sua oferta ao Santos.
Assim, se a atual fornecedora fizer uma proposta pelo menos igual à mais alta apresentada por um concorrente, o clube da Baixada é obrigado a aceitá-la e a renovar o contrato que está em vigor.
Pois é...
Nessas horas a gente se lembra que contratos não são vias de sentido único, e sim pistas de mão dupla.
Esperemos, pois.
A briga será boa.
Opine.
Registre o seu comentário.
A melhor cobertura do Futebol na internet você encontra aqui. No R7.
27 Ago 10h52
Camisa polêmica da Seleção com a faixa verde não vai demorar a sair de campo. A nova será adotada até fevereiro de 2012. Opine
A atual camisa da Seleção Brasileira, com a faixa verde horizontal no peito, alvo de tantos protestos no seu lançamento, em fevereiro deste ano, já está condenada a sair de linha.
De acordo com a fornecedora de material esportivo da Seleção, o novo modelo deverá entrar em campo até fevereiro de 2012.
Depois desta alteração, a fornecedora e a CBF pretendem mudar o uniforme outras duas vezes.
Bom, o que precisa se alterado, antes de tudo, é esse futebolzinho da Seleção Brasileira.
Opine.
13 Mar 23h29
Os pés de (pelo menos) um milhão de doletas de Neymar
Fotos Ricardo Saibun - Gazeta Press
Tudo indica que Neymar irá herdar dos Ronaldos Fenômeno e Gaúcho a posição de joia número um do marketing no futebol brasileiro.
Contratos milionários de parcerias e patrocínios não param de chover na horta do menino dos pés de ouro e dos cabelos indescritíveis.
O último deles acaba de ser renovado com a Nike, como relata Lauro Jardim em sua coluna na revista Veja.
Neymaravilha vai encaixar por ano um milhão de doletas, ou cerca de R$ 1,7 milhão, pelo menos até a Copa do Mundo de 2022, para continuar no time de craques outdoors da multinacional de artigos esportivos.
Um milhão de doletas no mínimo, no chão, por baixo, no piso, para começar a conversa, é melhor esclarecer.
O contrato estipula que, se o garoto da cabeleira moicana ridícula atingir determinadas metas de desempenho dentro de campo, a grana aumentará consideravelmente.
Depois não querem que o moleque se ache o gênio maior da raça nos momentos em que ele se esquece que é Deus...
10 Ago 06h00
Real Madrid torra R$ 2,38 bilhões em craques na última década. Nike joga Neymar no mundo. Nosso futebol parece mesmo condenado a ser creche ou geriatria…
Ricardo Saibun - Divulgação Santos FC
Vamos cruzar duas notícias esportivas do momento.
Cena um – O principal jornal esportivo espanhol, o Marca, faz as contas e anuncia: nos últimos dez anos, o Real Madrid gastou 1,02 bilhão de euros, o equivalente a R$ 2,38 bilhões de reais, para contratar jogadores.
Isso mesmo: o equivalente a dois bilhões, trezentos e oitenta milhões de reais.
Sabe o que esta soca de dinheiro significa?
Mais ou menos três anos e meio de todo o dinheiro gasto pelo futebol nos 20 maiores clubes brasileiros somados, se considerarmos os orçamentos oficiais anunciados por eles.
Só com o atacante português Cristiano Ronaldo (R$ 224 milhões), o meia francês Zinedine Zidane (R$ 168 milhões) e o meia Kaká (R$ 149 milhões) o clube espanhol torrou a bagatela de R$ 541 milhões.
Um dinheiro que, este ano, passaria a régua nas contas de Flamengo, Corinthians, São Paulo e Palmeiras. Juntos.
Um espanto.
Cena dois – Como bem mostra meu confrade Cosme Rímoli em um post recente, a Nike prepara seu ônibus espacial para lançar à estratosfera a figura alegre, magricela e arrepiada de Neymar, com seu cabelo moicano improvável e aquelas golas de camisa levantadas e ainda mais improváveis.
