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11/02/2012 às 09:30:22
Adriano volta para o mengão,la é seu verdadeiro lugar...
estamos te esperando de braços abertos no maior do mundo... -
10/02/2012 às 08:00:09
O CORINTHIANS ADORA APARECER EM MIDIA, IBOPE VER SEU NOME EM MANCHETE, SOLTE O CARA PRAS FARRAS, QUE NÃO VAI FALTAR MANCHETE,
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10/02/2012 às 07:56:59
ESPERO QUE ACONTEÇA PARA DIVULGAR NOSSO NORDESTE QUE E LINDO E GOSTOSO DE SE VER.
2 Fev 19h25
Demissão de Vanderlei no Fla. Uma história com muita traição, amadorismo, má gestão, vaidade, primadonnismo periférico e muitos outros erros. Dos dois lados. Opine
Vanderlei Luxemburgo foi demitido há pouco, nesta quinta-feira (2), do comando técnico do Flamengo.
Com ele, deixam o clube o diretor executivo Luiz Augusto Veloso, o gerente de futebol Isaías Tinoco, o preparador físico Antônio Mello e o auxiliar Junior Lopes, filho do técnico Antônio Lopes.
Mais uma vez, uma decisão importante no Fla foi marcada pela fraqueza, pusilanimidade e incompetência da gestão do clube e, por outro lado, pela insensibilidade igualmente absoluta do demitido.
No meio disso tudo, demonstrações patéticas e desnecessárias de amadorismo, vaidade e primmadonismo periférico.
Vanderlei até não estaria errado no conceito de condenar o fato de Ronaldinho Gaúcho ter levado mulher para o hotel da concentração, se isso realmente ocorreu.
Mas, no restante deste caso e em todo o enfrentamento da diretoria, misturou insensibilidade com aparente inocência.
Nem parecia o macaco velho que viveu crises contra cobras criadas e com veneno em toda a sua carreira.
E que sabe que, ao menos enquanto não voltar a conquistar títulos importantes, voltando a fazer o passado virar presente, seu poder de fogo para bancar batidas de frente e vencê-las, sobretudo com dirigentes fortes e estrelas do porte de R10, é, em função desses desgastes recentes, limitado.
Se Vanderlei, naquele momento, vazou para a imprensa a informação de que R10 levou a mulher na concentração antes de negociar o que queria com a diretoria, jogou contra si.
Segundo: achar que Patrícia Amorim e a diretoria do Flamengo, esta em pé de guerra com ele, iriam queimar R10, que interessa ao clube em vários aspectos e não recebe a maior parte de seu pagamento há cinco meses, por uma questão até fácil de contornar como essa da mulher, dando poder ao técnico 0num momento em que não só o craque mas também várias pessoas no time o questionavam, foi de uma inocência quase comovente.
Depois de bater de frente com vários diretores e elencos em sua carreira, à custa de muitos desgastes, Vanderlei passou um ano no Flamengo tentando dar, ao clube à opinião pública, a sensação de que tinha se tornado uma pessoa mais tranquila, menos explosiva e sem disposição para embates.
Um profissional conformado em ser apenas técnico, sem poder para decidir e negociar contratações e a formação do elenco.
Todos sabiam que Vanderlei tinha apenas colocado o urso para hibernar.
No primeiro momento em que julgasse existir espaço político para reagir, ele acordaria o bicho e partiria para cima. É de sua natureza. Assim foi feito. E assim, mais uma vez, Vanderlei caiu.
Patrícia Amorim e seus cartolas agregados não ficaram atrás nos erros.
Sabiam que era da natureza de Vanderlei este tipo de comportamento e o contrataram mesmo assim.
Agora, vão pagar R$ 4 milhões de multa rescisória – um jogador dos bons – para ouvir o técnico meter o pau em Patrícia e sua turma por um bom tempo.
Antes, poderiam ter conversado de forma mais madura com o técnico para esfriar o clima.
A crise que o clube viveu ainda no período de preparação neste ano foi inaceitável.
