Sábado, 17 de Outubro, 19h20 - Ginásio do Ibirapuera. Eu e meu filho, João, em uma fila enormeeeee para entrar no show do tal do “Homem Aranha”, que eu quando criança ficava enlouquecido. Uma vez lá em Limeira eu quis imitar... Já sabe o que deu né? Fiquei com um cotovelo todo arranhado... bem, deixa isso pra lá.

geraldo luis 1 tv 20091023 Eu, o João e o “Homem Aranha”
O tempo passou e hoje sou pai. Pai do João, um filho que na verdade às vezes ocupa um lugar de meio irmão, de tanto que a gente se dá bem. E voltemos ao espetáculo... Crianças gritando por todo o ginásio, aqueles vendedores de bonecos comprados por R$ 5 na 25 de março e lá vendidos a R$ 30, gente pedindo autógrafos e fotos. Mas eu adoro tudo isso, pra mim não tem diferença. Pelo contrário, me faz bem, pois sou gente igual a você. E João, impaciente como toda criança, gritava feito um doido:

- Papai cadê o “Aranha”???

E eu respondia:

- Calma filho, o “Aranha” tá pulando na Paulista e já tá chegando!

Chegada a hora do show, muita luz, barulho e aquela música que me inspirou um dia a pular e me machucar: ‘Spider Man, Spider Man! ... Putz, de repente lá estava eu, batendo palmas e gritando: “vai, Aranha, pega o Duende, arrebenta com ele!”

geraldo luis 2 tv 20091023 Eu, o João e o “Homem Aranha”

Até que um cara lá de trás grita bem alto pra eu me sentar. Que mico! E na hora que o Duende Verde ataca o “Aranha” não me contive e comecei a gritar, só parei quando o João, meu filho de nove anos, me deu uma mega chamada: “para, pai, é de mentira, ele vai ficar bem!!!”

Na verdade me diverti mais que o João, a gente volta a ser criança. Esqueci por uma hora que tenho tantas responsabilidades, que não posso mais errar tanto quanto errava nessa idade, que já não posso mais gritar o tanto quanto eu gritava, e que todo mundo, quando cheguei, me olhou como se eu fosse um “macaco” de Júpiter; mas sou igual a você, sem tirar nem por. Comi três sacos de pipoca e tomei dois litros de água.

Mas o melhor foi quando três adolescentes chegaram até mim e pediram para tirar fotos e disseram que eu era mais legal que o “Aranha”. Pô, que legal. O carinho dos jovens comigo desde a época em que eu apresentava o saudoso “Balanço Geral” sempre me emociona. Ahhh, e tem um momento na segunda parte do show em que o “Duende Verde” passa por cima da cabeça da gente. Os artistas são demais, um belo espetáculo que vale a pena ver, e que em breve vai estar no Rio de Janeiro. E eu estarei lá novamente, torcendo pelo “Aranha”.

Bem, final de espetáculo. Lá vou eu e o João tentar tirar uma foto com o ‘Aranha’, então tive uma surpresa, o Homem Aranha, mais precisamente o ator Daniel Granieri, confessa ser meu fã e tira com a gente todas as fotos que você vê aqui em meu blog.

geraldo luis 3 tv 20091023 Eu, o João e o “Homem Aranha”

Valeu, gente, por hoje é só. Esta semana ainda tem mais aventuras de Geraldo Luís por aí, ok?

E lembre-se: o amor jamais te esquece!

Muita paz!

Geraldo Luís

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DSC02905 Eu e o Gugu há 19 anos ! O tempo não é nada...

Bem, eu era um moleque, e o Gugu já era o Gugu, o grande apresentador. Era um final de semana desses feriados em minha cidade, Limeira, interior de SP. Gugu foi contratado para fazer um show na antiga FACIL da cidade, uma feira industrial. Era tudo que eu precisava para chegar perto de meu ídolo. Mas como fazer isto? É agora que começa minha saga:  tirar uma foto ao lado do Gugu.

Mas quem era eu afinal? Só o Geraldo Luis, um repórter policial em início de carreira no rádio do interior, nada mais. Gugu bombava com o programa Viva a Noite, e eu sonhava, ah como sonhava. Gugu era o que eu queria ser sem ter capacidade para ser, imitava ele na frente da TV. E agora uma revelação... Bem, não sei se eu me abro assim, afinal muita gente vai ler isto... Bem... ã (parei cinco minutos, tomei um Yakult).

