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30/03/2012 às 02:28:50
Eita .... viu somente 6 gols de Pelé ????
Só assistir Pelé Eterno ... tem mais de 400 gols lá ...
Não faltam jogadas não . Tem um negócio chamado Youtube que tem centenas de jogadas de Pelé ...
Quanto a cabeçadas ... Pelé também não era centroavante de origem ... Os centroavanted de origem de Pelé npo Santos foram Pagão, Coutinho, Toninho Guerreiro ....
Messi em 8 anos fez 10 gols de cabeça, 6 gols de falta ....
Marcos Assunção fez isso em gols de falta só esse ano que está começando ...
E desde quando "conduzir bola" e " habilidade " é parametro ??? Denilson também tinha uma "habilidade " incrivel ....
E a palavra "habilidade" serve prá um monte de coisas, né ???
Habilidade em defender, em chutar , em fazer embaixadas, em costurar , em desenhar .... em fazer gols ....
Ronaldinho Gaucho era outro " melhor que Pelé " um tempo atras ... abafaram o caso ... -
25/03/2012 às 10:50:53
Apesar de não ser muito fã de argentinos, tenho que admitir que MESSI é melhor que PELÉ apenas por um motivo: MESSI joga mais bola que PELÉ!
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21/03/2012 às 22:08:46
Assisti ao jogo televisionado entre Brasil e Itália na copa do México, em 1970, e não vi nada de mais em Pelé. Depois disso, ele atuou por mais 7 anos e nada de jogadas espetaculares. Pode ter sido o maior artilheiro do século, mas jogador, na minha opinião, está muito aquém. Duvido que Pelé tinha a habilidade de Messi, nem conduzia a bola como ele. E os gols por sobre os goleiros. Quanta tranquilidade. Talvez faltem jogadas ou gols gravados de Pelé, até porque a televisão no Brasil teve início em 1950! Até hoje, conheço apenas os mesmos seis gols de Pelé que sempre passam na tv. Para quem fez mais de 1000! Vamos parar de saudosismo. O melhor de todos os tempos é Messi. E nem adianta falar que Pelé era bom de cabeça e Messi não, pois Messi não é centroavante de origem. E mais, apelar para gols de cabeça não dá! Pelé é mais um.
15 Mar 17h28
Gordura do Ronaldo, hipotireoidismo, notícia velha, comida, vinho, Tim Maia. Vale tudo. Ao mesmo tempo agora
Tudo certo e bonitinho.
Só queria fazer um reforço que considero interessante.
Em certo ponto, Cosme diz o seguinte:
- Na despedida do Corinthians, ele (Ronaldo) disse que tinha problemas de tireóide. A informação nunca foi confirmada ou negada no clube. Ficou a palavra dele e ponto final.
A história é um pouquinho diferente.
A rigor, nem ele, nem o Corinthians, nem os médicos de um nem os de outro precisavam confirmar naquele momento o hipotireoidismo.
Por um motivo singelo: ao contrário do que insinuou Ronaldo e acreditou a suprema maioria dos jornalistas presentes na emocionada despedida do craque dos gramados naquela segunda-feira 14 de fevereiro de 2011, e depois deles a maior parte do público, o problema de Ronaldo era notícia velha.
Na Europa, o distúrbio glandular do Fenômeno era assunto de reportagens desde 2007.
Por aqui, eu já tinha lido ao menos um texto sobre o assunto, de autoria do excelente Chico Silva (que, por sinal, dá a mim e também ao confrade Rímoli a honra da sua amizade).
Tempos depois de ter lido este texto, mas ainda bem antes da despedida de Ronaldo, Chico e eu lembramos do problema numa conversa em que o assunto era o peso do ex-jogador.
Por sinal, naquela mesma segunda-feira 14 de fevereiro em que o craque pendurou as chuteiras, este que vos incomoda publicou, neste mesmo canto da blogosfera colorida, um texto exatamente sobre o assunto, com o título Ao contrário do que pensa Ronaldo, seu problema na tireóide é notícia velha, e o texto que publico em itálico a seguir.
Espero ter contribuído para reforçar em detalhes o ótimo relato de confrade Rímoli, embaixo do qual assino, carimbo, reconheço firma e protocolo.
A rigor, Ronaldão engorda tanto e tão rápido porque mistura tudo em um pratão só: hipotireoidismo, comida, mais comida, bebida, mais bebida, doce, mais doce, salgado, mais salgado, vinho, mais vinho.Vale tudo. Tudo ao mesmo tempo agora...
Ô boquinha nervosa, sô...
Em tempo: o camarada está mesmo, e cada vez, a cara do Tim Maia.
