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20/02/2012 às 14:21:15
Palahaçada da Riotur... só isso
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19/02/2012 às 00:04:56
esse é um caso bom pra discutir, mas é um fato.. se um orientador do AA está visivelmente sob efeito de embriaguez, ou do NA visivelmente "drogado", a credibilidade da instituição estaria comprometida...
Ela perdeu a oportunidade "educativa" de ter tentado "reposicionar" o seu peso e mostrar isso aos seus orientados.. -
18/02/2012 às 22:43:19
"OLHA EDUARDO" há controvérsia,não estou achando certo o que a *tal da empresa fêz com a moça*,mas vê bem *ELA* trabalhava nos VIGILANTES DO PESO.
"Se *ela* não entrava em contato com o público:tudo bem numa boa(apesar de não ser nada saudável para *ela*),*mas* caso contrário foi pelo menos falta de bom senso dela e da empresa".
Pois *ela* não engordou de uma hora para outra,não dormiu magra e acordou gorda.A empresa deve ter acompanhado a "engorda da moça",e somente depois de 20k é que foi achar ruim?
"ELA" por sua vêz deveria por questão de bom senso ter pedido *socorro a empresa*.
21 Fev 18h59
O barulho é forte: PM encara traficantes perto do sambódromo do Rio, prende chefão da ADA, menor morre por bala perdida mas o samba não percebe nada. A bateria da Vila não deixa…
Vejam como foi curiosa essa troca de barulho forte.
Policiais militares da Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) do Morro de São Carlos, no centro do Rio de Janeiro, prenderam, na madrugada desta segunda-feira (20), o traficante Marcílio Cheru de Oliveira, o Menor Cheru, 25 anos, um dos chefões da facção do tráfico Amigo dos Amigos, a ADA.
Cheru estava no bar Loira e Léo, no morro, em frente ao ponto em que se concentravam cerca de cem integrantes do Boi Sem Chifre, o bloco em que ele pretendia desfilar.
A polícia deu voz de prisão a Cheru no início do desfile do Boi.
Houve troca de tiros com cerca de dez comparsas do chefão da ADA.
Cinco pessoas foram baleadas, entre elas o próprio Cheru, atingido na perna por um tiro de pistola, e Wendel Timóteo Rodrigues Nunes, de 14 anos, morto com uma bala perdida no abdômen.
Os outros três, os mototaxistas Paulo Roberto Barros dos Santos, (24 anos, ferido na perna) e Carlos Diego dos Santos (25, tiro nas costas) e Amanda Martins (17, atingida de raspão no braço) não correm risco de morrer.
O mais curioso da história: no momento em que começou a troca de pipoco pesado, de chumbo grosso, a poderosa, valente e competente bateria da escola de samba Unidos de Vila Isabel fazia a festa da galera no sambódromo.
Resultado: apesar da proximidade entre a Marquês de Sapucaí e o Morro de São Carlos, ninguém percebeu – e nem se assustou – com o babado forte.
Melhor assim...
Opine.
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Vejam como foi curiosa essa troca de barulho forte.
Policiais militares da Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) do Morro de São Carlos, no centro do Rio de Janeiro, prenderam, na madrugada desta segunda-feira (20), o traficante Marcílio Cheru de Oliveira, o Menor Cheru, 25 anos, um dos chefões da facção do tráfico Amigo dos Amigos, a ADA.
Cheru estava no bar Loira e Léo, no morro, em frente ao ponto em que se concentravam cerca de cem integrantes do Boi Sem Chifre, o bloco em que ele pretendia desfilar.
A polícia deu voz de prisão a Cheru no início do desfile do Boi.
Houve troca de tiros com cerca de dez comparsas do chefão da ADA.
Cinco pessoas foram baleadas, entre elas o próprio Cheru, atingido na perna por um tiro de pistola, e Wendel Timóteo Rodrigues Nunes, de 14 anos, morto com uma bala perdida no abdômen.
