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3 Mar 15h50

Bahrein precisava de oito gols contra Indonésia pelas Eliminatórias. Fez dez. Seis de pênalti. Mas não levou vaga por causa do empate entre Catar e Irã. Dona Fifa: esclareça essa história

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bahrein hassan jamali ap Bahrein precisava de oito gols contra Indonésia pelas Eliminatórias. Fez dez. Seis de pênalti. Mas não levou vaga por causa do empate entre Catar e Irã. Dona Fifa: esclareça essa história Hassan Jamali -  AP

A Fifa promete – e tem obrigação absoluta de – investigar uma história com toda cara de mutreta pesada no futebol internacional.

 

 

 

 

Ela tem cara de gato, pelo de gato, rabo de gato, orelha de gato, pata de gato e mia. Só falta mesmo provar que é gato.

 

 

 

 

É o seguinte: na quarta-feira passada (29), o Irã enfrentou o Catar (dirigido pelo técnico brasileiro Paulo Autuori) e o Bahrein, a Indonésia, no mesmo horário, pelas eliminatórias asiáticas da Copa do Mundo de 2014, a ser realizada no Brasil.

 

 

 

O Catar jogava no campo do adversário. E precisava ao menos do empate contra os iranianos para passar à fase final da competição pela vaga.

 

 

 

Se o Catar perdesse, a vaga poderia ir para o Bahrein.

 

 

 

Mas, para isso, o Bahrein, que jogava em casa na outra partida, precisaria ganhar da Indonésia por diferença mínima de oito gols.

 

 

 

Isso: oito gols.

 

 

 

Pois bem: a dura partida entre Irã e Catar terminou empatada em 1 a 1 no primeiro tempo e, aos cinco minutos da etapa final, os iranianos fizeram o segundo gol.

 

 

 

Enquanto isso, no outro jogo, o Bahrein, ao final da primeira etapa, já despachava o adversário por 4 a 0.

 

 

A Indonésia, vejam só, jogava com sua equipe sub-20. E, como se isso não bastasse, ainda teve o goleiro titular expulso aos três minutos de jogo.

 

 

 

Se a equipe principal da Indonésia está longe de ser essas coisas, imagine o que esperar da sub-20...

 

 

 

E não deu outra: ao final da partida, o Bahrein chegou a inacreditáveis... 10 a 0.

 

 

 

Seis gols de pênalti.

 

 

 

Seis gols feitos nos últimos 30 minutos de jogo.

 

 

 

Mas Deus foi justo: aos 41 minutos da etapa final, o zagueiro Kasola Mohammed, do Catar, empatou em 2 a 2 a apertada partida contra o Irã.

 

 

 

E anulou os efeitos do jogo sujo de 10 a 0 entre Bahrein e Indonésia.

 

No banco de reservas do Bahrein (na foto acima), restou apenas as lágrimas dos jogadores que contavam os segundos torcendo pela vitória que não veio do Irã em Teerã.

 

Para você, amado amigo, é gato ou não éééé...?

 

 

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1 Mar 16h57

Conheça (e evite) os novos micos cometidos em entrevistas de emprego. Engraçado e útil

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entrevista emprego Conheça (e evite) os novos micos cometidos em entrevistas de emprego. Engraçado e útil

O portal HypeScience divulgou uma pesquisa extremamente útil, realizada pela empresa americana CareerBuilder com mais de três mil profissionais de recursos humanos, sobre os maiores pecados cometidos por quem se submete a uma entrevista para conseguir emprego.

 

Além de destacar os erros conhecidos e fatais (usar roupas impróprias, não desligar e atender o celular, enviar mensagens, mascar chicletes, falar mal do antigo chefe, malhar a empresa anterior e mostrar falta de interesse durante a entrevista), o estudo identifica novas armadilhas e vícios que certamente derrubam qualquer candidato.

 

Os dez principais:

 

* Um candidato levou para a entrevista um livro sobre “como se comportar em uma entrevista para emprego”.

 

 

* Outro perguntou ao entrevistador: “que empresa é esta mesmo?”.

 

 

* Numa entrevista por telefone, uma candidata teve a coragem de pedir ao entrevistador para esperar um tempo enquanto ela atendia outra ligação. E, não satisfeita, na volta detalhou ao profissional o encontro amoroso que acabara de marcar.

