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11/02/2012 às 09:30:22
Adriano volta para o mengão,la é seu verdadeiro lugar...
estamos te esperando de braços abertos no maior do mundo... -
10/02/2012 às 08:00:09
O CORINTHIANS ADORA APARECER EM MIDIA, IBOPE VER SEU NOME EM MANCHETE, SOLTE O CARA PRAS FARRAS, QUE NÃO VAI FALTAR MANCHETE,
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10/02/2012 às 07:56:59
ESPERO QUE ACONTEÇA PARA DIVULGAR NOSSO NORDESTE QUE E LINDO E GOSTOSO DE SE VER.
4 Jan 23h30
Valeu muito, São Marcos. E por favor: aguente mais um jogo. A gente se encontra na sua festa de despedida. A bola está com os cartolas
Valeu por tudo, São Marcos.
Pelo talento, pelo título mundial na Seleção, pela carreira espetacular no Verdão, pela sinceridade e pelo caráter raro.
Mas ainda falta um jogo: o da sua festa de despedida.
Aceite a homenagem.
A bola está com a diretoria do Palmeiras.
Tomara que os cartolas não pisem nela.
Valeu.
2 Dez 16h50
Declarações de Luxa podem levar o árbitro a prejudicar Fla ou, ao contrário, se cuidar para não virar autor da besteira anunciada? Opine
Vedete por vedete... Oh! - Luiz Costa/Hoje em Dia
Em seu texto mais recente, meu confrade Cosme Rímoli chama atenção, com a propriedade de sempre, para um assunto sobre o qual eu coincidentemente me preparava para também comentar.
Então vamos lá.
Meu confrade diz que Luxemburgo chamou Bassols de vedete, o que, para ser preciso, não ocorreu.
O técnico disse que estaria tranquilo quanto à arbitragem desde que Bassols - que segundo ele, Luxemburgo, tem mania de querer aparecer mais do que o jogo e os jogadores - não decidisse ser a vedete do jogo no domingo (4) no estádio do Engenhão.
Isso é, de fato, uma declaração salpicada de maldade.
Mas uma declaração feita no condicional, sem acusação direta, ao contrário do que diz meu querido Cosme.
E longe de o técnico ter dito algo como "estou preocupado com a arbitragem de Bassols porque ele é vedete" ou "apesar de Bassols ser ou costumar ser uma vedete, eu não estou preocupado com a sua arbitragem".
Essas sim seriam carimbos diretos de vedete na testa do árbitro, o que não ocorreu.
De qualquer forma, teria sido mais prudente, como ressaltam Cosme e parte da diretoria do Flamengo, que Luxemburgo tivesse ficado quieto sobre o assunto.
Mesmo porque o árbitro não deve ter gostado nada de ouvir isso.
Não bastasse, o fato de ter chamado a atenção dos jogadores do Fla para a arbitragem em um jogo tão importante também não é exatamente positivo.
O que eu ainda tenho dúvidas, no entanto, é se uma declaração como essa coloca necessariamente o árbitro vítima do comentário (Bassols) para trabalhar contra quem fez a acusação, no caso, Luxemburgo.
Uma cartada dessas é sempre arriscada, não há duvida.
Mas desconfio também de que ela pode funcionar a favor de quem a lança.
O árbitro poderá aumentar o cuidado para não errar contra quem o acusou e, assim, justificar críticas fortes e pedidos de punições por causa de seus erros.
E isso pode ser fato sobretudo para quem pretende crescer e alçar vôos maiores e internacionais na carreira, como é o caso do sempre otimista, digamos assim, Péricles Bassols.
Ou seja, um bode colocado na sala para cercar o árbitro desde antes do jogo e dar o seguinte recado: fique esperto porque eu, Luxemburgo, e tudo o que é Flamengo estaremos de olho em você, segundo a segundo, pronto para reagirmos a qualquer vacilo seu contra o rubro-negro.
Este lado também existe.
Este efeito também pode existir.
E não só o que, supostamente, seria capaz de criar no árbitro uma tendência de "errar inconscientemente" a favor do Vasco.
E você, o que pensa a respeito?
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1 Dez 16h07
Sheik pega um jogo de gancho e está fora da “final” contra Verdão. Foi pouco. Merecia ao menos quatro. Pisada no pescoço de Daniel foi intencional. É agressão, e não ato hostil. Opine
Emerson Sheik está fora da última e decisiva partida do Corinthians no Campeonato Brasileiro de 2011, contra o Palmeiras, às 17h deste domingo (4) no Pacaembu.
O atacante acaba de ser punido com um jogo de suspensão pelo Superior Tribunal de Justiça Desportiva, o STJD, no Rio de Janeiro, por ter pisado no pescoço do lateral Daniel, do Avaí, na partida disputada no dia 11 de outubro de 2011, pelo mesmo Brasileirão, também no Pacaembu (veja o lance acima).
