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11/02/2012 às 09:30:22
Adriano volta para o mengão,la é seu verdadeiro lugar...
estamos te esperando de braços abertos no maior do mundo... -
10/02/2012 às 08:00:09
O CORINTHIANS ADORA APARECER EM MIDIA, IBOPE VER SEU NOME EM MANCHETE, SOLTE O CARA PRAS FARRAS, QUE NÃO VAI FALTAR MANCHETE,
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10/02/2012 às 07:56:59
ESPERO QUE ACONTEÇA PARA DIVULGAR NOSSO NORDESTE QUE E LINDO E GOSTOSO DE SE VER.
23 Set 20h23
Patrícia Amorim está certa: esperar Fla cair no Brasileiro para antecipar disputa eleitoral no meio da atual gestão é covardia e oportunismo de Marcio Braga
Marcio Braga, 76 anos, é um dos mais apaixonados e importantes rubro-negros vivos.
Como dirigente, em seus bons tempos de presidência do Flamengo, sempre teve ousadia e disposição para trabalhar pelo clube e posicioná-lo entre os grandes e especiais.
Como torcedor, exibiu o perfil do rubro-negro padrão: aquele não vê nada da face da Terra além do clube que segue com a devoção religiosa de militante fundamentalista.
Marcio nutre pelo Flamengo a seguinte convicção individual: ele é o maior e o melhor e, por isso, merece mais do que todos os outros.
Sua contribuição para as principais conquistas do clube é gigantesca, clara e inegável.
Não dá, enfim, para negar sua colaboração para a história do Flamengo.
Marcio Braga acaba de atacar violentamente a gestão da atual presidente, Patrícia Amorim, que, lembre-se, foi vice-presidente de esportes amadores na última gestão do cartola, encerrada em 2009, quando ele passou o bastão justamente para ela.
Entre outras coisas, Márcio acusou Patrícia de ter aumentado a folha de pagamento de R$ 5 milhões para R$11 milhões mensais, de ter criado uma dívida de R$ 100 milhões em um ano e nove meses de gestão (o mandato total vai até o final de 2009) e de entregar todo o poder do futebol ao técnico Vanderlei Luxemburgo, que segundo o ex-cartola recebe R$ 700 mil por mês.
Patrícia não demorou a responder.
Disse que recebeu o clube de Marcio com R$ 350 milhões de dívidas.
E, em referência às dez partidas seguidas do Fla sem vitória no Brasileiro, após uma longa sequência invicta na mesma competição, bateu duro:
- Quando o futebol vai mal os covardes aparecem. (...) Ele deveria ter falado quando o time conquistou o campeonato carioca deste ano invicto ou até a 16a rodada do Brasileirão, com a equipe invicta na competição. Não fez isso porque sabia que não iria colar. Veio procurar um momento de fragilidade do time em campo, apesar do bom trabalho desenvolvido. Coisa covarde. De uma hora para outra, praticamente na metade do meu mandato, ele surge com essa conversa política oportunista. É, repito, um ato de covardia.
Penso o seguinte: Patrícia Amorim está coberta de razão.
Foi um ato pequeno, indigno do currículo de Marcio Braga.
Nem discuto o mérito das acusações.
Elas podem ter ou não fundamento.
Aliás, todos nós, amantes do futebol, queremos ver essas acusações esclarecidas.
Este blog não apoia Marcio Braga nem Patrícia.
Ele quer, sim, o bem do Flamengo.
Mas a forma e o momento escolhido por Marcio revelaram um flagrante oportunismo.
Além de trazer a marca da covardia, a atitude do ex-presidente revelou, pelo momento escolhido, um profundo descompromisso com o empenho do clube para superar o momento difícil e conquistar uma vaga na Libertadores da América.
Ou mesmo o heptacampeonato brasileiro, título ainda possível ao se analisar a posição da tabela.
