1 de outubro de 2011 às 21:48
Não fale com o motorista!
Eu participei do quadro "Não fale com o motorista" com meu amigo Rodrigo Fernandes, dono do blog Jacaré Banguela, uma espécie de talk show dentro de um carro em movimento.
Assista abaixo:
Eu participei do quadro "Não fale com o motorista" com meu amigo Rodrigo Fernandes, dono do blog Jacaré Banguela, uma espécie de talk show dentro de um carro em movimento.
Assista abaixo:
Há exatos 10 anos a maior potência econômica e bélica do mundo sofria o maior ataque terrorista da história da humanidade a mando de Osama bin Mohammed bin Awad bin Laden, também conhecido por apenas Bin Laden, que foi capturado e executado em 1º de maio deste ano.
Verdade ou mentira, essa é a versão oficial dos fatos que ficará registrada nos livros de história e será contada e passada adiante por muitos séculos e quem sabe milênios.
O ocorrido aconteceu no primeiro ano do terceiro milênio e com certeza será um dos acontecimentos mais importantes deste milênio, talvez, o mais.
Não me aprofundarei na veracidade ou não da versão oficial, nem mesmo nas conseqüências políticas e econômicas do dia em que vimos o gigante Estados Unidos da América fragilizado e indefeso.
Vou falar do que ficou de tudo isso, de como interpretamos esse acontecimento.
Principalmente nós brasileiros que acompanhamos tudo a distância pela televisão, confortavelmente sentados em nossos sofás, simplesmente assistindo a mais uma tragédia alheia como se fosse um filme de Hollywood.
Me lembro que em 2001, no dia dos ataques, enquanto assistia as cenas pela TV e me dava conta do que estava acontecendo, cogitei a hipótese de se tratar de um Guerra dos Mundos do novo século.
Para quem não sabe, em 1938, o norte-americano Orson Welles, locutor de rádio na ocasião, transmitiu uma versão radiofônica do livro Guerra dos Mundos de Herbert George Wells. O livro conta uma história em que extraterrestres invadem e aterrorizam a Terra. Até aí tudo bem, se não fosse o detalhe de Welles ter utilizado uma linguagem jornalística para narrar essa história, o que fez com que a população acreditasse que de fato a Terra estava sendo atacada por alienígenas, tal incidente ficou mundialmente conhecido pelo pânico gerado na população e pela inovação e ousadia da linguagem utilizada para contar tal história.

Voltando ao 11 de setembro, infelizmente eu estava enganado, não se tratava de um novo Orson Welles, pessoas estavam morrendo de verdade na outra ponta da América.
Quem não se lembra deste dia? A pergunta “Onde você estava no 11 de setembro?” se tornou tão ou até mesmo mais comum que “Onde você estava no dia em que o Brasil foi penta (ou tetra, ou tri, dependendo da sua geração)?".
Mas eu quero chamar a atenção para um detalhe bobo, mas curioso. Por que nomeamos este dia como “11 DE SETEMBRO” e não como “O dia dos atentados” ou algo do gênero? Você pode me responder: “Ué, porque o fato aconteceu dia 11 de setembro”. Sim, é verdade, mas todos os outros grande acontecimentos não são conhecidos por sua data e sim por um nome. Por exemplo, não chamamos o Natal de “Dia 25 de dezembro”, chamamos de Natal e sabemos que é dia 25 de dezembro, não chamamos o Reveillon de dia 1º de janeiro, não chamamos o “dia do Tetra” de “17 de julho”, ou o “dia de Tiradentes” de “21 de abril”.
Parece existir algo por trás destes números “11/09”, ou em inglês em que o mês vem na frente do dia “9/11”, que aliás, coincidência ou não, “911” é o numero discado nos E.U.A. para chamar a polícia, é o famoso “190” deles.
Ou sei lá, as 2 torres pareciam formar um "11" como dois algarismos "1".
Mas não é só isso, é mais que a coincidência com o número de polícia dos E.U.A., ou com a forma das torres, parece existir uma energia em torno deste número e desta data. Assim, como aquela música que você nunca ouviu, mas quando ouve parece que já tinha ouvido antes. Parece que todos nós já estávamos acostumados com o nome “11 de setembro” antes mesmo dele acontecer. Não soou estranho o nome “11 DE SETEMBRO” parecia que já conhecíamos este nome, apenas não sabíamos ainda.
Será que isto é uma impressão só minha?
Confesso que tenho minhas manias com números, tenho uma fixação pelo número 3 e mais ainda pelo número 9 pois “3 vezes 3” é 9, assim como por todos os múltiplos de 3. No despertador e no “timer” do microondas por exemplo só coloco números em que a soma dos algarismos resulte um numero múltiplo de 3.
Enfim, loucura ou mania, esta é uma fixação minha.
Agora, 10 anos se passaram e a data é 11/9/2011. Somamos os algarismos desta data “1 + 1 + 9 + 2 + 0 + 1 + 1 = 15” e temos como resultado 15.
15 é múltiplo de 3. Dividimos 15 por 3.
15 : 3 = 5. Temos como resultado 5.
Exatamente! CINCO!
Sabe o que isso significa?
Eu também não.
Te vejo no futuro!
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