Guia em Dubai

25
mai
22h31

Dubai Guia em DubaiTem pessoas que nasceram para uma determinada profissão. No caso dessa "guia" teve muita andança antes dela se encontrar. Ela trabalhou em empresa privada, banco público, saiu do Brasil e foi morar em Dubai. Da necessidade - não atendida - de ter informações sobre a cidade em português, resolveu, ela mesma, escrever sobre essa cidade tão fascinamente.

O resultado virou um "blog" que se transformou em um dos mais completos guias de Dubai para brasileiros. Só que a história não parou por aí. Inquieta, Soraya Chiah apostou mais alto. Agregou o trabalho de pesquisar os Emirados Árabes ao ofício que veio quase que involuntariamente. A moça nasceu para ser guia de turismo.

E quem garante isso não sou eu.  São os milhares - eu disse milhares mesmo - de brasileiros que começaram a assistir vídeos de Soraya no YouTube, aprender mais sobre essa metrópole tão misteriosa, e a requisitar os serviços dela. Digamos que foram vídeos como aqueles  "virais", que circularam intensamente, só que, nesse caso, entre agentes de turismo, guias e, claro, candidatos a visitar Dubai. Talvez seja por isso que, se você nunca tiver pesquisado nada no Google sobre Dubai , ela possa parecer uma ilustre desconhecida.

Em uma de minhas matérias - a que visitamos uma estação de Eski que fica dentro de um shopping - Soraya aparece, participa da reportagem. Mas antes dela ser exibida - o que está previsto para a semana que vem - dá para adiantar um pouquinho do ela vai me mostrar nas reportagens e ainda aprender um suco simples, de uma mistura que eu nunca tinha arriscado, de tão simples que é!

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Embalagem de mandioca

23
mai
12h17

mandioca Embalagem de mandiocaEssa matéria me lembrou um doce da minha infância. Quando ia passar as férias de verão em Vila Velha, Espírito Santo, era pedido obrigatório aos meus avós: eu e minha irmã, além daquela barrinha de suspiro que lembra uma caixa de ovos de cabeça para baixo, adorávamos uma outra sobremesa deliciosa.

Era uma especie de "bananada cremosa", no estilo do que os capixabas chamam de "mariola" - embora mariola seja em barras - e que vinha em uma espécie de mini casquinha de sorvete. Entretanto essa casquinha não era de biscoito. Era daquelas casquinhas antigas, crocantes, porém com uma massa assada meio "aerada". Muito tempo depois descobri que essa casquinha era o tal "amido de mandioca" prensado e "cozido", tal e qual o preparo para embalagens como mostra a reportagem.

Bananada Embalagem de mandioca

Doce de banana em "copinhos". Você conhece? / Foto: internet.

O sabor voltou a minha boca como que num "flash-back" gastronômico. Além dessa doce memória - e de alguns quilos a mais por comer tanta mandioca - o que levo de uma reportagem é uma consciência ecológica que, no Brasil, sei que ainda não é tão comum. A própria medida para incentivar o consumo de carros zero quilômetro, que discutimos aqui, na postagem anterior, é um exemplo disso. Um leitor comentou com muita propriedade: "quando o governo quer aquecer o consumo não se preocupa com meio ambiente." E é triste constatar que ele tem razão.

Não há nenhuma medida engatilhada para conter emissão de gás carbônico quando se incentiva a industria a produzir mais e o brasileiro a comprar mais. Há um estrabismo do governo em reconhecer onde estão seus verdadeiros problemas ambientais, principalmente em um momento em que as atenções estão indo para outro lado: a campanha "veta Dilma!" que já permeia redes de relacionamento e até páginas de ONG´s ligadas ao meio-ambiente na web. O site do "Greenpeace" chega a cobrar que Dilma cumpra aquilo que seria uma promessa de campanha.

 Embalagem de mandioca

Vilões do meio-ambiente: copos plásticos demoram 100 anos para se decompor. / Foto: internet.

Sem papas na língua, o Brasil não recicla praticamente nada. A gente finge que faz coleta seletiva e o governo finge que suas medidas sustentáveis se "sustentam". Foi estarrecedor apurar dados que dão conta que pouco mais de 10% tudo que fabricamos em plástico consegue ser reciclado. O Brasil está quilômetros atrás das políticas adotadas em outros países e, guardadas as devidas proporções, não pode jogar tantas pedras quando os Estados Unidos dizem não à medicas como as do "Protocolo de Quioto". Repito: guardadas as devidas proporçoes e sem a menor intenção de defender as decisões norte-americanas, todo mundo tem um telhado de vidro.