Já dá até para substituir o neto do Silvio Santos, Thiago Abravanel, no papel papel principal no musical sobre o cantor que faz tanto sucesso no País. Pano rapidíssimo.
Ao texto daquele 14 de fevereiro de 2011, pois:
Em sua bonita e emocionada entrevista de despedida, Ronaldo Fenômeno contou, com ares de revelação, que teve seu hipotireoidismo diagnosticado em 2007.
Pelo jeito que Ronaldo contou a história, parecia que seu problema era algo não sabido e não divulgado em público até aquele momento.
Ele ainda brincou com os jornalistas.
Disse que muitos deles, a partir daquele instante, ficariam com remorso de ter brincado com o seu peso, mas que ele, Ronaldo, não guardava mágoa de ninguém e que estava tudo certo.
Pela maneira como Ronaldo tocou no assunto, parecia que o problema era algo não sabido e não divulgado em público até aquele momento.
Não é bem assim.
No mesmo ano de 2007, o médico do Milan, Jean Pierre Meerseman, afirmou com todas as letras, numa entrevista para um programa do canal de tevê do clube italiano, o Milan Channel, o seguinte:
- Alguns exames que fizemos revelaram que Ronaldo tem uma disfunção na tireóide chamada de hipotireoidismo.
Na ocaisão, a notícia foi repercutida em alguns sites europeus.
Chico Silva, amigo e jornalista brilhante, um dos mais estupendos que conheci, leu a história em um deles e me mostrou o texto.
Chico, que enfrentava na época um problema parecido, chegou a comentar exatamente a situação cruel vivida por Ronaldo, vendo a imprensa classificá-lo como gordo comilão quando, a rigor, ele passava por um problema glandular.
Depois que o Fenômeno chegou ao Timão, alguns poucos jornalistas chegaram a questionar o médico do Corinthians à época, Joaquim Grava, sobre o assunto.
Grava sempre negava de forma radical e definitiva.
Dizia que, se ele tivesse o problema, o Corinthians claramente iria tratar.
A questão é que tratar hipotireoidismo não é tão simples assim.
Para um resultado eficaz, Ronaldo teria que tomar alguns hormônios para fazer o papel do T3 e do T4 que seu corpo produz em pequena quantidade.
O problema é que esses hormônios tomados como remédio são sintéticos, ou seja, fabricados em laboratório, e não orgânicos, istoé, como os produzidos pelo próprio corpo.
Os hormônios sintéticos são identificados nos exames antidoping que os jogadores fazem a toda hora.
O que levaria Ronaldo a cair na tarrafa da dopagem sem ter a intenção de se dopar.
Por isso o craque não tomou os hormônios, mas também não saiu por aí falando sobre o tema.
Mas o problema foi divulgado, sim.
Existem outros tratamentos para o caso sem hormônios, mas eles reduzem pouco peso e, depois, o paciente recupera esses quilos muito rapidamente.
O próprio Milan teria submetido Ronaldo a uma dieta especial, acompanhada de alguns comprimidos sem hormônio, que na época fez o craque perder 3,5 quilos.
Mas eles voltaram...
O resumo disso tudo é que a notícia, na verdade, é velha.
Tem pelo menos quatro anos, chegou ao Brasil e até foi desmentida pelo então médico do Timão, que, como revela agora Ronaldo, sabia de tudo, a exemplo de toda a diretoria corintiana.
Eu e uma grande parcela, talvez até a maioria, dos jornalistas que trabalham em algum momento com esporte sabíamos do hipotireoidismo do Fenômeno.
O problema foi que nós preferimos não dar qualquer álibi para ele e creditar todos os seus quilos a uma boca nervosa e incorrigível.
4 Mar 14h01
Negociaria com alguém que dissesse que você merece pé na …, como esse Jerônimo da Fifa?
Quem beija é Jerônimo - e a legenda, claro, pode acabar por aqui
O governo federal, o de alguns estados e o de municípios escolhidos para sede cometeram, inegavelmente, vários erros até aqui, na organização da Copa do Mundo de 2014, a ser realizada no Brasil.
A atuação do Comitê Organizador Local, o COL, está igualmente marcada por uma série de equívocos.
Obras em estádios como os de Natal (RN), Curitiba (PR) e Porto Alegre (RS) estão clara e preocupantemente atrasadas.
Algumas obras viárias de acesso a arenas e de infraestrutura em cidades-sede dão impressão total de estagnação. Algumas sequer saíram do papel.