 

* Um candidato apareceu numa entrevista vestido de... escoteiro. E não proferiu sequer uma palavra de explicação para a exótica escolha...

 

 

* O candidato falou três vezes na entrevista que pontualidade era um dos seus fortes. Isso depois de ter chegado dez minutos atrasado...

 

 

* Um candidato folgado pediu um gole do café... do entrevistador.

 

 

* Outro tirou os sapatos durante a entrevista.

 

 

* Outro manchou com tinta o muro da empresa por não ter sido selecionado.

 

 

* Um candidato foi preso durante a entrevista, por policiais federais chamados à empresa, porque uma checagem de antecedentes mostrou se tratar de um... fugitivo.

 

* Uma moça comentou não estar certa de que a vaga valia “o ato de ligar o carro”. Em voz alta.

 

* Próximo ao local da entrevista, o candidato ultrapassou e mostrou o dedo do meio, o do vá..., para uma pessoa em outro carro. Era, claro, o seu entrevistador.

 

Rosemary Haefner, vice-presidente de recursos humanos da CareerBuilder e responsável pelo estudo, dá dicas preciosas para evitar esses micos:

 

 

* Antes da entrevista, faça pesquisa na internet sobre a empresa.

 

* Seja positivo durante a entrevista e e evite falar mal de antigos empregadores.

 

* Faça um resumo de sua vida. Mostre as situações em que você conseguiu se sair bem e vencer desafios.

 

* Deixe claro que está pronto para dividir suas ideias com a equipe.

 

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29 Fev 16h00

Verdão promete recompensar doadores do Projeto Wesley. Ainda bem. Pedir sem dar nada em troca é o fim da picada. Opine

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wesley fernando dantas gazeta press Verdão promete recompensar doadores do Projeto Wesley. Ainda bem. Pedir sem dar nada em troca é o fim da picada. OpineFernando Dantas - Gazeta Press

O Palmeiras lançou um projeto de doações de torcedores, em dinheiro, com o objetivo de reunir os R$ 22,8 milhões necessários, segundo a diretoria, para contratar o atacante Wesley, do alemão Werder Bremen.

 

 

A empresa de marketing MY Own Player, a MOP, é a responsável pela operação do projeto.

 

 

O Werder Bremen pede 6,5 milhões de euros (cerca de R$ 14,8 milhões) pelo jogador.

 

 

Além disso, serão necessários, pelas contas bem folgadas dos cartolas, mais R$ 8 milhões para pagar impostos, taxas e, a depender da negociação, também o direito de solidariedade ao clube brasileiro que revelou o jogador.

 

 

Os torcedores poderão doar valores divididos em cotas de R$ 100 (R$ 100, R$ 200, R$ 300 e assim por diante).

 

 

O valor final poderá ser dividido em até 12 vezes.

 

 

Se ele escolher, por exemplo, a cota mínima de R$ 100, pagará12 prestações mensais de R$ 8,34.

 

 

É preciso ficar absolutamente claro: trata-se de uma doação e não de um investimento.

 

 

Isso significa o seguinte: quem doar R$ 100, R$ 500, R$ 1.000, R$ 10 mil ou qualquer outra quantia não terá nenhuma participação nos direitos econômicos de Wesley.

 

 

E nem receberá qualquer dividendo ou devolução do que doou em caso de negociação do atleta no futuro.

 

 

É doação, exclusivamente pela honra de ajudar o time do coração e o prazer de ter essa atitude reconhecida publicamente pelo clube.

 

 

Mas o torcedor que contribuir com o projeto Wesley será recompensado com ações de marketing e prêmios de acordo com a seguinte tabela:

 

Uma cota (R$ 100) – o torcedor recebe um certificado digital, tem o nome citado na página do clube na internet e recebe dois convites para a festa de apresentação do meia.

 

De duas a cinco cotas (R$ 200 a R$ 500) – Tudo dado a quem pagou uma cota e mais o nome no Bandeirão do Verdão.

 

 

De seis a dez cotas (R$ 600 a R$ 1000) – Tudo dado a quem pagou de duas a cinco cotas mais o nome impresso na camisa no jogo de estreia de Wesley.

 

De onze a cinquenta cotas (R$ 1,1 mil a R$ 5 mil) – Tudo dado a quem pagou de seis a dez cotas e mais o direito de acompanhar um treino do clube com Wesley e, neste dia, se relacionar com os jogadores e comissão técnica.

