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30/03/2012 às 02:28:50
Eita .... viu somente 6 gols de Pelé ????
Só assistir Pelé Eterno ... tem mais de 400 gols lá ...
Não faltam jogadas não . Tem um negócio chamado Youtube que tem centenas de jogadas de Pelé ...
Quanto a cabeçadas ... Pelé também não era centroavante de origem ... Os centroavanted de origem de Pelé npo Santos foram Pagão, Coutinho, Toninho Guerreiro ....
Messi em 8 anos fez 10 gols de cabeça, 6 gols de falta ....
Marcos Assunção fez isso em gols de falta só esse ano que está começando ...
E desde quando "conduzir bola" e " habilidade " é parametro ??? Denilson também tinha uma "habilidade " incrivel ....
E a palavra "habilidade" serve prá um monte de coisas, né ???
Habilidade em defender, em chutar , em fazer embaixadas, em costurar , em desenhar .... em fazer gols ....
Ronaldinho Gaucho era outro " melhor que Pelé " um tempo atras ... abafaram o caso ... -
25/03/2012 às 10:50:53
Apesar de não ser muito fã de argentinos, tenho que admitir que MESSI é melhor que PELÉ apenas por um motivo: MESSI joga mais bola que PELÉ!
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21/03/2012 às 22:08:46
Assisti ao jogo televisionado entre Brasil e Itália na copa do México, em 1970, e não vi nada de mais em Pelé. Depois disso, ele atuou por mais 7 anos e nada de jogadas espetaculares. Pode ter sido o maior artilheiro do século, mas jogador, na minha opinião, está muito aquém. Duvido que Pelé tinha a habilidade de Messi, nem conduzia a bola como ele. E os gols por sobre os goleiros. Quanta tranquilidade. Talvez faltem jogadas ou gols gravados de Pelé, até porque a televisão no Brasil teve início em 1950! Até hoje, conheço apenas os mesmos seis gols de Pelé que sempre passam na tv. Para quem fez mais de 1000! Vamos parar de saudosismo. O melhor de todos os tempos é Messi. E nem adianta falar que Pelé era bom de cabeça e Messi não, pois Messi não é centroavante de origem. E mais, apelar para gols de cabeça não dá! Pelé é mais um.
20 Fev 13h35
Custo entre um milhão e meio e dez milhões de reais por desfile nos grupos de elite. Salário anual de até R$ 600 mil para um carnavalesco. Conheça os valores importantes do Carnaval
A beleza encantadora das escolas de samba nos sambódromos e avenidas reacende, todo ano, algumas dúvidas antigas.
Quanto custa a organização do desfile de uma escola de samba importante?
Quanto recebem os carnavalescos que desenvolvem os enredos e lideram os trabalhos de construção das alegorias e adereços nos barracões?
Algumas respostas para essas questões foram publicadas nos últimos dias em reportagens feitas no Rio e em São Paulo, entre elas o bom trabalho de Roberto Kaz, com fotos de Simone Marinho, para a edição deste domingo (19) da revista O Globo.
O orçamento das escolas de samba sempre foi e continua a ser feito, em boa parte, de dinheiro não-contabilizado, ausência de nota fiscal, mistério sobre a origem das rendas e recursos vindos de fontes obscuras, entre elas o jogo do bicho.
Por isso, o risco de se ter números, estatísticas e sobretudo valores imprecisos ou informados com falsidade é sempre grande e presente.
Nestes casos, normalmente os dirigentes das escolas não revelam os valores corretos. Ou mentem para menos, escondendo o custo real turbinado por doações feitas às margens da lei e das fiscalizações.
Quando iniciava carreira no Rio, no final dos anos 1980, este cidadão que vos tecla percebeu isso claramente ao fazer uma reportagem sobre o carnaval carioca para Revista de Domingo do Jornal do Brasil.
Pois bem: feitas as devidas ressalvas, vamos a alguns dados colhidos pelo blog. Eles, no mínimo, poderão ajudar o amado amigo a ter uma visão básica da realidade deste mercado.
* A organização do desfile de uma integrante do grupo de elite do carnaval carioca, o Especial, custou, para a diretoria da escola, em média R$ 7 milhões em 2012. Este valor não inclui o que o folião paga pela sua própria fantasia.
* Escolas mais ricas do momento, como Beija-Flor, Grande Rio, Portela, Mangueira, Salgueiro, Unidos da Tijuca e Imperatriz Leopoldinense, chegam aos R$ 10 milhões.