A quantidade insuficiente de quartos de hotel para a procura esperada na Copa é um fato verdadeiro em várias dessas cidades. Situações confortáveis, no momento, só as de São Paulo e Rio de Janeiro.
No outro extremo, o da preocupação, aparecem Cuiabá, no Mato Grosso, e sobretudo Manaus, no Amazonas. Ainda há tempo para construir quartos suficientes em todas as cidades, mas é preciso correr.
A situação dos aeroportos também é constrangedora.
O Brasil é um país continental. Tem capitais separadas por distâncias de até 8 mil quilômetros.
Isso sem uma linha sequer de trem de alta velocidade. E uma nova classe média que, com mais de 100 milhões de consumidores, entope os aeroportos do País, num mercado que cresceu nos últimos tempos - e deverá crescer nos próximos - mais de 10% ao ano, na média, em volume de passageiros.
Diante deste cenário - não exatamente novo, diga-se - é imperdoável que a modernização de nossos aeroportos tenha começado tão tarde. E isso ainda que o País não tivesse pela frente a obrigação de abrigar a Copa de 2014 e as Olimpíadas de 2016.
Além de tudo isso, está claro para todo mundo que, se tivessem feito uma forcinha a mais em nome do conforto de fugir das cobranças, o Congresso Nacional e o governo federal já teriam votado e aprovado a Lei Geral da Copa, motivo de tantas reclamações da Fifa nestes tempos de resto nada confortáveis.
Governo e Congresso não devem, claro, ser pautados pelos desejos e prazos de Dona Fifa.
Mas daí a queimar prazo de forma claramente exagerada já passa a sensação, a altura do campeonato, de algum descontrole e um certo charme exagerado.
Se algum ponto sobre prazo, obra, direito de venda de produto, publicidade, aprovação de lei ou qualquer outro tema foi admitido na disputa pela Copa, assumido na assinatura do contrato e, depois, questionado ou não cumprido pelo governo na forma do escrito, é direito da Fifa querer a realização da coisa nos termos em que o compromisso foi firmado.
Não vale dizer, no sufoco da disputa com quem for, que aceita entregar tudo, dar as chaves deste mundo e de metade do outro, e depois, vencida a parada, querer recuar sozinho dizendo que o combinado está pesado.
Sim, ok, tudo isso é verdade, é fato.
Mesmo assim, acredito que o País realizará uma boa copa e, depois, uma boa olimpíada.
Agora, vamos combinar com honestidade: o que não pode, mesmo diante desses problemas (e problemas em campanhas do tipo estão longe de ser uma exclusividade do Brasil), é aparecer alguém como esse Walcke, esse Jerôme, e, mesmo no cargo de secretário-geral da Fifa, afirmar que os "organizadores" da Copa - o que inclui ministros, representantes do governo e, em última instância, a própria presidente Dilma Rousseff - merecem um bom pé na bunda para ficar espertos e cumprir o cronograma no prazo desejado por ele.
Vermelho para trabalho infantil. Faz sentido - Agência Brasil
Sim, pois é isso o que significa precisamente aquele "vocês precisam se pressionar, levar um chute no traseiro e fazer a Copa" dito pelo Jerôme, em termos nada franceses.
Dito por esse Jêrome talvez para agradar o amigo de fé Ricardo Teixeira, que, além de viver um inferno astral que o faz balançar na presidência da CBF, tem, como presidente do Comitê Organizador Local, o COL, todos os seus pedidos de audiência com a presidente Dilma solenemente ignorados.
Se comportar como esse Jerônimo se comportou, em relações internacionais formais com um Estado, não pode.
É um exemplo rico, esculpido e acabado da forma autoritária, prepotente, insensível, autista, incompetente e vulgar com que a Fifa acredita poder resolver seus problemas com nações independentes.
Parece diplomacia do esperneio de velhotes mal-acostumados.
O governo tem toda razão em não mais reconhecer esse Jerônimo como interlocutor. E de exigir que Dona Fifa coloque outro de seus camaradas no lugar deste elemento.
Não é questão se ser um governo de direita ou esquerda, um governo que tenha o seu ou o meu apoio ou mesmo a realização de uma copa que eu, você ou qualquer brasileiro aprove ou não.
Aqui, o ponto não está em qualquer um desses dilemas.
A questão é saber o limite do respeito para merecer ser respeitado.
E, no caso de países independentes, a ofensa representada pela ignorância desses limites, como ocorreu no caso do Jerônimo, assume dimensões ainda mais graves e imperdoáveis.