 

 

De 51 a cem cotas (R5,1 mil a R$ 10 mil) – Tudo o do item anterior e mais o direito de participar da entrevista coletiva de apresentação de Wesley.

 

 

Acima de cem cotas (R$ 10 mil) – Todo o item anterior e mais os direitos de viajar com o time e jantar com o ex-palmeirense ilustre.

 

 

O ideal seria que os clubes brasileiros não precisassem arrumar formas chiques de passar o chapéu de esmola diante de seus torcedores, como ocorre neste e aconteceu em vários outros casos no passado recente do futebol.

 

 

E pedir dinheiro a torcedor para comprar jogador sem dar nada em troca é inaceitável, o fim da picada.

 

 

É aproveitar, com abuso e falta de ética, da paixão do torcedor pelo clube e o próprio futebol.

 

 

Mas lançar um projeto que recompense bem este mesmo torcedor de acordo com sua doação é aceitável, sobretudo se a experiência não for repetida pelo de forma exagerada, desgastando a fórmula.

 

 

O projeto do Palmeiras, ao meu ver, recompensa o seu tem torcedor de forma digna.

 

 

Entrevistei, para uma reportagem recente, vários rubro-negros integrantes da Campanha do Tijolinho, lançada para a construção do Ninho do Urubu, o futuro centro de treinamento do Flamengo.

 

 

Eles contribuíram com R$ 250, divididos em até cinco vezes, para a construção do CT.

 

 

Em troca, receberam um diploma e a promessa de ter seus nomes gravados em um tijolo que formará um grande paredão no novo centro de treinamento.

 

 

Todos pareciam bastante felizes e recompensados com a perspectiva de ter o nome imortalizado no CT do clube amado.

 

Resumo da ópera: o Flamengo ficou feliz com o que recebeu dos torcedores, a empresa gestora do projeto ficou feliz com suas comissões e eles, os torcedores, ficaram felizes com o que receberam em troca do Flamengo.

 

Negócio bacana é assim, gerador de satisfação para todos os lados envolvidos.

 

Se for pelo mesmo caminho – e cumprir a sua parte – o Palmeiras poderá fazer o mesmo.

 

 

Mesmo porque montou, na minha avaliação, uma escala ainda mais inteligente e democrática que a do Fla, permitindo doações e recompensas para uma gama maior de calibres de bolso.

 

 

Se o clube cumprir a sua parte, acho o projeto aceitável, mesmo porque a doação é voluntária, ou seja, dá quem quer.

 

 

Mas pedir sem dar nada em troca é aproveitamento indevido do amor do torcedor.

 

Agora, se Wesley vale tudo isso ou se o Palmeiras pegaria gente muito melhor com essa grana são outras histórias.

 

 

E você, o que pensa sobre o caso?

 

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28 Fev 19h41

Julio César ainda merece ser titular ou deve ser esquecido pela Seleção? Opine

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julio cesar reuters Julio César ainda merece ser titular ou deve ser esquecido pela Seleção? Opine Reuters

Para o incômodo de quase todos e dúvidas gerais da nação, o inferno astral do goleiro Julio Cesar, da Inter de Milão e da Seleção Brasileira, está durando bem mais do que deveria.

 

 

Ele começou precisamente há um ano, sete meses e 26 dias, em uma falha sua no gol contra de Felipe Melo, o primeiro da vitória da Holanda por 2 a 1, no estádio Nelson Mandela Bay, em Port Elizabeth, África do Sul, que eliminou o Brasil da Copa 2010 nas quartas de final.

 

 

Desde então, falhas como a desta terça-feira (28), no gol da Bósnia na vitória do Brasil por 2 a 1, e até mesmo alguns frangos feios passaram a fazer parte da rotina de trabalho do goleiro em quantidade e forma preocupantes.

 

 

Julio César é um tremendo de um goleiraço.

 

 

Arrojado, ágil apesar de seus 1,86 metro e seguro de seu talento e capacidade.

 

 

E além de tudo, muito experiente, com mais de 12 anos de profissionalismo e oito temporadas na Europa, entre Chievo Verona e Inter de Milão.

