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11/02/2012 às 09:30:22
Adriano volta para o mengão,la é seu verdadeiro lugar...
estamos te esperando de braços abertos no maior do mundo... -
10/02/2012 às 08:00:09
O CORINTHIANS ADORA APARECER EM MIDIA, IBOPE VER SEU NOME EM MANCHETE, SOLTE O CARA PRAS FARRAS, QUE NÃO VAI FALTAR MANCHETE,
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10/02/2012 às 07:56:59
ESPERO QUE ACONTEÇA PARA DIVULGAR NOSSO NORDESTE QUE E LINDO E GOSTOSO DE SE VER.
6 Out 06h00
Uniban pagará R$ 40 mil a Geisy. Acho pouco. Opine
Geisy Arruda, nosso Discovery da perifa, nosso míssil Tomahawk do ABC, nosso tufão de Diadema, nossa musa estiletada da mobilidade social e, agora, nossa pantera-cor-de-rosa country fazendeira, vai encaixar R$ 40 mil da Uniban por danos morais.
É decisão da Justiça.
Acho pouco. Muito pouco. Pouco mesmo.
Aquela manifestação coletiva e animal de gente urrando, babando espuma grossa e oprimindo a moça daquela forma tribal, cafona, podre, criminosa, merecia que a Uniban, que pensa contribuir para a educação daquilo, desembolsasse um alegrete, um faz-me rir bem mais forte do que esse.
E você, amado amigo e amada amiga, o que acha?
Geisy recebeu pouco ou está no ponto?
Opine.
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Leia aqui reportagem sobre a indenização de Geisy no R7.
A Fazenda? O amado amigo da blogosfera colorida sabe: só aqui, no R7.
30 Abr 17h57
O que as amigas e os amigos acharam dos vestidos da grife de Geisy Arruda? Opinem

Este país ainda consegue ser surprendente e engraçado por obra exclusiva de seu povão.
Da proba legião CDE, do andar de baixo, como gosta de dizer o jornalista Elio Gaspari.
Agora, por exemplo, estamos às voltas com a volta de Geisy Arruda, nosso Discovery social, nosso tufão de Diadema, nossa musa rosa da mobilidade.
No final do ano passado, essa moça foi transformada numa espécie de Geni por periféricas e periféricos caretas oficialmente registrados no campus São Bernado do Campo da Uniban (daí a afirmar que estudam poderia ser um ato leviano e não quero correr riscos...).
A medievália xingou, gritou e quase bateu na moça com o gato morto porque ela ia à aula com um vestidinho curtinho cafoninha de malhinha rosinha que destacava o semblante simpático, o sorriso farto e a silhueta, àquela altura, ainda muito soberba em dimensões.
Pois a vítima não deixou barato: invadiu os veículos de comunicação, contratou advogado, processou Deus e mundo e... virou viral geral em tudo o que é lugar.
Hoje, apenas seis meses depois de deixar a sala da Uniban protegida dos insanos pela polícia, Geisy Arruda é celebridade.
Frequenta eventos, cobra cachê, estrela programas de tevê.
Nesta quinta-feira (29), nosso tufão de Diadema lançou a Rosa Divino, grife para uma linha de, claro, vestidinhos curtinhos cafoninhas rosinhas. E também lilazezinhos, pink, vermelhinhos...
Estavam todos lá: as primas, as tias, as tias “de consideração” e do papo no fim de tarde no bairro, a criançada, e, claro, a mãe, com vestidinho rosa e cara emburrada de “o que eu estou fazendo aqui?”...