Aldo Rebelo, ministro do Esporte - Antônio Cruz/Agência Brasil
Walcke considerou "infantil" a decisão do governo brasileiro de não mais considerá-lo interlocutor da Fifa para a Copa. Minutos depois do anúncio, feito pelo ministro do Esporte, Aldo Rebelo (acima), ele disse:
- Se não querem mais falar comigo, se não sou a pessoa com quem querem trabalhar, então é um pouco infantil. Vou viajar ao Brasil no dia 12 de março.
Tolice. Infantil foi ele.
Dentro de seu direito de apontar o que considera fora do acordo com o Brasil, estava indo bem até quando criou a feliz imagem de que País, para ele, parecia mais interessado em ganhar do que bem organizar a Copa.
Mas o lance do chute no traseiro, ou do pé na bunda, convenhamos, foi grosseria infantil contra um país e uma população.
Você, amado amido, continuaria a negociar qualquer coisa com alguém que, insatisfeito com pontos das primeiras conversas, fosse para a imprensa dizer que você merece um pé na bunda para ficar esperto e pedir menos prazo para entregar ou pagar por um produto?
Sei que não.
Como então alguém pode querer que os prefeitos, governadores, ministros e representantes do governo federal e da presidente Dilma Rousseff façam diferente?
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10 Out 18h13
Mais Rafinha Bastos. Em quatro pontos, uma correção, reafirmações e esclarecimentos
Divulgação - www.rafinhabastos.com.br
Como a repercussão foi grande e as dúvidas se concentram em poucos pontos do texto sobre o humorista Rafinha Bastos, publicado por este blog no domingo (9), o colunista esclarece em quatro pontos:
1) Ao contrário do que sugeriram ou mesmo acusaram muitos amados amigos em seus comentários, eu não conheço, nunca encontrei ou vi pessoalmente, não sou exatamente um fã como humorista e tampouco sou amigo de Rafinha Bastos. Não há, portanto, qualquer interesse no texto do blog, que é puramente jornalístico.
2) Na velocidade que o jornalismo da internet exige, o colunista, traído por um vacilo, atribuiu equivocadamente a piada dos velhos de Higienópolis no trem para Auschwitz a Rafinha Bastos. Como se sabe, e bem alertaram vários leitores, aos quais agradeço, a frase é de outro CQC, Danilo Gentili. A coluna pede firmes desculpas a Rafinha e comunica que o texto já está devidamente corrigido.
3) Ainda assim, a posição do colunista em relação à falta de graça das duas piadas, à tese principal do texto (a de que a pressão sobre o humorista parece exagerada, despropositada e covarde)e a todas as outras opiniões do texto permanece rigorosamente a mesma. Estão todas mantidas. O equívoco não muda em nada a análise do conteúdo.
4) As opiniões, a favor e contra, estão todas aí. A não ser que existam ofensas pessoais ou corporativas, não existe e nem haverá qualquer tipo de censura neste blog. Ocorre que, às vezes, diante da quantidade imensa de comentários (o que nos orgulha) e do fato de sermos quase 100 colunistas no R7, a mediação e a publicação de opiniões dos leitores demoram um pouco em situações especiais como essa. Mas não há qualquer tipo de censura. Agora, ofensas são sumariamente cortadas. Eu, as pessoas, as empresas e as instituições retratadas nesta coluna podemos e devemos ser criticados. Mas, a exemplo de vocês, amados leitores, exigimos ser respeitados. Critiquem, elogiem, alertem para erros, comentem. Este blog trata as críticas do leitor com mais respeito até do que os elogios.
É uma honra tê-los todos por aqui.
O melhor do Entretenimento está aqui. No R7.
9 Out 06h01
Rafinha Bastos apareceu em 730 anúncios em 2011 até 10 de junho. Depois, nada. O cara vacilou, é fato. Piada grossa e sem gracinha. Mas a asfixia toda parece covardia de sádico. Opine
Divulgação - Rede Bandeirantes
Vejam o quanto podem custar frases ou atitudes ditas ou tomadas naqueles momentos de infelicidade em que a língua e as coisas escapam do controle.
De 1 de janeiro a 1o de junho deste 2o11, o comediante Rafael Bastos Hocsman, 34 anos, o Rafinha Bastos, recém-afastado do programa CQC, da Rede Bandeirantes, foi a estrela de nada menos do que 730 inserções de publicidade na TV.
Ou seja, apareceu em 730 anúncios comerciais na televisão brasileira no período.
Não deve ter sido pequeno, portanto, o faz-me rir encaixado pelo humorista para vincular tantas vezes sua imagem à dessas empresas importantes.