* Em São Paulo, o custo médio de uma participante do grupo principal da cidade estaria entre 20% e 40% dos cariocas. Ou seja, algo entre R$ 1,4 milhões e R$ 2,8 milhões.
* No Rio, um carnavalesco do grupo Especial ganha entre R$ 200 mil e R$ 600 mil por ano, normalmente divididos em dez vezes entre um carnaval e outro.
* Nos grupos de acesso A e B, “segunda e terceira divisões” do carnaval carioca, um carnavalesco recebe entre R$ 25 mil e R$ 40 mil anuais. E no C, entre R$ 10 mil e R$ 15 mil por ano.
* Em São Paulo, revela o carnavalesco Alexandre Louzada, titular dos carnavais da paulista Vai-Vai (primeiro grupo) e das cariocas Mocidade Independente de Padre Miguel (Especial) e Viradouro (acesso A), os salários são em média 70% inferiores aos pagos no Rio.
* Se a informação de Louzada estiver certa, os carnavalescos das principais escolas paulistanas recebem entre R$ 60 mil e R$ 180 mil anuais.
* No Rio, os três carnavalescos mais valorizados, que teriam rendimentos anuais em torno de R$ 600 mil, são Paulo Barros (Unidos da Tijuca), Rosa Magalhães (Vila Isabel) e a dupla Renato e Márcia Lage (Salgueiro).
Como se percebe, os carnavalescos dos grupos principais ganham o suficiente para ter uma vida muito boa.
Apesar de não receberem salários de craque ou mesmo de super técnico de futebol, podem se considerar privilegiados.
Mas os profissionais das “divisões inferiores” precisam receber mais.
A responsabilidade é imensa e o trabalho, maior ainda. Nos seis meses anteriores ao desfile, o sujeito praticamente abandona a vida pessoal e passa a viver dentro do barracão. Alguns literalmente, com cama e banheiros adaptados e tudo mais.
O camarada entrega todo o seu tempo. Fica impossibilitado de arrumar um troco com outras coisas e realiza um trabalho profissional, como o meu, o seu e o deu qualquer outro. Por isso, merece e precisa ganhar mais.
Mesmo porque o Carnaval do Rio, para citar apenas o mais forte exemplo, deverá movimentar na cidade algo em torno de US$ 740 milhões, ou cerca de R$ 1,28 bilhão, em 2012.
Quem lidera o ano inteiro a criação dessa festa merece mesmo um pedaço maior deste bolo que já passa do bilhão, não é verdade?
E você, o que pensa a respeito?
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5 Fev 23h43
Corinthians terá marca de preservativo como patrocinadora principal até final do Paulistão. Novo parceiro (ops!) estreia no uniforme no Timão no domingo (12), contra o São Paulo. Opine
O Corinthians tem patrocinador principal garantido pelo menos até o final do Campeonato Paulista.
No clássico contra o São Paulo, no próximo domingo, dia 12, a marca de preservativos Jontex, do grupo Hypermarcas, estará estampada nos espaços principais (peito e costas) da camisa do Timão.
A Jontex havia aparecido esporadicamente em espaços secundários da camisa do Curingão, quando a Hypermarcas dominava, por contrato, praticamente todas as áreas de publicidade do uniforme.
Mas agora será a primeira vez oficialmente definida na área principal.
A Jontex ocupa os espaços principais da camisa corintiana no momento em que coloca no ar sua campanha publicitária estimulando (ops!) a cumplicidade, o erotismo e a intimidade entre os casais para vender seus novos produtos.
Divulgação - Corinthians e Hypermarcas
Entre eles estão os preservativos Marathon (com efeito retardante), Acqua XL (com aroma de hortelã), Lubrificado XL e Sensitive XL, além do lubrificante íntimo Jontex Gel.
Nos últimos dois anos, o peito e as costas da camisa do Timão foram ocupados por outra marca do grupo, a Neo Química Genéricos.
Bozzano e Avanço permanecem em espaços secundários do uniforme.
O contrato entre Corinthians e Hypermarcas termina oficialmente em abril de 2012.
Os cartolas do Timão queriam prorrogá-lo pelo menos até o final de 2012, por R$ 25 milhões anuais, envolvendo também o Brasileirão, mas a Hypermarcas prefeiriu, ao menos por enquanto, dividir este valor proporcionalmente pelos meses do ano e fechar até abril, ao final do Paulistão.
A Hypermarcas vendeu recentemente as marcas Etti, de alimentos, e Assolan, de produtos de limpeza de ambientes.
O grupo parece querer se concentrar nos mercados de higiene pessoal e medicamentos.