A mandioca como embalagem me parece uma impressionante descoberta. Sem frustar seu inventor, um homem visionário e lutador por suas idéias, ainda falta muito para nosso governo dar o exemplo, adotando alternativas assim para seus milhares e milhares de escritórios que contemplam o funcionalismo público federal.

Numa política que ainda segue a premissa do "pão e circo", a mandioca bem que poderia ser, pelo menos, a embalagem da pipoca que comemos vendo o mundo acabar aos poucos.

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Carro zero mais barato? Cuidado!

21
mai
22h14

inadimplencia 01 Carro zero mais barato? Cuidado! Nenhuma surpresa ela chegar por aqui. Mesmo quem não entende muito de economia sabia que a crise galopante que já varreu - e ainda varre - Estados Unidos e Europa teria um destino certo: os países em desenvolvimento. Situado estrategicamente nesse conjunto universo, o Brasil não pode ter "síndrome de super-homem". Achar que estamos blindados o suficiente para um crise dessas é o mesmo que se preparar para um tornado abrindo o guarda-chuvas.

A redução do IPI para vender mais carros e do IOF para fazer a gente se empolgar a gastar mais nos moldes "a perder de vista"; são medidas que mostram que a presidente Dilma Roussef acendeu a luz amarela: se antecipou ao vendaval que "pode" chegar. Mas quando o governo se blinda é bom ficar atento. Historicamente os ajustes e pacotes do governo usados para aquecer a economia também trazem efeitos colaterias como o endividamente pessoal. É nessa hora que, preocupado com o valor da parcela que caiba no bolso - clichê total - e não com o valor total a ser pago, o brasileiro acaba se excedendo.

veiculos21 Carro zero mais barato? Cuidado!

Pátio lotado: agência de veículos no Rio espera aumentar as vendas financiadas. / Foto: R7.

A comprovação vem de uma análise feita por economistas: sempre depois de facilidades, aumentam os casos de protestos por parte de administradoras de cartões de crédito, cheques devolvidos - sim, eles ainda existem - e pasme: até busca e apreensão de veículos os quais seus compradores não conseguiram honrar as parcelas. É exatamente o prazo de 90 dias que uma financeira suporta de atitude inadimplente sem "pedir" o carro de volta. E olha que, segundo informações do próprio Banco Central, o índice de compradores com parcelas inadimplentes no financiamento do carro novo atingiu, em abril, a marca de 5,7%.  O maior percentual da série histórica, desde 2000.

Dedilhando o teclado pela internet achei um site bem legal que explica exatamente o que estamos pagando - e quanto estamos pagando - quando fazemos um financiamento. Acho que vale a pena conferir. Encontrei até mesmo uma resposta para a pergunta que todo comprador de carro financiado se faz na hora de assinar o contrato: porque somos obrigados a pagar uma Taxa de Abertura de Crédito, a chamada TAC, se estamos justamente pedindo dinheiro emprestado? É como pagar uma taxa pelo suposto "privilégio" de poder pegar dinheiro emprestado no banco?

como financiar um carro novo ou usado Carro zero mais barato? Cuidado!

A hora pode ser de abandonar o transporte público, ajudar a "dona Dilma", mas com responsabilidade. Além da questão ambiental, colocar mais um carro na rua é sinônimo de um "filho" a mais para sustentar com gasolina, troca de óleo, e demais manutenções. O IPVA e o seguro são outros fatores que precisam ser lembrados. É essa quantidade de compromissos - que não está no financiamento - que pesa no bolso depois. Por mais que a antes a prestação parecesse caber bem.

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Você faria um rally no deserto com o Abul Alli?

18
mai
20h37

stock illustration 15299983 cartoon rally car driver Você faria um rally no deserto com o Abul Alli?Foi uma ligação rápida: "Fábio, as matérias da China e Dubai já estão prontas. A edição terminou." Nosso editor-chefe parece que torturou a equipe até o último segundo. A curiosidade já consumia a mim e ao cinegrafista. Perguntei se ainda falta algum detalhe? "Sim, basta sonorizar". Mas "que balde de água fria" - pensei, já rindo da situação.