Em meio às acusações, Marcio admitiu que “participará da próxima eleição do clube (no final de 2012) com um candidato que represente sua forma de pensamento”.
No final de 2009, Marcio Braga viu, da cadeira de presidente do Flamengo, seus candidatos perderem para Patrícia Amorim mesmo tendo o clube conquistado, dias antes, o hexacampeonato brasileiro. O título do Brasileirão não ia para a Gávea desde 1992, num jejum de 17 anos.
Sinal de que os eleitores, no mínimo, não ficaram satisfeitos com o que foi feito pelo cartola em sua última gestão.
Ao esperar um momento de deslize do futebol, em um ano positivo, para tentar antecipar de forma inaceitável uma campanha eleitoral, colocando em risco metade de um mandato eleito legalmente e, de resto, o próprio futuro do clube, Marcio Braga mostra, além de supostos oportunismo e covardia, uma preocupação maior com suas ambições políticas do que com o destino do clube, algo que realmente deveria motivar um rubro-negro apaixonado como ele.
Foi feio, Marcio, foi feio...
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1 Out 06h31
Zico deixa o Fla. É o início – espantosamente prematuro – do fim do sonho de Patrícia
Ricardo Ramos - Agif - Gazeta Press
Esta sexta-feira (1º) ficará marcada na história do Flamengo como um dos dias mais tristes do clube.
O pedido de demissão de Arthur Antunes Coimbra, o Zico, maior ídolo da história do Flamengo, do cargo de diretor-executivo do clube de maior torcida do Brasil, anunciado no início desta madrugada, apenas quatro meses após ser contratado, caiu como um míssil atômico no meio esportivo.
Ele ainda está muito fresco. Detalhes precisam ser apurados, esclarecidos e debatidos.
Algumas coisas já podem, no entanto, ser ditas:
* Zico sai alegando pressões e desconfiança. Ora, com todo o respeito, ele não sabia que seria assim? Caramba: o que sempre foi o Flamengo nas internas senão fofoca, jogo baixo nos bastidores e briga dos grupelhos que sempre se digladiaram na luta por poder.
* Acompanho o Flamengo há pelo menos 35 anos. Sempre foi assim. O Flamengo pós-bons tempos de Márcio Braga sempre foi a cara do Brasil pré-Lula: arcaico, falido, fragmentado, dividido, mal-administrado, decadente, sem controle e boicotado por muita gente primitiva, amadora, cafona e incompetente que, milagrosamente, conseguia se encaixar em suas estruturas. Sobreviveu e sobrevive a tudo isso porque é uma marca poderosa, uma nação amada, uma potência feita pelos 36,5 milhões de torcedores que o amam no Brasil e no mundo.
* Se eu, que estou longe dali, sei de tudo isso, como Zico, o maior ídolo do clube, que passou toda uma vida por lá, não sabia. E, se sabia, por que cedeu tão fácil assim, com apenas quatro meses, ou 12 semanas, ou 120 dias no cargo?
* Não esperava o ataque furioso dos setores retrógrados que sempre parasitaram a vida do clube? Ah, Zicão, se havia uma coisa certa de acontecer contra você seria o boicote da turma do contra.
* Você, Zico, foi convocado durante anos pela torcida rubro-negra, pela ala lúcida da imprensa esportiva, por seus amigos de geração, pelos seus fãs e pela banda boa da administração do Flamengo para assumir a tarefa de tirar o clube mais amado do País da lama administrativa, moral e financeira. Não se preparou para resistir, com força, vontade e ajuda da presidente Patrícia Amorim e de seus verdadeiros auxiliares, ao bombardeio, às calúnias e ao jogo baixo da turma do boicote, do quanto pior melhor? Não? Olha, Zicão, então, com todo respeito, mas se você não se preparou para isso, não deveria nem ter assumido.