Em função desses novos planos, os investimentos em publicidade e marketing poderão ser direcionados.
Por isso a Hypermarcas mostra cautela para, ao menos por enquanto, investir muito dinheiro na camisa do Corinthians ou em qualquer outro plano de marketing esportivo.
Bom, mas e você, achou o negócio bom para o Corinthians?
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20 Nov 10h47
Produtores oferecem R$ 20 milhões a Lady Gaga por dois shows no Brasil em 2012. Opine
Nada de não, Gaga. Sim, sim Divulgação - www.ladygaga.com
A proposta, conta Otávio Cabral na coluna Holofote da mais recente edição da revista Veja, está na mesa dos administradores da carreira de Lady Gaga.
Embalados pelos movimentos que incluíram o Brasil na rota internacional de espetáculos e shows, empresários ofereceram R$ 20 milhões, ou cerca de 11,2 milhões de dólares, ao estafe da cantora pop americana para que ela faça dois shows no País.
As duas apresentações seriam em São Paulo.
Diante do bom momento vivido pelo setor de entretenimento no Brasil, e sobretudo da necessidade das grandes estrelas de procurar novos mercados em função da crise financeira que afeta a Europa e os Estados Unidos, são grandes as chances de que a negociação tenha final feliz.
Vamos torcer, pois.
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O melhor do Entretenimento na internet brasileira está aqui. No R7.
30 Out 16h11
Neymar é (fácil) o jogador que mais fatura com propaganda no Brasil. R$ 1 milhão por mês. Depois estão Ganso, Lucas, R10 e Ceni
Neymar estraçalhou neste sábado (29).
Fora o show, fora o baile, fora o chama-pra-dancá, fez todos os gols da vitória de 4 a 1 do Peixe sobre o Atlético-PR pelo Brasileirão.
Foi apenas o mais recente dos seus espetáculos dentro de campo.
Espetáculos que, diga-se de passagem, são muito bem pagos fora dos gramados.
Um levantamento da empresa Maquina do Esporte, divulgado na mais nova edição da revista Veja São Paulo, mostra que a Joia da Vila encaixa, no total, R$ 1,5 milhão mensais entre publicidade e salário.
São R$ 50 mil por dia, seja este dia qualquer dia, sábado, domingo ou feriado.
Deste total, R$ 1 milhão deste total vêm de publicidade e marketing.
É, com alguma folga, o maior valor recebido em propaganda no País por um atleta em ação, seja do futebol ou fora dele.
Depois de Neymar estão, na ordem, seu colega santista Paulo Henrique Ganso (R$ 600 mil), o são-paulino Lucas (R$ 500 mil), o rubro-negro Ronaldinho Gaúcho (R$ 400 mil) e o goleiro Rogério Ceni, também do São Paulo (R$ 300 mil).
Estaria bom para você?
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4 Out 16h38
Truque do gandula no Morumbi é golpe baixo e provinciano que arrranha imagem de moço certinho de Rogério Ceni. Ou, se ele não tem nada com isso, queima o São Paulo mesmo…
TV Lance!
Pegou muito mal, na derrota do São Paulo para o Flamengo por 2 a1, no domingo (2), na volta de Luis Fabiano, o truque do gandula para facilitar a recuperação de Rogério Ceni sempre que o goleiro deixa sua área e vai para o outro lado do campo bater um falta.
Para quem ainda não sabe do que se trata, conto a história.
Ceni se preparava para bater uma falta.
Uma bola foi colocada bem próxima à trave esquerda rubro-negra, na linha de fundo, pelo lateral esquerdo Júnior César, para que o goleiro Felipe a colocasse rapidamente em jogo caso o chute de Ceni fosse para fora.
A ideia, claro, era surpreender o goleiro são-paulino na volta rápida para a sua meta.
Pois bem: antes que Ceni batesse a falta, um gandula foi lá, tirou a bola que estava ao lado do gol de Felipe e a guardou.
O objetivo claro era impedir que, caso a bola fosse para fora, o goleiro Felipe batesse rápido o tiro de meta, ainda durante a volta de Ceni para sua área, facilitando assim o contrataque do Flamengo.
Alertado pelo rubro-negro Júnior César - ex-jogador do São Paulo, lembre-se -, o juiz expulsou o gandula autor do feito.
O que não adiantou muito porque, pouco depois, outro gandula fez a mesma coisa em mais uma falta cobrada por Ceni.
Constrangidos, os dirigentes do São Paulo afirmaram depois que os gandulas do Morumbi são treinados para ficar com a bola com a mão.
