A floresta inteira…

20
dez
03h02

Árvore A floresta inteira...É um paradoxo. O fim sempre é um novo começo. O término do Hoje m Dia - Rio" nos abre novas possibilidades mas também nos faz sentir saudades. Era um programa que já tinha virado o nosso "xodozinho". Não é preciso pensar muito para poder dizer, sem medo de errar, que foi um dos projetos mais bacanas em que já trabalhei.

Enquanto todo apresentador pensa em ser um apresentador de rede - quem não gosta da idéia? -  é engraçado como fazer programa regional também me deixa feliz. Acho que eu tenho jeito de quem gosta de conversar na cozinha e não na sala. Gosto de responder os e-mails de quem nos assiste; gosto de "conversar" o Twitter inteiro e ainda curto muito descobrir pelo Facebook o que as pessoas querem ver na televisão.

Acho que o "puxadinho carioca" para mim foi isso: a chance de mostrar que quem falava de polícia, cobrava das autoridades e exigia mudanças, também poderia devolver ao Rio o que suas mazelas tiravam da cidade, furtivamente, todos os dias: a auto-estima. Era a hora de mostrar o lado "doce" do Rio de Janeiro depois de provar o lado "amargo" da nossa babilônia pós-moderna. Uma sacada da nossa diretora, Vanessa Andrade, que antes de mais nada queria manter o formato original do "label" nacional, "Hoje em Dia".

Hoje em Dia Aniversário 4 300x198 A floresta inteira...

Foi no "puxadinho carioca" que aprendi a ver uma "fatia" do Rio de Janeiro que estava longe do meu objeto de estudo no antigo projeto, que também amava apresentar. Eu passara a ver o lado da cidade mais para "Rio-cartão-postal", sem me fastar do totalmente do chamado "hard-news". E foi dele, do RJ Record - jornalistico que apresentava antes do Hoje em Dia -  que me veio uma explicação para essas mudanças: eu também tive que abrir mão dele um dia para abraçar um novo projeto. E a vida da gente pode ser mais cíclica do que pensamos. Minha maior preocupação na época era imaginar como seria o novo desafio ao lado da Mariana Leão.

Para o futuro há projetos. Pode ser uma nova linha de reportagens, um novo programa, ou voltar para onde vim, o hard-news "nú e cru". A Record não pára de crescer e tem a saudável idéia fixa de liderança. E isso não é discurso ideológico da empresa. Isso é minha percepção lógica, que não depende nem de estar dentro dela para ver. 

É sempre bom não perdermos de vista que antes de sermos de qualquer programa, somos de televisão.

Programas entram no ar, saem do ar. Não foi o primeiro e provavelmente não será o último a ter o seu "início-meio-fim". Alguns por mais tempo outros não. Mas há um propósito em tudo.

É aquela história de nunca se pensar apenas em uma árvore e sim na floresta inteira.  

Dia do Macarrão 03 A floresta inteira...

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Porque o mundo queria casar a plebéia?

29
abr
09h40

ÚLTIMA ATUALIZAÇÃO: 30/04/2010 às 15h32

Quase que eu quebro esses copos fora do ar...

POSTAGEM ORIGINAL:

coroa 150x150 Porque o mundo queria casar a plebéia?O mundo está carente de contos de fadas. Os príncipes estão num processo gradual de “evolução” (?) que nem mesmo Darwin, saberia explicar: estão virando sapos com mais freqüência. E não só eles não. As princesas já não estão mais com seus vestidos rodados penteados impecáveis em seus palácios encantados. Numa época de relacionamentos descartáveis, de troca rápida de parceiros ao menor sinal de instabilidade, os personagens mudaram, trocaram de lugar, deixaram de existir. O ingrediente mágico chamado “sonho” está trancado dentro do castelo do Magic Kingdom na Disney.