A verdade é que o produto final de um trabalho é sempre recheado de curiosidade. Até estar editada, pronta para ser vista, uma matéria não é nada além de imagens soltas, entrevistas e uma idéia. Uma idéia na cabeça e uma câmera na mão... que nem é a sua! O trabalho em equipe é exatamente isso: é o repórter usar os olhos do cinegrafista e ele os olhos do repórter. A edição é o que alinhava e dá polimento ao materia feito. Então, não é difícil imaginar: é sim muito angustiante esperar a edição de um material que fazemos com tanto zelo!

O resultado está em 5 matérias especiais que, depois de exibidas, vou postar diretamente aqui, no nosso "blog". Antes, tem mais uma chamadinha do que vai vir por aí:


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Soninha e o metrô

17
mai
02h06

twitter Soninha e o metrôHoje vou tentar escrever pouco. Escrever pouco porque, na nossa rotina jornalística, isso significa menos chance de errar. É verdade. Era sempre assim quando trabalhava na TV Nacional - emissora do governo - e era necessário dar alguma notícia polêmica que fosse "no rim" dos interesses do presidente da república.

Apesar de pertencer a um sistema de comunicação governamental, éramos cobrados também pela oposição, o que fazia com que a emissora fosse até exagerada em ser correta e imparcial. Era um preciosismo que parecia beirar o desnecessário. Mas não era. Posso garantir que, em uma situação como essa, o editor de texto que pegava a tarefa de montar o material o fazia quase que "pisando em ovos". Uma vírgula fora do lugar poderia dexar o que já era polêmico se desprendendo para o insustentável. A chamada do apresentador - que chamamos de "cabeça" - tinha que ser direta, sem floreios: sem chance de errar.

Soninha1 Soninha e o metrô

Na maior polêmica do dia nos cento e poucos caracteres do Twitter, a apresentadora e política Soninha preferiu não escrever menos. Escreveu o de sempre: o cotidiano, o trivial, mas sem se tocar que estava na linha tênue que separava, naquele momento, um comentário informal de um comentário que daria margem a interpretação de um bairrismo esnobe e de alienação. A pré-canditada à prefeitura de São Paulo não teve essa intenção. Primeiro porque quem conhece a Soninha de perto - o que não é o meu caso - jura que esses não são traços da personalidade dela. Então porque tanta polêmica? É simples: no mundo virtual não se perdoa nada.

 Soninha e o metrô

Imagem aérea: o caos na região do acidente na Zona Leste de São Paulo. / Foto: r7.

Lembro-me quando a Sasha, ela mesma, a filha da Xuxa, escreveu alguma palavra com a grafia errada no Twitter. Lembra disso? Como diz minha mãe, "a emenda ficou pior que o soneto" quando a mãe, Xuxa, entrou na briga dizendo que tinha que ouvir muita "m"... no microblog. Eu poderia citar aqui pelo menos uma dúzia de situações em que o que estava escrito não era exatamente o que se passava pela cabeça de quem o escreveu, seja por um simples erro ortográfico ou interpretativo. É fato: todos esquecemos que, apesar da informalidade, estamos sempre sendo analisados e julgados pelo que colocamos nessas redes sociais. Uns menos outros mais. Mas ninguém escapa, desde uma olhadela rápida por parte de um(a) pretendente; até uma olhada mais "lenta" por parte de um gestor de recursos humanos onde pleiteamos uma vaga de trabalho. Hoje escutei até que Soninha estava no olho do furacão por haverem opositores infiltrados no Twitter incomodados com sua pré-candidatura a prefeitura da maior cidade do país.

acidenteMetroSP Soninha e o metrô

Pessoas sendo socorridas. Mais de 100 levadas para o hospital. Foto: r7.

Não acredito em "teoria conspiratória". Acredito mesmo é que o fato de ser figura pública e política - numa situação política crucial - fez o que ela escreveu ser julgado como crime hediondo. Não consigo imaginar uma pessoa politizada e culta sendo tão burra a ponto de escrever isso de forma apológica ao bairrismo social e ao desconhecimento de algo tão marcante como o primeiro grande acidente ocorrido no metrô de São Paulo. Ninguém em sã consciência acharia "sussa" mais de 100 pessoas se ferirem em um acidente como o desta quarta-feira. E todo mundo que leu o comentário dela percebeu isso. Acho que fica claro: Soninha não teve a intenção, embora tenha dado o  combustível, sem perceber, para virar motivo de piada.