Não parece ser verdade.
Durante todo o jogo, nas situações em que não havia falta a ser batida por Ceni, os gandulas colocaram normalmente a bola ao lado de Felipe, na mesma posição escolhida por Júnior César, como mostra essa reportagem do jornal Lance!.
O golpe do gandula é uma atitude baixa, anti-esportiva e provinciana.
Se foi Ceni quem a criou e autorizou, isso mancha um pouco a imagem de atleta sério e com fair play criada por ele em sua carreira brilhante.
Se os autores da ideia foram os dirigentes do clube e a comissão técnica, aí a imagem arranhada é a do próprio São Paulo.
O gandula poderá ser julgado.
Se for considerado culpado, deverá receber multa e ser afastado por alguns períodos.
A corda vai arrebentar na mão do gandula - do mais fraco, como sempre.
O mordomo, mais uma vez, é o culpado.
A solução para o problema é simples: basta a CBF fazer acordo com as federações estaduais para que se tenha gandula neutros, vindos de fora, em todos os jogos.
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3 Set 23h00
São Paulo quer construir arena para 25 mil pessoas no Morumbi. Empresa teria oferecido R$ 120 milhões para dar seu nome ao espaço
Sergio Barzaghi - Gazeta Press
O Estádio do Morumbi, terceiro maior do País (atrás do Maracanã e do Mineirão) e primeiro do ranking dos particulares, tem dado alguma preocupação aos cartolas de seu clube proprietário, o São Paulo.
Além de desprezado pela Fifa e o Comitê Organizador Local (COL) da Copa 2014, que preferiram o Itaquerão para sede paulista do Mundial, ele vem sendo evitado pelas diretorias de Corinthians, Palmeiras e Santos quando esses clubes precisam mandar qualquer jogo importante no estado.
Com a recusa dos três rivais de exercerem lá seus mandos de campo no estadual, no Brasileirão e em competições internacionais, o faturamento do estádio despencou.
Sem a Copa e a renda do pagamento de mando de campo, o Morumbi, grande e de manutenção cara, poderá passar a dar prejuízo.
Esta possibilidade, conta Otávio Cabral na coluna Holofote da mais recente edição da revista Veja, fez o presidente do São Paulo, Juvenal Juvêncio, se coçar.
JJ está empolgado com a ideia de construir no Morumbi uma arena capaz de abrigar 25 mil pessoas para abrigar shows e eventos sem prejudicar o gramado.
O presidente do São Paulo tem dito, inclusive, que uma empresa de telefonia presente no mercado brasileiro teria oferecido R$ 120 milhões para colocar o seu nome na arena por dez anos.
É esperar para ver se a arena e o patrocínio vão passar de sonho (ou delírio) de cartola.
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O melhor do Futebol você encontra aqui. No R7.
28 Ago 20h05
Pitacos, pensamentos e reflexões ao final do primeiro turno do Campeonato Brasileiro
E o primeiro turno do Campeonato Brasileiro chega ao fim.
Corinthians líder com 37 pontos.
Flamengo em segundo (36), São Paulo e Vasco em terceiro (35), Botafogo em quinto (34) e Palmeiras em sexto (32).
Alguns pitacos:
* Um belíssimo campeonato até agora, com times técnicos, grandes jogadores, elencos bem preparados fisicamente e muita disputa.
* Basta dizer que os cinco primeiros colocados estão separados por apenas três pontos. E os seis primeiros, por cinco. E ainda haverá a estreia dos craques Luis Fabiano e Adriano Imperador.
* O Corinthians parece ter perdido parte da segurança exibida no início da competição. Neste momento, o Timão não passa ao adversário aquela mesma certeza de que, em algum momento, vai dominar e ganhar o jogo. Como resultado disso, no outro lado, os adversários mais diretos, e até mesmo os médios, quando atuam em casa, passaram a acreditar que vencer o Timão neste campeonato é tarefa menos dura do que parece. A vitória do Palmeiras neste domingo (28) foi um exemplo acabado disso. Mesmo assim, o Curingão permanece forte e competitivo. É ainda um sério candidato ao título.