Até o Alexandre Frota, o ex-BBB Kléber Bam Bam e o ex-Fazenda Miro Moreira estavam lá.
Logo após o estouro do caso Geisy, numa reportagem da Folha de S. Paulo, eu e um grupo de colegas de veículos de comunicação da Record fomos os primeiros a entrevistar Geisy.
Na ocasião, nossa musa rosa era apenas uma jovem em paz comovente com o vigor inquestionável dos próprios contornos em em busca espantada pela reparação de sua dignidade.
Seis meses depois e vejam só...
Eu adoro essas coisas de paixão.
Essa mobilidade que, a cada dia, joga mais representantes do povão na gangorra social do dorme-sapo-e-acorda-príncipe ainda é um dos grandes baratos dessa sociedade.
Desejo de verdade que essa moça tenha sucesso também com sua grife.
E quero saber o que as amadas amigas e os amados amigos da blogosfera colorida acharam da investida fashion de Geisy Arruda, nosso foguete, nossa irresistível musa rosa da mobilidade.
Opine.
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13 Dez 05h17
Geisy, turbinada com quase um litrão de silicone e com menos cinco litrões de gordura no corputcho, quer R$ 1 milhão da Uniban. Quanto ela merece?

O assunto Geisy, decretaram o confrade provocador Marco Antonio Araujo e a confreira Fabíola Reipert, deu no saco.
É fato - mas uma recaída de vez em quando dá sabor à vida.
Então vamos lá.
Geisy está deitando e rolando.
Primeiro, arrumou um canudão chique - a cânula no mesmo cirurgião plástico de Carla Perez - para chupar cinco litrões de gordura de sua massa compacta.
A adiposidade sugada dos braços foi devolvida ao seu corputcho, mas no bumbum, para dar uma levantada.
E, já que estava ali mesmo, aproveitou o embalo e tascou 430 mililitros de silico em cada seio.
Revisão total. Reforma geral. Seminovo com garantia de zerado.
Geisy aprendeu rápido: por influência de seu cabeleireiro, as operações foram feitas na faixa, no Vasco, no 0800.
Poderia haver clínico geral generoso com pobre como há cirurgião plástico gente fina com carne batida de mídia, né não?
Mas Geisy vive seu momento.
Não satisfeita, ela pediu, na Justiça, R$ 1 milhão de indenização à Uniban, a universidade dona do campus em que foi humilhada por colegas, professores e funcionários por usar um vestido rosa curto.
Tenho um palpite: no final, na última instância, ela vai encaixar um caraminguá de responsa, mas não tudo isso.
Deverá arrancar a metade disso, um pouco menos talvez.
E o nobre amigo da blogosfera colorida, quanto acha que ela vai levar?
Opine. Opine. Opine.
26 Nov 05h00
Fama? Sucesso? Dinheiro? Cachês? Indenizações? Playboy? Sexy? Por que Geisy voltaria para a Uniban?

Geisy, a moça do minivestido na Uniban, fez as contas com seus familiares e advogados e chegou a uma conclusão óbvia: voltar para sua antiga universidade, a essa altura do campeonato, traria a ela muito mais perdas do que danos.
Em todos os sentidos.
E fácil entender porque.
Geisy promete mover processos para receber um bom dinheiro da Uniban.
Advogados e juristas independentes falam em até sete crimes passíveis de indenização no episódio em que a moça foi humilhada, xingada e quase agredida no campus da Uniban em São Bernardo do Campo (SP).
Para ela, seria difícil assumir uma batalha judicial contra a universidade, colocá-la no canto do ringue dos tribunais e, ao mesmo tempo, frequentar diariamente suas salas.
Certamente seria muito pressionada por professores, dirigentes e alunos.
Outro detalhe: Geisy, neste momento, é a líder disparada da lista virou viral geral dos veículos de comunicação.
Todo mundo a quer em suas rádios, tevês, jornais e portais de internet - isso sem falar em suas revistas masculinas, essas sempre dispostas a pagar ótimos cachês e participações nas vendas dos exemplares.
Escolas de samba paulistas lutam para exibir sua massa compacta no próximo Carnaval.
Ela, claramente, está usufruindo do maior número possível de vantagens vindas destas situações.
E, para que possa continuar assim, ela precisa de liberdade para espinafrar a Uniban e também deixar a universidade ser criticada em suas participações nos programas.
Sentada lá todas as noites, de volta, isso seria quase impossível.
Por fim, Geisy tem apenas 20 anos.
Mesmo que não consiga aproveitar, em outra faculdade ou universidade, os créditos deste semestre e meio de Turismo cursado na Uniban, ela terá tempo suficiente na vida para começar e terminar qualquer curso, em qualquer lugar.
Moral do capítulo: o que era para ser fermento de uma humilhação deu a Geisy poder suficiente para esnobar qualquer proposta conciliatória da Uniban.
Isso sim é ironia suprema do destino caprichoso.
Leia mais sobre Geisy, revistas masculinas e muito mais.
Leia entrevista exclusiva de Geisy Arruda para o R7.
Geisy presta depoimento nesta quinta-feira (26).
13 Nov 05h55
O ataque, agora, é da Playboy. A pergunta continua viva: até quando Geisy resistirá?