O jogador do Corinthians foi enquadrado por ato hostil, no artigo 250 do Código Brasileiro de Justiça Desportiva, o CBJD.
Dois dos auditores propuseram que Sheik fosse julgado não por ato hostil, e sim por agressão, enquadrado no artigo 254, o que poderia gerar para o jogador uma pena de suspensão entre quatro e seis jogos.
Prevaleceu, no entanto, a opinião da maior parte dos auditores, favorável ao enquadramento no artigo 250, por ato hostil, infração mais leve do que a agressão.
Um dos auditores favoráveis ao enquadramento de Sheik por agressão era o procurador Paulo Schimitt.
Ele fez questão de contestar a defesa do advogado do Corinthians, João Zanforlin, que pregou a inocência do jogador:
– Com todo respeito à defesa, a imagem é clara: o caso é de agressão. Emerson chuta Daniel e, depois, em vez de pular, retarda o passo intencionalmente e pisa no rival. Não interessa se são amigos, se eles se abraçaram depois, se A perdoou B. O que importa é o momento. E, no momento, o Daniel sentiu a pisada e a maldade. Tanto que reclamou claramente e foi atrás de Emerson tirar satisfações éticas. Houve uma equivocada análise da primeira instância ao desclassificar o lance de agressão para ato hostil. Emerson deveria ter sido suspenso por, no mínimo, quatro jogos.
O colunista concorda plenamente com o procurador Schmitt.
A imagem, como disse o procurador, é realmente clara: Emerson, depois de fazer falta dura em Daniel, que cai, retarda o passo propositalmente para pisar no pescoço do jogador do Avaí.
Foi agressão.
Claramente agressão.
E, além disso, uma atitude impulsiva, despropositada e desprovida de equilíbrio, que, claro, prejudica o Timão justamente no momento em que o time vai decidir o campeonato.
Se ele pediu desculpas, se Daniel pediu desculpas, se os dois se entenderam depois, isso não interessa.
Eu, você e qualquer outro não podemos matar alguém e achar que não merecemos cadeia porque pedimos desculpas aos parentes da vítimas. Ainda que esses familiares aceitem o nosso pedido e nos perdoem, não é verdade?
O que Sheik fez com Daniel se chama agressão.
Mereceria, portanto, ser enquadrado por agressão e pegar, no mínimo, quatro jogos de suspensão – este último da temporada e mais três em 2012.
Não dá para entender os bem intencionados que olham a imagem e não enxergam nela a agressão.
É só ver a imagem acima.
A agressão está lá, clara como a Lua alva.
E você, o que acha?
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A melhor cobertura do Futebol você encontra aqui. No R7.
28 Ago 20h05
Pitacos, pensamentos e reflexões ao final do primeiro turno do Campeonato Brasileiro
E o primeiro turno do Campeonato Brasileiro chega ao fim.
Corinthians líder com 37 pontos.
Flamengo em segundo (36), São Paulo e Vasco em terceiro (35), Botafogo em quinto (34) e Palmeiras em sexto (32).
Alguns pitacos:
* Um belíssimo campeonato até agora, com times técnicos, grandes jogadores, elencos bem preparados fisicamente e muita disputa.
* Basta dizer que os cinco primeiros colocados estão separados por apenas três pontos. E os seis primeiros, por cinco. E ainda haverá a estreia dos craques Luis Fabiano e Adriano Imperador.
* O Corinthians parece ter perdido parte da segurança exibida no início da competição. Neste momento, o Timão não passa ao adversário aquela mesma certeza de que, em algum momento, vai dominar e ganhar o jogo. Como resultado disso, no outro lado, os adversários mais diretos, e até mesmo os médios, quando atuam em casa, passaram a acreditar que vencer o Timão neste campeonato é tarefa menos dura do que parece. A vitória do Palmeiras neste domingo (28) foi um exemplo acabado disso. Mesmo assim, o Curingão permanece forte e competitivo. É ainda um sério candidato ao título.
