Tragédia: novo endereço.

12
jan
14h59

A cada ano que passa o que muda é o CEP. O endereço das catástrofes causadas pela chuva fazem um efeito "roleta russa" quando nunca se sabe exatamente onde e quando o problema vai "detonar". Na verdade vamos fazer uma correção: dizer que NUNCA se sabe onde o problema vai acontecer é pecar pela inocência. O máximo que dá para dizer é que não sabemos onde e quando as chuvas vão cair.

Não há um único carioca que não saiba "de cor e salteado" quais são as áreas consideradas de risco. Fazendo um rápido apanhado? Só no ano passado - que me lembre sem nenhuma pesquisa - foram tragédias em Angra dos Reis, Morro do Bumba, Santa Teresa entre outras que a memória fraca não me permite agora elencar.

Então vamos combinar que também não vou fazer a tradicional pergunta "onde estão nossas autoridades?" nessa altura do campeonato. Esta tarde estaremos em plantão permanente e amanhã, muito provavelmente, o "Hoje em Dia - Rio" será ancorado de Nova Friburgo.

CALAMIDADE NO RIO 7 700 Tragédia: novo endereço.

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Nem tudo é passageiro.

10
jan
17h35

ÚLTIMA ATUALIZAÇÃO: 11/01/2010 às 12h34 

amy ilustra 2 128x150 Nem tudo é passageiro. Se nem tudo é passageiro, Amy Winehouse parece que não sabe disso. Talvez, para ela, "tudo seja passageiro" sim; E aí que entra a filosofia do "carpe diem". Traduzindo do latim, "aproveite o dia", em bom português. O problema é que a cantora londrina, de 27 anos, gosta de "aproveitar o dia" com se cada um deles fosse o último.

 Essa é a imagem que Amy Winehouse passa quando entra no palco: jeito de quem veio a esse mundo a passeio e não a trabalhalho. A cantora é despojada. Aparentemente estava sóbria, tomando supostamente água em uma caneca. Isso até a terceira música, a canção "Back to Black". É a senha para que os cinegrafistas possam viras as câmeras para o palco e iniciar a gravação do show. Antes disso a regra é clara: todas as câmera tem de estar em cima do tripé, virada para os fundos da arena. E não dá para perder muito tempo. A gravação só pode ser feita enquanto ela canta esse única música. Depois é todo mundo quase que "varrido" de dentro de uma espécie e cercadinho que tem visão para o palco. E aí de quem insistir...

amy winehouse 02 g Nem tudo é passageiro.

Homenagem ao Brasil: bandeira verde e amarela no fundo durante todo o show. Percebe algo diferente no olhar dela? / Foto: R7.

 Certamente a senha não é  para os cinegrafistas. É para a cantora. Dica de que, nos próximos 4 minutos e 30 segundos, é hora de "segurar a onda". Mas depois que as câmeras se vão, a senhorita Winehouse  mostra a que veio. O atraso de 37 minutos sob argumento de esperar os fãs chegarem por causa do trânsito não colou muito. Mas foi um avanço! Na turnê passada ela deixou platéias e mais platérias esperarem, já tendo batido o recorde - dramático para o público - de 2:15 de atraso! Voltando ao relato do show, não demora muito: logo a cantora, de infância pobre do subúrbio londrino, substitu a suposta água que está tomando numa caneca por cerveja. Só não dá para ver a marca da bebida. Ai a gente vê que a famosa Amy Winehouse, alí no palco, bem na nossa frente, é a velha Amy Winehouse de sempre. A cantora anda cambaleante. Depois evita se movimentar muito como se o equilíbrio fosse faltar às pernas. Mais uns goles e a cantora começa a rir. Foi uma gargalhada que, claro, contagiou principalmente quem estava na primeria fila.

seis a mostra Nem tudo é passageiro.

Seios expostos: flagrante na sacada do hotel em Santa Teresa. / Foto: R7.