A propósito, deve ser difícil pedir ausência de vaidade desnecessária nesta diretoria quando se vê a cena do sorridente diretor Michel Levy correndo para abraçar Vagner Love, em sua apresentação, como se naquela hora de suprema emoção a estrela necessitasse de uma única atitude nesta terra para aplacar tudo aquilo: um abraço do ... sorridente diretor Michel Levy. Constrangedor.vOs elogios anteriores e fartos da presidente não foram suficientes para conter o ímpeto. Muitos se lembraram de papagaios. E de piratas.
De qualquer forma, o Flamengo demitiu Vanderlei com requintes de tortura, sem esconder a sede de vingança.
Na quarta-feira (1º), antes da vitória de 2 a 0 sobre o boliviano Potosí, colocando o clube de vez na Libertadores deste ano, os cartolas deixaram vazar que tinham convidado Joel Santana e dado essa informação aos jogadores.
A mudança vazada antes do jogo seria uma forma de dar um gás extra a R10 e a outros jogadores em conflito com Vanderlei.
Quando a notícia caiu nos veículos de comunicação, Patrícia desmentiu tudo, ao vivo e de forma aparentemente segura, na rádio Tupi do Rio de Janeiro. Disse:
- Venho a público desmentir esta notícia. Ele vai dirigir o time hoje, temos jogo na sexta, no domingo. Não há nada que diga que o treinador não é do Flamengo, não.
Com a declaração da presidente, a vitória de 2 a 0 sobre o Potosí e a classificação, Luxemburgo trocou o desabafo que prometia por uma entrevista pacificadora, suave até, elogiando todo mundo mas deixando claro que não iria pedir demissão. E, com ela, abrir mão dos R$ 4 milhões da multa.
Deixou o estádio confiante, perguntando aos jornalistas no elevador se tinha se saído bem (mas com a certeza interna absoluta de que sim) e deve ter dormido com tranquilidade.
Nesta quinta-feira (2), chegou às 16h05 ao centro de treinamento do Flamengo, no Ninho do Urubu, Zona Oeste do Rio, sem ser comunicado oficialmente de que sua demissão tinha sido decidida em uma reunião de Patrícia com os diretores que durou toda a manhã.
Por celular, soube que a degola tinha sido anunciada na imprensa exatos 52 minutos antes.
E com requintes de soberba crueldade.
Vazada por seus inimigos dirigentes dentro do Fla, a informação do rodo encontrou primeiro justamente o jornalista Renato Maurício Prado, de O Globo, outro desafeto do técnico. Prado publicou a demissão em primeira mão, em seu blog, precisamente às 15h13.
Vanderlei desligou o celular, pegou o carro e deixou o Ninho apressado, com uma leve cantada de pneus.
Não se despediu dos jogadores.
Nesta briga em que todos erraram desde o início, o final não poderia ser mesmo livre de muita maldade.
O próximo técnico do clube deverá ser Joel Santana, ao lado do preparador físico Ronaldo Torres e dos auxiliares Marcelo Salles, braço direito de Andrade na conquista do Brasileirão de 2009, e Mauricio Albuquerque.
Paulo Angione, atual supervisor do Bahia, deverá assumir as funções de Tinoco e Veloso.
E para você, quem foi o pior nesta história¿
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29 Jan 23h12
Duas boas piadas esportivas da semana que passou para quem ainda não viu. Opine
28 Jan 22h51
BMG bancou os dez milhões de euros (R$ 22,9 milhões) usados pelo Fla em Vagner Love. Em troca, clube cede a banco parte dos direitos de jovens promessas como Adryan e Luiz Antonio
Os dez milhões de euros (cerca de R$ 22,9 milhões) pagos pelo Flamengo ao clube russo CSKA pelos direitos econômicos e federativos do atacante Vagner Love (acima, chorando na reapresentação) foram bancados pelo BMG.
Em troca, o rubro-negro cedeu ao Banco parte dos direitos econômicos de praticamente todos os talentos do time campeão da Copa São Paulo de Juniores de 2011, entre as grandes esperanças Luiz Antonio e Adryan.