Se pararmos para pensar, fomos nós mesmos que pedimos que fosse assim. Do lado “delas” o necessário - e diria até tardio - liberalismo feminino acabou se tornando um movimento exacerbado. A mulher ficou livre e independente que acabou absorvendo o “liberalismo masculino machista”. Se o homem pode ter várias parceiras, várias experiências, porque a mulher também não poderia? A mulher pediu e foi à luta. De princesa virou plebéia. E é esse caminho de volta que o mundo hoje acompanha com os olhos colados em televisores de todo o mundo: a plebéia que virou princesa.

kate tv 20110429 300x122 Porque o mundo queria casar a plebéia?

Toda moça jovem queria ser Kate Middleton por um dia. Toda moça queria ter um príncipe William pra casar. Não importa se ele ronca, tem chulé ou unha encravada. Ele é um príncipe. E se de um lado da moeda vemos a “cara” do sonho personificado na futura princesa, o outro lado da moeda estampa a “coroa”. Qual jovem rapaz também não gostaria de ter o mundo a seus pés e uma plebéia bela de traços leves e delicados para se casar?

O ser humano vive assim: se espelha em sonhos e busca carruagens encantadas incansavelmente. Conversando ontem com uma psicóloga, ouvi ou o que faltava para completar meu raciocínio. O mundo que casar William e Middleton como gostaria de casar seus filhos, ou mesmo se casar com o “estereótipo do perfeito”. Tudo mundo gostaria de viver um “conto do perfeito” para se livrar das amarras que nos envolvem vindas do liberalismo exagerado.

É bom este casamento dar muito certo. Ele resgata a união que foi falida entre Charles e Diana. É como se a família real - e todo o planeta que vem arrastado psicologicamente naquele véu - encontrassem no casamento do século sua redenção. O casamento de William e Middleton é o purgatório moral de nossas relações falidas, desastradas e abandonadas no meio do caminho porque tivemos pouca vontade de persistir.

william kate sorriso tv 20110429 300x122 Porque o mundo queria casar a plebéia?

O casamento real tem que dar certo porque as nossas uniões não estão dando. Mas para isso tempos nossa desculpa psicológica: somos a plebe, sem a menor intenção de acertar em todas.  E assim seguimos: o conto de fadas fica no fundo da última gaveta de meias, bem lá no fundo mesmo; ou para a família real, oprimida e obrigada lavar com espumante fino em suas bodas todas nossas frustrações. Eles são o exemplo que precisamos para nos provarmos que não somos nós que fazemos o caminho errado, apenas ainda não “chegou a nossa vez” como chegou a deles...

É um jogo de troca: a realeza britânica tem muito mais obrigações com o mundo do que só com seus súditos nessa hora. Esse é o peso que botamos em suas costas. Quase que uma contrapartida pela admiração que tanto temos pelos pardos e mudos habitantes do Palácio de Buckingham. Só espero que não façamos com nosso novo exemplo mundial o que fizemos com o último deles, oriundo da mesma realeza: Lady Di morreu fugindo do olhos de quem mais a admirava. 

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Hoje em Dia: a casa cresceu!

26
nov
14h29

top interna2 Hoje em Dia: a casa cresceu!

Se aquele ditado que diz que coração de mãe sempre cabe mais um for verdadeiro, a casa do Hoje em Dia é uma mãe. Mãe que ganha mais um filho a partir deste sábado. Foi com esse imenso coração aberto que a produção do programa, diretores e apresentadores me receberam esta semana em São Paulo. E quando digo de coração aberto, não é um exagero. Foi com um fraterno abraço que Celso Zucatelli, Chris Flores, Edu Guedes, Gianne Albertoni e Mariana Leão me receberam no programa. Esta última com um abraço ainda mais forte, né? Afinal de contas é com ela que passo a dividir a casa do Hoje em Dia aqui no Rio de Janeiro.

gianie1 Hoje em Dia: a casa cresceu!celso Hoje em Dia: a casa cresceu!O contato com o programa não é novidade. Desde 2007 o quadro "direto da redação" já levava as notícias do Rio para o Hoje em Dia num descontraído bate-papo com Britto Júnior. O quadro deu certo e motivou a crianção de um estúdio do programa - ou uma casa como a gente chama - para o Rio de Janeiro. Foi aí que entrou a brava guerreira Mariana Leão que, do salto alto do estúdio à cobertura de catástrofes como enchentes e ataques de traficantes, nunca deixou a "peteca" cair.