Sergio Barzagui - Gazeta Press
* O Flamengo vive um processo parecido com o do Corinthians. Com um elenco bem montado pelo técnico Vanderlei Luxemburgo, um R10 motivado e recuperado e uma arrancada fulminante a partir da sexta rodada, o Fla deixou a sensação de que iria terminar o turno em primeiro lugar. Iludido por essa sensação, até este colunista caiu do cavalo ao palpitar que o rubro-negro seria líder neste domingo (28). Mas palpite é para isso mesmo: ter coragem de dar e de errar. Bom, mas depois desta arrancada, o rubro-negro sentiu muito o desgaste, as contusões de jogadores e as convocações das seleções de base, que quebraram o elenco e as opções do técnico em muitos jogos. E, sobretudo, a nova queda de produção do atacante titular Deivid, que voltou a perder gols decisivos após uma melhora de produção que o levou ao quarto lugar na lista de artilharia, com oito gols. Com isso, entregou partidas ganhas e deixou de ganhar pontos bobos, que certamente o colocariam na liderança. Em relação à rodada final do turno, o Fla deve ir para casa feliz, sem reclamar do destino. Arrancou um empate e um ponto contra o Vasco, mas, a rigor, mereceu ser derrotado pelo adversário que jogou melhor o tempo todo e não soube ganhar a partida mesmo tendo um jogador a mais desde os 41 minutos do primeiro tempo, com a expulsão do zagueiro rubro-negro Welinton. Apesar de tudo isso, O Fla permanece, a exemplo do Corinthians, como um dos favoritos. Se souber aproveitar bem a volta dos jogadores suspensos, contundidos e convocados, e não perder a quantidade de pontos bobos em empates para times menos competitivos, como ocorreu sobretudo na primeira metade do primeiro turno, é outro sério candidato ao título.
* A capacidade competitiva apresentada pelo São Paulo nos últimos dez ou quinze anos é admirável. A meia bomba, apresentando um futebol que não encanta, o Tricolor, a exemplo do que ocorreu em outros Brasileirões recentes, consegue permanecer entre os primeiros e ameaçar líderes que apresentam um futebol melhor do que seu. Agora, com o retorno dos jovens jogadores campeões da sub-20 e o reaparecimento do bom futebol de Dagoberto e, sobretudo, de Lucas, como se viu no jogo contra o Santos, O Sampa certamente vai incomodar muito mais no segundo turno. Não se espantem se o Tricolor assumir a liderança do campeonato nas próximas rodadas. Se jogando essa bola dura, murrinha e com aparência burocrática na quase totalidade do turno chegou ao final dele a apenas dois pontos do líder, pensem no que poderá melhorar com o retorno do bom futebol de Dagoberto, Lucas e companhia.
* Ah, que pena... Força, Ricardo Gomes, muita força. O Vasco chegou ao final do returno como o time dono do futebol mais agradável e destemido do campeonato. Além disso, deu uma lição danada nos outros clubes, e de resto em todo o ambiente do futebol, ao mostrar que o título de Copa do Brasil não é motivo para puxar o freio de mão no Brasileirão. Mesmo com a conquista e a vaga na Libertadores garantida, o Gigante da Colina continuou a partir para dentro dos adversários e a buscar as vitórias jogando com vontade e disciplina. Sem fanfarronices e primadonnismos periféricos, o educado Ricardo Gomes pacificou o elenco, domou jogadores com passado de ocorrências polêmicas, como Diego Souza e Felipe, e colocou o grupo sob seu comando. Tudo com muita serenidade e o apoio da boa e nova geração de diretores vascaínos, liderada pelo presidente Roberto Dinamite. Pois logo agora que tudo isso de bom ocorria em conjunto, para ajudar a recuperar a imagem o Vascão tão abalada pelas últimas gestões, eis que vem esse acidente vascular encefálico hemorrágico para tomar 70% do cérebro do técnico, colocar em risco o equilíbrio do Vasco, a arrancada do time no campeonato e, pior de tudo, a vida do doce Ricardo Gomes. Que o Divino o segure firme e o tire dessa. Força, Vasco. Força Ricardo Gomes.
* O Botafogo é outro time muito equilibrado. Se deixarem chegar, pode incomodar. Tem bons atacantes, um time dedicado e um técnico, Caio Júnior, em harmonia com o elenco. A vitória de virada contra o Fluminense provou isso. Se deixarem encostar, o Fogão pega uma dessas vagas da Libertadores e até ameaça os líderes. Afinal de contas, está a apenas uma vitória - ou a uma derrota, como queiram - do líder Corinthians.
O Palmeiras, outro time que joga um futebol chatinho mas muito competitivo, também poderá retomar forças com essa vitória sobre o Corinthians. A vitória de virada ocorreu, antes de tudo, por mérito do técnico Luiz Felipe Scolari. Com a segurança da defesa menos vazada do campeonato, a liderança segura de Felipão e um pouco menos de política autossabotadora e autodestrutiva nas internas do clube, o Verdão poderá manter-se como um dos candidatos a uma vaga na Libertadores e até mesmo ao título.
Resumo da ópera: diante deste cenário absolutamente eletrizante, é esperar para ver um segundo turno disputado a milímetros e sob medida para os amantes de futebol.
O melhor do Futebol você encontra aqui. No R7.
24 Jun 14h21
Não faz sentido essa cultura do melindre do Palmeiras. Receber proposta aberta é do jogo. Recusá-la também
Felipão, Arnaldo Tirone e o Palmeiras estão incorporando uma cultura do melindre descabida neste caso da proposta pública do Flamengo pelo atacante Kleber.
Uma postura fruto do histórico amador e tosco do futebol brasileiro de tratar com lágrimas, rosto vermelho e emoção rasgada no peito tudo o que requer nada mais do que amparo legal e comportamento racional.