Ok, vou contar. Sempre aos sábados à noite, quando tocava “É dia de festa, dança sem parar, passarinho quer dançar, seu rabicho... ’’, eu dançava junto com o Gugu e colocava até um terno velho que eu aluguei uma vez e não devolvi. Era tudo pra mim! Cresci junto com o Gugu. Um dia, ele, junto com a Mara Maravilha, foram a um show na praça da minha cidade. Lá estava eu às 7h da manhã. Estava perto do palco. Tentei chegar perto do Gugu, mas não deixaram, até que um segurança com cara de mau me disse: ‘’Eu te levo até o Gugu, 100 cruzados novos e eu te coloco na frente dele!’’. Bem,  só tinha 40 e ele aceitou. Perto de acabar o show, ele me colocou atrás do palco e lá fiquei, fiquei, fiquei... O puto do segurança sumiu e o Gugu também! Desistir jamais! Fui até o hotel onde eles estavam e, ao chegar, vi meu ídolo entrar em uma perua Kombi branca junto com a equipe e a Mara, corri feito louco gritando, “Gugu, gugu, guguuuuuu”! E lá se foi mais uma vez minha chance. Até que chegou este fim de semana que mencionei no começo desta história do blog. Nesse dia, estava junto com um amigo-irmão, o Carlinhos Silva, que era meu sonoplasta na Rádio Jornal de Limeira, e fã de Gugu também. Eu pesava 57 quilos molhado e meu sonho já era trabalhar em TV, adorava teatro. Be,. chega de melodrama, vamos aos fatos.

O local da festa estava lotado, cerca de 10 mil pessoas, chegar atrás do camarim era impossível. Começa o show e o Gugu tá no palco, todo mundo gritando e eu também, ‘Gugu, ó eu aqui, me dá uma chance!’’. E nada do Gugu me olhar. O Carlinhos só reclamava dizendo: ‘’Vamos embora, larga de ser chato, a gente não vai conseguir’’. O Carlinhos sempre foi um reclamão, mas é o único amigo que me aguenta até hoje. A gente não ganhava nem salário mínimo no rádio, oh ‘’perrengue’’... Bem, já era quase final do show, quando eu vi atrás do palco um caminhão de água e alguns funcionários carregando caixas até o camarim. Dentro da cabine do caminhão que estava aberta nós vimos vários coletes escritos ‘‘seguranças’’.  É isso mesmo que você pensou. Roubei os coletes, e vestidos, entramos com as caixas nas costas, e o Carlinhos ainda reclamando...

A hora da verdade. Show terminado, olha eu e o Carlinhos na porta do camarim: ‘Olha a aguáaa’’, e quem abre... Guguuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuu. Educadissímo como sempre, pediu para entrarmos e lá joguei as caixas. Quando olho, sentado no sofá esta Gú Bortolan, dono de outra emissora de rádio, a Educadora, na qual Gugu havia trabalhado quando moleque lá em Limeira, lembra, Gugu? Finalmente, eu estava frente a frente com ele, o cara que eu imitava, adorava, mas como sempre acontece a voz não saiu. Tremi. Percebendo meu nervoso, ele mesmo falou para que tirássemos uma foto, e nós tiramos a foto que mais uma vez mostro aqui. O Gugu bem mais magro, já rico, eu magro cada vez mais pobre, e o Carlinhos com cara de ‘Conseguimos filha d...’’. Não me lembro muito, Gugu bebia enquanto eu falava tudo sobre ele, tentei uma gravação para meu programa de rádio mas ele disse que não podia.

Saí de lá feliz, “o Gugu apertou minha mão, um dia eu vou trabalhar pra esse cara”. O tempo passou, e como passou. Do rádio passei pra TV do interior, ganhei fama na região como repórter policial que fui durante 17 anos no interior, Carlinhos passou de sonoplasta a radialista, ganhou seu programa de rádio e foi um sucesso durante muitos anos, se elegeu vereador duas vezes e caminha pra ser um dia prefeito de Limeira. Saímos da miséria, mas nós dois perdemos nossas riquezas, pois nossas mães não veriam nosso sucesso, faleceram no meio deste caminho. Eu engordei, gugu e Carlinhos também.