* Na carta de demissão, Zico diz que sai do Flamengo por não merecer a desconfiança e o bombardeio vindo do Conselho Fiscal do Clube, presidido por Leonardo Ribeiro, conhecido por Capitão Léo. Zico acusa Capitão Léo e sua turma de inventarem que os filhos do ex-craque teriam influenciado e até se beneficiado com decisões e contratações feitas pelo Galinho depois de ter assumido.
* Como a denúncia é muito grave, Zico deveria ter detalhado em sua carta quais foram, exatamente, as acusações, quem as fez, quais foram as contratações criticadas por Capitão Léo e sua turma.
* Já que está de saída, e justamente por estas acusações, deveria descrevê-las claramente, com muitos detalhes, e explicar, também claramente, com todos os detalhes, porque Léo e sua turma estão errados e porque as queixas não têm fundamento.
* Zico precisaria dar os detalhes que convenceriam e provariam que as decisões de contratação, de gastos, enfim, todas as ações ligadas às acusações foram limpas e tomadas exclusivamente por ele, sem interferências indevidas de seus filhos ou de quem quer que seja.
* Mas Zico não fez isso na carta. Limitou-se a comunicar que estava de saída, a dizer que é motivo de desconfiança do Conselho Fiscal (sem citar Capitão Léo), a afirmar que hoje o Flamengo não oferece condições para que ele faça o que sonha fazer (como só descobriu isso agora, apesar de toda sua experiência, conhecimento do clube e das informações privilegiadas da gestão Patrícia Amorim?) e a prometer processar todos os que fizeram acusações contra sua família.
* Uma pena. Se Zico está completamente certo, como eu e a maioria acreditamos, ele perdeu uma belíssima oportunidade de detalhar este caso, deixar tudo esclarecido, mostrar para todo mundo o ponto falso das acusações contra sua família e colocar a turma contra a parede de vez.
* Zico é Rei Arthur, como diz um amigo, ou Deus Zico, como diz outro. Mas nem por isso está dispensado ou pode se dispensar de apresentar provas ou mesmo argumentos a seu favor sempre que isso for possível, oportuno e esclarecedor.
* Esta história das acusações contra o filho de Zico precisa ser muito, mas muito bem contada. Justamente porque, em primeiro lugar, envolve Zico.
* Como dirigente, Zico cometeu, é verdade, alguns erros. Demorou a demitir Rogério Lourenço, poderia ter fechado com um técnico melhor, mais experiente e com mais peso do que Silas, demorou de novo para recompor o time com a saída dos craques hexacampeões brasileiros e, quando o fez, trouxe jogadores fora de forma, acima do peso e de medianos para baixo se comparados ao que o clube tinha antes dele.
* Mas erros deste tipo acontecem. São perdoáveis no início de um trabalho como o assumido por Zico em um clube-caldeirão como o Flamengo. Nem é o caso de questioná-los ou de cobrá-los aqui e agora. O problema é a parte política.
* De qualquer forma, é o momento mais triste da história recente do Flamengo, comparável, para a torcida do clube, ao dia em que o craque Zico foi vendido ao Udinese, da Itália.
* Com este elenco fraquinho para um time do porte do Fla, o 15º lugar, o cheiro de Z-4 cada vez mais forte, um técnico arranhado com o elenco e o clima de ressaca da saída do Galinho, em mais uma vitória colossal do retrocesso no clube, a tendência é a de que o time escorregue ladeira abaixo, no Brasileirão, até o pé da tabela. Do título ao Z-4 sem escalas. Só o Flamengo mesmo...
* E por último: presidente Patrícia Amorim, onde estavam a senhora, os cartolas e os dirigentes do bem de sua gestão que não criaram uma blindagem mínima para proteger a atuação de Zico dos ataques dessa turma, dos mesmos que minam o clube e inviabilizam qualquer novidade administrativa no clube há décadas?
* Se a senhora e seus auxiliares não conseguiram fazer isso, que era o mínimo para trazer e manter o homem-símbolo dos sonhos da senhora, da ala do bem da sua diretoria e da torcida do Flamengo, vão conseguir fazer o quê aí dentro?