Os outros três, os mototaxistas Paulo Roberto Barros dos Santos, (24 anos, ferido na perna) e Carlos Diego dos Santos (25, tiro nas costas) e Amanda Martins (17, atingida de raspão no braço) não correm risco de morrer.
O mais curioso da história: no momento em que começou a troca de pipoco pesado, de chumbo grosso, a poderosa, valente e competente bateria da escola de samba Unidos de Vila Isabel fazia a festa da galera no sambódromo.
Resultado: apesar da proximidade entre a Marquês de Sapucaí e o Morro de São Carlos, ninguém percebeu – e nem se assustou – com o babado forte.
Melhor assim...
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21 Fev 18h34
Luiza Brunet completa 17 desfiles à frente da bateria da Imperatriz Leopoldinense. Quer entrar para o Livro Guinness de Recordes como a rainha mais antiga do Carnaval. Ela merece? Opine
A modelo e empresária Luiza Brunet completou 17 desfiles como rainha de bateria da escola de samba carioca Imperatriz Leopoldinense no domingo (19).
Com o feito, ela vai solicitar a inclusão de seu nome no Livro Guinness de Recordes como rainha mais antiga e recordista neste posto em toda a história do Carnaval:
- Quero entrar para o Guinness como a rainha em atividade há mais tempo. Para mim, é um privilégio ser, nesta idade, uma referência para as mulheres e até mesmo para o Carnaval.
Os números de La Brunet poderiam estar mais convincentes se ela não tivesse se afastado da escola por alguns carnavais anos atrás.
Nos anos em que ficou longe do sambódromo, ela foi substituída por outra dona indiscutível de beleza, a apresentadora Luciana Gimenez.
Brunet merece?
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21 Fev 18h13
Obras melhoram sambódromo, mas falhas e improvisos incomodam público no desfile do Grupo Especial do Rio
As reformas que ampliaram a capacidade do sambódromo da Marquês de Sapucaí para mais de 70 mil pessoas e, finalmente, deixaram-no à imagem fiel do projeto de seu idealizador, o arquiteto Oscar Niemeyer, foram muito positivas para o espaço carioca.
O local ficou notadamente mais claro, seguro e belo – e isso não é pouca coisa.
Mas alguns problemas incomodaram parte do público no desfile do grupo de elite do Rio, o Especial, sobretudo no primeiro dia da festa, o domingo (19).
Os principais:
* Apesar do esforço da prefeitura para concluir as obras da entrada do primeiro folião, era fácil perceber improvisos. Em vez de soldas, lacres de plástico seguravam parte dos bancos nas frisas do setor par.
* O som oficial do sambódromo melhorou. Ficou mais limpo e definido. Mas o público posicionado no alto das arquibancadas teve muita dificuldade para ouvi-lo. Algo que pode e deve ser corrigido para o desfile das campe%C
20 Fev 13h35
Custo entre um milhão e meio e dez milhões de reais por desfile nos grupos de elite. Salário anual de até R$ 600 mil para um carnavalesco. Conheça os valores importantes do Carnaval
A beleza encantadora das escolas de samba nos sambódromos e avenidas reacende, todo ano, algumas dúvidas antigas.
Quanto custa a organização do desfile de uma escola de samba importante?
Quanto recebem os carnavalescos que desenvolvem os enredos e lideram os trabalhos de construção das alegorias e adereços nos barracões?
Algumas respostas para essas questões foram publicadas nos últimos dias em reportagens feitas no Rio e em São Paulo, entre elas o bom trabalho de Roberto Kaz, com fotos de Simone Marinho, para a edição deste domingo (19) da revista O Globo.
O orçamento das escolas de samba sempre foi e continua a ser feito, em boa parte, de dinheiro não-contabilizado, ausência de nota fiscal, mistério sobre a origem das rendas e recursos vindos de fontes obscuras, entre elas o jogo do bicho.