Na terça-feira (10), Fabíola Reipert, a confreira do R7 que realmente sabe tudo antes de todos, informou que Geisy Arruda, a moça do vestido rosa da Uniban, receberia, em questão de minutos ou horas, um telefonema e um convite da revista Sexy para posar nua.
Em entrevista a este blogueiro, também para o R7, Geisy insistiu que não tiraria seu vestidinho rosa para um fotógrafo.
Perguntei aos amados amigos da blogosfera colorida que visitam este cantinho virtual, sem qualquer juízo de valor, até quando ela resistiria.
Bom, agora, o ataque especulativo é da concorrente Playboy.
O diretor da revista, Edson Aran, confirmou o interesse.
A intenção da revista seria escalar Geisy junto a um time de alunas da Uniban donas de curvas, digamos, deeeeeez, nota deeeeeeeeeeeez.
Ensaios coletivos como esse são bem mais comuns na Playboy americana.
A pergunta está mais viva do que nunca: até quando Geisy resistirá?
Opinem.
Leia as melhores reportagens de entretenimento da web brasileira no R7.
5 Nov 05h55
Um pouco mais sobre o caso Geisy, a moça do vestido rosa

Volto ao assunto dos comentários nefastos e dos atos de estupidez coletiva cometidos contra a estudante de turismo Geisy Vila Nova Arruda, a moça do vestido rosa curto, feitos por centenas de alunas e alunos (e provavelmente até por alguns professores e seguranças) no campus de São Bernardo do Campo (SP) da Universidade Bandeirante, porque amigos da blogosfera colorida pediram. Muitos entraram até em posts mais recentes, sobre outros temas, para pedir a retomada do debate.
Ajudado pelos colegas da produção do programa Geraldo Brasil, da Rede Record, entrevistei a moça.
O episódio é mesmo grave.
Mas cria oportunidade para que a gente possa discutir coisas importantes.
Vamos lá, pois:
Primeiro: sempre que for possível, é preciso afirmar, reafirmar, afirmar, reafirmar, afirmar e, quando parecer suficiente, afirmar uma vez mais, com toda a ênfase possível, o seguinte: nada, nenhum deslize estético, nenhum erro sobre escolha de roupa ou adequação do que se veste, nada disso justifica, ainda que em ralo pensamento, a ação primitiva ocorrida naquele campus.
Faço questão da ênfase e da repetição porque tenho visto, desde a divulgação do episódio, especialistas em bom comportamento, bom senso fashion, sei lá, gastarem 90% do tempo de seus comentários ou do espaço de seus textos o equívoco da moça ao escolher a roupa daquela noite para ir à aula.
Para só depois, no final, lembrar timidamente que "nada justifica" aquilo.
Não.
Essa história é muito maior do que isso.
A discussão sobre a propriedade estética ou simbólica de a moça ter ido à faculdade com aquele vestidão matador perde toda a relevância diante da brutalidade cometida e dos riscos corrido por Geisy e seus amigos.
São duas coisas absolutamente diferentes em dimensão e em relevância.
Não podem ser medidas pela mesma régua.
E, colocadas lado a lado, provocam mais confusão do que esclarecimento.
Há vários indícios de violência à lei no que se fez com a estudante.
Por isso, infelizmente e sem referências infames, o buraco é mais embaixo do que a malhazinha sanfonadinha rosinha de gosto duvidoso que a moça de Diadema usou com o coração leve de pardal solto.
O amigo da blogosfera colorida Armando P. da Silva Jr., um leitores mais atentos e participativos deste espaço, lembra que os estudantes da Uniban protestaram nesta semana dizendo que o curso de turismo e o campus de São Bernardo do Campo ficaram “mal vistos”.
E conclui: "Até agora não vi nem professores e nem a faculdade defender a estudante, como se fosse ela a culpada por tudo o que aconteceu".
Acrescento: depois do que se viu por lá, fica difícil mesmo - diria impossível - não se imaginar "mal visto".
Outro ponto: vários amigos leitores levantaram aqui, como justificativa para as reações animalescas das alunas e dos alunos da Uniban, a hipótese de a moça ser prostituta ou garota de programa.
Mais uma vez: francamente.
Consideremos por hipótese que tudo isso seja fato.
Deixe-me ver se entendi a lógica do raciocínio, da insinuação ou da tentativa de construção de uma ponte entre atitude e pena.
A gente forma um grupo e sai por aí, na ruas, nos flats de luxo de São Paulo, na Avenida Atlântica, no Rio de Janeiro, nas estradas do País, e pergunta para toda a mulher que a gente encontrar se ela é prostituta ou garota de programa.
Sempre que uma delas responder sim, a gente ameaça fotografar suas partes íntimas, urra palavrões como bicho e, se for possível, dá uns tapas, umas porretadas, quem sabe mata.
É isso?
Ora, façam-me o favor...
Leiam mais sobre o caso Geisy no ótimo blog de André Forastieri.
31 Out 05h55
“Vou processar muita gente”, diz jovem ameaçada na Uniban por usar vestido curto