O Flamengo fez uma proposta oficial, por escrito, ao Palmeiras pelo atacante.
O Palmeiras achou pouco.
De fato, a proposta rubro-negra é micha diante da bola que o Gladiador tem apresentado.
Mas se todos concordamos que este é o caso, que a oferta é pfiu, recusem.
Meramente recusem.
Ponto final.
Clube e jogador recusarem é o instrumento oficial para encerrar o papo.
Nada de esperneio, reclamação, cultura do melindre.
Ou o que rola não é isso?
Ou a grana não é tão pouca assim?
Ou Kleber está interessado em ir e acha que o Flamengo pode chegar lá?
Ou o Palmeiras teme que o Flamengo, sempre capaz de arrumar bons parceiros e marketing nestes casos, como mostrou nos últimos tempos, de fato chegue lá?
Os direitos federativos de Kleber pertencem a Cruzeiro e Palmeiras, metade para cada um.
Ao todo, as duas partes custariam 6 milhões de euros, ou R$ 13,62 milhões ao câmbio desta sexta-feira (24).
Diante dos atuais patamares de captação de recursos dos clubes brasileiros, sobretudo em parcerias de marketing para a contratação de jogadores que dão retorno, o preço, alto em princípio, passou a ser viável para corajosos no mercado interno.
E é isso que assusta a diretoria do Palmeiras.
A rigor, a multa de Kleber não é hoje nenhum absurdo impagável.
Se o rubro-negro - ou qualquer outro clube brasileiro - depositar os R$ 13,62 milhões da multa e Kleber concordar em ir, os dirigentes compradores não precisam sequer dar bom dia aos colegas do Cruzeiro e do Verdão.
Quando Tirone disse que a presidente do Flamengo, Patrícia Amorim, ligou para ele e "pediu desculpas" por ter feito uma proposta, pública, aberta e normal, antes de qualquer conversar com o jogador, portanto dentro dos padrões éticos dessa situação, eu estranhei.
Não acreditava que a equilibrada e educada Patrícia se colocaria no risco de ter uma proposta não aceita, desdenhada, eventualmente até ridicularizada, e depois ainda ter de pagar o mico de pedir desculpas ao Palmeiras pelo mero fato de ter feito uma oferta legal e transparente.
Dito e feito.
Horas depois, Patrícia não só desmentiu ter pedido desculpas a Tirone e ao Palmeiras, usando exatamente os argumentos que coloquei acima, como também reafirmou o desejo do Flamengo de ter Kleber. "Está de pé", disse ela.
E acrescentou que o clube pensa em viabilizar uma forma de oferecer os tais seis milhões de euros a Palmeiras e Cruzeiro.
O que deixaria a situação a ser decidida apenas pela vontade de Kleber de ficar no Verdão ou aceitar a proposta rubro-negra.
Tudo muito claro, tudo muito aberto.
Aliás, fala-se numa multa acertada entre Palmeiras e Kleber, de R$ 100 milhões ou de R$ 240 milhões, a ser paga pelo jogador caso ele saia do clube antes do fim de seu atual contrato.
Como assim?
Uma multa paralela à dos seis milhões de euros do contrato?
Mas o contrato não serve exatamente para isso?
Por que então não colocaram esses R$ 100 milhões ou R$ 240 milhões na multa rescisória do contrato oficial entre Palmeiras e Kleber?
Seria porque o Cruzeiro não toparia, na esperança de receber uma proposta igual ou maior do que os seus três milhões de euros por sua parte?
A multa de seis milhões de euros é para estabelecer um patamar de negócio?
Ou é uma brincadeira e o que vale são os absurdos R$ 100 milhões ou R$ 240 milhões da "multa do tô de mal" anunciada por Tirone?
A propósito, a "multa do tô de mal " está escrita, registrada em cartório, formalizada em algum outro contrato?
Ou foi uma "promessa do tô de bem" feita no boca a boca?
Essa de duas multas, a oficial e a do tô de mal, eu realmente não entendi.
Mas esse melindre todo, de Felipão falar bravo em vender a Gávea, de Tirone falar em pedido de desculpas que não vem ao caso e, ao que tudo indica, não rolou, tudo isso passa mesmo é a sensação de que o Palmeiras tem hoje um medo real de Kleber escutar uma proposta do Flamengo, gostar, e o rubro-negro arrumar uma maneira de encaixar os seis milhões de euros da multa.
Fazer propostas oficiais, limpas e abertas é do jogo.
Recusá-las também.
Não gostou, recuse.
Pronto.
Sem esperneios ou cultura do melindre.
A verdade é que, com Kleber jogando tudo isso e essa multa acessível aos mais ousados, o inferno palmeirense só terminará aqui dentro quando o Gladiador completar sete partidas pelo clube no Brasileirão.