Como em tudo na vida há uma lição, acho que Soninha vai ficar mais atenta antes de escrever qualquer coisa no Twitter agora . Mais atenta do que já ficou quando disse que tinha fumado maconha. Acabou sendo demitida da TV Cultura. Acho que eu também vou pensar duas vezes antes de escrever. Só vou ficar "sussa" agora quando acabar meus textos, revisando cada um deles por pelo menos 3 vezes. A gente nunca sabe quando vão explorar mal uma frase perdida no meio de tantas idéias jogadas no teclado. Mesmo me negando a partir para o famoso clichê "que atire a primeira pedra quem nunca fez isso",  não consigo encontrar frase melhor para me colocar no lugar da Soninha numa hora dessas.

"Sussa". terminei.

 

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O Rio de Janeiro em miniatura

15
mai
00h00

Chave de roda 150x150 O Rio de Janeiro em miniaturaQue miniaturas e maquetes fascinam qualquer pessoa não é novidade nenhuma. Mas quando essas verdadeiras obras de arte são feitas com o que há de mais imporvável para se reproduzir algo em tamanho menor, aí sim é a surpresa que cresce. Foi esse o sentimento que tive ao perceber a criatividade latente de um mecânico, especialista em radiadores, que se mostrou um artista.

Talvez a oficina dele hoje não exista mais. O negócio funcionava ao lado da linha do trem, nas proximidades do morro da Mangueira, zona norte do Rio de Janeiro. É um local onde muitos dos imóveis são irregulares. Mas, mesmo com outro endereço, acredito que as maquetes não serão perdidas. Tem avião decolando do aeroporto, tem barca cruzando a Baía de Guanabara e vários veículos movidos a vapor, acredite, de uma panela de pressão!

Essa é uma prova de que a criatividade nata não aceita limites. A arte, de verdade, pode morar dentro de mecânicos, pedreiros, motoristas ou jornalistas. É só dar espaço pra isso.


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Mentira cabeluda

9
mai
23h03

rim Mentira cabeludaHá histórias que contadas para muita gente de fora do Brasil pareceriam meras alucinações de um povo "terceiro-mundista" que cisma em crescer. Não que obrigatoriamente precisemos concordar com a velha e batida nomenclatura que divide o mundo assim. Mas na parte de vivermos realidades que em muito lembram alucinações... aí já é outra história.

É quase obra de Salvador Dalí, de tão surreal, o que a cidade de São Gonçalo, há 30 minutos do centro do Rio de Janeiro, vive atualmente. Mulheres estão em alerta por causa de assaltos que, quisera eu, dizer que são inusitados. Abordada por dois homens, no meio da rua, uma manicure de 26 anos agarrou firme a bolsa. Não foi em vão foi a tentativa de manter seus pertences mais íntimos e poucas notas que não somavam nem 20 reais na carteira. Esqueça a bolsa. O que os bandidos queriam eram cabelos. Os criminosos cortaram as madeixas da mulher com um facão, causando ferimentos na cabeça, sem nenhuma piedade. É instrinseco à classe que denominamos marginal: piedade, claro, não existe.

cabelos naturais Mentira cabeluda

Cabelos sem tintura: cerca de 2 mil reais por mechas de 20 centímetros. / Foto: internet.

Nem mesmo os rituais mais macabros de escalpelamento envolveriam tamanha crueldade capitalista. Os fios, bem tratados e virgens - sem nunca terem provado um tonalizante sequer - foram levados por conta de um mercado obscuro que cresce cada vez mais: o tráfico de cabelos. Vendidos em lojas - que sabem exatamente o que estão comprando - acredite: um punhado de cabelo com 20 centímetros, pode chegar a custar 2 mil reais. É um negócio tentador para bandidos.

Conversando com uma amiga que mora na Europa, percebi a anestesia moral que nos auto-aplicamos, todos os dias, quando achamos histórias assim comuns. Pensar que roubar cabelo é ocorrência do tipo que já tem modelo pronto nos computadores de muitas delegacias, é a negação à surpresa, à revolta e a inquietação. É provarmos que já banalizamos tanto a violência que achamos que roubar cabelo é relativamente "de baixo poder ofensivo".