 

 

Jogou em altíssima performance por dez anos seguidos, de 2000, quando ganhou a posição de titular do Flamengo com apenas 21 anos, até a eliminação fatídica da Copa de 2010 no bate cabeças com Felipe Melo contra os holandeses.

 

 

Em boa parte desses dez anos, foi considerado pela maior parte do universo do futebol, com toda justiça, o melhor goleiro do mundo.

 

 

Nascido em 3 de setembro de 1979, tem apenas 32 anos.

 

 

Na Copa de 2014, terá 34, idade aceitável para um goleiro talentoso e experiente como ele.

 

 

Penso que Julio César atravessa uma má fase natural após uma década de desempenho excelente, muito acima da média, que o tornou unanimidade no Flamengo, na Seleção, no Chievo Verona e na Inter.

 

 

Acho essa queda bastante natural.

 

 

 

Acontece com todo bom jogador.

 

 

 

Acho que Julio César vai superar essa onda e ser titular da Seleção na próxima Copa.

 

 

Temos goleiros excelentes, entre eles Jefferson (Botafogo), Rafael (Santos), Renan (Internacional), Fernando Prass (Vasco) e Felipe (Flamengo), só para citar alguns.

 

 

Mas, apesar das últimas falhas, a suprema maioria dos zagueiros da Seleção admite, à boca pequena, sentir mais segurança quando Julio César está no gol.

 

 

Julio César tem plenas condições de voltar a pegar o que sempre pegou.

 

 

Mas esse inferno astral precisa acabar agora.

 

 

Já.

 

 

Sob pena de gerar uma insegurança crônica que acabe com a confiança dos brasileiros no belo futebol do goleiro.

 

 

 

E você, considera que o tempo de Julio César na Seleção acabou?

 

 

 

Ou ele ainda tem condições de dar a volta por cima?

 

 

 

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25 Fev 18h22

Acompanhante de doente é o profissional que menos dorme. Cortador de lenha é o mais dorminhoco. Conheça o ranking

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sono Acompanhante de doente é o profissional que menos dorme. Cortador de lenha é o mais dorminhoco. Conheça o ranking

Getty Images

As páginas dos jornais The New York Times e Time Moneyland acabam de divulgar um ranking curioso, feito pela rede de colchões Sleepy´s com base em 27.157 entrevistas da pesquisa anual de saúde americana.

 

 

O ranking mostra os profissionais que mais e os que menos dormem, na média de horas e minutos de sono por dia.

 

 

As diferenças de tempo entre dois grupos não é grande.

 

 

Os menos dorminhocos tiram entre 6 horas e 57 minutos e 7 horas e 8 minutos de sono por noite.

 

 

Os mais, entre 7 horas e 12 minutos e 7 horas e 20 minutos.

 

 

Um aumento máximo de 23 minutos entre o menor e o maior tempo, portanto.

 

 

Cabe destacar ainda que nem o grupo dos que ficam mais na cama chega a atingir as oito horas mínimas de sono recomendada pelos especialistas para que se tenha um dia saudável e com força para os esforços físicos, mentais e intelectuais.

 

 

 

Primeiro, os dez profissionais que menos dormem:

 

 

1 - Acompanhantes de doentes - 6h57m

 

2 - Advogados - 7h

 

3 - Policiais - 7h1m

 

4 - Médicos e paramédicos - 7h2m

 

5 - Economistas - 7h3m

 

6 - Assistentes sociais - 7h3m

 

7 - Programadores de computador  - 7h3m

 

8 - Analistas financeiros - 7h5m

 

9 - Operadores de máquinas em fábricas - 7h7m

 

10 - Secretárias - 7h8m

 

 

 

Agora, os que mais ficam na cama:

 

1 - Cortadores de lenha - 7h20m

 

2 - Cabeleireiros - 7h16m

 

3 - Representantes de vendas - 7h15m

 

4 - Barmen - 7h14m

 

5 - Operário da construção civil - 7h13m

 

6 – Atletas - 7h13m

 

7 - Paisagistas - 7h13m

 

8 - Engenheiros - 7h12m

 

9 - Pilotos de avião - 7h12m

 

10 - Professores - 7h12m

 

 

 

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23 Fev 20h25

Nunca vi, ao vivo ou em imagens do passado, em jogo profissional, amador e até pelada, alguém perder um gol tão feito quanto Deivid na derrota do Flamengo para o Vasco. E você? Opine

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Não me lembro de ter visto em toda a minha vida, nos mais de 35 anos em que acompanho futebol, ao vivo ou em imagens do passado, em jogo oficial, amador ou pelada de todas as idades e divisões, alguém perder um gol tão feito como o desperdiçado pelo atacante Deivid, do Flamengo, aos 35 minutos do primeiro tempo da partida em que o rubro-negro foi derrotado para o Vasco nesta quarta-feira (22), no Engenhão, pelas semifinais da Taça Guanabara, o primeiro turno do Campeonato Carioca.