Por isso, o risco de se ter números, estatísticas e sobretudo valores imprecisos ou informados com falsidade é sempre grande e presente.
Nestes casos, normalmente os dirigentes das escolas não revelam os valores corretos. Ou mentem para menos, escondendo o custo real turbinado por doações feitas às margens da lei e das fiscalizações.
Quando iniciava carreira no Rio, no final dos anos 1980, este cidadão que vos tecla percebeu isso claramente ao fazer uma reportagem sobre o carnaval carioca para Revista de Domingo do Jornal do Brasil.
Pois bem: feitas as devidas ressalvas, vamos a alguns dados colhidos pelo blog. Eles, no mínimo, poderão ajudar o amado amigo a ter uma visão básica da realidade deste mercado.
* A organização do desfile de uma integrante do grupo de elite do carnaval carioca, o Especial, custou, para a diretoria da escola, em média R$ 7 milhões em 2012. Este valor não inclui o que o folião paga pela sua própria fantasia.
* Escolas mais ricas do momento, como Beija-Flor, Grande Rio, Portela, Mangueira, Salgueiro, Unidos da Tijuca e Imperatriz Leopoldinense, chegam aos R$ 10 milhões.
* Em São Paulo, o custo médio de uma participante do grupo principal da cidade estaria entre 20% e 40% dos cariocas. Ou seja, algo entre R$ 1,4 milhões e R$ 2,8 milhões.
* No Rio, um carnavalesco do grupo Especial ganha entre R$ 200 mil e R$ 600 mil por ano, normalmente divididos em dez vezes entre um carnaval e outro.
* Nos grupos de acesso A e B, “segunda e terceira divisões” do carnaval carioca, um carnavalesco recebe entre R$ 25 mil e R$ 40 mil anuais. E no C, entre R$ 10 mil e R$ 15 mil por ano.
* Em São Paulo, revela o carnavalesco Alexandre Louzada, titular dos carnavais da paulista Vai-Vai (primeiro grupo) e das cariocas Mocidade Independente de Padre Miguel (Especial) e Viradouro (acesso A), os salários são em média 70% inferiores aos pagos no Rio.
* Se a informação de Louzada estiver certa, os carnavalescos das principais escolas paulistanas recebem entre R$ 60 mil e R$ 180 mil anuais.
* No Rio, os três carnavalescos mais valorizados, que teriam rendimentos anuais em torno de R$ 600 mil, são Paulo Barros (Unidos da Tijuca), Rosa Magalhães (Vila Isabel) e a dupla Renato e Márcia Lage (Salgueiro).
Como se percebe, os carnavalescos dos grupos principais ganham o suficiente para ter uma vida muito boa.
Apesar de não receberem salários de craque ou mesmo de super técnico de futebol, podem se considerar privilegiados.
Mas os profissionais das “divisões inferiores” precisam receber mais.
A responsabilidade é imensa e o trabalho, maior ainda. Nos seis meses anteriores ao desfile, o sujeito praticamente abandona a vida pessoal e passa a viver dentro do barracão. Alguns literalmente, com cama e banheiros adaptados e tudo mais.
O camarada entrega todo o seu tempo. Fica impossibilitado de arrumar um troco com outras coisas e realiza um trabalho profissional, como o meu, o seu e o deu qualquer outro. Por isso, merece e precisa ganhar mais.
Mesmo porque o Carnaval do Rio, para citar apenas o mais forte exemplo, deverá movimentar na cidade algo em torno de US$ 740 milhões, ou cerca de R$ 1,28 bilhão, em 2012.
Quem lidera o ano inteiro a criação dessa festa merece mesmo um pedaço maior deste bolo que já passa do bilhão, não é verdade?
E você, o que pensa a respeito?
Opine.
