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Posts com a tag "Petkovic"

24 Set 09h00

Tomara que o Brasiliense ajude Andrade a voltar a voar

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andrade vipcomm Tomara que o Brasiliense ajude Andrade a voltar a voar Vipcomm

Andrade vai treinar o Brasiliense.

O atual técnico campeão brasileiro vem com a tarefa de livrar a equipe do Distrito Federal do rebaixamento na Série B do Brasileirão.

É seu primeiro emprego desde que foi demitido do Flamengo.

Sua decisão de assumir o Brasiliense surpreendeu alguns, pois recentemente o treinador recusou convite do mineiro Ipatinga, que também luta contra o rebaixamento na mesma Série B.

Esperava ser chamado por clubes de maior investimento.

Craque refinado, ser humano ainda mais refinado, Andrade, o Tromba, deu-me alegrias imensuráveis como termômetro daquele Flamengo gravado a ferro e fogo na memória de todo rubro-negro: Raul; Leandro, Figueiredo ou Marinho, Mozer e Junior; Andrade, Adílio e Zico; Tita, Nunes e Lico.

Gravado na memória de todo rubro-negro e de todo amante de futebol, fiel a qualquer time, ungido pela graça de ter testemunhado aquilo tudo...

Meu Deus do Céu, como eu era feliz...

Depois, como profissional das divisões de base do Flamengo, e também na função de técnico, foi um dos entrevistados mais agradáveis, educados, sábios e equilibrados deste sempre complicado universo do futebol.

Andrade sempre foi muito verdadeiro.

Tão verdadeiro que, após ter sido campeão brasileiro como técnico do Flamengo, foi atropelado algumas vezes pela própria sinceridade.

Chorou em programas de tevê.

Insistiu, talvez de maneira exagerada, que não era chamado por grandes clubes, apesar de ser o atual campeão brasileiro, por ser negro.

Dias atrás, a presidente do Flamengo, Patrícia Amorim, revelou ter ficado assustada e surpresa quando ele a procurou para perguntar se escalaria ou não Petkovic em uma partida (muitos outros presidentes adorariam, Patrícia, adorariam...).

Mas, para além dessas pequenas inseguranças, instabilidades e excessos de sinceridade em praça pública, Andrade é gente boníssima.

Figura do maior caráter, da mais explícita retidão, da melhor qualidade possível.

E, como técnico, melhor do que muita gente marrenta atualmente badalada e com o saco esticado pelos baba-ovos de plantão do futebol.

Tomara que o Brasiliense seja o começo de um processo de recuperação da confiança, da auto-estima e da segurança do Tromba.

Para que ele possa voltar a voar no comando dos times que possuem o seu tamanho.

Gasolina para isso ele tem.

E merece. E como merece.

Futebol é no R7. Sempre.

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28 Mar 15h43

Entrevista de Pet é muito mais ressentida do que corajosa. Ele perdeu a posição na bola e quer retomá-la na carteirada

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petkovic 225x300 Entrevista de Pet é muito mais ressentida do que corajosa. Ele perdeu a posição na bola e quer retomá la na carteirada

Uma entrevista dada por Petkovic ao jornal Lance! gerou um pouco mais de confusão em sua já conturbada relação com o Flamengo.

Vou discordar de meu amado e competente confrade Cosme Rímoli em pelo menos dois pontos.

Primeiro: a entrevista foi mais ressentida, desconexa, incoerente e conservadora do que corajosa.

Segundo: ela, a entrevista, não escancara quase nada além do que já se sabe.

A diferença é que Pet, ressentido, falou.

O ponto é um só: Pet, por vários motivos, perdeu a posição para Vinícius Pacheco na bola e, agora, quer ganhá-la na carteirada e no bate-boca.

E também numa crença pessoal, tirada não sei de onde, de que os oito milhões que ele deixou pelo caminho na negociação, por vontade própria,  devem garantir a ele - sempre - uma vaga de titular.

A qualquer custo.  Independentemente do que esteja conseguindo correr ou jogar.

Insano. Fora de propósito.

Pet - quando quer e/ou aguenta - joga o fino, todos sabem.

No momento, por exemplo, está jogando pouco. Muito pouco.