Sergio Barzagui - Gazeta Press
* O Flamengo vive um processo parecido com o do Corinthians. Com um elenco bem montado pelo técnico Vanderlei Luxemburgo, um R10 motivado e recuperado e uma arrancada fulminante a partir da sexta rodada, o Fla deixou a sensação de que iria terminar o turno em primeiro lugar. Iludido por essa sensação, até este colunista caiu do cavalo ao palpitar que o rubro-negro seria líder neste domingo (28). Mas palpite é para isso mesmo: ter coragem de dar e de errar. Bom, mas depois desta arrancada, o rubro-negro sentiu muito o desgaste, as contusões de jogadores e as convocações das seleções de base, que quebraram o elenco e as opções do técnico em muitos jogos. E, sobretudo, a nova queda de produção do atacante titular Deivid, que voltou a perder gols decisivos após uma melhora de produção que o levou ao quarto lugar na lista de artilharia, com oito gols. Com isso, entregou partidas ganhas e deixou de ganhar pontos bobos, que certamente o colocariam na liderança. Em relação à rodada final do turno, o Fla deve ir para casa feliz, sem reclamar do destino. Arrancou um empate e um ponto contra o Vasco, mas, a rigor, mereceu ser derrotado pelo adversário que jogou melhor o tempo todo e não soube ganhar a partida mesmo tendo um jogador a mais desde os 41 minutos do primeiro tempo, com a expulsão do zagueiro rubro-negro Welinton. Apesar de tudo isso, O Fla permanece, a exemplo do Corinthians, como um dos favoritos. Se souber aproveitar bem a volta dos jogadores suspensos, contundidos e convocados, e não perder a quantidade de pontos bobos em empates para times menos competitivos, como ocorreu sobretudo na primeira metade do primeiro turno, é outro sério candidato ao título.
* A capacidade competitiva apresentada pelo São Paulo nos últimos dez ou quinze anos é admirável. A meia bomba, apresentando um futebol que não encanta, o Tricolor, a exemplo do que ocorreu em outros Brasileirões recentes, consegue permanecer entre os primeiros e ameaçar líderes que apresentam um futebol melhor do que seu. Agora, com o retorno dos jovens jogadores campeões da sub-20 e o reaparecimento do bom futebol de Dagoberto e, sobretudo, de Lucas, como se viu no jogo contra o Santos, O Sampa certamente vai incomodar muito mais no segundo turno. Não se espantem se o Tricolor assumir a liderança do campeonato nas próximas rodadas. Se jogando essa bola dura, murrinha e com aparência burocrática na quase totalidade do turno chegou ao final dele a apenas dois pontos do líder, pensem no que poderá melhorar com o retorno do bom futebol de Dagoberto, Lucas e companhia.
* Ah, que pena... Força, Ricardo Gomes, muita força. O Vasco chegou ao final do returno como o time dono do futebol mais agradável e destemido do campeonato. Além disso, deu uma lição danada nos outros clubes, e de resto em todo o ambiente do futebol, ao mostrar que o título de Copa do Brasil não é motivo para puxar o freio de mão no Brasileirão. Mesmo com a conquista e a vaga na Libertadores garantida, o Gigante da Colina continuou a partir para dentro dos adversários e a buscar as vitórias jogando com vontade e disciplina. Sem fanfarronices e primadonnismos periféricos, o educado Ricardo Gomes pacificou o elenco, domou jogadores com passado de ocorrências polêmicas, como Diego Souza e Felipe, e colocou o grupo sob seu comando. Tudo com muita serenidade e o apoio da boa e nova geração de diretores vascaínos, liderada pelo presidente Roberto Dinamite. Pois logo agora que tudo isso de bom ocorria em conjunto, para ajudar a recuperar a imagem o Vascão tão abalada pelas últimas gestões, eis que vem esse acidente vascular encefálico hemorrágico para tomar 70% do cérebro do técnico, colocar em risco o equilíbrio do Vasco, a arrancada do time no campeonato e, pior de tudo, a vida do doce Ricardo Gomes. Que o Divino o segure firme e o tire dessa. Força, Vasco. Força Ricardo Gomes.
* O Botafogo é outro time muito equilibrado. Se deixarem chegar, pode incomodar. Tem bons atacantes, um time dedicado e um técnico, Caio Júnior, em harmonia com o elenco. A vitória de virada contra o Fluminense provou isso. Se deixarem encostar, o Fogão pega uma dessas vagas da Libertadores e até ameaça os líderes. Afinal de contas, está a apenas uma vitória - ou a uma derrota, como queiram - do líder Corinthians.
O Palmeiras, outro time que joga um futebol chatinho mas muito competitivo, também poderá retomar forças com essa vitória sobre o Corinthians. A vitória de virada ocorreu, antes de tudo, por mérito do técnico Luiz Felipe Scolari. Com a segurança da defesa menos vazada do campeonato, a liderança segura de Felipão e um pouco menos de política autossabotadora e autodestrutiva nas internas do clube, o Verdão poderá manter-se como um dos candidatos a uma vaga na Libertadores e até mesmo ao título.