Passados 19 anos, muita coisa mudou. Hoje eu estou na Record, Gugu também, tenho um programa com meu nome, Gugu também. Quis a vida me ensinar que tudo é possível quando se crê em um Jesus vivo, pois foi ele que me trouxe aqui. Hoje estou na melhor, tô na Record !

 Eu e o Gugu há 19 anos ! O tempo não é nada...

 Eu e o Gugu há 19 anos ! O tempo não é nada...

 Eu e o Gugu há 19 anos ! O tempo não é nada...

19 anos e alguns dias depois... Tô entrando no elevador aqui da Record, quem sai? Gugu Liberato. “Geraldo, que bom te conhecer, quando posso te assisto, gosto de você’’. Passou um filme da minha vida, e eu, claro, mostrando a maior naturalidade do mundo, bati aquele papo com ele. Dono de uma gentileza, já nos cruzamos várias vezes, e no dia de sua estréia fiz questão de ir ao seu camarim com meu filho João lhe dar as boas vindas. Uma pessoa com mais de 30 anos de TV tem que ser respeitada, e eu não só o respeito, mas o admiro por sua história e seu coração gigante. Quem sabe daqui uns 20 ou mais anos eu aprenda a fazer um pouco de TV como ele faz. O importante é que a vida girou, e hoje não preciso mais roubar jalecos para ve-lô. Aliás, nossos camarins são vizinhos, não ficam a 20 metros um do outro. Olha como é a vida! Jamais desista de seus sonhos, jamais. Gugu, eu cresci, mas dentro de mim ainda está o mesmo moleque que cresceu te vendo e aprendendo com você. Aliás, realiza meu sonho maluco, qualquer dias desses vai no meu programa ao vivo e vamos dançar juntos.

É dia de festa, dança sem parar...

Muita paz

Geraldo Luís (o filho da Olga)

 Eu e o Gugu há 19 anos ! O tempo não é nada...

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Oi gente, tô aqui para falar como foi meu dia das crianças.

Não poderia ser diferente, como todos os anos estive na minha Casa da Sopa de Limeira, uma instituição de caridade que fundei há três anos no interior de SP.

 Festa para as crianças na minha Instituição

É uma casa que distribui mais de oito mil refeições por mês para moradores de rua, famílias carentes da cidade e crianças.

Como em todas as datas, voltamos nosso trabalho social aos mais necessitados, e hoje mais de 200 crianças foram assistidas junto com seus pais. Foi lindo.

Servimos cachorro quente, pastéis, doces e bolo. Antes eles viram uma apresentação de teatro com nossas professoras voluntárias e se divertiram muito.

A Casa da Sopa oferece refeições todos os dias e sobrevive de doações da população. Lá damos cursos gratuitos de computação para crianças carentes, cursos de culinária, manicure, qualificação profissional. Veja o site: www.casadasopadelimeira.com. Nós acreditamos no ser humano, sempre.

geraldo foto 022 1024x768 Festa para as crianças na minha Instituição

A festa começou às 12h00 e teve distribuição de brinquedos para as crianças. Mas antes elas brincaram muito com nossos voluntários. Dançaram e comeram muito, pois na Casa elas podem levar a comida para casa.

 Festa para as crianças na minha Instituição

Lá não perguntamos que religião é a da pessoa; sem tem fome, é só entrar e se servir. Na sala de leitura nossas voluntárias aproveitaram e leram histórias. Temos lá um espaço reservado para estimular a leitura para essas crianças carentes todas as semanas.

geraldo foto 032 1024x768 Festa para as crianças na minha Instituição

Médicos dão palestras e mais de 200 mães recebem cestas básicas todo mês, e junto, seus filhos participam da programação da Casa da Sopa.

Amei ficar com todos, fico triste na hora de ir. Antes eu participava muito mais da Casa, e isto me faz falta, muita falta. Estar do lado dessa gente me faz sentir útil diante de Jesus.

 Festa para as crianças na minha Instituição

Essas pessoas são as mais “ricas” e eu o pobre, é assim que me sinto, pois lá não servimos comida para pobres e sim aos “nobres” de espírito, irmãos nossos que lá recebem muito mais que comida, recebem o nosso amor.