Enquanto isso, a diretoria do Santos mergulha num esforço quase comovente para manter seus meninos na Vila Belmiro.
Infelizmente, acho que não conseguirão.
Acho que o futebol brasileiro está mesmo definitivamente condenado à combinação creche e geriatria.
Teremos sempre meninos muito meninos, como Neymar, e veteranos veteranos, ou seja, os Decos e outros que retornam quando enchem o saco de viver e ganhar dinheiro na Europa.
E você, o que pensa?
Acha que o Santos conseguirá segurar esses meninos por muito tempo?
Opine.
A melhor cobertura de Futebol é no R7.
2 Ago 18h51
Foto de camisa do centenário do Corinthians vaza na internet. Achei bonita, mas esperava mais. E você? Opine
A foto acima acaba de vazar da Internet.
Ela seria de uma das três camisas criadas pela Nike para serem lançadas em setembro próximo, na comemoração do centenário do Corinthians.
Torcedores descobriram o tesouro e publicaram em redes sociais.
Achei a camisa bonita, mas esperava mais.
O Timão e a data mereciam algo mais forte, com maior impacto visual.
E você, amado amigo da blogosfera colorida, o que acha?
Opine.
Registre seu comentário.
3 Jun 05h59
Decidi comprar uma Jabu, a bola da Copa. Se ela for boa, meto a conta na boleirada patrocinada por Nike e Puma. Se for ruim, mando o prego para Kaká, Buffon & Cia

Luiz Fabiano, Robinho, Elano e Júlio Baptista falaram muito mal da Jabulani, a bola da Copa, produzida pela Adidas. Todos eles são atletas patrocinados pela Nike.
Felipe Melo falou muito mal da Jabu. Felipe Melo teria interesses ligados à Nike e patrocínios relacionados à marca Diadora.
O goleiro italiano Gianluigi Buffon falou muito mal da Jabulani. Buffon é atleta patrocinado pela Puma, a rival alemã da Adidas.
O goleiro brasileiro Júlio César falou muito mal da Jabu. Júlio César não é patrocinado pela Adidas.
Kaká defendeu a Jabu antes do jogo-treino contra o Zimbábue. Kaká é atleta patrocinado pela Adidas.
O lateral esquerdo Michel Bastos defendeu a Jabu após o jogo-treino contra o Zimbábue. Michel Bastos é atleta patrocinado pela Adidas.
Trabalho em Copas do Mundo como jornalista profissional desde 1994.
Nunca vi uma discussão tão suspeita sobre a bola como a de agora.
Sempre houve uma ou outra reclamação sobre a redonda antes dos Mundiais.
Mas nada tão ostensivo e sobretudo tendencioso como agora.
Pule fora disso.
De um lado ou de outro, o que você ouve sobre esta bola não é informação.
É mais um sintoma do pântano ético em que determinados setores mergulham sem pudor quando a recompensa são bons caraminguás.
A Jabu pode até ser ruim.
Ou não.
Mas isso você, amado amigo, só saberá se experimentar.
Porque todas as opiniões dos envolvidos neste caso – rigorosamente todas – estão despertando confiança semelhante à gerada por notas de três dólares.
Sugiro a todos os meus colegas da crônica esportiva que, a partir de agora, informem o vínculo contratual publicitário dos que elogiam e também dos que detonam a bola.
Essa e qualquer outra.
Isso é cada vez mais fundamental.
Outra coisa: decidi comprar uma Jabulani.
Estou a montanhas de ser um craque, mas já entrei na área com a bola dominada.
É verdade que o tempo que me separa destes feitos é capaz de produzir saudades, mas já entrei.
Vou comprar e testar.
Se ela for boa, faço Júlio César e sua turma pagarem.
Se ela for uma porcaria, empurro a conta em Kaká & Cia.
A Jabu custará 150 dólares, cerca de 270 pratas brasileiras.
Dinheiro de pinga para qualquer um deles.
De qualquer um dos dois grupos.
Nada que uma fração microscópica de um contrato de patrocínio de uma grande marca esportiva não pague.
