Resumo da ópera: diante deste cenário absolutamente eletrizante, é esperar para ver um segundo turno disputado a milímetros e sob medida para os amantes de futebol.
O melhor do Futebol você encontra aqui. No R7.
26 Ago 23h53
Organizadores do festival Back2Black pensam em processar Prince por danos materiais
Os produtores do festival Back2Black não confirmam, mas uma fonte disse a esta coluna que eles pensam em processar o cantor Prince na justiça americana por quebra de contrato e danos materiais.
Na terça-feira (23), apenas três dias antes do início do festival, sem maiores explicações, num e-mail definido pelos organizadores de "lacônico", os representantes de Prince cancelaram a sua participação no festival, iniciado nesta sexta-feira (26), na Estação Leopoldina, no Rio, com a apresentação de Gilberto Gil ao lado da cantora de fado portuguesa Ana Moura.
Para se ter uma ideia do tamanho do prejuízo do cano de Prince para o Black2Black, 15 mil ingressos foram colocados à venda para o show do astro pop intérprete de Kiss e Purple Rain, contra 12 mil para todas as outras atrações do festival somadas.
Além disso, Prince cantaria em um palco separado, que não será mais usado.
A organização do festival criou uma fórmula para devolver o dinheiro ou recompensar quem comprou ingresso para a apresentação do astro.
O Back2Black acontece de 26 e 28 de agosto na Estação Leopoldina. Entre as atrações estão confirmados Chaka Khan, Macy Gray e Aloe Blacc.
São Paulo receberá dois convidados do festival no dia 30, no Bourbon Street.
Além das 20 atrações musicais, haverá debates, exposições e intervenções artísticas, divididos em quatro espaços.
23 Ago 18h37
Aprenda a fazer o recheio do pastel de carne da Maria, eleito duas vezes o melhor de SP
Dona Maria Huniko Yonaha, 59 anos, nascida em Osaka e radicada há décadas no Brasil, é a rainha do pastel em São Paulo.
Foi a terceita edição do concurso. Dona Maria ganhou também a primeira, em 2009, e foi vice na segunda, em 2010.
Embolsou R$ 8 mil em cada uma das vitórias e R$ 2 mil com o terceiro lugar de 2010.
Neste ano, ela pretende dividir o dinheiro entre seus 40 funcionários.
Marqueteira de primeira, promete não disputar mais o concurso.
- Só participarei dos próximos se for como jurada.
Seu interesse, a partir de agora, é usar o sucesso das conquistas para abrir pelo menos dez lojas da marca Pastel da Maria em sistema de franquia.
Inteligente, ela sai de cena e se auto-declara hors concours para não correr o risco de não vencer e de ter seu reinado questionado nas próximas edições.
Saindo pelo alto agora, ela fica livre para usar a seu favor - e para sempre - toda a moral acumulada até agora com suas vitórias.
Dona Maria não é boba não...
Em vez de ensinar todas as receitas, Dona Maria quer ela mesma vender os pastéis para os franqueados. "Não posso perder o controle da qualidade que criei com tanto carinho e trabalho", justifica.
Além de trabalhar em seis feiras paulistanas durante toda a semana, Dona Maria tem duas pastelarias próprias na cidade, nos bairros da Casa Verde e de Pinheiros (clique aqui para conhecer dias, horários de funcionamento, telefones e endereços de todos esses pontos e locais).
Empolgada com a segunda vitória, Dona Maria divulgou a receita do recheio de carne de seu pastel campeão, o de carne, chamado de Pacaembu.
Receita que, por sinal, está publicada também no site do Pastel da Maria.
Desta vez, Dona Maria usou raspas de limão siciliano para dar aquele toque diferente e levemente ácido no recheio.
Antes, ela usava gengibre.
Com um ou com outro, fica uma maravilha...
O recheio é ótimo - e o pastel de carne (R$ 4 na loja de Pinheiros) é realmente o melhor de Dona Maria.
Particularmente, sou muito fã também do com carne e ovo (R$ 4,50 na loja de Pinheiros) e do com palmito e camarão (R$ 5).
Só não concordo muito com a peneira que ela usa para escorrer todo o líquido da carne antes de misturá-la ao tomate e a cebola.
Recheio de pastel não pode, claro, ser muito molhado, senão tira a crocância da massa frita.
Mas penso que ela poderia encontrar uma outra maneira de secar este recheio que não fosse retirar o caldo, o que, com certeza, deve tirar boa parte da riqueza do sabor deste recheio.