Fotos Julia Chequer/R7
Na editoria São Paulo do portal R7 - e agora também aqui no nosso canto - o amigo da blogosfera colorida lê a entrevista que fiz com Geisy Vila Nova Arruda, a moça de 20 anos que foi humilhada e chamada de "puta" por trogloditas travestidos de estudantes, no campus de São Bernardo do Campo (SP) da Universidade Bandeirante, pelo fato mero de usar um minivestido rosa (o mesmo da foto, por sinal).
Leiam e sintam as dimensões da estupidez.
“Me senti um bicho, uma criminosa”, diz estudante da Uniban
Eduardo Marini, do R7
Geisy Vila Nova Arruda, 20 anos, 1,70 metro, loira, olhos verdes, é a terceira dos quatros filhos de um casal de classe média baixa de Diadema, cidade do ABC paulista. Estuda no primeiro ano de Turismo da Universidade Bandeirante, campus São Bernardo do Campo, também no ABC. Na quinta-feira (22), ela foi vítima de um dos mais insanos atos coletivos de que se tem notícia nos últimos tempos. Centenas de estudantes, inclusive mulheres, a atacaram com palavrões, termos chulos e ameaças de agressão e de estupro pelo simples fato de ela usar um minivestido. Nesta entrevista - concedida ao R7 na sexta-feira (30) com o mesmo vestido usado no episódio que ganhou as páginas do YouTube -, Geisy lembra que sentiu “medo e vergonha”. E alerta: “vou processar muita gente”.
R7 – Os gritos e palavrões começaram assim que você chegou ao campus?
Geisy Vila Nova Arruda – Não. Cheguei por volta de 19h50 e fui direto para a sala. Na entrada, ouvi um ou outro comentário, um “gostosa” aqui, um outro ali, mas nada grave ou fora do aceitável. A coisa começou a ficar feia quando fui ao banheiro, por volta de 20h40. Meninas me olharam muito feio no banheiro. Se alguma disse algo, não ouvi. Mas, na volta para a sala, começaram com os palavrões. Alguns tentaram colocar o celular embaixo do meu vestido para fotografar.
R7 – Você voltou para a sala de aula?
Geisy – Sim. E trancamos a porta. Foi quando a situação começou a sair de controle. Eles chutavam a porta, batiam na janela, tentavam filmar tudo com os celulares. Gritavam: “puuu-ta, puuu-ta”, “deixem ela com a gente”, “nós vamos estuprar”, “vamos linchar” e outras coisas terríveis. Tive medo e muita vergonha. Era como se eu fosse um bicho, uma criminosa. Fiquei em estado de choque. Não acreditava que aquilo estava acontecendo comigo. Ainda estou assustada. Diga-me uma coisa: se eu fosse prostituta, existiria uma justificativa para me agredirem? Então está correto sair pelas ruas identificando prostitutas para bater ou cometer estupro só pelo fato de elas serem prostitutas? Claro que não. Isso é preconceito, retrocesso, burrice, estupidez. Uma falta total de civilidade.
R7 – Este seu vestido me parece normal. Diante do que é possível ver em algumas faculdades urbanas brasileiras, diria que é até comportado...
Geisy – É o que eu penso.