Pois de 10 de junho para cá, exatamente quando passou a pegar mais pesado em suas frases e piadas, culminando com o "comeria ela e o filho; não tô nem aí", disparado no CQC no último dia 19 de setembro sobre a cantora Wanessa Camargo, grávida de cinco meses, Rafinha não apareceu mais em um único comercial na televisão, informa Lauro Jardim, de Veja, em sua coluna Radar On Line.
O humorista permanece apenas nas peças de merchandising gravadas e exibidas durante o CQC.
Penso o seguinte: esse rapaz exagerou mesmo neste episódio.
Como também exagerou outro CQC, Danilo Gentili, quando disse entender "o medo de metrô dos velhos de Higienópolis (bairro de São Paulo com alta concentração de judeus)" porque "na última vez em que eles chegaram perto de um vagão foram parar em Auschwitz (o maior campo de concentração do nazismo, onde entre 1 milhão e 1,4 milhão de milhão de judeus foram assassinados durante a Segunda Guerra) .
Democracia e liberdade de expressão não significam carta branca para qualquer um sair por aí a mandar coisas que ofendam o outro, violentem questões pessoais, como no caso de Rafinha com o filho de Wanessa Camargo.
Ou a agredir experiências históricas e humanas dolorosas, como a dos judeus na Segunda Guerra, de forma geral, e dos moradores de Higienópolis que foram levados ou tiveram parentes mortos em Auschwitz, em particular, no episódio de Gentili.
Devo dizer que, se eu fosse a Wanessa Camargo ou um integrante da terceira idade de Higienópolis, nos dois casos iria andar e andar para o que Rafinha e Gentili falaram.
Não tenho tempo nem saco para me magoar com essas coisas.
E, depois, achei as duas piadas, assim, sabe?, sem gracinha...
Mas, ainda que eu fosse judeu, não poderia exigir dos outros judeus, diante da história e das testemunhas que estão aí, dessem a mesma (falta de) importância que dei ao que Gentili falou.
E, no outro ponto, do de Rafinha, para sentir na pele o que sentiu Wanessa Camargo, só naturalmente sendo Wanessa Camargo.
Acho que, se eu fosse ela, também andaria e andaria para o fato de Rafinha ter dito que me comeria.
Talvez devolvesse dizendo que jamais daria para ele.
Acho que ficaria chateado com o lance do filho, esse sim uma grosseria que só o impulso não pensado justifica. O mais provável é que nem isso.
Desconfio inclusive que Rafinha, a exemplo de Gentili, que parece ter se desculpado com a comunidade judaica, se arrependeu do que disse.
Só não vai dar ao outro lado o gostinho da retratação.
Mesmo porque, depois de tanta pressão de Ronaldo Fenômeno, do marido de Wanessa Camargo, Marcus Buaiz, da Bandeirante e do mundo que caiu sobre sua cabeça, e sobretudo o prejuízo que parece ter tomado, um pedido de desculpas a essa altura do championship não iria trazer a Rafinha nenhum bônus.
Apenas, imagino, o mico da suposta humilhação pública, duro para todo mundo e mais ainda para um gaúcho, tchê.
De qualquer forma, as pressões contra esse rapaz feitas de fora para dentro da Bandeirantes, e a forma como essas pressões foram entubadas nas internas do canal, parecem-me uma covardia suprema e sem propósito.
Um um monte de gente rica, famosa e poderosa na luta para ferir de morte a carreira de um camarada que está trabalhando, dando seu duro, por uma m... que ele disse de impulso.
Ok: que todos se afastem do CQC, da Bandeirantes e do escambau.
Mas deixem o cara trabalhar e refletir sobre a vacilada que ele deu em paz.
Até para não cometer outras do tipo.
Rafinha pisou geral.
Tão forte que fez até a Band e seu colega de bancada Marco Luque perderem dinheiro e clientes.
Aliás, eu, no lugar de Luque, optaria por ficar ao lado do parceiro e não soltaria comunicado criticando porcaria nenhuma.
Estou apenas dizendou o que eu faria.
Porque, na medida em que Marco Luque soube que seria profissional e financeiramente prejudicado, com a perda de um ou mais contratos, por um lance feito totalmente por outra pessoa, e com o qual ele, Luque, não tem patavinas a ver, penso que ninguém tem o direito de julgar o cara por ter tentado salvar o seu, que nunca deveria ter entrado em pauta (o que, diga-se, nem acabou rolando).
Ronaldo superou em grande estilo o episódio dos travecos.
Superou, com seus talentos e recursos, porque é merecidamente amado e um dos brasileiros mais talentosos de todos os tempos para trabalhar a própria imagem.