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19 Fev 13h42
Riotur informa: com quatro milhões de foliões, carnaval de rua do Rio volta a ser maior do mundo. O de Salvador, com dois milhões, caberia no Bola Preta. Provocação? Opine
Os últimos dados divulgados pela agência de turismo do Rio de Janeiro, a Riotur, colocam um pouco mais de pimenta na disputa entre cariocas e baianos pelo posto de melhor festa do Brasil e do mundo.
Quanto ao fato de que o desfile de escolas de samba do Rio é o mais bonito do País, não cabe, ao menos em sã lucidez, qualquer tipo de discussão.
O problema é que os números mais recentes da Riotur mostram a volta para o Rio de um outro título, reivindicado nos últimos anos pelos baianos numa disputa ferrenha com fluminenses e pernambucanos: o de dono do carnaval de rua mais animado do País - e, por consequência, do planeta.
Um retorno feito até com muita folga, o que seria capaz de gerar, inclusive, um certo tom de soberba.
De acordo com os estudos da Riotur, quatro milhões de foliões, entre eles 850 mil turistas brasileiros e estrangeiros, vão pular, cantar e sambar nos 171 blocos oficialmente registrados na cidade do Rio de Janeiro até o final do Carnaval de 2012.
É simplesmente o dobro dos dois milhões de pessoas (entre elas 500 mil turistas) esperadas oficialmente para sair do chão nos blocos e pipocas baianas.
Para se ter uma ideia do que isso significa, os dois milhões de foliões esperados em toda a folia baiana caberiam apenas em um dos 171 blocos cariocas, o tradicionalíssimo Cordão do Bola Preta.
O Bola, que reuniu dois milhões de seguidores no carnaval de 2011 (e, pelos cálculos preliminares, no mínimo a mesma quantidade de gente na manhã deste sábado de carnaval), pretende, inclusive, notificar os organizadores do Livro Guinness de Recordes para tirar do também imenso Clube de Máscaras Galo da Madrugada, do Recife, o título de maior bloco de rua do mundo. A briga promete ser forte.
A taxa de ocupação dos hotéis cariocas está em 92,4%.
Em 2011, o Carnaval gerou receita de US$ 740 milhões (cerca de R$ 1,28 bilhão).
O presidente da Riotur, Antonio Pedro Figueira de Melo, não faz a menor questão de conter sua euforia com os dados:
- Que não se tenha mais qualquer tipo de dúvida: o Rio, que sempre teve o melhor desfile de escolas de samba, volta a possuir também o maior carnaval de rua do mundo. A cidade recupera o que sempre foi seu.
E você, o que você acha?
Verdade ou provocação?
Acredita nestes números?
Acha que essa competição pode ser saudável para todas as partes?
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17 Fev 14h25
Carnavalescas 2: guerra das cervejas “separa” fundadores do Bloco dos Bebedores (BBC) Zeca Pagodinho, Arlindo Cruz e Hélio de La Peña. Cada um deles é bancado por uma marca diferente…
Este Carnaval, para os cantores e compositores Zeca Pagodinho (acima) e Arlindo Cruz e o humorista Hélio de La Peña, não vai ser igual àquele que passou.
Amigões de fé, irmãos camaradas e integrantes ilustres do grupo de fundadores do Bloco dos Bebedores de Cerveja, o BBC, os três não vão poder dividir a mesma gelada na mesma mesa neste ano.
Motivo: neste Carnaval, lembra Ancelmo Góis em sua coluna desta sexta (17), cada um é patrocinado por uma marca de gelada diferente.
Zeca é Brahma futebol clube.
Arlindinho, Antarctica.
E Hélio, Devassa.
Bom, isso pelo menos em público.
Porque, longe das câmeras, a turma bebe mesmo é aquela que gosta.
Cervejeiro típico costuma amar uma única marca e rejeitar o resto.
E mesmo para a luz holofotes há vários truques.
Tirar ou trocar o rótulo, encher o copo de uma marca com outra, e por aí vai...