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8 Abr 06h00
Fla esnoba Imperador, que viria de graça. Mas acha normal torrar R$ 34 milhões (que não tem) em Love. É a filosofia, o planejamento…
O Pensador (Le Penseur) - Auguste Rodin
O Flamengo é - efetivamente - uma maravilha.
Virou as costas para Adriano Imperador.
Um cara criado e apaixonado pelo clube.
Um cara que sempre quis não apenas jogar, mas encerrar a carreira no clube.
Um cara que rompeu com tudo e com todos para voltar ao Rio e esperar o chamado do clube.
Um cara que tem, sim, seus problemas de comportamento, mas que poderia ser perfeitamente enquadrado com algumas exigências, autoridade para punir e um contrato redigido com sabedoria, rico em cláusulas punitivas que protegessem o clube.
Um cara que viria de graça, receberia de salário menor do que o de qualquer outro do seu nível - até porque, questionado como está, não teria outra saída a não ser topar, como topou no Corinthians, um contrato de risco.
E, sobretudo, um cara que finalmente resolveria o problema de um time que, a rigor, não fez este ano sequer uma única partida que pudesse ser qualificada ao menos de muito boa.
Uma daquelas que o observador, ao final, falasse: "hoje o time convenceu e jogou bem".
Ludwig Joseph Johann Wittgenstein, filófoso austríaco naturalizado britânico, um dos principais ícones da revolução linguística da filosofia do século 20.
Adriano daria um eixo e uma referência a esse amontoadão de luxo que Vanderlei tem colocado em campo.
E que só tem ganhado das babas que encarou, mantendo a invencibilidade no ano, porque os craques e bons jogadores resolvem o problema individualmente.
Bom, mas Patrícia, Vanderelei e parte da diretoria limaram Adriano.
E agora querem queimar 15 milhões de euros, ou cerca de R$ 34 milhões, para ter Vagner Love.
Quinze milhetas de eurotas que o clube, como sabemos, não tem.
Se essa coisa for em frente, precisará encaixar um vale na Globo para pagar a bagaça.
É ou não é de dar gargalhada?
Love é ótimo? Claro que sim.
Love é rubro-negro? Claro que sim.
Love se encaixaria bem nesse esquema hoje indefinido do Flamengo? Claro que sim.
O problema é que Love custa hoje uma fortuna inviável para ser cobiçado por qualquer clube brasileiro.
Clube brasileiro que toca suas finanças de uma maneira minimamente responsável, digo.
O Flamengo ou qualquer clube brasileiro pensar em pagar R$ 34 milhões para repatriar um atacante de 27 anos é uma loucura, uma insanidade total, ainda que esse atacante seja o excelente Vagner Love.
Se houvesse coragem, disposição e competência para enfrentar e equacionar o tal "problema Adriano", o mais claro, evidente, óbvio e racional seria pegar o Adriano, ser feliz com ele nos próximos 12 ou 18 meses, ao menos, e, depois sim, encarar Love em final de contrato, numa negociação mais barata.
Isso seria o óbvio.
Melhor é deixar ir embora o cara que obviamente resolveria o problema e, depois, diante da pressão cada vez mais forte e insuportável da torcida, tentar fazer, a qualquer custo, um negócio que alivie a sensação de corda rente no pescoço.
Isto é a "filosofia" e o "planejamento" do Flamengo...
10 Nov 17h20
Quem aceitaria pagar mais a Deivid e a Diogo do que ao Império do Amor? Fla, claro
Fernando Soutello - Gazeta Press
Zico é e será deus eterno de todas as gerações de torcedores rubro-negros.
Mas algumas coisas que ocorreram em seus 120 dias de gestão do futebol do Flamengo realmente não dão para entender.
Vejam só esta comparação;
Com a dupla Império do Amor, o Flamengo gastava, no início de 2010, R$ 625 mil mensais, segundo boa reportagem de Richard Souza no portal Globoesporte.com .
Eram R$ 265 mil para Adriano (a Olympikus completava o salário do Imperador com mais R$ 250 mil) e mais R$ 360 mil para Vagner Love.