Mas sofreu o suficiente para sentir na pele como é ruim e doloroso correr atrás para neutralizar uma besteira que a gente, como todo ser humano, faz em algumas horas ou alguns minutos de vacilo.
Deveria pensar nisso ao se lembrar em todo este episódio do Rafinha Bastos.
Em tempo: o colunista atribuiu equivocadamente a piada dos velhos de Higienópolis no trem a Rafinha Bastos.
Como se sabe, e alertaram os amados amigos da coluna, aos quais agradeço, a frase é de outro CQC, Danilo Gentili.
A coluna pede firmes desculpas a Rafinha Bastos e comunica que o texto já está devidamente corrigido.
Todas as opiniões dadas pelo colunista no texto, a avaliação sobre a indigência das duas piadas e a tese principal do texto, a de que a pressão sobre Rafinha Bastos é exagerada e despropositada, tudo isso permanece, no entanto, rigorosamente igual ao do texto publicado antes do reparo.
Equívocos reparados, pedidos de desculpa feitos, as opiniões sobre os dois casos (e as duas piadas) permanecem rigorosamente as mesmas.
O melhor do Entretenimento você encontra aqui. No R7.
28 Set 17h36
Ronaldo Fenômeno se afasta do CQC por causa de piada de Rafinha sobre Wanessa Camargo. Você acha que houve ofensa moral? Opine
A língua sem travas do humorista Rafinha Bastos, do CQC, da Bandeirantes, pode ter tirado para sempre do programa um de seus participantes mais assíduos: Ronaldo Fenômeno.
Ronaldo decidiu se afastar, conta Mônica Bergamo em sua coluna desta quarta-feira (28) na Folha de S. Paulo, por ter achado ofensiva uma piada feita pelo humorista dias atrás, no programa, sobre a cantora Wanessa Camargo, filha do gente boa Zezé di Camargo e mulher do empresário Marcus Buaiz, sócio do ex-jogador na empresa 9ine.
Sobre a gravidez da cantora, Rafinha Bastos mandou: “Eu comeria ela e o filho”.
Ronaldo e sua mulher, Bia Antony, reclamaram com a direção da Bandeirantes sobre o caso.
A cúpula da emissora, que também não gostou nada da história, fez questão de transmitir o seu descontentamento ao humorista.
Buaiz pensa em processar o humorista.
- Não há dúvida alguma de que houve ofensa moral. Cabe, portanto, ação na esfera cível. No âmbito criminal, as declarações podem ser consideradas também como injúria, cabendo indenização.
O advogado João Paulo Lins e Silva, que tem o jogador Alexandre Pato entre seus clientes famosos, assistiu ao programa. Ele acha possível caracterizar a ofensa moral, mas alertou que Wanessa Camargo precisará provar o dano.
- Liberdade de expressão não significa poder fazer humor sobre tudo e de qualquer jeito. Em muitos casos, há ofensa à honra, mas cabe a quem sofreu o dano provar a violação. No caso de pessoa pública e conhecida, os efeitos de comentários baixos podem causar maiores transtornos. A Wanessa tem claro direito de processar, mas caberá a ela provar o dano causado pelo insulto.
E você, amado amigo, acha que houve ofensa moral?
Opine.
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7 Jul 06h00
Marta merece bater recorde de Ronaldo em Copas? Opine
A espetacular Marta marcou até hoje 12 gols em Copas do Mundo.
Se fizer mais três gols, ela ultrapassa a alemã Birgit Prinz, a atual recordista, com 14.
Com mais quatro, supera até mesmo Ronaldo Fenômeno, o jogador que mais fez gols em Mundiais de seleções masculinas, com 15 em três copas.
Este Mundial da Alemanha é o terceiro de Marta.
A alemã Prinz, atual recordista, é oito anos mais velha do que a brasileira.
Está jogando em seu país o seu Mundial, mas ela ainda não marcou gol nele.
Na vitória de 3 a 0 do Brasil sobre a Guiné Equatorial, nesta quarta-feira (6), Marta poderia ter pedido para bater o pênalti que ela mesma sofreu, após uma linda arrancada nos acréscimos, com o jogo já decidido, e diminuir para um gol a diferença em relação a Prinz e para dois a distância de Ronaldo.
Mas não foi fominha.
Quem bateu - e marcou - foi a batedora oficial, Cristiane, que já havia feito o segundo gol.
Marta com certeza ultrapassará os dois, ou no mínimo igualará os 15 gols de Ronaldo, até bem antes de encerrar sua gloriosa carreira.
Explico.
Ela tem apenas 25 anos, talento absurdo, rara disposição.
Sua boa saúde explode a olhos vistos.