Acontece o que eu só tinha visto pela televisão. Amy Winehouse esquece a letra de uma das músicas, se confunde no meio da melodia e simplesmente resolve parar. Ela vai para o fundo e some na escuridão da boca de palco. A banda segue sozinha com um "back-vocal" que, de tão acostumado com as "ausências-relâmpago" da chefa, já faz parte do show cantando como se fosse um artista convidado. O público não é burro e percebe que algo deu errado. Vaias? Que nada. Como diz o ditado, o público "bate pandeiro pra doido sambar" e o que se escuta são aplausos. No vídeo abaixo o flagrante bem próximo de um cinegrafista amador. A cantora volta ao palco lambendo os dedos e, durante a apresentação da banda, parece estar em outro planeta.

 

E quando o show acaba... quem realmente sabe que ele acabou? A cantora mais polêmica do mundo nem canta todas as músicas e sai do palco assim, do nada! Não dá um "até logo", "tchau" ou "boa noite". Se não fosse pelas luzes que se acendem, eu nem imaginaria que o show é aquilo mesmo: uma mixaria de 1 hora e 10 minutos de apresentação. Se eu que entrei credenciado para fazer a cobertura me revolto, um jovem que gastou 200 reais no ingresso diz mais revoltado: "Foi o pior show da minha vida." - conta o estudante universitário. Não é para tanto. No pouco tempo em que fica no palco, pelo menos Amy Winehouse canta e canta muito.

A sensação de ver Madonna , no Maracanã, em 2008, foi boa. Mas ver Amy Winehouse no palco dá uma sensação de fazer parte da história "trash" da música mundial. Eu não sabia se ficava triste com os esquecimentos de letras, cambaleio e risadas em palco; ou se eu curtia estar alí, sendo testemunha ocular de mais um "show" dentro do "show" dela.

ultima Nem tudo é passageiro.

Sim, eu vou poder contar para os meus filhos que vi AmyWinehouse no melhor estilo "maluca no palco", aqui mesmo, sem precisar sair do Rio de Janeiro.

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POSTAGEM ORIGINAL:

motoristasonibus 150x150 Nem tudo é passageiro. Faça o teste rápido: comece a inventar uma história utilizando personagens criados a sua volta. Assim mesmo, de sopetão! A primeira pessoa que passar pela sua frente é o protagonista e todos os outros, que acabar vendo por tabela, vão completando a narrativa. Parece loucura?Para uma cobradora de ônibus que faz a linha "Central do Brasil-Ipanema" isso é comum. É assim que Sonya Silva treina a criatividade - que nem precisa de tanto treinamento assim para fluir - quando está trabalhando. Foi assim, recebendo passagem e passando troco, que ela conseguiu escrever quatro livros, todos infantis. O primeiro "O Anjo de Chocolate" foi o mais lido que já vai, sem fazer força, para sua terceira edição.  Além de escrever Sonya também vende os livros à bordo.  

anjochocolate capa peq Nem tudo é passageiro.

"O Anjo de Chocolate" - primeiro livro de Sonya Silva escrito à bordo de um ônibus. / Foto: divulgação.

 Eu acompanhei uma dessa viagens de perto e testemunhei todo o carisma dessa verdadeira personagem do dia-a-dia carioca. Aliás, é incrível como o carioca tem facilidade para se comunicar, rir e fazer rir. E não estou puxando sardinha para o povo daqui não porque, como todo mundo sabe, não sou nem carioca de nascimento, só de coração. Esse jeito "chiado" de falar me encanta. A ginga e bom humor então... nem se fala!

 Bom, melhor do que falar sobre essa "peça" que encontrei na Central do Brasil é mostrar a reportagem que acabou saindo depois uma simples viagem de ônibus. A reportagem está abaixo!

 

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Bom pra cachorro!

7
jan
13h32

ilustra cao 150x150 Bom pra cachorro!

ÚLTIMA ATUALIZAÇÃO: 08/01/20010 às 15h37

O nosso blog já foi de tudo: consultório sentimental, escritório jurídico e porque não, agora, consultório veterinário, hein? Repasso aqui uma pergunta enviada pela leitora Jacqueline Carvalho que também tem em casa um desses bichinhos de estimação que tanto amolecem nosso coração. Lembrando que os comentários são sempre respondidos no box de comentários mesmo, deixo o apelo: algum veterináro por aí de plantão na internet sabe responder a esta pergunta?