R7 – Você já foi à aula com roupas semelhantes?
Geisy – Claro. Com vestidos até mais decotados e ousados. Tenho fotos no Orkut com roupas bem mais curtas. Eu me visto dessa forma. Gosto de ser assim. É um direito que tenho.
R7 – E aí?
Geisy – A faculdade cometeu vários erros. Demorou muito a mandar seguranças para a sala. Um deles, em vez de pensar em como resolver a situação, passou a me repreender. Fazia perguntas do tipo “francamente: isso é roupa para vir estudar?” e “você não tem vergonha?”. Imagine a situação: as pessoas da sala com medo e os caras pensando em repreensão, em falso moralismo. O que eles têm a ver com a maneira como me visto? Quero lembrar duas coisas importantes. Primeiro: a polícia foi lá para proteger a minha vida, a do nosso professor e a dos meus colegas de turma, e não para me expulsar do campus, como muitos disseram. Segundo: minha turma toda ficou ao meu lado. Ninguém apoiou aquela loucura.
R7 – A coisa piorou mesmo na saída da sala, não é mesmo?
Geisy – Isso. Deram-me um jaleco para vestir. Enquanto eu andava escoltada pelos policiais, o pessoal gritava feito louco. Um detalhe curioso: os homens ficaram mais descontrolados e as ofensas verbais aumentaram quando as mulheres se aproximaram e fizeram críticas. Acho inveja de mulher, quando quer competir ou criticar outra mulher, a pior coisa do mundo. Nada é mais terrível. Muitas das que gritaram pareciam estar era colocando para fora uma inveja pelo meu jeito livre e alegre de ser. Uma das mais enlouquecidas era uma menina que, inclusive, pega ônibus comigo. Berrava de forma descontrolada. O mais curioso é que, no ônibus, ela sempre fica quietinha.
R7 – E os rapazes?
Geisy – Eles pareciam possuídos. Tinham maldade nos olhos. Gritavam: “vamos filmar e colocar no YouTube”. Naquela noite, quando cheguei em casa, fui direto para Internet. Não deu outra: estava lá, no YouTube.
R7 – Quem você vai processar?
Geisy - Já tenho advogado. Vou processar e pedir indenização a todos os que colocaram essa coisa na Internet, com aqueles títulos deploráveis, palavrão e tudo o mais. Eles postaram lá para me humilhar, mas a imprensa virou o jogo e agora estão todos com medo das consequências. E elas, se Deus quiser, serão duras. Se meu advogado julgar oportuno, deverei processar a Uniban, os alunos que forem identificados por minhas testemunhas e até professores que disseram o que não deveriam ter dito. Como me chamar de fulana e de outras coisas piores.

R7 – Como era seu relacionamento na Uniban antes do caso?
Geisy – Normal. Nunca tive nada grave com ninguém.
R7 – Acha que fariam isso contigo se você fosse de família rica ou filha de alguém influente na universidade?
Geisy – De jeito nenhum.
R7 – Você agora ficou conhecida. Deverá receber convites...
Geisy – Já entendi o que você quer saber. Posar nua eu não aceito. Reality show, para mim, seria monótono. Não agüento ficar muito tempo trancada. Mas, se for algo bom, quem sabe?
R7 – Como espera ser recebida de volta na faculdade?
Geisy – Não preciso que as pessoas me peçam desculpa, mas queria voltar de cabeça erguida e ser respeitada. Se por acaso alguém me aplaudir, vou gostar.
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