Se não atingir a meta nesta copa da Alemanha, o fará no Mundial do Canadá, daqui a quatro anos, em 2015, que certamente disputará aos 29 anos.
Como acho que Marta vai pendurar a chuteira muito depois de seus 29 anos (imagino que ela terá fôlego e talento até para disputar a copa de 2019, com 33, a exemplo do que faz Prinz agora), penso que o recorde virá para ela bem antes de seu último jogo como profissional.
Se isso ocorrer, será merecido.
Torco para Marta superar Prinz e o Fenômeno.
Acho merecido.
Cinco vezes eleita melhor jogadora do planeta, galáxias à frente da atual segunda melhor do mundo (que hoje, diga-se, deve ser outra brasileira), Marta está para o futebol feminino assim como o Rei Pelé esteve para o masculino.
E isso, convenhamos, nenhum jogador ainda conseguiu.
Nem mesmo o genial Ronaldo Fenômeno.
E você, o que acha?
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21 Jun 06h00
Imagem de Neymar renderia R$ 4 milhões por ano. Cuide, rapaz. Será ela, e não a sua bola, que o fará milionário
Foi-se o tempo em que craque de futebol ficava milionário com salário.
Ordenado mensal ajuda, é claro, a compor o pé de meia de boleiros fora de série.
Mas, hoje, o produto principal vendido por esses artistas da bola está muito longe de ser a habilidade para iludir adversários com dribles, deixar companheiros na cara do gol com passes milimétricos ou cutucar a bola para o fundo da rede.
Nos dias de hoje, essa turma acumula milhões entregando ao mercado, a preço de ouro, outra mercadoria: a imagem.
Em boa reportagem feita pelo competente repórter Leandro Mota para o Sistema Globo de Rádio, especialistas em marketing calcularam que o craque Neymar recebe hoje, apenas no Brasil, no mínimo R$ 4 milhões por ano com seus contratos de marketing.
A estrela do Santos seria hoje, segundo seus próprios empresários, o 17º atleta do ranking mundial de faturamento com imagem.
Atualmente, o menino moicano de ouro da Baixada tem contrato com cinco empresas.
Ele empresta sua figura de moleque driblador feliz (e seu corte de cabelo horroroso, mas com, digamos assim, atitude), para vender telefone móvel, máquina fotográfica, material esportivo, roupa e até comida congelada.
Nos próximos dias, outros dois grupos grandes e importantes deverão associar a imagem ao jovem craque.
No contrato firmado com o Santos, em agosto do ano passado, Neymar passou a receber o teto salarial pago pelo clube (R$ 150 mil mensais), com carteira assinada, e mais 70% de tudo o que sua imagem rende. Os outros 30% vão para o clube.
Premiações por títulos à parte, o garoto Neymar, mesmo recebendo 13º, irá encaixar no máximo R$ 1,95 milhão por ano em salários com o novo compromisso.
E isso é valor bruto.
Deve-se descontar daí o pesado imposto de renda para pessoas físicas no Brasil (27,5% na fonte sobre tudo o que passa de R$ 3,74 mil mensais), o INSS e todas as outras taxas e botes públicos e governamentais que o pobre trabalhador brasileiro médio conhece muito bem e todos os meses vê castigar sua mixaria.
Em compensação (se é que dá para falar em compensação para alguém que paga impostos sobre um salarito de cento e cinquentinha), dos R$ 4 milhões anuais gerados por sua imagem, Neymar fica com R$ 2,8 milhões, ou seja, os 70% do total.
E esse total, é bom repetir, por enquanto envolve apenas as ações de marketing de Neymar no Brasil.
No momento, o Santos e representantes do jogador estudam justamente a melhor forma de fazer a imagem do diamante da Baixada gerar lucros também fora do país.
Fica fácil fazer as contas.
Ainda que se considere impostos e comissões pagos pela empresa, “firma” ou pessoa jurídica que recebe essa soca em nome de Neymar, não é difícil chegar à conclusão de que sua imagem gera entre 70% e 75% de tudo o que ele fatura atualmente.
No auge de sua carreira, Ronaldo Fenômeno chegou a faturar oito euros em contratos de marketing para cada dois euros de salário, mesmo levando em conta os milionários ordenados pagos pelos clubes que o contrataram.
E Neymar está apenas no início.
Estes R$ 4 milhões poderão virar no mínimo R$ 6 milhões até 2014, ano da Copa no Brasil, ainda que ele fique por aqui até a disputa da competição.
Alguns homens de marketing acreditam que o valor atual possa dobrar até o Mundial.