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17 Fev 13h50
Carnavalescas 1: vendedores de mate gelado nas praias e blocos suburbanos de bate-bola, conhecidos como clóvis, serão os novos patrimônios culturais da cidade do Rio de Janeiro
Alexandre Macieira - Divulgação - Riotur
Decretos do prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes, vão transformar duas instituições populares cariocas em patrimônio cultural da cidade.
O Diário Oficial do Rio publica nesta sexta-feira (17) um decreto do prefeito tornando os clóvis, blocos suburbanos de foliões mascarados que saem às ruas batendo nas pessoas com uma bola amarrada a um fio (foto acima), em patrimônio cultural da cidade.
Os clóvis são verdadeiras instituições da cidade.
Assim como os vendedores de mate, limonada e biscoito de polvilho nas praias da cidade e no Maracanã.
Que também vão se tornar patrimônio cultural, a partir de outro decreto assinado por Paes, este com publicação marcada para a próxima semana.
Decisões justas e muito bacanas.
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16 Fev 16h03
Ex-funcionária dos Vigilantes do Peso recorre à justiça trabalhista contra demissão por justa causa por ter engordado 20 quilos em um ano. Discriminação ou decisão aceitável do grupo? Opine
O Tribunal Superior do Trabalho, o TST, em Brasília, está julgando uma causa curiosa.
A aposentada Lourabil Groke recorreu ao TST porque foi demitida por justa causa (sem direito a indenizações trabalhistas) do cargo de orientadora do programa de emagrecimento Vigilantes do Peso, após 15 anos de trabalho, por ter engordado 20 quilos em um ano.
Lourabil alega ter sido pressionada pela chefia, que, apesar de suas justificativas, passou a limitar suas tarefas antes de mandá-la embora.
- Fui demitida por justa causa por estar fora do peso. Usei como argumento a idade, a menopausa e a pressão emocional pela cobrança para me manter magra, apesar da idade, por causa do trabalho, mas nada adiantou.
Para o advogado da aposentada, Newton Bereta, a demissão até poderia ter ocorrido, mas não por justa causa, sem direito a aviso prévio e outras indenizações:
- É um caso total de discriminação. Ela só atingiu essa condição por causa da idade. Será que envelhecer e engordar são faltas graves? Lourabil poderia ter sido dispensada, mas sem justa causa, recebendo as indenizações e direitos previstos por lei.
Os Vigilantes do Peso não colocam esta limitação no contrato de trabalho. Mas no regulamento interno do grupo está registrado que o aumento visível e exagerado de peso pode levar à perda do cargo de orientador.
O caso corre na justiça trabalhista há quatro anos. A aposentada perdeu em duas instâncias anteriores antes de recorrer ao TST.
Na maioria dos casos, quem votou contra ela argumentou não ter havido abuso porque o ato de engordar 20 quilos em apenas um ano é diretamente conflitante e incompatível com a tarefa e orientar pessoas a emagrecer.
Da mesma forma que não seria abusivo dispensar, por exemplo, um orientador de um programa de recuperação de alcoólatras que se apresentasse a seu grupo com cheiro de bebida ou eventualmente bebesse na frente dos integrantes.
A demissão por justa causa parece, no entanto, um exagero.
No TST, até agora, um juiz votou a favor da aposentada, outro contra e um terceiro pediu para ler o processo mais atentamente antes de se manifestar.
Lourabil pesava 94 quilos quando foi demitida. Agora, está com 80, mas diz que não aceitaria o emprego de volta.
Seu desejo é apenas receber, com juros e correções, as indenizações trabalhistas que julga ter direito.
E você, acha que Lourabil sofreu discriminação?
Ou engordar 20 quilos em um ano é algo realmente incompatível com uma função como essa?
E mesmo que você não considere a demissão abusiva ou fruto de discriminação, considera que a justa causa foi imprópria?