 

 

Todos os rubro-negros que assistiam ao jogo, a começar por este cidadão que vos tecla, viram a bola lá dentro.

 

 

Gritaram gol.

 

 

Comemoraram antes por alguns instantes.

 

 

E até agora não acreditam e nem entendem como o camarada conseguiu colocar aquela bola na trave absolutamente sozinho, com o gol escancarado, a redonda à sua frente, a três metros de distância da linha da trave, pedindo para ser colocada na rede.

 

 

O atacante Negueba e o goleiro do Flamengo chegaram a correr em festa antes de perceber que o cara tinha feito a mágica de não conseguir colocar aquela bola para dentro.

 

 

O técnico do Flamengo, Joel Santana, disse não ter visto o lance porque, quando a bola chegou em Deivid, virou as costas e saiu para comemorar.

 

 

Repare na imagem acima que, depois de ver a bola passar por ele e se colocar entre Deivid e o goleiro com absoluta e comovente passividade, o goleiro do Vasco, Fernando Prass, dá o gol como certo, vira as costas para o lance e começa a reclamar do zagueiro Rômulo, que foi ultrapassado pelo lateral rubro-negro Léo Moura, autor o passe para o chute inacreditável do atacante.

 

 

 

Eu nunca vi nada parecido em toda a minha vida.

 

 

Sinceramente, nunca vi.

 

 

E você?

 

 

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21 Fev 18h59

O barulho é forte: PM encara traficantes perto do sambódromo do Rio, prende chefão da ADA, menor morre por bala perdida mas o samba não percebe nada. A bateria da Vila não deixa…

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Vejam como foi curiosa essa troca de barulho forte.

 

 

 

 

Policiais militares da Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) do Morro de São Carlos, no centro do Rio de Janeiro, prenderam, na madrugada desta segunda-feira (20), o traficante Marcílio Cheru de Oliveira, o Menor Cheru, 25 anos, um dos chefões da facção do tráfico Amigo dos Amigos, a ADA.

 

 

 

 

 

Cheru estava no bar Loira e Léo, no morro, em frente ao ponto em que se concentravam cerca de cem integrantes do Boi Sem Chifre, o bloco em que ele pretendia desfilar.

 

 

 

A polícia deu voz de prisão a Cheru no início do desfile do Boi.

 

 

 

Houve troca de tiros com cerca de dez comparsas do chefão da ADA.

 

 

 

Cinco pessoas foram baleadas, entre elas o próprio Cheru, atingido na perna por um tiro de pistola, e Wendel Timóteo Rodrigues Nunes, de 14 anos, morto com uma bala perdida no abdômen.

 

 

 

Os outros três, os mototaxistas Paulo Roberto Barros dos Santos, (24 anos, ferido na perna) e Carlos Diego dos Santos (25, tiro nas costas) e Amanda Martins (17, atingida de raspão no braço) não correm risco de morrer.

 

 

 

O mais curioso da história: no momento em que começou a troca de pipoco pesado, de chumbo grosso, a poderosa, valente e competente bateria da escola de samba Unidos de Vila Isabel fazia a festa da galera no sambódromo.

 

 

 

Resultado: apesar da proximidade entre a Marquês de Sapucaí e o Morro de São Carlos, ninguém percebeu – e nem se assustou – com o babado forte.

 

 

 

Melhor assim...

 

 

 

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Vejam como foi curiosa essa troca de barulho forte.

 

 

 

 

Policiais militares da Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) do Morro de São Carlos, no centro do Rio de Janeiro, prenderam, na madrugada desta segunda-feira (20), o traficante Marcílio Cheru de Oliveira, o Menor Cheru, 25 anos, um dos chefões da facção do tráfico Amigo dos Amigos, a ADA.