"Sensacional a matéria do restaurante para cachorro. Morri de rir aqui. A cadelinha Ricota é uma gracinha! Mas uma duvida ronda a minha mente: sei que você agora é 'especialista' em cães. Por isso gostaria de saber uma coisa: tenho uma pittibull e ela adora comer banana e manga. No ano novo ela comeu foi muita salada de fruta! Gostaria de saber se isso faz mal a minha cadelinha?"

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POSTAGEM ORIGINAL:

O melhor é limpar a mente antes de ler. Um restaurante para cachorros não é uma ideia que muita gente considere "politicamente correta" à primeira vista. Confesso que também achei estranho no começo. Cheguei até a escutar que "com tanta criança passando fome era um absurdo dar comida de restaurante para cachorro". Mas antes de qualquer julgamento sugiro olharmos por um outro prisma.

A denominação "restaurante para cachorro" é inteligentemente bem mais marketing do que luxo. "Farejando" bem de perto a notícia percebi que a proposta é, na verdade, uma fábrica de comida para cães,  só que comida não industrializada. Produto esse que substitui a ração para cães alérgicos ou mais "delicados", digamos assim.

Também não há muito lastro no raciocínio de que quem se propõe a substituir ração por "comida de panela" específica para bicho, precisaria colocar a mão mais fundo no bolso. Esse foi outro julgamento prévio e falacioso. A questão "quanto gastar com o bicho" vai depender, claro, de quanto a pessoa se dipõe a desembolsar com certos mimos. Conheço pessoas que ficam aflitas em voltar para casa na hora do almoço para dar carne - de verdade, passada como bife - ao cachorro. Então porque não a comida do "restaurante de cachorro" nesses casos?

cachorro quente1 Bom pra cachorro!

Será que o melhor amigo do homem gostaria de um "cachorro-quente"? / Foto: Reprodução

Partido do princípio que quem tem cachorro invariavelmente tem que gastar com a alimentação do mesmo, concluí que, daí para frente, é só uma questão de poder aquisitivo. Uma rápida olhada nas prateleiras dos supermercados mostra: os preços dos pacotes de ração também variam assim como preço do quilo da carne. Acredite: tem pacote de 1kg de ração que custa mais que 1kg de filé mignon! Pensando assim, partir para a tal "comida de panela" feita para cachorro é um pulinho.  Talvez a tal comida pra cachorro seja até mais barata que essas rações "top, premium, master" que vemos por aí.

Aí fica a pergunta martelando - ou latindo - na minha cabeça: será que não era hipocrisia minha condenar a ideia? Gastar até mais dinheiro em rações caras e "super-elaboradas" suaviza a minha consciência "politico-social" em relação à fome no mundo do que comprar a tal comida de restaurante?

É um pensamento a se discutir. Na verdade felizes são esses quadrúpedes, tão amados por nós, seus donos, que damos tudo de"mão-beijada": casa, comida e pelo lavado.

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“Bonito” não… deslumbrante.

5
jan
22h09

fotos ecot bonito 150x150 Bonito não... deslumbrante.Prometo que vou fugir do clichê. É tentador começar um texto sobre uma cidade chamada “Bonito” sem se aproveitar do trocadilho mais óbvio entre substantivo-adjetivo. Mas nesse caso vale uma “licença poética”quando falamos dessa pequena cidade, de aproximadamente 20 mil habitantes, no interior do Mato Grosso do Sul. E olha que essa conta do número de habitantes nunca é precisa se considerarmos a alta temporada do turismo ecológico no Centro-Oeste.

Flutuação Aquário 3 Bonito não... deslumbrante.

Flutuação: um dos passeios mais simples e mais bonitos.

Reveilllon - Na época como a que eu tive o privilégio de conhecer a cidade - na virada do ano - o número de habitantes simplesmente era o dobro. A rua principal parecia uma festa de carnaval, com direto a patrulha fechando o acesso à veiculos, deixando a festa só para pedestres. Não é milagre como na multiplicação dos peixes. É investimento no turismo mesmo. Como em um período de piracema às avessas, centenas e centenas de turistas sobem os rios Formoso, Sucurí e da Prata, sempre em busca de suas nascentes. É o que Bonito tem de melhor: cachoeiras, grutas, cavernas e seus cursos de águas límpidas com visibilidade - pasme - de 40 metros! É visibilidade que deixariam muitas águas caribenhas no chinelo.

Foi esse descritivo para a prática do mergulho que me impulsionou a procurar Bonito com destino para o Reveillon. Confesso que a virada do ano foi apenas um detalhe. Qualquer pessoa que goste da prática do mergulho - mesmo que apenas apnéia - fica de queixo caído com as águas e com o que se vê debaixo delas.

abismo Bonito não... deslumbrante.

Um abismo dentro de uma caverna.

Um desses mergulhos não podia passar batido: a descida a 18 metros de profundidade em um lago de águas transparentes. O "pequeno" detalhe é que, para se chegar ao espelho d'água escondido dentro de uma caverna, é preciso enfrentar primeiro um desafio de peso: descer os 73 metros à partir da superfície. Então, fazendo umas contas rápidas, na verdade o que vamos descer, entre rapel e mergulho são 92 metros? Melhor nem pensar nisso, ok?  Uma vez iniciada a descida, não dá para parar no meio e simplesmente dizer "não quero mais brincar."

Anhumas 331 Bonito não... deslumbrante.

Abismo Anhumas: 73 metros de descida no ar são só o começo da aventura. / Foto: divulgação.

O "Abismo Anhumas" é, sem dúvida nenhuma, um dos lugares mais espetaculares deste planeta. A descida exige pouco conhecimento do esporte. Um leve treinamento é dado um dia antes para que até os aventureiros frequentes possam se testar se estão mesmo preparados para a descida. Mas jamais a sensação de estar a mais de 70 metros é igual a uma parede de testes de 9 metros.

Minhas pernas tremiam a medida que liberava corda através de um gancho a velocidade da descida. Tudo é feito de forma muito tranquila sem precisar fazer força extrema. O problema é que tudo que desce de rapel em uma caverna precisa subir depois. "O que que eu tô fazendo aqui?" - foi o pensamento que me passou à cabeça quando percebi que a subida exige esforça nas pernas, porém em um sistema de "cadeirinha" tão confortável que dá para tirar as mão do equipamento, se esticar para trás e curtir o visual. É uma mistura de tensão e deslumbramento. O melhor é que entre a descida e a subida havia um mergulho; e o que se vê lá em baixo supera qualquer fobia.  

Na postagem de amanhã, fotos e o relato desse mergulho espetacular. Uma aventura  num lago onde nem seria preciso mergulhar. Da superfície se consegue ver o fundo com facilidade. Mesmo que esse esse fundo esteja a 18 metros de profundidade.

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Vai um emprego novo aí?

3
jan
08h57

ÚLTIMA ATUALIZAÇÃO: 04/01/2010 às 08h03

Segue um comentário muito peculiar sobre esse assunto. A procura por emprego e a entrevista para se conseguir o mesmo pode revelar surpresas, as vezes desagradáveis. O relato da leitora Matienne Alemeida mostra uma experiência desse tipo. Vale lembrar que as respostas aos comentários - não necessáriamente a todos - são postadas no memso "box" onde se comenta. É só abrir e olhar! Veja a trapalhada que a tensão pode fazer na chamada hora "H" na busca por um trabalho:

"Esse é um exemplo que não deve ser seguido, mas, uma vez eu tinha uma entrevista de emprego marcada para as 09:00 horas da manhã e acabei chegando lá as 11:00 horas! Mas eu posso explicar o motivo. A entrevista era longe, eu não conhecia o lugar, e o motorista do onibus, parece que deu uma volta no Rio inteiro e eu ainda me perdi! Mas teve uma coisa boa: a gestora me adorou! Só que acabei não aceitando a vaga porque não compensava o grau de dificuldade do cargo com a remuneração."

perdido Vai um emprego novo aí?

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ÚLTIMA ATUALIZAÇÃO: 03/01/2011 às 12h57

curriculo 150x150 Vai um emprego novo aí? Ela chegou à redação de mansinho. Depois de muito me perguntar como faria para conseguir um estágio na Record, dei a dica que passasse "um dia desses" pela redação. A minha idéia era apresentar a amiga tão querida à diretora de jornalismo. Quem sabe não estava alí uma chance de emprego para ela?   