Hoje em Dia agora ganha mais espaço. A nossa tarefa é levar notícias, entretenimento, música e variedades em 40 minutos de programação voltada só para o Rio de Janeiro! Essa é a explicação para meu afastamento do RJ Record desde a semana passada.

edu1 Hoje em Dia: a casa cresceu!chris Hoje em Dia: a casa cresceu!Mais que anunciar uma novidade na "minha tela, na sua tela"; essa postagem também é um agradecimento aos colegas Jayme Ribeiro, Aline Pacheco e Gustavo Marques que me substituíram com maestria nesses dias. Para assumir o posto, em definitivo, a novidade também entra no ar na segunda-feira: o jornalista Luiz Bacci assume o RJ Record com a mesma competência com que já apresentava o SBT-Rio.

Para todos aqueles que se preocuparam e questionaram minha ausência no blog, no Orkut, no Facebook, e no Twitter? Para estes o meu muito obrigado pelo carinho de todo coração.

Mas vale lembrar aos nossos telespectadores: nosso novo encontro está marcado, sempre de  segunda a sexta, sempre às 9h30 da manhã. Excepcionalmente neste sábado com uma edição especial sobre a onda de ataques "terroristas" no Rio de Janeiro.

Fábio Hoje em Dia: a casa cresceu!mariana Hoje em Dia: a casa cresceu!

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Apertem os cintos… o TP sumiu!

13
set
14h11

ÚLTIMA ATUALIZAÇÃO: 14/09/2010 às 13h45

Quando cheguei ao trabalho, foi dar um passo à frente para entrar no Newsroom e a sensação foi de dar um passo para trás no assunto tecnologia. No chão estavam cartolinas, com textos grafados com caneta hidrocor. Eram "cabeças" de algumas matérias lidas pelo apresentador. Mas o que estaria acontecendo com o bom e velho teleprompter - mais conhecido como TP - do nosso estúdio? 

DSCF86751 Apertem os cintos... o TP sumiu!

Modelo de teleprompter "esteirinha" ou "de mesa". Os primórdios do teleprompter. / Imagem: internet

Uma pequena pane técnica comprovou o que eu imaginava. Apelamos para as folhas de cartolina que me lembraram o início do meu trabalho em televisão. Não sou tão antigo assim a ponto de não existir o TP, mas admito que peguei o TP do tipo "esteirinha". Aquele que a folha de papel com o texto era passado em uma esteira, ou manualmente em uma mesa mesmo, com um pequena câmera em cima que captava o que estava escrito e transmitia tudo para a tela onde líamos as notícias. Para quem opera TP é só "passar" as laudas debaixo da tal câmera. Para quem tem jornalismo no sangue é mais do que isso: é praticamente apresentar o jornal junto, no mesmo ritmo que o apresentador. Quem tem essa característica "na veia" não fica só no TP muito tempo (não é Sheila?) e acaba crescendo.  

Voltando aoo nosso pequeno e rápido retrocesso emergencial do teleprompter, percebi o quanto evoluímos. Percebi também o quanto não há evolução que supere a critividade. Criatividade e atenção que, no mercado de TV, valem ouro para sair de algumas ciladas. As cartolinas para a falta de TP foram o recibo disso. Não deu para não registrar.

dália 1 Apertem os cintos... o TP sumiu! 

dália 2 Apertem os cintos... o TP sumiu!