* Vão conseguir vencer a força desses opositores e levar à frente qual projeto realmente importante e revolucionário para alterar os caminhos retrógrados seguidos até agora pelo Fla?
* Patrícia Amorim é uma rubro-negra apaixonada que trabalha com verdade e honestidade para o clube, não há dúvida a respeito disso.
* Mas, ainda assim, estou desconfiado de que o sonho de renovação representado pelo seu mandato começou a acabar nesta madrugada, com incrível precocidade, no momento em que Zico postou em sua página na internet a carta de demissão.
Uma pena.
27 Ago 17h51
Fla demite Rogério. Agora, nada de experiências, viu?
O técnico Rogério (à direita na foto, ao lado de Petkovic) foi demitido há poucas horas, nesta sexta-feira (27), do Flamengo.
Não aguentou a sequencia de atuações medíocres do time sob o seu comando.
E também um ataque (o segundo pior do campeonato, com 13 gols, à frente apenas dos 12 do Ceará) que simplesmente parou de fazer gols.
Eu parecia estar advinhando.
Na noite de ontem, quinta-feira (26), aproveitei um comentário e coloquei neste nosso canto um comentário que mistura a vontade de Vanderelei Luxemburgo trabalhar no Flamengo, o diretor Zico e o momento oportuno para demitir Rogério.
Eu parecia estar advinhando.
Bom, como o texto é atual (tem poucas horas de “vida”) e absolutamente de acordo com o ocorrido, limito-me a reproduzi-lo aqui para quem ainda não o leu.
Que agora o Flamengo contrate um técnico experiente, cascudo, com costa larga para aguentar a pancada da transição, como ocorre, por exemplo, com Felipão no Palmeiras.
Nada de experiências.
Aí vai o texto publicado :
Vanderlei Luxemburgo (, técnico do Atlético-MG, em entrevista ao repórter Tiago Pereira, do Mais Vencer:
- Quero voltar ao Flamengo e trabalhar com o Zico. É o clube que eu gosto. Sou flamenguista. Voltarei como técnico ou num cargo de dirigente. Isso é fato. É claro que, quando vou jogar contra, faço de tudo pela equipe em que estou trabalhando, tanto que já ganhei dois títulos em finais contra o Flamengo.
E em seguida:
- Com a história que Zico tem no Flamengo, tudo facilita. A volta dele traz muita credibilidade e seriedade. Tudo passa a ser olhado de maneira diferente. Quando ele vai a público e diz que a imagem do Flamengo tem de mudar, dá outro impacto. É o Zico, né?
Declaração de amor para uns, cavada em momento indevido para outros.
Tire sua conclusão.
Tenho minhas dúvidas de que seria bom para o Flamengo, ao menos neste momento, ter Luxemburgo como técnico.
Seria um caso a pensar.
O que tenho certeza é de que Rogério Lourenço ainda não é um técnico à altura das necessidades de um clube e de uma equipe com as dimensões do rubro-negro.
Pode até ser que um dia se torne, mas ainda não é.
Rogério não é hoje e nem tampouco era quando o maravilhoso Zico assumiu a chefia do futebol rubro-negro.
Em janeiro deste ano, Zico foi demitido, como técnico, do Olimpiakos, da Grécia.
Sentiu demais. Ficou muito magoado.
Expressou publicamente sua decepção (“confesso que estou muito triste e desiludido com o futebol”).
E se disse decidido a processar o clube grego (“vou atrás dos meus direitos na Justiça. Estou conversando com advogados. O documento que recebi traz argumentos que não fazem sentido para a minha demissão e tudo foi feito para um rompimento litigioso”).
Além do ícone do esporte e do exemplo de cidadão que sempre foi, Zico é a ética em pessoa, a correção com dois braços e duas pernas.