Tirone, Felipão e palmeirenses contam segundos para que isso aconteça.
14 Mai 06h00
Sonho de JJ para Sampa tem dois nomes, um sobrenome e grita do outro lado do muro: Luiz Felipe Scolari
Djalma Vassão/Gazeta Press
Fala-se em Cuca, Dorival Jr., Ney Franco e até em Paulo Autuori para substituir Paulo César Carpegiani no comando do São Paulo, após a eliminação da Copa do Brasil para o Avai, de Santa Catarina, na noite de quinta-feira (12).
Mas o sonho de consumo que habita o coração e a mente do presidente do clube, Juvenal Juvêncio, conta a esta coluna uma fonte próxima do cartola, tem dois nomes e um sobrenome: Luiz Felipe Scolari.
JJ ficou frustrado ao concluir que Felipão não sairia nem seria demitido do Palmeiras mesmo após a impiedosa goleada de 6 a 0 imposta pelo Coritiba, que custou a eliminação do Verdão na Copa do Brasil.
Esperava que houvesse o rompimento para que ele, JJ, pudesse fazer uma proposta a Big Phill livre de acusações e de cutucões éticos.
E também com maiores chances de conseguir acertar com o consagrado técnico um salário mensal menor do que o suposto milhão de reais que Felipão recebe mensalmente do Palmeiras.
JJ e seus assessores mais próximos estão há tempos insatisfeitos com os métodos e o trabalho de Carpegiani.
Achavam-no confuso, preso muitas vezes a exigências bobas e inócuas, inseguro e com pouco tato e manenolance para resolver questões com atletas.
Questões essas que, pequenas no início, acabavam por tomar corpo e se transformar em pepinos, abalando o grupo.
Mas não queriam demitir Carpegiani em meio a uma competição importante como a Copa do Brasil - mesmo porque não teriam como fazer Felipão aceitar a mudança em meio a uma competição que ele também disputava, só que no comando do Palmeiras.
É certo que quem mais prejudicou o São Paulo em 2011 foram exatamente JJ e seus cartolas.
Montaram mal o grupo (basta ver que Luís Fabiano, que sequer estreou, não tem reserva), deixaram de repor peças importantes que saíram, tiveram dificuldade para dar limite entre as atribuições de jogadores e dirigentes, e se desgastaram em brigas bobas com a CBF e clubes irmãos, nos casos do Clube dos 13, do aluguel do Morumbi para jogos do Paulista e no rescaldo da Taça das Bolinhas, entre outras questões.
Pareceram planejar tudo milimetricamente, nos quatro primeiros meses do ano, para prejudicar o time.
Apesar de tudo isso, JJ imaginava que Felipão poderia trazer a firmeza e a autoridade que hoje faltam na rotina do São Paulo.
E, com isso, pavimentar o caminho para a remontagem de um elenco forte.
Um sonho que ficou mais forte e acariciado com as declarações de Felipão após a eliminação do Palmeiras do Paulistão, nos pênaltis, contra o Corinthians, no dia 1º de maio.
A fala do técnico palmeirense, sobre um suposto veto, "feito por pessoas de grande influência", para impedir os outros três grandes paulistas de mandar jogos no Morumbi, foi considerada favorável ao São Paulo e muito elogiada por JJ.
Naquele dia 1º, Felipão disparou:
- O Morumbi não vai ser palco de nada, porque tem pessoas de grande influência que não vão deixar que o Morumbi seja usado, embora seja um dos melhores estádios. Pedi, indiquei, só que meia hora depois já me disseram: 'não, está proibido, está vetado'. Explicaram (os motivos da decisão), mas eu não posso e eu não tenho como dizer pra vocês.
Após a chicotada de 6 a 0 para o Coritiba, na quarta-feira (4), três dias após a eliminação do Palmeiras do Paulistão, JJ esfregou as mãos.
Achou que a hora de Felipão no rival de parede, no rival de CT do outro lado do muro, havia chegado.
Mas, ao que parece, ela não chegou.
E, como não chegou, JJ precisará se resolver entre Cuca, Dorival Jr., Ney Franco, Autuori com uma boa dose de sorte...
Mas o sonho mesmo, aquele sonho de consumo para o momento, tem dois nomes, um sobrenome e continua a berrar do outro lado do muro.
Luiz Felipe Scolari...
2 Mai 16h46
Felipão merece ser punido se não provar acusações. Quem ainda aguenta esse chororô?
Felipão está na galeria dos técnicos mais importantes da história do futebol brasileiro.
É profissional indiscutivelmente vencedor.
E homem correto, de palavra, sincero.
Mas, de tanto reclamar e arrumar discussão sem motivo, tornou-se um dos caras mais chatos do futebol brasileiro.
Daqueles sem alça e sem rodinha, como a foto.
