“Rock in work” e barracos afins…
ÚLTIMA ATUALIZAÇÃO: 25/08/2011 às 10h40
A postagem sobre trabalho e profissões me fez lembrar um episódio curioso que aconteceu esta semana. O vídeo correu o mundo virtual como um vírus. Em entrevista ao "Hoje em Dia - Rio" desta terça-feira, o jornalista Leo Dias - leia-se coluna "Pronto-Falei" do Yahoo! - mostrou como é difícil descrever algumas celebridades. A alcunha "personalidade da mídia" caiu bem sobre a eliminada Renata Banhara, do programa "A Fazenda". Mas essa seria a forma correta de descrever outras "personalidades" sem profissões "declaradas" ou óbvias?

Joana Machado: fama de "barraqueira" com passagens pela polícia, de acordo com a coluna do Yahoo! / Foto: R7.
Comentando sobre Joana Machado, em um quadro polêmico do programa, Leo Dias fez mais que dizer que a moça não é personal trainner, não é modelo nem mesmo sambista profissional como já foi descrita. O colunista contou ainda que foi ameaçado de morte por Joana depois de revelar detalhes - nada elogiosos - de sua vida particular - ou pública? - antes mesmo que ela entrasse em "A Fazenda".
Pouco depois do vídeo ser postado, o que se viu foi uma avalanche de críticas no Twitter. Fãs da ex-namorada do jogador Adriano, abarrotaram o microblog com críticas e até insultos! Perda de tempo para tantos defensores: hoje um dos assuntos em seu site era mais uma vez Joana Machado e sua fama de "barraqueira". O link para ver essa nova notícia que envolve o dono de uma das mais antigas boates do Rio de Janeiro, está aqui. Mas não deixe de ver antes como foi que tudo começou:
POSTAGEM ORIGINAL:
Se ir ao "Rock in Rio" parece um sonho distante e caro para a maioria dos brasileiros - e até mesmo para muitos cariocas - já pensou em poder unir o útil ao agradável trabalhando para assistir aos shows? Faltando exatos 30 dias para o maior evento de música do país, nem todas as empresas que estarão por lá estão com seus quadros completos. Eu explico: é que por mais que contratações já tenham sido feitas, sempre há desistências e a chamada "demanda estendida" de última hora. É quando empresas resolvem investir um pouco mais no evento e acabam também contratando um pouco mais para os serviços que serão oferecidos dentro da cidade do rock.
Um exemplo disso são as redes Bob’s e Doggis, as responsáveis pela alimentação das milhares de pessoas que passarão pelo Rock in Rio. Elas ampliaram de 500 para 1.100 o número de oportunidades de emprego durante o festival de música. Funciona assim: os interessados precisam estar na casa dos 18 aos 35 anos, ter ensino fundamental completo e, claro, ter disponibilidade de horário. Não é preciso ter experiência prévia, ok? As empresas oferecem treinamento. Quem já foi selecionado vai trabalhar em todos os dias do festival, em turnos de oito horas, com direito a vale-transporte e alimentação no local. A dica é fazer contato para saber quantas vagas ainda estão disponíveis e ficar na cola esperando os "desistentes". As informações estão no site do Bob´s e também podem ser obtidas pelo e-mail curriculo@doggis.com.br.

Rock in Rio I: nunca um evento de música gerou tantos empregos como em janeiro de 1985. / Foto: arquivo R7.
Como o Rio de Janeiro não é só "Rock in Rio", vale lembrar que a mesma dica vale para eventos ainda maiores como a Copa e as Olimpíadas. Porcurar oportunidades na cidade maravilhosa, desde já, pode ser o caminho para quem busca emprego e estabilidade no Rio na época dos eventos esportivos. A lista completa do que é oferecido para quem porcura trabalho está no R7 de hoje. Clique aqui para ver.
Mesmo não sendo diretamente ligada a estes eventos, a oferta não é pouca coisa: são 2.038 vagas disponíveis. Os candidatos devem fazer o cadastro pela internet. Clique aqui e saiba mais. Sendo no esporte ou na música vale aquela máxima: se ganhar dinheiro é bom, se divertindo pode ser melhor ainda!

Rock in Rio de 1985: quem foi, mesmo trabalhando, viu o show de "Cazuza" e o "Barão Vermelho". / Foto: R7.