Tenho certeza de que ele não substituiu Rogério Lourenço logo quando chegou porque não queria ser acusado de ter feito o mesmo que fizeram com ele sem dar chance a um novato de mostrar o seu trabalho.
Logo ele, que, dias atrás, tanto sentira sua demissão do Olimpiakos.
Mas agora a situação é rigorosamente diferente.
Mesmo com o álibi da substituição por baixo dos craques que foram, o time não anda como minimamente esperava que se andasse.
O ataque não faz gol, o meio-campo não cria...
E a defesa precisa se virar para tentar tapar as dezenas de furos desta represa chamada Flamengo com seus poucos pés e mãos.
No início, Zico agiu com ética, com o sentimento de quem viveu aquilo na própria carne e que por isso saberia, melhor do que todo mundo, como lidar com o assunto.
Mas tudo tem limite – e ele, o limite, chegou.
Rogério até pode um dia treinar o Flamengo, mas agora esse cargo precisa ser ocupado por alguém com maior experiência e capacidade de exigir e de arrancar rendimento dos jogadores.
Esse técnico, agora, pode até não ser Luxemburgo.
Ou pode.
Mas que a mudança se impõe, ah, isso sim, ela se impõe com vontade...
E você, amada amiga e amado amigo, o que pensam?
Opinem.
Registrem seu comentário.
26 Ago 19h10
Luxa: “quero trabalhar com Zico”. E o Fla, troca Rogério?
Vanderlei Luxemburgo (, técnico do Atlético-MG, em entrevista ao repórter Tiago Pereira, do Mais Vencer:
- Quero voltar ao Flamengo e trabalhar com o Zico. É o clube que eu gosto. Sou flamenguista. Voltarei como técnico ou num cargo de dirigente. Isso é fato. É claro que, quando vou jogar contra, faço de tudo pela equipe em que estou trabalhando, tanto que já ganhei dois títulos em finais contra o Flamengo.
E em seguida:
- Com a história que Zico tem no Flamengo, tudo facilita. A volta dele traz muita credibilidade e seriedade. Tudo passa a ser olhado de maneira diferente. Quando ele vai a público e diz que a imagem do Flamengo tem de mudar, dá outro impacto. É o Zico, né?
Declaração de amor para uns, cavada em momento indevido para outros.
Tire sua conclusão.
Tenho minhas dúvidas de que seria bom para o Flamengo, ao menos neste momento, ter Luxemburgo como técnico.
Seria um caso a pensar.
O que tenho certeza é de que Rogério Lourenço ainda não é um técnico à altura das necessidades de um clube e de uma equipe com as dimensões do rubro-negro.
Pode até ser que um dia se torne, mas ainda não é.
Rogério não é hoje e nem tampouco era quando o maravilhoso Zico assumiu a chefia do futebol rubro-negro.
Em janeiro deste ano, Zico foi demitido, como técnico, do Olimpiakos, da Grécia.
Sentiu demais. Ficou muito magoado.
Expressou publicamente sua decepção (“confesso que estou muito triste e desiludido com o futebol”).
E se disse decidido a processar o clube grego (“vou atrás dos meus direitos na Justiça. Estou conversando com advogados. O documento que recebi traz argumentos que não fazem sentido para a minha demissão e tudo foi feito para um rompimento litigioso”).
Além do ícone do esporte e do exemplo de cidadão que sempre foi, Zico é a ética em pessoa, a correção com dois braços e duas pernas.
Tenho certeza de que ele não substituiu Rogério Lourenço logo quando chegou porque não queria ser acusado de ter feito o mesmo que fizeram com ele sem dar chance a um novato de mostrar o seu trabalho.
Logo ele, que, dias atrás, tanto sentira sua demissão do Olimpiakos.
Mas agora a situação é rigorosamente diferente.
Mesmo com o álibi da substituição por baixo dos craques que foram, o time não anda como minimamente esperava que se andasse.
O ataque não faz gol, o meio-campo não cria...
E a defesa precisa se virar para tentar tapar as dezenas de furos desta represa chamada Flamengo com seus poucos pés e mãos.
No início, Zico agiu com ética, com o sentimento de quem viveu aquilo na própria carne e que por isso saberia, melhor do que todo mundo, como lidar com o assunto.
Mas tudo tem limite – e ele, o limite, chegou.
Rogério até pode um dia treinar o Flamengo, mas agora esse cargo precisa ser ocupado por alguém com maior experiência e capacidade de exigir e de arrancar rendimento dos jogadores.
Esse técnico, agora, pode até não ser Luxemburgo.
Ou pode.
Mas que a mudança se impõe, ah, isso sim, ela se impõe com vontade...
E você, amada amiga e amado amigo, o que pensam?
Opinem.
Registrem seu comentário.
O melhor do Futebol está no R7. Não deixe de passar por aqui.
19 Jan 00h01
Adriano e Love devem estrear logo. Daqui a pouco o contrato acaba e a dupla Império do Amor não se vê em campo…

Adriano Imperador, ainda com dores na bolha do pé, pede para não jogar contra o Volta Redonda, na Cidade do Aço, na quarta-feira (20).
Dirigentes do Flamengo esperam ansiosamente o envio, pelos russos do CSKA, do documento definitivo de transferência e do seguro para poderem, finalmente, escalar Vagner Love.
Acabo de ouvir uma boa aqui na redação: ou a dupla (que está sendo chamada de Império do Amor) estreia logo ou os contratos dos dois, de tão curtos, acabam sem que eles entrem em campo juntos...
É. Faz sentido...
E o nobre amigo, o que acha?
14 Jan 19h40
Vagner Love é do Fla. Mas ele e Adriano estarão lá quando o clube realmente precisar deles?

Não, esta tascada não é um clamor por boa disciplina de jogador estrela.
O problema aqui é outro.
Vagner Love está confirmado no Flamengo.
O clube espera a autorização por escrito do CSKA, mas os russos parecem já ter autorizado verbalmente a transação.
Então tudo certo.
Bom para o futebol brasileiro.
Adriano permanece no Flamengo.
Bom para o futebol brasileiro.
Mas, diante da falta de condição financeira dos clubes brasileiros para propor qualquer coisa mais ousada, esses contratos são firmados para durarem meses - às vezes até semanas.
O compromisso do Imperador com o Flamengo vence em maio de 2010.
O de Love, no final de julho deste ano.
A final da Copa Libertadores da América, a competição que motivou os esforços para a montagem da dupla, será no dia 15 de agosto.
Se o Flamengo por acaso chegar a ela, eles estarão em campo?
Bom, os dirigentes respiram aliviados neste minuto.
Os dois estão lá e eles querem conversar sobre isso depois.
Mas será bom que o depois não seja muito depois.
O tempo é curto demais.
O resultado é louvável.
Mas o trabalho principal foi concluído ou está só início?
Leia mais sobre Love e futebol no R7.
12 Dez 01h00
Pelados em Santos, Mamonas e o Internacional: tudo a ver

Apanhei da torcida do Grande Internacional, como um dromedário no deserto, por causa da última tascada enfiada neste canto da blogosfera colorida.
Fiz questão de aprovar pessoalmente, um a um, todos os comentários com suas devidas cacetadas.
Só não entraram aqueles que, de tão recheados de palavrões, perderam todo e qualquer sentido quando, deles, a chularia foi retirada.
Eu não corto a cabeludagem por mim.
Sinceramente, não dou a mínima.
Tiro pelo respeito que eu e todos vocês certamente temos pelos leitores deste R7 que não suportam termos pesados e possuem todo o direito de não querer conviver com eles.
Voltando ao texto, eu aproveitava a festa da torcida do Flamengo pelo título brasileiro para lembrar das letras de Dinho, o líder dos Mamonas Assasinas, que nos deixaram tão cedo num traumático acidente de avião.
