Bruninha: sem duplo sentido
Já que é fim de semana, vou destacar aqui a entrevista com a Bruninha, que tirou o MC da frente do nome mas não tirou a humildade que tem desde que começou aos 13 anos. Sem shortinhos exagerados e sem tops exibidos, ela mostra que dá para curtir o ritmo mesmo se você achar que ele as vezes nos parece um pouco "devasso" na interpretação de outros artistas, também respeitados.
Além de responder perguntas sobre posar nua, ter tirado o "MC" do nome, estar ou não namorando; o melhor para mim foi conhecer um pouco dos "bastidores" da Bruninha. Muitos artistas que vão ao nosso programa se preocupam em mostrar uma imagem bacana no ar, mas esquecem que já estamos juntos desde cedo, conversando, maquiando, trocando idéias e - sobretudo - observando. É antes de entrar ao vivo, ainda no camarim ou corredores, que conseguimos saber como são as pessoas fora do ar. No caso da Bruninha me impressionou o cuidado intenso do pai e sobretudo da mãe - que fiz questão de chamar ao estúdio também - em relação a essa filha tão bacana e especial.
Os olhos estão sempre atentos a tudo que acontece ao redor da Bruninha e a tudo que ela precise para estar sempre tranquila para se apresentar. Pode parecer contraditório se o preconceito estiver embutido na relação "religião-música" dentro da sua cabeça, mas percebe-se claramente que essa menina do funk é abençoada por Deus. Letras de duplo sentido também não fazem parte do repertório dela. Cuidado da "mãezona" que escreve todas as letras com a Bruninha. Nada de censura para quem já tem 18 anos. É zelo e companheirismo.
Ah! Bruninha, já ia me esquecendo! A "lolita" do funk é você, hein? Segue o que aprontamos:








