Audiência "animal"

6
ago
14h28

Não é a primeira vez que eles dão as "caras" no nosso jornal. Já havia publicado aqui outras imagens até parecidas! Mas desta vez o felino que faz plantão em frente à televisão na hora do "RJ Record" é o Niño.

Como hoje é sexta-feira - dia de pegar leve no blog  - resolvi postar a curiosa imagem. O simpático bichinho deve ter se acostumado a ver as notícias por causa da dona, a Mathyenne Almeida, de Niterói. Ela é fiel telespectadora, leitora do blog, seguidora no Twitter, além de uma amiga que ainda me ensina muito sobre o Rio de Janeiro e nossa história.

Niño e Fábio I 252x300 Audiência "animal"

Niño e Fábio II 300x237 Audiência "animal"

Obrigado pelo interessante registro! Um abraço para o Niño e obrigado pela fotografia. Se alguém mais tiver registros assim, inusitados como este, é só mandar que o blog agradece!

Bom fim de semana a todos! E não posso esquecer: feliz Dia dos Pais e divirta-se com responsabilidade!

Fábio Ramalho

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Agulhas no corpo: descuido ou ritual?

4
ago
13h59

ÚLTIMA ATUALIZAÇÃO: 05/08/2010 às 17h01

Vou pedir licença ao leitor para mudar um pouco de assunto. A "agulhada" agora vai ser no sentido figurado, me desculpando pelo trocadilho pobre. O ator Dado Dolabella, meu colega de emissora, pode ter dado um baita tiro no pé. Ontem em entrevista ao "RJ Record" o advogado do ator, Assef Filho, disse - com todas as letras - que já sabia qual era a pena pela agressão à também atriz e ex-noiva, Luana Piovanni. Dado teria que assistir vídeos e palestras sobre o "combate à violência contra a mulher".

Dado Dolabella 200x300 Agulhas no corpo: descuido ou ritual?

Dado Dolabella: advogado sabia ou não a complexidade da "suposta pena"?

Só que a capa do jornal "Extra" de hoje desmente a versão. A notícia, apurada pelo colunista Leo Dias, dá conta  que a pena teria sido mais severa que o esperado: dois anos e nove meses, num regime que pode ser aberto - aquele em que o condenado precisa dormir em carceragem designada por um juíz ou apenas se apresentar à justiça diariamente. Associado a isso é que vem a obrigatoriedade de participação nas palestras e reuniões sobre o "combate à violência contra a mulher".

Todo o processo corre em segredo de justiça.  Em outras palavras, só mesmo o Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro e o próprio Dado Dolabella e seu advogado poderiam saber qual foi a pena. O jornal teve suas fontes internas no TJRJ. Ok, isso todo jornalista tem. Mas o curioso foi o fato do advogado descobrir qual foi a pena e só divulgar "parte" dela. Preferencialmente a parte mais branda...

Quem sabia mais?

 

 

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POSTEGM ORIGINAL:

“Ninguém da família trabalha com costuras, os pais não tem conhecimento sequer de que poderia haver agulhas dentro de casa.”

agulhas Agulhas no corpo: descuido ou ritual?

Radiografia comprova: agulhas de 8, 6 e 5cm na criança. Como elas foram parar alí? / Foto: R7

A frase foi da conselheira tutelar Norma May, que cuida do caso de uma criança, com pouco mais de 1 ano de idade que, misteriosamente, apareceu com três agulhas no corpo.

A primeira hipótese seria ingestão acidental. Traduzindo para uma linguagem mais simples, a criança poderia ter engolido as agulhas. Essa hipótese foi logo descartada pelos médicos. Eles dizem que, se isso tivesse acontecido, as agulhas estariam dentro do aparelho digestivo da menor - estômago, intestino, etc. Na verdade as agulhas estão nas proximidades destes órgãos mas com um detalhe que desperta a atenção dos médicos: elas estavam do lado de fora do orgão, entre eles e a pele, numa membrana que recobre todo o sistema digestivo. Seria possível a criança engolir as agulhas e elas terem perfurado - de dentro para fora - tais orgão de acordo com os movimentos físicos da criança ou de acordo com os movimentos musculares internos?

Outra hipótese é ritual de magia negra. Essa hipótese me assusta mais ainda: me remete ao caso registrado em Barreiras, interior da Bahia, no final do ano passado. Uma criança foi encontrada com 43 agulhas espalhadas pelo corpo inclusive no coração. Depois o pai assumiu a responsabilidade e atribuiu o desrespeito à criança a “influências religiosas” por causa de uma ceita.