 

 

 

 

 

 

 

 

 

POSTAGEM ORIGINAL:

 

10 estratégias para manipulação

 

manipular1 Apertem os cintos... o TP sumiu!

Vou poupar você, meu caro leitor, de frases feitas quando o assunto é eleição. Acredito que aqueles argumentos de não anular o voto, entender as propostas dos candidatos antes de votar e etc, já estão sedimentados o suficiente na cabeça de cada um que vai ficar "frente-a-frente" com a urna eletrônica. Por isso resolvi replicar aqui um texto que me pareceu muito apropriado para esta época.

O texto é do linguista norte-americano Noam Chomsky que estuda massificação pela mídia em todo o mundo. Apesar do texto ser relativo à mídia, de maneira geral, pude perceber que o horário eleitoral também pode ser, facilmente, foco desse tipo de tática - a política, claro, também utiliza a mídia. Não se trata de nada irregular, nada proibido. Mmas é bom entendermos como funcionam as cabeças sobretudo dos "marqueteiros" que tem seus passes valorizados em milhões nesas épocas. Tentei fazer um resumo já que o texto original é muito grande. Veja com atenção os dez passos e me diga se, em algum momento, já se sentiu "vítima".  Boa leitura!

1- A ESTRATÉGIA DA DISTRAÇÃO.

Consiste em desviar a atenção do público dos problemas importantes e das mudanças decididas pelas elites políticas e econômicas. A estratégia da distração é igualmente indispensável para impedir ao público de interessar-se pelos conhecimentos essenciais, na área da ciência, da economia, da psicologia, da neurobiologia e da cibernética. "Manter a atenção do público distraída, longe dos verdadeiros problemas sociais, cativada por temas sem importância real. É manter o público ocupado, ocupado, ocupado, sem nenhum tempo para pensar.

2- CRIAR PROBLEMAS, DEPOIS OFERECER SOLUÇÕES.

Este método também é chamado "problema-reação-solução". Cria-se um problema, uma "situação" prevista para causar certa reação no público, a fim de que este seja o mandante das medidas que se deseja fazer aceitar. Exemplo: criar uma crise econômica para fazer aceitar como um mal necessário o retrocesso dos direitos sociais e o desmantelamento dos serviços públicos.

3- A ESTRATÉGIA DA GRADAÇÃO.

Para fazer com que se aceite uma medida inaceitável, basta aplicá-la gradativamente, a conta-gotas, por anos consecutivos. É dessa maneira que condições socioeconômicas radicalmente novas - neoliberalismo - foram impostas durante as décadas de 1980 e 1990. Estado mínimo, privatizações, precariedade, flexibilidade, desemprego em massa, salários que já não asseguram ingressos decentes, tantas mudanças que haveriam provocado uma revolução se tivessem sido aplicadas de uma só vez.

4- A ESTRATÉGIA DO DEFERIDO.

Outra maneira de se fazer aceitar uma decisão impopular é a de apresentá-la como sendo "dolorosa e necessária", obtendo a aceitação pública, no momento, para uma aplicação futura. É mais fácil aceitar um sacrifício futuro do que um sacrifício imediato. Primeiro, porque o esforço não é empregado imediatamente. Em seguida, porque o público, a massa, tem sempre a tendência a esperar ingenuamente que "tudo irá melhorar amanhã" e que o sacrifício exigido poderá ser evitado. Isto dá mais tempo ao público para acostumar-se com a idéia de mudança e de aceitá-la com resignação quando chegue o momento.

5- DIRIGIR-SE AO PÚBLICO COMO CRIANÇAS DE BAIXA IDADE.