Mas o que fica ainda fica muito bom.
Quem quiser conferir pode procurar os quitutes de Dona Maria em uma das feiras, das pastelarias.
Para comer o pastel pronto ou comprar a massa de Dona Maria (R$ 8 a porção) para combinar com o recheio feito em casa.
A receita do recheio? Olhe ela aí embaixo, ó...
Recheio do pastel de carne do Pastel da Maria
Ingredientes:
1 quilo de patinho moído ao menos duas vezes
1 e 1/2 cebola média picada em pedaços bem pequenos
2 tomates sem sementes picados
3 dentes de alho socados
1 colher de chá de glutamato monossódico (ajinomoto)
raspas de casca de um limão siciliano (ou uma colher de sopa rasa de gengibre ralado)
salsinha a gosto
150 a 200 gramas de azeitonas verdes sem caroço picadas
azeite
sal a gosto
Preparação:
Em uma panela, doure o alho e uma cebola bem picada, sem deixar queimar, num fundo de azeite. Refogue a carne nesta mistura e tempere com sal a gosto. Depois, coloque a carne em uma peneira para escorrer o líquido que sobrou. Em outra panela, refogue a meia cebola bem picada que sobrou junto com os tomates sem sementes, igualmente bem picados. Acrescente a carne a este refogado. Em seguida, coloque a salsinha, a azeitona, o glutamato monossódico e as raspas de limão siciliano (ou a colher de gengibre picadinho). Monte os pastéis e frite em óleo bem quente e limpo.
Meu Deus... De derrubar qualquer feira...
O melhor das Receitas e das Dietas está aqui. No R7.
22 Ago 06h00
Conheça o único restaurante do Brasil especializado em chanko nabe, a comida oficial dos lutadores de sumô
Fiz para o R7, no final de semana, esta reportagem sobre o restaurante Bueno, no bairro da Liberdade, região central de São Paulo, o único especializado em chanko nabe, a comida oficial dos lutadores de sumô.
O dono do Bueno, o nissei (brasileiro filho de japoneses) Fernando Kuroda, foi um premiado sumitori (lutador de sumô) no Japão.
Se o amado amigo ainda não leu a reportagem, ela está aqui.
Não perca a oportunidade.
É muito interessante.
Garanto que você vai gostar.
Um abraço.
Restaurante em São Paulo é o único do país
especializado em comida para lutadores de sumô
Bueno, na Liberdade, serve o chanko nabe, cozido oficial dos sumitori, os fortes atletas do milenar combate japonês
Kuroda e o chanko nabe no Bueno - Fotos Eduardo Marini
O sumô é o esporte nacional do Japão. Luta milenar, ele preserva rituais da filosofia xintoísta. Começou a ser citado em livros no início do Século 8 depois de Cristo, há cerca de 1.300 anos.
Nesse esporte, dois atletas lutam em um ringue circular chamado dohyô. O primeiro a tocar o chão com qualquer outra parte do corpo que não seja os pés ou a pisar fora do círculo demarcado no chão do dohyô perde o combate.
Essas lutas são disputadas por homens imensos, aparentemente gordos mas na verdade muito fortes. Não, raro, são “paredes” de músculos com mais de 1,90 m e 150 kg.
Por tudo isso, quem não conhece essa cultura pode pensar que o cozido chanko nabe, a comida oficial dos sumitori - os lutadores de sumô - é o prato mais calórico e “gordo” do planeta. Mas, não é bem assim. A rigor, está até bem longe disso.
E quem puder poderá comprovar isso na ponta da língua no Bueno, o único restaurante brasileiro especializado em chanko nabe, a comida oficial dos lutadores de sumô.
O Bueno fica em um pequeno espaço com porta preta sem letreiros no número 458 da rua Galvão Bueno, na Liberdade, bairro de imigrantes orientais na região central de São Paulo (tel. 11-3203-2215).
A porção individual do cozido chanko nabe no detalhe
Funciona de terça a domingo, apenas no jantar, das 18h30 às 23h. Não é caro, mas as contas só podem ser pagas com dinheiro ou cheque. Nada de cartões de débito ou crédito.
O empresário nissei (filho de japoneses nascido no Brasil) Fernando Yoshinobu Kuroda, 35 anos, dono do Bueno, dá maiores detalhes sobre o cozido ou caldeirada chanko nabe.