O problema foi a correria. Gente falando nos telefones por todos os lados, uma gritaria na chefia de reportagem - mandando equipes para o Palácio do Planalto, Congresso e embaixadas - e muita gente caminhando com o passo apertado. A diretora de jornalismo de Brasília? Essa parecia que poderia surtar a qualquer momento! Me lembro bem de suas palavras ao me ver chegando ao trabalho, horas antes: "o mundo está acabando, Ramalho!"

E parecia isso mesmo. Diante de tanta agitação, rapidamente, mandei minha amiga - com o currículo na mãe e tudo - voltar para casa. Aquele não era o dia perfeito para se tentar um emprego. Que dia era esse? Eu explico: o fatídico 11 de setembro de 2001, dia dos ataques às torres gêmeas em Nova Iorque.

torres 11 setembro Vai um emprego novo aí?

11 de setembro: dia de trabalho dobrado em redações de todo o mundo. / Foto: Agência Reuters.

A breve história é para ilustrar como faz diferença se informar antes de uma possível entrevista de emprego. Saber o que está acontecendo no dia, as principais manchetes dos jornais e até conhecer um pouco da história da empresa onde se pretende trabalhar. Tudo faz diferença. E olha que essa é apenas uma das dicas dos especialistas, principalemnte num período de ebulição do mercado. No "Hoje em Dia - Rio" desta segunda-feira o especialista em Recursos Humanos, Paulo Sardinha, foi enfático:  essa história de que o ano só começa depois do carnaval é balela. Para quem quer emprego a busca não tem data marcada. A dica dos concursos que movimentam mais de 500 vagas só no Rio segue na postagem original.

Falando em trabalho - Depois de uma semana de recesso de ano novo, voltamos com o "Hoje em Dia - Rio" em dupla - eu e Mariana Leão - e com carga total! Mas não foi só para descansar que esses dias serviram. Eles tiveram tremenda valia para experiemntar situações extremas e deslumbrantes. 

Nós próximos dias vou tentar relatar aqui, no blog, um pouco do que vi em Bonito, Mato Grosso do Sul. Foram poucos dias que permitiram, entre outras coisas, um mergulho a 18 metros de profundidade em um lago de águas límpidas e azuis dentro de uma caverna. Detalhe: só para entrar nessa caverna o desafio começa em um abismo, por onde se desce de rappel de uma altura de 73 metros! As imagens são de cair o queixo.  Mas isso é assunto para a próxima postagem...

Abismo Anhumas Vai um emprego novo aí?

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POSTAGEM ORIGINAL:

Como prometido no programa de hoje, aqui vão algumas dicas para começar 2011 com carteira de trabalho assinada. Que tal? Mas é sempre importante levar em conta as dicas para não fazer feio na hora da entrevista de emprego. Vamos lá?  

emprego Vai um emprego novo aí?

Busca por emprego: cuidados na hora de selecionar e de se apresentar. / Foto: internet.

Depto. de Recursos Minerias - RJ
Vagas: 16 (Rio de Janeiro).
Prazo para inscrição: 23/01/2011.
Salário: R$ 4.229,76 
Nível: superior. 
Veja edital aqui.
 Empresa Gerencial de Projetos Navais (Emgepron)
Vagas: 170 (Rio de Janeiro).
Prazo para inscrição: 10/01/2011.
Salário: R$ 968,00 
Nível: médio. 
Veja edital aqui.
 Fundo Único de Previdência Social do Rio (Rio Previdência)
Vagas: 40 (Rio de Janeiro).
Prazo para inscrição: 16/01/2011.
Salário: R$ 1,6 mil.
Nível: médio. 
Veja edital aqui.
 IBGE
Vagas: 120 (Rio de Janeiro).
Prazo para inscrição: 14/01/2011.
Salário: R$ 600,00
Níveis: variados (ver edital). 
Veja edital aqui.
 
Prefeitura de Itaboraí
Vagas: 205 (Rio de Janeiro).
Prazo para inscrição: 09/01/2011.
Salário: R$ 1.131,78
Nível: médio e superiror.
Veja edital aqui.
Cobra Tecnologia
Vagas: 3,7 mil (Brasil).
Prazo para inscrição: 31/01/2011
Salário: R$ 2.994,56 
Nível: médio e superior. 
Veja edital aqui.

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