 

 

 

 

 

Cheru estava no bar Loira e Léo, no morro, em frente ao ponto em que se concentravam cerca de cem integrantes do Boi Sem Chifre, o bloco em que ele pretendia desfilar.

 

 

 

A polícia deu voz de prisão a Cheru no início do desfile do Boi.

 

 

 

Houve troca de tiros com cerca de dez comparsas do chefão da ADA.

 

 

 

Cinco pessoas foram baleadas, entre elas o próprio Cheru, atingido na perna por um tiro de pistola, e Wendel Timóteo Rodrigues Nunes, de 14 anos, morto com uma bala perdida no abdômen.

 

 

 

Os outros três, os mototaxistas Paulo Roberto Barros dos Santos, (24 anos, ferido na perna) e Carlos Diego dos Santos (25, tiro nas costas) e Amanda Martins (17, atingida de raspão no braço) não correm risco de morrer.

 

 

 

O mais curioso da história: no momento em que começou a troca de pipoco pesado, de chumbo grosso, a poderosa, valente e competente bateria da escola de samba Unidos de Vila Isabel fazia a festa da galera no sambódromo.

 

 

 

Resultado: apesar da proximidade entre a Marquês de Sapucaí e o Morro de São Carlos, ninguém percebeu – e nem se assustou – com o babado forte.

 

 

 

Melhor assim...

 

 

 

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21 Fev 18h34

Luiza Brunet completa 17 desfiles à frente da bateria da Imperatriz Leopoldinense. Quer entrar para o Livro Guinness de Recordes como a rainha mais antiga do Carnaval. Ela merece? Opine

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A modelo e empresária Luiza Brunet completou 17 desfiles como rainha de bateria da escola de samba carioca Imperatriz Leopoldinense no domingo (19).

 

 

 

Com o feito, ela vai solicitar a inclusão de seu nome no Livro Guinness de Recordes como rainha mais antiga e recordista neste posto em toda a história do Carnaval:

 

 

- Quero entrar para o Guinness como a rainha em atividade há mais tempo. Para mim, é um privilégio ser, nesta idade, uma referência para as mulheres e até mesmo para o Carnaval.

 

 

 

Os números de La Brunet poderiam estar mais convincentes se ela não tivesse se afastado da escola por alguns carnavais anos atrás.

 

 

 

 

Nos anos em que ficou longe do sambódromo, ela foi substituída por outra dona indiscutível de beleza, a apresentadora Luciana Gimenez.

 

 

 

 

Brunet merece?

 

 

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21 Fev 18h13

Obras melhoram sambódromo, mas falhas e improvisos incomodam público no desfile do Grupo Especial do Rio

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As reformas que ampliaram a capacidade do sambódromo da Marquês de Sapucaí para mais de 70 mil pessoas e, finalmente, deixaram-no à imagem fiel do projeto de seu idealizador, o arquiteto Oscar Niemeyer, foram muito positivas para o espaço carioca.

 

 

 

 

O local ficou notadamente mais claro, seguro e belo – e isso não é pouca coisa.

 

 

 

Mas alguns problemas incomodaram parte do público no desfile do grupo de elite do Rio, o Especial, sobretudo no primeiro dia da festa, o domingo (19).

 

 

 

Os principais:

 

 

* Apesar do esforço da prefeitura para concluir as obras da entrada do primeiro folião, era fácil perceber improvisos. Em vez de soldas, lacres de plástico seguravam parte dos bancos nas frisas do setor par.

 

 

 

* O som oficial do sambódromo melhorou. Ficou mais limpo e definido. Mas o público posicionado no alto das arquibancadas teve muita dificuldade para ouvi-lo. Algo que pode e deve ser corrigido para o desfile das campe%C

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20 Fev 13h35

Custo entre um milhão e meio e dez milhões de reais por desfile nos grupos de elite. Salário anual de até R$ 600 mil para um carnavalesco. Conheça os valores importantes do Carnaval

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A beleza encantadora das escolas de samba nos sambódromos e avenidas reacende, todo ano, algumas dúvidas antigas.

 

Quanto custa a organização do desfile de uma escola de samba importante?

 

Quanto recebem os carnavalescos que desenvolvem os enredos e lideram os trabalhos de construção das alegorias e adereços nos barracões?