Pois bem: contratados na gestão Zico, Diogo e Deivid custam juntos R$ 710 mil em salários e mais 11 parcelas de R$ 218 mil pelo empréstimo do ex-atacante da Portuguesa, que ainda não é dono de seus direitos federativos.
Resultado: R$ 928 mil mensais de despesa para manter a nova dupla, praticamente R$ 300 mil a mais do que o ataque anterior.
Com um detalhe: até agora, Diogo, em péssima fase, e Deivid, bom atacante mas atualmente pesado e sem tempo de bola, fizeram apenas cinco gols pelo Flamengo.
Diogo ficou 13 partidas sem marcar.
Deivid jogou cinco e só fez quatro gols.
Enquanto isso, Adriano marcou 34 gols em 38 jogos pelo clube.
E Love, 23 em 29 partidas
Uma curiosidade: apesar de o Imperador ter sido fundamental para a campanha rubro-negra, com tentos importantíssimos, sua média de gols no Fla nesta sua volta (0,70 por partida), apesar de ótima, foi menor do que a de Vagner Love (0,79).
Bom, dá para gastar mais com a dupla D2 do que com o Império do Amor?
O Flamengo acha que dá...
Só o Flamengo mesmo...
Em tempo: por absoluta dificuldade de encontrar fotos de Deivid e Diogo fazendo gols pelo Flamengo, vamos ficar com esta aí embaixo.
Eles assim, fora de campo, de mãos dadas. No mesmo barco.
26 Ago 19h10
Luxa: “quero trabalhar com Zico”. E o Fla, troca Rogério?
Vanderlei Luxemburgo (, técnico do Atlético-MG, em entrevista ao repórter Tiago Pereira, do Mais Vencer:
- Quero voltar ao Flamengo e trabalhar com o Zico. É o clube que eu gosto. Sou flamenguista. Voltarei como técnico ou num cargo de dirigente. Isso é fato. É claro que, quando vou jogar contra, faço de tudo pela equipe em que estou trabalhando, tanto que já ganhei dois títulos em finais contra o Flamengo.
E em seguida:
- Com a história que Zico tem no Flamengo, tudo facilita. A volta dele traz muita credibilidade e seriedade. Tudo passa a ser olhado de maneira diferente. Quando ele vai a público e diz que a imagem do Flamengo tem de mudar, dá outro impacto. É o Zico, né?
Declaração de amor para uns, cavada em momento indevido para outros.
Tire sua conclusão.
Tenho minhas dúvidas de que seria bom para o Flamengo, ao menos neste momento, ter Luxemburgo como técnico.
Seria um caso a pensar.
O que tenho certeza é de que Rogério Lourenço ainda não é um técnico à altura das necessidades de um clube e de uma equipe com as dimensões do rubro-negro.
Pode até ser que um dia se torne, mas ainda não é.
Rogério não é hoje e nem tampouco era quando o maravilhoso Zico assumiu a chefia do futebol rubro-negro.
Em janeiro deste ano, Zico foi demitido, como técnico, do Olimpiakos, da Grécia.
Sentiu demais. Ficou muito magoado.
Expressou publicamente sua decepção (“confesso que estou muito triste e desiludido com o futebol”).
E se disse decidido a processar o clube grego (“vou atrás dos meus direitos na Justiça. Estou conversando com advogados. O documento que recebi traz argumentos que não fazem sentido para a minha demissão e tudo foi feito para um rompimento litigioso”).
Além do ícone do esporte e do exemplo de cidadão que sempre foi, Zico é a ética em pessoa, a correção com dois braços e duas pernas.
Tenho certeza de que ele não substituiu Rogério Lourenço logo quando chegou porque não queria ser acusado de ter feito o mesmo que fizeram com ele sem dar chance a um novato de mostrar o seu trabalho.
Logo ele, que, dias atrás, tanto sentira sua demissão do Olimpiakos.
Mas agora a situação é rigorosamente diferente.
Mesmo com o álibi da substituição por baixo dos craques que foram, o time não anda como minimamente esperava que se andasse.
O ataque não faz gol, o meio-campo não cria...