Todos os dias são servidos mais de 300 refeições, e hoje, em nossa festa das crianças, o dia foi delas. Como em tudo em minha vida, lá na Casa tudo é muito simples, mas verdadeiro quando se fala na caridade ao próximo.

geraldo foto 06 1024x768 Festa para as crianças na minha Instituição

Fiquei na festa até as 13h40 e voltei para Sampa para apresentar o programa.

Obrigado Jesus por me permitir ser aquilo que te prometi. Servir sem olhar a quem e em Teu nome.

 Festa para as crianças na minha Instituição

A fome que um dia passei fica distante quando entro nesta Casa que é Tua. E assim as crianças foram embora com seus pais, todas felizes, e eu também, certo que fiz minha parte como ser humano.

E não se esqueça, dentro de você há uma Casa da Sopa, seja você também a esperança para alguém.

Abraços sempre.

Geraldo Luís

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 Era uma vez um sofá...

Sabe, hoje a vida me sorri e, diante das minhas, conquistas posso comprar  tudo o que eu quero. Mas diante de tanto luxo eu guardo em minha casa uma “herança” que deixarei para meu filho, um sofá. Isso mesmo, esta pequena poltrona velha, reflete aquilo que sou de verdade.

Essa pequena poltrona velha foi o “primeiro sofá” que tivemos em casa. Já tinha meus 16 anos e ainda não tinha tido um sofá em minha casa. Todos tinham, eu não.

Lembro-me quando ia fazer lição na casa de amigos e sentava naqueles belos sofás, ou simplesmente passava na frente das lojas e via tudo aquilo. É verdade, morávamos eu e minha mãe, Dona Olga, naquilo que chamávamos de casa, Rua Senador Vergueiro 112, Centro, Limeira.

A casa era vizinha a uma zona de prostituição. Por obrigação, colocamos uma placa na porta de casa: “Casa de Família”, mas não adiantava, sempre tinha um que batia lá e perguntava quanto era o programa.

Era uma sala que não tinha nada e uma casa que chovia muito dentro. Não tenho vergonha de dizer que dormi muitas vezes dentro do guarda-roupas, e que usava o banheiro com guarda chuvas, isso mesmo! Só eu sei, o mundo pode e deve duvidar...

Algumas almofadas espalhadas pelos cantos, a velha estante e a TV... ah, e um vaso de plantas no canto do hidrômetro d’água que tinha lá. A pobreza e a doença de minha mãe na época nos impediam, embora eu trabalhasse muito, de termos algumas regalias.

Cada vez que o tempo fechava sabíamos o que vinha. Me recordo que, antes de irmos obrigados a esta casa, chegamos a morar nos fundos da casa de uma tia minha. Lá a casa era pequena, não tinha forro e chovia em alguns pontos.

Nas madrugadas de chuva, lembro de, junto com minha mãe, cruzar o quintal de terra  e ir bater na porta da casa dela, para lá dormirmos na sala até que a chuva passasse. Muitas vezes a porta demorava para abrir...

 Era uma vez um sofá...

Bem, voltemos ao sofá. Gente, como eu esperei ter esta poltrona. Até que um dia uma senhora que muito nos ajudou, chamada Dona Izabel, falou para minha mãe que tinha lá uma poltrona e que ia jogar fora. Meu Deus, me lembro carregando esta poltrona na cabeça numa rua de descida, e às vezes minha mãe me ajudava.

Que festa! Eu tinha um “sofáaaaaá!”. Lá estava ela, no canto da parede e de frente pra TV, linda. Parecia que era o móvel mais importante da sala e era... Brigávamos eu e a Olga para sentarmos nela, e como eu era feliz e não sabia. Quando vinha visita, era a visita no chão e “nóis” na poltrona que era o nosso sofá, e ponto!

Quando vinha a chuva, retirava a poltrona da sala e jogava um plástico em cima. Como eu era feliz em ver minha mãe lá sentada, e eu no chão com as almofadas estampadas com a cara da “Léssi”.

O tempo passou, as coisas melhoraram e muito. Jesus só me abençoou e provou seu amor por mim como teu filho pecador. Sofá mesmo eu tive quando trabalhava em uma gráfica e a Dona Cenyra Guelles Pfeifer me deu um sofá que estava nos fundos de sua fábrica.

Foi o máximo, fiz o sofá minha cama, pois camas só tivemos tempos depois e usadas, a qual compramos em uma casa de móveis usados.