Os amigos colorados desabaram sobre mim porque não lembrei do seguinte: a idéia original de adaptar Pelados em Santos, dos Mamonas, foi da torcida do Internacional.
Gosto de verdade do Inter, um time popular e vencedor.
Mas os amados amigos colorados me acusam de algo que não fiz: dizer que quem fez primeiro foram os rubro-negros.
Em nenhum momento do texto eu afirmo isso.
Disse apenas que a torcida do Flamengo fez uma versão - e que eu gostei dela.
Não disse que foi a primeira, a segunda e nem a milionésima primeira.
Disse que foi uma - e que eu achei bacana.
Só isso.
A rigor, se os amigos olharem com atenção, perceberão que o texto é muito mais uma homenagem ao talento do Dinho do que uma reverência a times e torcidas.
O Flamengo e seus torcedores, ali, eram só pretexto.
Achava até que a suprema maioria dos comentários viria de fãs saudosos do Mamonas, e não de rubro-negros ou de colorados.
Eraum comentário de saudosismo musical, e não de bola.
Conheço a versão colorada da música desde o início de 2008.
Vejo os torcedores do Inter cantá-la em todos os seus jogos.
Acho-a criativa, bonita, bem feita.
Enfim, jamais tive a intenção de sugerir que o Flamengo fora o primeiro time a usar a música ou de roubar o ineditismo colorado para entregá-lo a outro time.
Se algum colorado ainda desconfia disso, aí vai outra homenagem:
Inter, estaremos contigo
Tu és minha paixão
Não importa o que digam
Sempre levarei comigo
Minha camisa vermelha
E a cachaça na mão
O Gigante me espera
para começar a festa
Xalaialaiaa …
Xalaialaiaa …
Xalaialaiaa …
Você me deixa doidão...
Xalaialaiaa …
Xalaialaiaa …
Xalaialaiaa …
Inter do meu coração...
Xalaialaiaa …
Xalaialaiaa …
Xalaialaiaa …
Xalaialaiaa …
Todo o carinho ao Grande Inter.
Um abraço na Popular e em todos os apaixonados colorados.

11 Out 00h10
Eles não acreditavam em Pet. Eles e todos nós…

O confrade Cosme Rímoli lembra, aqui do lado, a história do retorno ao Flamengo de Dejan Petkovic, 37 anos, herói da vitória de 2 a 1 sobre o São Paulo neste sábado (10).
Cabe acrescentar que Pet, como a torcida rubro-negra o chama, foi bancado pelo presidente do clube, Delair Dumbrosck, substituto do eleito Márcio Braga, que precisou deixar o cargo para ser submetido a uma cirurgia cardíaca.
Mas ninguém - nem Cuca, nem Kléber Leite, nem Braga, nem mesmo Dumbrosck - acreditava em Pet, o quase quarentão vindo de temporadas apagadas em grandes times como Atlético Mineiro e Santos.
Entre os incrédulos estavam ainda todos - rigorosamente todos - os jornalistas e cronistas esportivos brasileiros.
A coisa só foi feita porque o Flamengo precisava urgentemente resolver uma pendência jurídica, fruto de um processo movido por Pet, que impedia o clube de receber as rendas de seus jogos.
Dos R$ 16 milhões dados pelo juiz, o jogador topou receber a metade.
A rigor, acho que, de uma maneira ou de outra, ele jamais receberia o total decidido no martelo judicial.
Seria fatalmente levado a fazer um acordo.
Acabou com o acerto e também com uma vaga em um grande clube, num momento de total falta de espaço para o seu futebol.
Vista a questão por este ângulo, Pet saiu-se bem.
Agora, ouve-se à exaustão nos programas esportivos: "e eles não queriam o cara...".
Eles e nós todos, caras-pálidas.