A maioria da publicidade ou campanhas dirigidas ao grande público utiliza discurso, argumentos, personagens e entonação particularmente infantis, muitas vezes próximos à "debilidade", como se o espectador fosse um menino de baixa idade ou um deficiente mental. Quanto mais se intente buscar enganar ao espectador, mais se tende a adotar um tom infantilizante. Por quê? "Se você se dirige a uma pessoa como se ela tivesse a idade de 12 anos ou menos, então, em razão da sugestionabilidade, ela tenderá, com certa probabilidade, a uma resposta ou reação também desprovida de um sentido crítico como a de uma pessoa de 12 anos ou menos de idade.

midia e crise Apertem os cintos... o TP sumiu!

Ilustração: domínio público / internet

6- UTILIZAR O ASPECTO EMOCIONAL MUITO MAIS DO QUE A REFLEXÃO.

Fazer uso do aspecto emocional é uma técnica clássica para causar um curto circuito na análise racional, e por fim ao sentido critico dos indivíduos. Além do mais, a utilização do registro emocional permite abrir a porta de acesso ao inconsciente para implantar ou enxertar idéias, desejos, medos e temores, compulsões, ou induzir comportamentos.

7- MANTER O PÚBLICO NA IGNORÂNCIA E NA MEDIOCRIDADE.

Fazer com que o público seja incapaz de compreender as tecnologias e os métodos utilizados para seu controle e sua escravidão. "A qualidade da educação dada às classes sociais inferiores deve ser a mais pobre e medíocre possível, de forma que a distância da ignorância que paira entre as classes inferiores às classes sociais superiores seja e permaneça impossíveis para o alcance das classes inferiores (ver ‘Armas silenciosas para guerras tranqüilas’)".

8- ESTIMULAR O PÚBLICO A SER COMPLACENTE NA MEDIOCRIDADE.

Promover ao público a achar que é moda o fato de ser estúpido, vulgar e inculto…

9- REFORÇAR A REVOLTA PELA AUTOCULPABILIDADE.

Fazer o indivíduo acreditar que é somente ele o culpado pela sua própria desgraça, por causa da insuficiência de sua inteligência, de suas capacidades, ou de seus esforços. Assim, ao invés de rebelar-se contra o sistema econômico, o individuo se auto-desvalida e culpa-se, o que gera um estado depressivo do qual um dos seus efeitos é a inibição da sua ação.

10- CONHECER MELHOR OS INDIVÍDUOS DO QUE ELES MESMOS SE CONHECEM.

No transcorrer dos últimos 50 anos, os avanços acelerados da ciência têm gerado crescente brecha entre os conhecimentos do público e aquelas possuídas e utilizadas pelas elites dominantes. Graças à biologia, à neurobiologia e à psicologia aplicada, o "sistema" tem desfrutado de um conhecimento avançado do ser humano, tanto de forma física como psicologicamente. O sistema tem conseguido conhecer melhor o indivíduo comum do que ele mesmo conhece a si mesmo. Isto significa que, na maioria dos casos, o sistema exerce um controle maior e um grande poder sobre os indivíduos do que os indivíduos a si mesmos.

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Melhor de três…

26
jul
14h24

ÚLTIMA ATUALIZAÇÃO: 27/07/2010 às 14h02

Felipe Massa58 Melhor de três...

Felipe Massa e a orientação: "Fernando is faster than you". / Foto: divulgação Ferrari

Já que nosso "post" tratou de esportes, antes de mudar de assunto queria refletir sobre um caso polêmico no mundo da Fórmula 1. Os "interesses" da Ferrari que fizeram Felipe Massa ter que ceder a liderança - no último GP da Alemanha - ao espanhol Fernando Alonso.

Para quem viu as cenas ficou claro que o brasileiro Massa pisou no freio, quase parando o carro na pista, para que Alonso fizesse a ultrapassagem. Para a escuderia, apostar no piloto que tem mais pontos é um jogo certo. É apostar em quem tem mais possibildiades de ganhar o campeonato. Mas a polêmica foi formada. As orientações foram passadas pelo "ponto eletrônico" para que Felipe Massa diminuísse a velocidade. A pergunta: é certo uma escuderia interferir diretamente na prova alterando seu curso natural com o arguemnto de pensar na equipe e não no piloto?