Trafico de orgaos Mentira cabeludaVamos pensar assim, por dois minutos, lavando nossas cabeças no shampoo do EXAGERO: quando se acha comum e ordinário roubar cabelo, estamos analisando que é normal retirar parte do corpo de outrém de forma furtiva. A minha narrativa fria - tão distante da realidade inglesa - fez com ela questionasse porque é tão pior se retirar um "rim" do que os "cabelos" . Estapafúrdio, analisei. Mas o raciocínio linear de quem não se depara com casos assim todos os dias tinha um fundo de verdade. De uma forma diferente de entender, o cabelo é tão da manicure quanto seu rim, e não pode e não deve ser arrancado, cortado ou extirpado sem o consentimento do envolvido.

Pronto. Estava eu, em um devaneio desses "cabeludos", me perguntando se roubar alguns muitos fios de cabelo era tão sério como se traficar um rim. Apesar da conclusão óbvia de que cabelo nasce de novo, a amiga estrangeira tinha certa razão em sua filosofia: a banalização com que lidados com crimes assim, faz com que fiquemos anestesiados moralmente, a ponto de acharmos que cabelo pode e rim não pode.

Não é bem assim. Quando tratamos das liberdades e garantias constitucionais de um cidadão, não existe juizo diferenciado entre fio de cabelo e orgão do aparelho urinário. Estamos falando da lei nua e crua. Talvez seja por isso que, enquanto me surpreendo ao discutir aqui o que é pior, a amiga européia acha tudo igual: bandido não pode roubar nada! Talvez tenha sido assim que começamos a achar que assaltar rico é menos ruim que roubar pobre. Que playboy vender droga é pior que favelado na boca de fumo. Que roubar cabelo é menos pior que roubar um rim.

Não sei se é a nossa segurança ou nossos conceitos que precisam de uma hemodiálise.

charge Mentira cabeluda

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Fora de Controle

7
mai
01h58

camera1 Fora de ControleRecentemente, em viagem à China , um colega de outra emissora procurava freneticamente uma câmera fotográfica. Mas não era a compra de uma câmera comum, para registar a viagem dele ou mesmo as férias. Não mesmo.

Estamos falando de uma câmera fotográfica profissional; aliás, tão profissional que a referência que ele me deu dispensa comentários: era a mesma câmera com que se grava, segundo o colega, o seriado "House" , que inclusive passa na Record .

Fora de Controle Fora de Controle

O assunto "qualidade de imagens" está em uma reportagem que estamos fazendo sobre a estréia da série "Fora de Controle". Apesar de curta, com apenas quatro episódios, o Recnov, não economizou: as imagens são feitas com uma câmera que reproduz a textura de uma 35 milímetros, câmera usada no cinema. Prova disso é que até lentes de cinema foram usadas no equipamento.

A câmera da Record é mais uma dessas pequenas notáveis que merece destaque. Nesse "making of" feito pelo R7 dá para acompanhar bem isso.


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Palestra: inscrições abertas!

2
mai
22h28

Veredas 12 Palestra: inscrições abertas!

 

Não é necessariamente jornalismo. Também não é apenas entretenimento. O que então vem acontecendo com a nossa televisão brasileira onde a cada dia vemos duas linhas - até então difusas - andando cada vez mais de mãos dadas em nossas telas? O que eu chamo de "showrnalismo" é a mistura de tudo isso. Da mesma forma que antes nenhum bom chef de cozinha misturava "massa com frutos do mar", hoje o nosso cardápio quebra paradigmas na televisão.  O "I Encontro Veredas da Comunicação" é isso: a chance para trocarmos conhecimento e informações sobre nossa área de trabalho e sobre o que está por vir em termos de novidades no jornalismo e entretenimento televisivo.

A palestra será no próximo sábado, dia 5 de maio. E para quem é assíduo leitor aqui do blog, um empurrãozinho: as 10 (dez) primeiras pessoas que mandarme comentários, aqui no blog mesmo, dizendo "eu quero ir!" não pagam inscrição. Basta mandar nome completo, número da identidade e um número de telefone. Nenhuma informação pessoal será divulgada além, claro, do nome de quem se inscreveu.

Veja quem mais vai estar com a gente e a programação completa clicando na imagem abaixo:

No ar Palestra: inscrições abertas!

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