Se não provar o que disse em sua entrevista depois do Palmeiras e Corinthians deste domingo (1), sobretudo a acusação de que o árbitro da partida entrou "premeditado" a prejudicar o Palmeiras, merece uma punição dos tribunais esportivos.
E até mesmo morrer num dinheirinho por ter atacado a moral de um profissional sem provas.
Primeiro, passou toda a semana anterior ao Palmeiras e Corinthians batendo boca com o técnico adversário, o chato suave Tite.
Olha, era Palmeiras e Corinthians.
Palmeiras e Corinthians.
E os dois lá, querendo mais atenção do que os jogadores.
Quando isso de treineiro querer aparecer mais do que boleiro rola num Verdão e Timão decisivo, é porque alguma coisa está muito errada.
Torcedor vai a campo para ver craque e time, e não treinador.
Muito menos treinador que não consegue fechar a matraca .
Se eu e você, amado amigo da blogosfera colorida, estivéssemos lá, um treinando de um lado e outro do outro, o Pacaembu iria lotar do mesmo jeito.
Bom, aí, encerrado o jogo, Felipão, que faz um belo trabalho no Verdão e, diga-se, merecia ganhar o jogo, passou dos limites.
Foi lamentável.
Disse que o excelente Paulo César de Oliveira foi "premeditado" para prejudicar o Palmeiras.
Besteira um.
E um árbitro do quilate de Oliveira vai entrar para prejudicar o Verdão ou qualquer outro time? Bobagem pura de perdedor.
Felipão falou em dossiê sobre erros do técnico.
Ora, quem não tem um dossiê sobre erros de qualquer técnico contra qualquer time?
É só querer fazer e terá farto material.
De qualquer um.
Para qualquer time.
Pelo fato mero de que eles erram porque são ruins.
Ou porque, diante da complexidade do lance e da rapidez exigida para a resposta, de segundo, a chance de errar, mesmo para um bom profissional, é grande e, quase sempre, se tranforma em realidade.
Felipão nunca ganhou jogo com erro de árbitro?
Por favor...
Isso se Paulo César tivesse errado.
Porque detalhe: ele não errou contra o Palmeiras.
Não errou.
Expulsou Danilo porque o carrinho que deu foi criminoso (a entrada de Liédson não merecia expulsão).
E em seguida expulsou o próprio Felipão porque o técnico fez sinal, com a mão, de que o juiz era ladrão e estava roubando.
Quer o quê, Big Phill?
Poder chamar profissional por aí de ladrão, a torto e a direito, para o Brasil inteiro ver, ao vivo pela tevê, e querer que a coisa fique por isso mesmo?
Bom, e a conversa de que não se joga no Morumbi porque "gente muito grande" não quer ou pretende enterrar o estádio do São Paulo é outra besteira.
Por outro fato mero: o Morumbi já está enterrado para a Copa 2014.
A Fifa já anunciou.
O projeto já foi reprovado.
De zero a um bilhão, a chance de o Morumbi voltar a ser o estádio paulista da Copa é zero.
Essa briga política já foi disputada, vencida de um lado e perdida do outro.
Os caras, agora, querem é estádio novo, orçamento novo, financiamento novo, tudo novo.
O Palmeiras de Felipão, o Santos e o Corinthians não jogam no Morumbi por um outro fato mero: estão, neste aspecto, em guerra declarada contra o São Paulo, que, segundo eles, cobra uma fortuna para ceder seu estádio.
Por isso, rasgam dinheiro fora jogando partidas do mata em estádios do tamanho da Vila Belmiro, por exemplo, com 11 mil testemunhas.
E, mesmo que o São Paulo passasse a cobrar taxas generosas como as pedidas, por exemplo, pelo governo do Estado do Rio de Janeiro aos times cariocas para jogar no Maracanã, um Santos ou um Palmeiras da vida, se tivesse o mando de campo em uma partida decisiva, embaçariam até morrer para jogar lá, com o argumento de que o estádio é a casa do São Paulo.
O problema do Estado de São Paulo é não ter um estádio público espaçoso e confortável o suficiente que pertence a todos os clubes, a todos os torcedores, e pudesse ser ocupado com naturalidade por todos, como ocorre com o Maracanã, no Rio de Janeiro, e o Mineirão, em Minas Gerais.
Os paulistas possuem um monte de estádios meio-tiro.
Mas quando precisam de um grande estádio liberado para um jogão, isso não rola.
E não rola porque o Morumbi, o maior deles, é particular e caro.
E, ainda assim, tem grandes e imperdoáveis defeitos.
É um estádio de estrutura, conforto e ergonomia quase primitivos para os padrões atuais, apesar de ser o maior da capital.
Mas, se fizer um precinho mais camarada, enquanto o Fielzão e o nova arena do Verdão não ficam prontos, o diretor do Palmeiras toparia jogar lá.
E, se não topar, será por mero capricho.
E não pelos fantasmas "maiores" que Felipão vê e sente sozinho.