- Chanko significa tudo o que é relativo ao sumitori, ou seja, ao lutador de sumô. E nabe é cozido ou caldeirada em japonês. São refeições feitas com caldo e pedaços de carne de porco ou frango, verdura, tofu (queijo de soja oriental), cebola, nirá (delicada verdura japonesa), alga e cogumelos orientais como shimeji e shiitake. Alguns levam misso (pasta oriental de soja) no caldo, outros não. A rigor, são pratos até leves e pouco gordurosos.
Mas então o que faz os lutadores se transformarem naquelas muralhas?
- O que faz a diferença é a quantidade de acompanhamento mandada para dentro junto com cozido. Muito arroz, ovos, outras proteínas, outros tipos de carboidratos, verduras e legumes mais rígidos.
Kuroda explica a ligação do chanko nabe com a cultura sumitori.
- Nas academias de sumô do Japão, os lutadores comem todos os dias algum tipo de chanko. Também faz parte da tradição que ele aprenda a preparar o cozido enquanto evolui como sumitori. Em relação à comida, nada é ensinado. O atleta precisa prestar atenção no processo e aprender observando a ação dos veteranos. Começa manipulando os ingredientes, depois se aventura na panela e assim vai. Apesar de ser uma comida ligada à tradição sumitori, é relativamente comum encontrar no Japão restaurantes com essa caldeirada no cardápio. Não é proibido.
Kuroda fala com conhecimento de causa absoluto. Dos 15 aos 27 anos, ele foi lutador de uma das mais importantes academias de sumô do Japão, em Tóquio. Lá, era conhecido como Waka-Azuma, algo como “o jovem que vem do Leste (a posição do Brasil no mundo para os japoneses, que estão no oeste)”.
No auge da carreira, em 2001, chegou a ser sekitori, ou seja, um integrante da primeira divisão do sumô. Da menor para a maior posição, essa elite do esporte tem as seguintes faixas: jyuryo (posição atingida por Kuroda), makuchi, komusubi, sekiwake, ozeki e yokozuma, esta última a mais alta de todas.
Para se ter uma ideia do feito de Kuroda, o Japão costuma ter apenas entre 50 e 60 sekitori espalhados por essas seis categorias de elite. Um de seus ex-alunos aqui no Brasil, levado por ele para lutar no Japão, foi ainda mais longe: atualmente, é um makuchi.
Como todos os sumitori que atingem a elite, Kuroda foi amado e idolatrado no Japão. Preservadores reconhecidos da cultura milenar daquele país, eles dão autógrafos e recebem reverências como os ídolos mundiais do futebol, do esporte olímpico, do automobilismo, das artes, da filosofia, da religião, da música e da cultura. Alguns chegam a receber US$ 100 mil mensais entre salários, patrocínios e rendas de atividades públicas.
No restaurante Bueno, na Liberdade, há seis tipos de chanko nabe. Fazem mais sucesso o de frango, mais leve, sem misso, e outro com porco, frango e kimuti (acelga apimentada criada no território das Coreias), uma homenagem à mulher de Kuroda, coreana de nascimento.
Cada porção individual do cozido (como a da foto) custa R$ 27 e serve uma pessoa com alguma folga. Se o cliente quiser (e ainda tiver espaço no estômago), pode pagar um pouco mais para consumir o caldo final do chanko com uma porção de arroz japonês.
No capítulo das entradas, Kuroda oferece língua de boi grelhada (macias e suculentas; R$ 22 a pequena e R$ 24 a grande). E também um pequeno bufê com oito curiosidades, entre elas a acelga kimuti, buta kakuni (barriga de porco cozida, bem temperada, deliciosa) e horenso, um espinafre japonês com um molho levemente ácido e adocicado.
A porção com um item deste bufê custa R$ 8. A tripla, R$ 24. Se a intenção for derrubar um chanko depois, a reportagem aconselha a entrada individual. De preferência, a barriga de porco ou o espinafre. Se o caso for a tripla, para mais de uma pessoa ou alguém realmente inspirado, a sugestão é acrescentar o horenso e o kimuti, este para os paladares mais afeitos a desafios.
Kuroda se lembra da carreira de sumitori com carinho.
- O sonho do meu avô era se mudar para o Brasil. Ele não conseguiu, mas meu pai sim. Meu pai foi, praticamente, o introdutor do sumô no Brasil. Queria lutar sumô profissionalmente mas, de estatura baixa, não conseguiu. Por ironia suprema do destino, ele conseguiu realizar o sonho do pai dele e eu, o dele.
Veja aqui uma galeria de fotos de Fernando Kuroda como lutador de sumô, do Bueno e de suas comidas




