Não parece ser uma estimativa exagerada, visto que o faturamento anual com marketing do português Cristiano Ronaldo, só para citar um exemplo, é equivalente a R$ 40 milhões.
Em termos: no quesito imagem, um Cristiano Ronaldo ainda vale muitos Neymares.
Dez, exatamente.
Diante do carisma do brasileiro – e sobretudo a partir do momento em que ele for para a Europa -, pouca gente acredita que essa relação permanecerá a favor do português de forma tão gritante por muito mais tempo.
Todas essas contas, números e estatísticas desnudam uma verdade contra a qual ninguém pode brigar: Neymar precisa abandonar as recaídas de marra que às vezes ainda o atingem, colocar a cabeça no lugar e cuidar bem de sua imagem.
Ele foi bem no episódio em que anunciou que será pai do filho de uma menor.
Assumiu a paternidade e valorizou o sentido de família, tão caro ao público que o admira e consome os produtos por ele anunciados.
Agiu como homem.
É melhor que continue assim.
Sem ataques de estrelismo, sem primadonnismos periféricos, sem brigas imbecis com técnicos, sem imaturidades.
Porque, como está provado e calculado aqui, rebeldia sem causa, na realidade atual do futebol, é jogar dinheiro no ralo.
E destruir o seu produto pelo qual o mercado quer pagar mais caro.
O melhor dos mundos do Futebol e das Celebridades você encontra aqui. No R7.
8 Mai 15h13
Ronaldo recebe oferta de R$ 40 mi por apê comprado por R$ 15 mi. Mas não quis nem conversa. Opine
Ronaldo Fenômeno tem uma belíssima cobertura dúplex no Leblon, o bairro mais chique do Rio de Janeiro e um dos pedaços de terra mais sofisticados do mundo.
São mil metros quadrados de área construída de frente para o mar deste bairro da zona sul do Rio, arrematados há três anos pelo Fenômeno por R$ 15 milhões.
Um pretendente, conta o jornalista Lauro Jardim em sua coluna Radar, na revista Veja, ofereceu R$ 40 milhões pelo cafofo carioca do Fenômeno.
Mas o ex-craque não quis nem conversar.
É mole ou não?
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10 Mar 13h37
De um amigo para Lea T sobre o Fenômeno: “cuidado com ele”. Resposta da nova moça: “é, ele gosta…”
Essa meu amigo e mestre Joaquim Ferreira dos Santos contou em sua coluna Gente Boa, em O Globo.
Ronaldo Fenômeno e a modelo transexual Lea T, filha do nosso querido Toninho Cerezzo, a da esquerda no beijão acima, se cruzaram em uma das baladas quentes do Carnaval do Rio de Janeiro.
Ao ver o Fenômeno saido do elevador, um amigo se vira para Lea T e alerta:
- Cuidado com ele.
Ao que Lea T respondeu de bate-pronto:
- Pois é, ele gosta...
A Ronaldo, conta meu querido Joaquim, restou apenas um sorriso amarelo e sem graça...
6 Mar 18h32
Vou tocar o chiclete, ouvir cabelo raspadinho e “bicá” um confete gelado. Boiou? Ajude a traduzir o ótimo bê-á-bá do Fenômeno
Que beleza o Ronaldo no twitter nesta madrugada de sábado para domingo de Carnaval, não é mesmo, amados amigos da blogosfera colorida?
Olhem só a primeira tuitada do Fenômeno numa festa na casa de um amigo:
- Assistindo na Band o Carnaval e tocando o chiclete. Queria tanto ouvir cabelo raspadinho e receber um abs (abraço). Televisivo...
Estaria nosso eterno craque e ídolo pedindo para ouvir um sucesso do Chiclete com Banana que tenha ou cite essa coisa de cabelo raspadinho?
E também admitindo que gostaria de receber da banda um abraço, um “alô Fenômeno, um abraço do Chiclete” ao vivo e em cores, pela tevê?
Foram as duas coisas que eu entendi.
Se não for isso, quem souber, ou menos imaginar, opine, registre seu comentário, esclareça quem boiou no be-a-bá fenomenal.
E a segunda, como nos bem conta nosso R7:
- Tava bebendo e, do nada, meu copo tava cheio de confete e bebi.
Eu achei essa onda do Fenômeno um espetáculo.
Ou é código ou é relax merecido, devidamente produzido por água que pintassilgo, o passarinho da foto que ilustra esta tascada, não costuma beber.
De qualquer maneira, está tudo lindo, limpo e moralizadíssimo, Fenômeno.
É carnaval.
É folga.
Você merece.
E, agora, pode.




