6 Jan 21h07
Familia Assis: pare de leiloar tostão em meio a milhão e feche logo essa chatice!
Ronaldinho e seu irmão, Roberto Assis, têm todo o direito de examinar as propostas possíveis e decidir pela melhor.
O craque não tem obrigação de ir para o Grêmio, que o lançou, para o Flamengo, que o seduz pessoalmente no momento, e nem para o Palmeiras, que tem como técnico o seu admirado Felipão.
Ele tem todo o direito de decidir o que achar melhor para ele neste momento, como qualquer profissional em qualquer momento de sua vida, e não ser cobrado por questões morais, emocionais ou de origem que o vinculem a qualquer um desses clubes.
Mas tudo tem limite.
Os projetos foram muito claros. Os três.
Flamengo, Grêmio e Palmeiras já mostraram tudo o que podem.
Todas as vantagens e limitações de cada propostas estão na mesa há algum tempo.
Dizem que até o Corinthians se manifestou.
E, agora, vem essa entrevista vazia.
Um retrocesso até em relação ao que se tinha nos dias anteriores.
Uma entrevista coletiva vazia, boba, desnecessária.
Ronaldinho é milionário, precisa recuperar seu prestígio, já sabe o que quer e as propostas são parecidas.
Cinquenta ou cem mil por mês a mais ou a menos aqui ou ali não irão fazer falta.
Ronaldinho, Assis e família já sabem muito bem o que querem.
Passando para a realidade deles, é o mesmo que ficar chorando tostão em meio a milhão.
Fechem logo essa bagaça!
Fechem logo essa pistola?
20 Dez 17h15
Andrés para Imperador: o Corinthians não é clínica. A leitura: desde que você, claro, não seja o Fenômeno
Mauro Horita - Agif - Gazeta Press
Do presidente do Corinthians, Andrés Sanchez, nesta segunda-feira (20):
- Nós (o Corinthians) não somos clínica de recuperação e nem queremos ser. O Adriano sabe o grau de dificuldade de jogar no Corinthians e, se vier, vai ter que corresponder. O Ronaldo é o que mais treina e nunca atrasa; todo mundo tem que ser como ele.
Sinceramente, não entendi.
É claro que Adriano precisa treinar. Como Ronaldo e como todos.
Mas, no segundo semestre de 2009, enquanto o Fenômeno se recuperava de uma sequência de contusões, o Imperador era campeão brasileiro e artilheiro do campeonato com o Flamengo, um time que ele pegou meia boca e no meio do campeonato.
No segundo semeste, como jogador, Adriano correspondeu. Ronaldo não.
No início de 2010, enquanto Ronaldo caminhava em campo tentando recuperar a forma, o Imperador eliminava o Corinthians de seu sonho da Libertadores ao lado de Vagner Love.
Na Libertadores, ao menos contra o Corinthians, Adriano correspondeu.
Ronaldo, menos.
O Corinthians tinha mesmo de ser a clínica de recuperação de Ronaldo.
O Fenômeno é gênio e merece toda a paciência de qualquer clube do mundo para se recuperar e voltar a exibir o seu talento. Merecerá sempre.
Ronaldo, hoje, é muito mais do que um jogador para o Coringão.
Ronaldo é um banco captador de dinheiro para o Timão.
Por isso, o Corinthians poderá, enquanto ele quiser, ser sua clínica.
Para qualquer recuperação, de qualquer tipo.
Adriano Imperador seria O Cara para esta temporada do Timão.
O cara que garantiria os gols e os títulos de uma temporada que Ronaldo, como ele mesmo deixa a entender, talvez não tenha condição de cumprir por 40% ou pela metade.
Essa paulada foi consequência do fato de Adriano ter declarado hoje que ficaria na Roma?
Pensando bem, eu acho que entendi tudo.
O Corinthians não é clínica. E nem pode ser.
Mas, pelo que rolou nos últimos anos, o Timão não é clínica.
Desde que você não seja Ronaldo Fenômeno.
17 Dez 07h44
Unificação com Taça Brasil é absurda. Criará o samba do Brasileirão doido. Opine
Fernando Soutello - Agif-Gazeta Press
Mérito, quando é o caso, é para ser reconhecido.
Mas quando é o caso.
Se a CBF fizer essa unificação de títulos brasileiros do jeito que ela está sendo cantada por aí, incluindo todos os títulos da Taça Brasil, disputada entre 1959 e 1968, e o Torneio Roberto Gomes Pedrosa, o Robertão, a Taça de Prata (1967 a 1970), tornará oficial uma das maiores lambanças da história do futebol brasileiro e mundial.
E criará o samba do Brasileirão doido.
Tudo indica que, na próxima quarta-feira (22), a CBF anunciará a unificação total com a imagem de Pelé decorada com medalhas e prêmios dos seis títulos que passaria a acumular com a mudança.