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14 Fev 22h36
Médicos vetam Lula no desfile da Gaviões da Fiel. E os que iriam sair na escola só por causa dele começam a desistir da parada. Opine
Para tristeza do corintiano Luiz Inácio Lula da Silva, os médicos vetaram sua participação no desfile da escola de samba Gaviões da Fiel, em São Paulo.
Sem Lula, a Gaviões deverá perder também outros ilustres que tinham como única motivação para o desfile a presença do ex-presidente.
O governador do Estado do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral Filho, e os compositores Noca da Portela e Nelson Sargento, todos cariocas, por exemplo, não deverão mais pintar no sambódromo paulistano.
Outras desistências deverão ser confirmadas até o final da semana.
Uma pena.
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13 Fev 18h47
Deputado apresenta projeto de lei para proibir transmissão de lutas de MMA em canais abertos ou fechados de tevê. Você concorda? Opine
José Aldo, Anderson Silva (acima) e Júnior Cigano são campeões que popularizam o UFC no País.
Mas o deputado federal José Mentor (PT-SP) quer nocautear, com um contragolpe pesado, não só esses novos campeões, mas também o próprio esporte no Brasil.
Mentor apresentou um projeto de lei na Câmara dos Deputados solicitando a proibição da transmissão de qualquer luta de Artes Marciais Mistas (ou Mixed Martial Arts, na sigla em inglês MMA) em canais de televisão abertos ou fechados.
O UFC é atualmente a maior organização de MMA do mundo.
A proibição envolveria ainda qualquer luta não olímpica “considerada violenta”, menos a capoeira, exceção feita por ela ser também uma manifestação cultural.
O deputado sugere multa de R$ 150 mil, com possibilidade de perda da concessão pública do canal, para a emissora que desrespeitar a proibição.
O projeto de Mentor ainda está longe de ser uma lei.
Para que isso aconteça, a proposta precisará ser aprovada na Câmara, no Senado e, depois, receber a sanção (assinatura) da presidente da República.
A presidente poderá vetar o projeto mesmo com a aprovação anterior de deputados e senadores.
Mentor acredita que o veto às transmissões poderá “coibir a banalização da violência na televisão”.
Nossos canais, acredita ele, “chegam ao cúmulo de transmitir lutas violentas em horários comuns às crianças e adolescentes”.
O deputado faz uma comparação curiosa:
- A rinha de galo é proibida no Brasil. Por que então permitimos a rinha humana, na forma de gladiadores do século XXI?
A ideia de Mentor divide opiniões.
Houve elogios, mas também muitas críticas.
Os que não concordam com o projeto consideram que a censura classificatória, aquela feita pela idade em função do horário, basta para resolver muito bem o problema – como, aliás, ocorre em relação a outros temas teoricamente vetados aos menores.
O resto seria decidido por cada pai e mãe de acordo com sua legítima autoridade.
Os contrários à proposta argumentam que, numa sociedade livre e democrática, regida pelo estado de direito, nem o deputado Mentor nem o Estado brasileiro possui o direito de decidir, pelo cidadão, aquilo que ele ou seu filho verá na tevê ou consumirá em qualquer órgão de comunicação.
Bastaria definir as faixas de horários de proibição de exibição, empurrar as lutas para outros períodos e deixar que cada cidadão ou casal decida o melhor para ele ou o grupo de menores pelos quais é responsável.
Fora disso, argumentam, qualquer proibição seria uma versão adaptada de um negócio conhecido há muito tempo por censura.
Para não influenciar os amados amigos, quero saber a opinião de vocês antes de dar a minha.
Independentemente de achar o MMA positivo ou negativo, vocês acham que proibir a transmissão é o melhor remédio?
Ou consideram a proibição um tipo de censura?
Acham o Estado possui o direito de decidir por você o que você ou seu filho podem ou não podem assistir na tevê?
Ou acha que são seus o direito e também o dever de tomar essas decisões de acordo com a sua avaliação?
Opine.
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