Veja aqui opiniões favoráveis à decisão da Ferrari.

Veja aqui opiniões contrárias à decisão da Ferrari

Se o assunto é velocidade não poderia deixar de mostrar aqui uma experiência que registrei há alguns dias quando conversava com o presidente da Federação Brasileira de Motovelocidade. Só que, apesar do assunto ser moto, o que acabou me impressionando foi o "brinquedinho" que o presidente da Federação tem: um carro que eu só tinha visto no cinema.

Estou falando de um "Camaro", veículo que fez sucesso no cinema no último filme "Transformers". O ronco do motor é de impressionar. Observe a "sutileza" da conversa. Eu falo de um carro de mais de 200 mil reais e o dono fala " tem que ter um carro para andar, né?". Não presidente, o senhor não tem um carro... tem uma máquina! Veja o vídeo que registrei e resolvi tirar do baú:  

   

______________________________________

POSTAGEM ORIGINAL:

Melhor que apenas um é podermos falar de vários assuntos nesta-segunda feira cheia de notícias.

Mano Menezes Melhor de três...

Mano Menezes: um sim à seleção "docemente constrangido". Foto: e-band

Futebol - A primeira delas é que deu Mano Menezes na cabeça durante o fim de semana. O técnico do Corinthians soube dizer um “adeus” que o Muricy Ramalho do Fluminense (que não é meu parente...)  não soube. Honra seja feira, aplaudi a decisão do Muricy sabia? Ela reflete muita personalidade e comprometimento com o contrato. Mas será que foi só isso mesmo? Nos bastidores já escutei que a relação do Fluminense com o CBF não é lá das melhores e isso tem a ver com a eleição do “Clube dos 13”. Quem ganhou não era lá o preferido do Ricardo Teixeira e aí, quem votou no vencedor,  como o Flamengo e o Fluminense, virou “persona” não grata na CBF. Para “coroar” a polêmica uma charge do brilhante Alpino.

Niterói - Outro assunto? Que cidade bacana e gostosa que é Niterói, hein? Acho que nós que moramos no Rio de Janeiro perdemos a chance de conhecer o “outro lado da poça”, como muita gente se refere carinhosamente à baia de Guanabara. Imperdível é a vista noturna do MAC e do próprio Rio de Janeiro - com Pão de Açúcar e Cristo Redentor de quebra - por um ponto de vista inusitado a quem não mora em “Nikiti”. Isso sem falar do povo de Niterói que é show de bola. Os bairros de Gragoatá e comecinho de Icaraí oferecem essa paisagem surpreendente para forasteiros, num calçadão onde é possível caminhar sem medo, mesmo tarde da noite. É só ter bom ânimo e boa companhia. Uma pergunta: dá para tentar ver os mesmos pontos turísticos cariocas - no mesmo horário - do calçadão de Botafogo ou do Aterro do Flamengo com segurança?

mac Melhor de três...

Museu de Arte Contemporânea de Niterói - MAC / Foto: panorâmico.com

Audiência - Para quem é antenado em televisão sugiro a leitura da reportagem que trata das audiências do domingo no R7. A Globo subiu, a Record também e o Pânico - leia-se Rede TV! - ficou literalmente em “pânico” com os números. Porque o meu comentário? Nada a ver com liderança ou briga pelo primeiro lugar. Não hoje. Mas a notícias me lembra uma máxima que ouvi outro dia de um amigo apresentador: “televisão é assim: quando a gente dá a sorte grande de ser o “estouro” da emissora no Ibope tem que fazer um belo pé de meia. Dia de amanhã é coisa que ninguém sabe.” As vezes o sucesso - e ninguém está fora dessa - pode ser rápido como um “arroto”. Leia a reportagem aqui que você vai entender melhor...

Ibope de domingo1 Melhor de três...


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