A imagem explodirá em todo o mundo e provocará coceiras nas diretorias do Flamengo e do São Paulo, líderes atuais com seis títulos cada, embora a CBF não reconheça a conquista do rubro-negro em 1987.
A unificação é um equívoco esculpido em suor.
Por alguns motivos claros. Vamos lá:
* O Robertão, a Taça de Prata, gerou o Campeonato Brasileiro disputado de 1971 até agora. Foi efetivamente uma competição nacional, com volume e variedade. Merece ser considerada Brasileirão.
* O mesmo não ocorre, absolutamente, com o torneiozinho mixuruca que foi a tal Taça Brasil, aquele de 1959 a 1968, na suprema maioria dos casos uma merreca disputada por seis clubes.
* Odir Cunha, amigo, jornalista e escritor talentoso, dono de um texto de primeira linha, fez a pesquisa em que se baseia a CBF para provavelmente aprovar tudo. Apesar de ser santista de quatro costados, Cunha não legislou em causa própria (aceitos todos os títulos, o Peixe ficaria com oito). É sujeito sério. Colocou no papel o que achou correto de suas pesquisas. Só que seu argumento de que a Taça Brasil deve ser considerada porque não havia outro campeonato nacional está longe de convencer. Fosse assim, deveria ser considerado apenas um título para o Palmeiras em 1967. Neste ano, o Verdão conquistou a Taça Brasil e o Robertão. Ué, então, se o Robertão era o maior, que se considere apenas ele. Ou precisamos considerar campeões brasileiros os campeões da Copa do Brasil, que é um torneio nacional, a partir de 1971?
* Campeonato que merece ser reconhecido é torneio efetivamente nacional e plural. Se a Taça Brasil não era nacional e plural, não pode ser reconhecida como campeonato. Mesmo nos anos em que tenha reinado sozinha. Se na minha geladeira há só um prato com três colheres de arroz passado, eu até posso engolir aquilo para não morrer de fome. O que não deve se admitir é que eu fale depois que jantei decentemente.
* O Uruguai foi campeão de futebol nas Olimpíadas de 1924 e 1928. Não havia Copa do Mundo nesta época. Então precisamos transformar o Uruguai em tetracampeão porque não havia outro torneio mundial naquela época a não ser o das Olimpíadas? Certamente não. Aqui, como lá na Taça Brasil, uma coisa é uma coisa e outra coisa é outra coisa.
* O Flamengo foi campeão da chamada Copa União em 1987. Para mim e para muitos, provavelmente a maioria, é o legítimo campeão brasileiro daquele ano. Ao contrário do que se pensa, a Justiça não impede o Flamengo de ser declarado campeão. Proíbe apenas que o Sport também não seja considerado campeão. Então seria o caso de a CBF assumir oficialmente dois campeões naquele ano, o Fla e o Sport?
* Com 191 gols, Roberto Dinamite é, disparado, o artilheiro dos Brasileiros. Sempre nos ensinaram assim. Agora não é mais?
* A CBF resolveria tudo isso com Justiça - e sem espetadas bilaterais e pouco importantes - se reconhecesse o que deve ser reconhecido, ou seja, apenas os quatro Robertões de 1967 a 1970.
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Como ficará o ranking de títulos se todas as taças Brasil e de Prata forem reconhecidas:
Palmeiras – oito (Taças Brasil 1960 e 1967; Roberto Gomes Pedrosa 1967 e 1969 e Brasileiros de 1972, 1973, 1993 e 1994)
Santos – oito (Taças Brasil 1961, 1962, 1963, 1964 e 1965; Roberto Gomes Pedrosa 1968 e Brasileiros 2002 e 2004)
Flamengo – seis (Brasileiros 1980, 1982, 1983, 1992 e 2009 e Copa União 1987)
São Paulo - seis (Brasileiro de 1977, 1986, 1991, 2006, 2007 e 2008)
Corinthians – quatro (Brasileiro de 1990, 1998, 1999 e 2005)
Vasco: quatro – (Brasileiros de 1974, 1989, 1997 e 2000)
Fluminense – três (Roberto Gomes Pedrosa de 1970 e Brasileiros de 1984 e 2010)
Internacional – três (Brasileiros de 1975, 1976 e 1979)
Bahia- dois – (Taça Brasil de 1959 e Brasileiro de 1988)
Botafogo – dois – (Taça Brasil 1968 e Brasileiro de 1995)
Cruzeiro – dois (Taça Brasil 1966 e Brasileiro 2003)
Grêmio – dois (Brasileiros de 1981 e 1996)
Atlético-MG – um (Brasileiro de 1971)
Atlético-PR – um (Brasileiro 2001)
Coritiba – um (Brasileiro 1985)
Guarani – um (Brasileiro 1978)
Sport – um (Brasileiro 1987)



