 

Algumas respostas para essas questões foram publicadas nos últimos dias em reportagens feitas no Rio e em São Paulo, entre elas o bom trabalho de Roberto Kaz, com fotos de Simone Marinho, para a edição deste domingo (19) da revista O Globo.

 

O orçamento das escolas de samba sempre foi e continua a ser feito, em boa parte, de dinheiro não-contabilizado, ausência de nota fiscal, mistério sobre a origem das rendas e recursos vindos de fontes obscuras, entre elas o jogo do bicho.

 

 

Por isso, o risco de se ter números, estatísticas e sobretudo valores imprecisos ou informados com falsidade é sempre grande e presente.

 

 

Nestes casos, normalmente os dirigentes das escolas não revelam os valores corretos. Ou mentem para menos, escondendo o custo real turbinado por doações feitas às margens da lei e das fiscalizações.

 

 

Quando iniciava carreira no Rio, no final dos anos 1980, este cidadão que vos tecla percebeu isso claramente ao fazer uma reportagem sobre o carnaval carioca para Revista de Domingo do Jornal do Brasil.

 

 

Pois bem: feitas as devidas ressalvas, vamos a alguns dados colhidos pelo blog. Eles, no mínimo, poderão ajudar o amado amigo a ter uma visão básica da realidade deste mercado.

 

 

* A organização do desfile de uma integrante do grupo de elite do carnaval carioca, o Especial, custou, para a diretoria da escola, em média R$ 7 milhões em 2012. Este valor não inclui o que o folião paga pela sua própria fantasia.

 

* Escolas mais ricas do momento, como Beija-Flor, Grande Rio, Portela, Mangueira, Salgueiro, Unidos da Tijuca e Imperatriz Leopoldinense, chegam aos R$ 10 milhões.

 

 

* Em São Paulo, o custo médio de uma participante do grupo principal da cidade estaria entre 20% e 40% dos cariocas. Ou seja, algo entre R$ 1,4 milhões e R$ 2,8 milhões.

 

 

* No Rio, um carnavalesco do grupo Especial ganha entre R$ 200 mil e R$ 600 mil por ano, normalmente divididos em dez vezes entre um carnaval e outro.

 

 

* Nos grupos de acesso A e B, “segunda e terceira divisões” do carnaval carioca, um carnavalesco recebe entre R$ 25 mil e R$ 40 mil anuais. E no C, entre R$ 10 mil e R$ 15 mil por ano.

 

* Em São Paulo, revela o carnavalesco Alexandre Louzada, titular dos carnavais da paulista Vai-Vai (primeiro grupo) e das cariocas Mocidade Independente de Padre Miguel (Especial) e Viradouro (acesso A), os salários são em média 70% inferiores aos pagos no Rio.

 

* Se a informação de Louzada estiver certa, os carnavalescos das principais escolas paulistanas recebem entre R$ 60 mil e R$ 180 mil anuais.

 

* No Rio, os três carnavalescos mais valorizados, que teriam rendimentos anuais em torno de R$ 600 mil, são Paulo Barros (Unidos da Tijuca), Rosa Magalhães (Vila Isabel) e a dupla Renato e Márcia Lage (Salgueiro).

 

Como se percebe, os carnavalescos dos grupos principais ganham o suficiente para ter uma vida muito boa.

 

Apesar de não receberem salários de craque ou mesmo de super técnico de futebol, podem se considerar privilegiados.

 

Mas os profissionais das “divisões inferiores” precisam receber mais.

 

A responsabilidade é imensa e o trabalho, maior ainda. Nos seis meses anteriores ao desfile, o sujeito praticamente abandona a vida pessoal e passa a viver dentro do barracão. Alguns literalmente, com cama e banheiros adaptados e tudo mais.

 

O camarada entrega todo o seu tempo. Fica impossibilitado de arrumar um troco com outras coisas e realiza um trabalho profissional, como o meu, o seu e o deu qualquer outro. Por isso, merece e precisa ganhar mais.

 

Mesmo porque o Carnaval do Rio, para citar apenas o mais forte exemplo, deverá movimentar na cidade algo em torno de US$ 740 milhões, ou cerca de R$ 1,28 bilhão, em 2012.

 

Quem lidera o ano inteiro a criação dessa festa merece mesmo um pedaço maior deste bolo que já passa do bilhão, não é verdade?

 

E você, o que pensa a respeito?

 

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