E a defesa precisa se virar para tentar tapar as dezenas de furos desta represa chamada Flamengo com seus poucos pés e mãos.
No início, Zico agiu com ética, com o sentimento de quem viveu aquilo na própria carne e que por isso saberia, melhor do que todo mundo, como lidar com o assunto.
Mas tudo tem limite – e ele, o limite, chegou.
Rogério até pode um dia treinar o Flamengo, mas agora esse cargo precisa ser ocupado por alguém com maior experiência e capacidade de exigir e de arrancar rendimento dos jogadores.
Esse técnico, agora, pode até não ser Luxemburgo.
Ou pode.
Mas que a mudança se impõe, ah, isso sim, ela se impõe com vontade...
E você, amada amiga e amado amigo, o que pensam?
Opinem.
Registrem seu comentário.
O melhor do Futebol está no R7. Não deixe de passar por aqui.
29 Mai 07h23
Império da baixaria: Adriano teria expulsado Vagner Love de sua festa de despedida por causa de uma mulher

O Império do Amor acabou em baixaria.
O colunista Ancelmo Gois, do Jornal O Globo, informa que teria rolado um babado forte e grosso na casa de Adriano, o Imperador, em um condomínio da Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro, na noite desta sexta-feira (28), durante sua festa de despedida do Flamengo para jogar na Roma, da Itália.
Por causa de uma mulher, Adriano teria expulsado de sua casa, em plena festa, ninguém menos do que o parceiro de ataque e de balada Vagner Love.
Love teria deixado a casa e o condomínio do Imperador às lágrimas.
Acabou o amor.
28 Mar 15h43
Entrevista de Pet é muito mais ressentida do que corajosa. Ele perdeu a posição na bola e quer retomá-la na carteirada

Uma entrevista dada por Petkovic ao jornal Lance! gerou um pouco mais de confusão em sua já conturbada relação com o Flamengo.
Vou discordar de meu amado e competente confrade Cosme Rímoli em pelo menos dois pontos.
Primeiro: a entrevista foi mais ressentida, desconexa, incoerente e conservadora do que corajosa.
Segundo: ela, a entrevista, não escancara quase nada além do que já se sabe.
A diferença é que Pet, ressentido, falou.
O ponto é um só: Pet, por vários motivos, perdeu a posição para Vinícius Pacheco na bola e, agora, quer ganhá-la na carteirada e no bate-boca.
E também numa crença pessoal, tirada não sei de onde, de que os oito milhões que ele deixou pelo caminho na negociação, por vontade própria, devem garantir a ele - sempre - uma vaga de titular.
A qualquer custo. Independentemente do que esteja conseguindo correr ou jogar.
Insano. Fora de propósito.
Pet - quando quer e/ou aguenta - joga o fino, todos sabem.
No momento, por exemplo, está jogando pouco. Muito pouco.
Chegou tarde para treinar nesta temporada.
Jamais recuperou a forma do segundo semestre do ano passado.
E cometeu uma série de erros, que teve como ponto alto a fuga do vestiário do Maracanã no intervalo de um Fla-Flu
Justamente no jogo em que Vinícius Pacheco, com uma atuação impecável no segundo tempo, começou a roubar-lhe a posição.
Neste momento - e aí meu amigo Cosme foi preciso - Pacheco substitui Pet no Flamengo com consideráveis vantagens.
Um clube do porte do Flamengo não pode garantir, nem a Pet nem a ninguém, uma vaga de titular por um acordo financeiro ou judicial.
Mesmo porque ele assinou esse trato porque quis.
E ainda porque sabia que, não o assinando, demoraria anos, talvez décadas, para começar a ver parte dessa grana pingar todo mês em sua conta.
Isso se ela, sem o acordo, começasse um dia a pingar.
O restante da entrevista de Pet foi de dar pena.
É de um conservadorismo constrangedor, comovente.
Essa conversa de Eurico centralizador bom e Flamengo democracia ruim já deu o que tinha que dar.
O futebol ainda vai ouvir com respeito coisas como essas?
Ai meu Deus... Onde fui amarrar meu jegue...