Chegou tarde para treinar nesta temporada.

Jamais recuperou a forma do segundo semestre do ano passado.

E cometeu uma série de erros, que teve como ponto alto a fuga do vestiário do Maracanã no intervalo de um Fla-Flu

Justamente no jogo em que Vinícius Pacheco, com uma atuação impecável no segundo tempo, começou a roubar-lhe a posição.

Neste momento - e aí meu amigo Cosme foi preciso - Pacheco substitui Pet no Flamengo com consideráveis vantagens.

Um clube do porte do Flamengo não pode garantir, nem a Pet nem a ninguém, uma vaga de titular por um acordo financeiro ou judicial.

Mesmo porque ele assinou esse trato porque quis.

E ainda porque sabia que, não o assinando, demoraria anos, talvez décadas, para começar a ver parte dessa grana pingar todo mês em sua conta.

Isso se ela, sem o acordo, começasse um dia a pingar.

O restante da entrevista de Pet foi de dar pena.

É de um conservadorismo constrangedor, comovente.

Essa conversa de Eurico centralizador bom e Flamengo democracia ruim já deu o que tinha que dar.

O futebol ainda vai ouvir com respeito coisas como essas?

Ai meu Deus... Onde fui amarrar meu jegue...

Que dizer que agora vamos concordar com o Pet e defender que as decisões fundamentais, no futebol e em todos os âmbitos, sejam tomadas por uma única cabeça, normalmente autoritária e centralizadora?

Ora, por favor...

De dar pena.

Outra: Pet reclamou que Andrade não fala mais com ele do mesmo jeito.

Óbvio.

Se fosse você, estimado leitor, falaria?

O Andrade, uma suavidade em pessoa, pediu para que ele fosse contratado quando a diretoria do Flamengo ainda se dividia em relação à possibilidade.

Foi um dos poucos a bancar o cara.

Deu toda moral.

No elenco, transformou o sujeito numa espécie de auxiliar técnico informal.

Deu-lhe autoridade para orientar e até repreender jogadores mais novos.

Não foram poucas as vezes em que se viu Pet, ao lado de Andrade, esbravejando com os colegas após ter sido substituído.

E aí o gringo pega e sai do vestiário sem sequer olhar para a cara do Andrade, que é quase da geração dele?

Quer o quê?

Parece manha - e, se for, manha de adulto é muito feio.

Pet é um senhor jogador.

Mas precisa fazer a sua parte: falar menos, não criar confusão e jogar bola.

No Flamengo ou em qualquer lugar em que cartolas estejam, neste momento, preparando o bote de urubu no Urubu para ver se sobra alguma coisa.

Leia o post de Cosme Rímoli aqui.

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2 Fev 21h16

Petkovic fica no Flamengo. Final correto para uma briga recheada de melindres bobos e sintomas de amadorismo

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pet 300x225 Petkovic fica no Flamengo. Final correto para uma briga recheada de melindres bobos e sintomas de amadorismo

Petkovic fica no Flamengo.

Ficou barato para ele, como explica reportagem do R7.

Não houve sequer uma multa.

Ele levará apenas uma advertência na carteira de trabalho, o que daria ao Flamengo o direito de rescindir seu contrato em caso de nova falta grave.

Além disso, ficará afastado do grupo nos próximos dois jogos.

Ficou, de fato, muito barato.

No domingo (31), contrariado por ter sido substituído, o craque foi embora no intervalo do Fla-Flu pelo empolgante Campeonato Carioca de 2010.

O time da Gávea perdia por 3 a 1, mas virou a partida para 5 a 3 com grandes atuações de Adriano, Vagner Love e do substituto de Pet, o jovem Vinícius Pacheco.

O vice-presidente de futebol do Flamengo, Marcos Braz, alertou para que Pet ficasse.

Explicou que, se ele fosse sorteado para o antidoping após o jogo e não estivesse no vestiário para fazer o exame, jogador e clube poderiam ser punidos.

Mesmo assim, Pet foi embora.

Antes, teria havido entre os dois uma discussão áspera, temperada por muitos palavrões.

Braz anunciou que Pet estava fora do grupo.