Não dá para fazer julgamentos prematuros. Os médicos não encontraram sinais físicos de maus-tratos na criança. A conselheira tutelar também não encontrou nenhum indício de que o casal apresentava algum desequilíbrio ou fazia rituais em casa. A polícia também não ouviu nada dos vizinhos referente a brigas do casal. Os pais, por sua vez, dizem que a criança nem fica com nenhuma babá: era só a mãe quem tomava conta.

Levando-se em conta que agulhas não vão por conta própria parar dentro do corpo de uma criança eu pergunto: qual o mistério dessas agulhas? Alguma ideia?

 

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"Monstro" drogado e preso.

2
ago
14h19

ÚTIMA ATUALIZAÇÃO: 03/08/2010 às 17h24

cocaina 2 "Monstro" drogado e preso.

Cocaína: droga "elitista" na década de 80. / Foto: infoescola.com

O que mais gosto não é quando gostam do que escrevo. O que mais gosto é quando o que escrevo faz as pessoas pensarem. Sem pretensões de ser um “pensador pós-moderno”, gosto apenas de discutir e ouvir outras opiniões. O “blog” que a Record me deu proporciona isso: debater o que o tempo curto e disputado da televisão nem sempre permite que eu faça no ar.

Na última postagem abordei - entre outros assuntos - a questão de um jovem que esfaqueou o pai e a mãe por causa das drogas. A pergunta no Twitter foi se ele era culpado ou também vítima. As respostas “bombaram” num assunto que permeia sempre o nosso noticiário: o tráfico e o viciado.

Uma dessas participações me chamou a atenção: uma leitora disse que ele não era vítima e sim algoz dele mesmo: “na primeira vez que usou cocaína ele não era viciado. Foi opção e não necessidade” - disse a leitora. Me perguntei e continuo me questionando: será que é sempre assim?

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POSTAGEM ORIGINAL: 

Em semana de volta às aulas duas notícias pra repetir de ano. Aliás, parece mesmo coisa de aluno repetente: a mesma lição sem nenhuma novidade, e ninguém aprende nada como isso.

Absurdo das drogas - "Meus pais agora tem um filho drogado monstro e preso." A frase é de um jovem, de 20 anos, viciado em cocaína que, num surto psicótico, esfaqueou a própria mãe. O rapaz disse que "cheirou" sessenta reais, só que precisava mais. Ao chegar em casa, ele teria exigido mais dinheiro da mãe de 52 anos. Diante da negativa, a droga deu a coragem que em sã consciência ele não teria: pegou uma faca na cozinha e a atacou no quarto. As marcas da violência ficaram nas paredes do apartamento, manchadas de sangue. Essa reportagem está no "RJ Record" de hoje.  A lição que falta: será que a saúde pública no nosso país está preparada para prestar algum auxílio à dependentes químicos? 

Dependente 300x170 "Monstro" drogado e preso.

José Roberto, 20 anos, viciado em cocaína: "meus pais tem um filho drogado, monstro e preso". / Foto: Jornal "O Dia".

Absurdo escolar - O que você faria se estudasse em uma escola onde até o encanamento é destruído depois do colégio ser invadido por vândalos? Isso aconteceu no colégio municipal Antônio Candeia Filho, em Irajá, na zona norte do Rio de Janeiro. A notícia está nas agência de internet e também no nosso jornalismo. Foi a sétima vez - em três meses - que isso aconteceu. O prejuízo, além de material, também é no cronograma escolar: as aulas marcadas para começarem amanhã, terça-feira, devem adiadas por falta de condições. A lição que falta? Se fosse a primeira vez, seria uma grande surpresa para todos. Mas 7 vezes? Cadê a vigilância nessa escola?

 Absurdo aéreo - É só as férias terminarem e o que começa é a aula de “não sabemos o que fazer” nos aeroportos brasileiros. No aeroporto Internacional Tom Jobim, no Rio de Janeiro, o saguão virou alojamento coletivo. Passageiros de um voo que seguia para a Argentina simplesmente não voaram. A "Gol" teve voos atrasados e cancelados por causa de “falta de tripulação”. O que se comentava é que os tripulantes teriam resolvido entrar em greve. De asas, ou melhor, “braços” cruzados ninguém viaja. Você acha que é coincidência isso acontecer justamente no último fim de semana das férias? Ontem o problema da Gol acabou atrasando vários voos de várias outras empresas aéreas, inclusive da empresa pela qual eu voltada do plantão em São Paulo. A informação era do pessoal de bordo. A lição que falta: foi a primeira volta às aulas com problemas aéreos? Não entendo porque problemas assim ainda pegam nosso sistema aéreo "taxiando de calças curtas".

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