Que dizer que agora vamos concordar com o Pet e defender que as decisões fundamentais, no futebol e em todos os âmbitos, sejam tomadas por uma única cabeça, normalmente autoritária e centralizadora?
Ora, por favor...
De dar pena.
Outra: Pet reclamou que Andrade não fala mais com ele do mesmo jeito.
Óbvio.
Se fosse você, estimado leitor, falaria?
O Andrade, uma suavidade em pessoa, pediu para que ele fosse contratado quando a diretoria do Flamengo ainda se dividia em relação à possibilidade.
Foi um dos poucos a bancar o cara.
Deu toda moral.
No elenco, transformou o sujeito numa espécie de auxiliar técnico informal.
Deu-lhe autoridade para orientar e até repreender jogadores mais novos.
Não foram poucas as vezes em que se viu Pet, ao lado de Andrade, esbravejando com os colegas após ter sido substituído.
E aí o gringo pega e sai do vestiário sem sequer olhar para a cara do Andrade, que é quase da geração dele?
Quer o quê?
Parece manha - e, se for, manha de adulto é muito feio.
Pet é um senhor jogador.
Mas precisa fazer a sua parte: falar menos, não criar confusão e jogar bola.
No Flamengo ou em qualquer lugar em que cartolas estejam, neste momento, preparando o bote de urubu no Urubu para ver se sobra alguma coisa.
25 Mar 16h33
Polícia do Rio investiga Adriano e Love. Deve ser lindo viver numa cidade em que a polícia, sem pepinos para combater, corre atrás de jogador

A polícia do Rio de Janeiro faz uma grande investigação, com uso de muitos profissionais e grande cobertura dos veículos de comunicação, para saber o que o atacante do Flamengo, Vagner Love, fazia em um baile que abrigava traficantes com armas pesadas.
Ao mesmo tempo, a polícia do Rio de Janeiro realiza outra grande investigação, igualmente com uso de muitos profissionais e imensa cobertura dos veículos de comunicação, para descobrir o motivo que levou atacante Adriano, o Imperador, também do Flamengo, a colocar uma motocicleta que comprou em nome de um traficante que foi seu amigo de infância.
Com grande estardalhaço, jornalistas e órgãos de imprensa cobrem o depoimento de Love e o da mãe do traficante criado ao lado de Adriano na favela da Vila Cruzeiro.
Em seu depoimento, o Imperador afirmou que não deu moto ao traficante. Alegou ter havido uma confusão.
É claro que casos como esse devem merecer atenção e, se for o caso, também a ação da autoridade policial.
Defendo isso.
Mas qual a lógica de se dedicar tanto esforço e fazer tanto barulho para atrair os holofotes em dois casos aparentementemente pouco profundos, isso em numa cidade abarrotada até o ladrão de prioridades policiais, como o Rio de Janeiro?
Esses episódios me fazem lembrar do querido Ancelmo Gois, um dos meus mestres de jornalismo nos tempos de iniciante.
Diria ele, com a inteligência e a fina ironia habituais: deve ser maravilhoso viver numa cidade em que a polícia, por absoluta falta de problemas maiores para combater, fica correndo atrás de jogador de futebol...
A ameaça são os boleiros...
E você, amado amigo, o que pensa?
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19 Jan 00h01
Adriano e Love devem estrear logo. Daqui a pouco o contrato acaba e a dupla Império do Amor não se vê em campo…

Adriano Imperador, ainda com dores na bolha do pé, pede para não jogar contra o Volta Redonda, na Cidade do Aço, na quarta-feira (20).
Dirigentes do Flamengo esperam ansiosamente o envio, pelos russos do CSKA, do documento definitivo de transferência e do seguro para poderem, finalmente, escalar Vagner Love.
Acabo de ouvir uma boa aqui na redação: ou a dupla (que está sendo chamada de Império do Amor) estreia logo ou os contratos dos dois, de tão curtos, acabam sem que eles entrem em campo juntos...
É. Faz sentido...
E o nobre amigo, o que acha?




