Sem citar o nome do dirigente, o craque pediu desculpas, na terça-feira (2), em seu blog. Disse ele:

- Em resposta às inúmeras mensagens que venho recebendo dos torcedores do Flamengo, confirmo que minha intenção é permanecer no clube. Sobre o mal-entendido acontecido no último domingo, peço desculpas à instituição, aos jogadores e, principalmente, à torcida Rubro Negra. Aproveitando ainda para reforçar que sempre zelei pelos interesses do grupo, clube e torcedores.

Petkovic fez bem em pedir desculpas.

Errou feito.

Errou porque tinha que ficar para a possibilidade de ser sorteado no antidoping. Era parte de sua obrigação profissional.

Errou porque, sob o ponto de vista esportivo - e também de respeito aos colegas de trabalho -, não se abandona o grupo em meio a uma derrota que, naquele intervalo, parecia muito provável.

Equívocos que se tornam ainda mais constrangedores quando se trata de um jogador tão inteligente, experiente e responsável com Dejan Petkovic.

O vice-presidente Marcos Braz mostrou sua competência no pouco tempo em que está no cargo.

Mas, às vezes, passa, a exemplo de Pet, a sensação de que é dominado pelo sangue quente de uma forma mais intensa do que seria aceitável para um homem com a sua responsabillidade e exposição pública.

Se Petkovic deixasse o Flamengo, seria ruim para ele, líder de vários projetos de marketing ligados à sua parceria com o clube.

Ruim para Braz, que certamente seria responsabilizado por alguém, em algum momento, pela contribuição para a perda de um ídolo amado pela torcida.

E um desastre para o Flamengo, que perderia seu craque às vésperas de disputar a Libertadores e certamente teria novos problemas com o jogador.

Como se sabe, Pet, para voltar ao clube, abriu mão de R$ 8 milhões dos R$ 16 milhões que o Flamengo lhe deve, um papagaio reconhecido em última instância pela Justiça.

Não cabe apelação.

Até fazer o acordo que permitiu sua volta, Pet vinha penhorando na Justiça todas as rendas do Flamengo no Estado do Rio de Janeiro.

Duvido que, se fosse mandado embora, ele deixaria este desconto de 50% ficar como está.

É certo que existam cláusulas legais para que o jogador reivindique a volta da dívida total em caso de dissolução do acordo anterior.

É quase certo também que este abatimento tenha, digamos, contribuído para um final tão diplomático e ameno por parte do Flamengo.

O futebol brasileiro é assim: todo mundo fala em profissionalismo, em clube corporação, em modernos métodos empresariais de gestão.

Mas, no primeiro momento em que alguém precisa superar suas questões pessoais para o melhor do clube, prevalecem o melindre amador e o comportamento turrão dos antigos dirigentes de beira de campo de várzea.

Desta vez, felizemente, não foi assim.

Que os dois tirem lições do episódio.

Pet não pode mais tomar decisões de menino revoltado. Tem 37 anos.

E Braz, mesmo quando estiver com raiva e com razão, como foi o caso, precisará manter o equilíbrio, segurar o ímpeto que lhe salta aos olhos e ter muito cuidado antes de disparar uma declaração pesada.

Algumas delas, nas últimas semanas, foram muito viscerais.

Elas podem criar situações irreversíveis.

E você, amado amigo da blogosfera colorida, o que acha?

Opine.

Leia mais sobre o caso Petkovic no R7.

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26 Out 00h52

Pitacos sobre a rodada do Brasilerão que se encerra

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cavalo1 300x268 Pitacos sobre a rodada do Brasilerão que se encerra

1) São Paulo é mais candidato do que o Palmeiras

2) Atlético Mineiro é candidato até passar nossa desconfiança.

3) Flamengo, que resolveu não perder mais, é candidato de supremo fato ao título.

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19 Out 01h17

Eu sou Pet. E meu nome é Andrade…

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pet 300x225 Eu sou Pet. E meu nome é Andrade...

Andrade estava certo.

Foi o único que confiou.

Estava certo ao recusar a opinião geral e a seguir resoluto.

Resoluto no seu olhar de craque absoluto, de jogador.

A magnética estava certa.

Todos os pressupostos de particípios estavam errados.

Pet joga como Deus.

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