Essa poltrona deixarei como herança ao meu filho. Para que ele dê valor nas coisas reais da vida, e que algumas delas a gente não pode esquecer ou ser ingrato. Esta poltrona é parte da minha referência humana, do meu crescimento.

Veja  agora o sofá que eu tenho.

 Era uma vez um sofá...

Bem, como viram as coisas mudaram, mas eu não. O valor moral e humano faz para mim esta poltrona ser mais cara e valer mais que esta bela peça que hoje é um dos cinco jogos de sofá que tenho. Mas isso já não tem mais valor, o que vale é saber que os móveis mudaram, minha casa hoje não chove mais dentro, e que eu não mudei, jamais mudarei, sou igualzinho a poltrona, fico velho mas não perco meus valores. Assim é a vida, a vida dá para você o que você dá para ela, sempre!

Geraldo

Muita paz!

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Oi gente, que bom que vocês estão aqui e acompanhando tudinho no meu blog.

Bem, estas fotos são de parte de meu jardim, onde tenho pés de banana, romã, jaboticaba e pc que eu mais amo. Claro, tenho um jardineiro mas pelo menos uma vez na semana, desço e tento fazer minha parte. Molhar as plantas, sentir o silêncio delas me faz bem.

Fico sempre descalço. Em cada canto deste espaço tenho aquela jarrinha onde os beija flores se encontram, e eu também. Como sou do interior, terra e planta fazem parte da minha vida. Aqui brinco com meu filho de “ski bunda”, e solto meus lagartos e cachorros.

geraldo1 300x200 Cuidando do jardim

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geraldo3 300x200 Cuidando do jardim

Tudo muito simples, como deve ser a vida... Abraços e curtam as fotos do amigo de sempre, Geraldo.

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franegeraldo ok Fran, como é grande o meu amor por você...

Bem, não poderia deixar de falar de você e justo hoje que é o seu aniversário. Mais do que parabéns te desejo....

Desejo que sejas feliz

Desejo que descubra a real felicidade dentro de você

Desejo que a dor do passado se torne felicidade do agora

Desejo que você brilhe em seu trabalho como atriz

Desejo que brilhe como mãe, como mulher, minha mulher...

Desejo que você olhe pra você e diga : Não preciso de ninguém, só preciso de mim

Desejo que crie coragem para ser feliz

Desejo neste teu aniversário, que você renasça

Desejo que a vida sorria pra você, sempre

Desejo roubar seus desejos, para depois dizer: Vem pegar vem...

Desejo por fim que você se olhe e diga

Tudo valeu a pena !

Só desejo que conheça as coisas mais belas e simples da vida, porque o simples já é um luxoooo!

Desejo, simplesmente desejo isto e nada mais

Do teu amigo e namorado

Geraldo

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Pessoal, hoje vocês vão conhecer meus dois cachorrinhos, Ingra e Toddy. Quando tenho tempo, entro na brincadeira com eles!

geraldo cachorro 300x200 Meus cachorros!

geraldo cachorro1 300x200 Meus cachorros!

geraldo cachorro3 300x200 Meus cachorros!

geraldo cachorro4 300x200 Meus cachorros!

Espero que tenham gostado. Agradeço mais uma vez o carinho de vocês pelo blog!

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Bem pessoal, aqui estou eu mais uma vez para agradecer o carinho de todos, e para mostrar os bastidores do meu programa.

Confiram as fotos que me mostrando antes de entrar no "Geraldo Brasil" - o antes e o depois.

Dá um trabalho danado fazer Tv todos os dias, confiram aqui desde o momento que chego até entrarmos no ar.

03 300x200 Bastidores do Geraldo Brasil

Eu no camarim

08 300x200 Bastidores do Geraldo Brasil

Últimos retoques no camarim...rs

06 300x200 Bastidores do Geraldo Brasil

Eu e meu diretor revendo a pauta do dia

10 300x200 Bastidores do Geraldo Brasil

Pessoal da produção dando uma ajudinha

11 300x200 Bastidores do Geraldo Brasil

Chegada no estúdio

Valeu e até mais...

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Invadi a redação do novo portal da Record, o R7, e gravamos uma matéria lá em 3 minutos. Veja:

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Olá meu povo!!!

A partir de agora vou estar por aqui também.

É com grande entusiasmo que dou início ao meu blog aqui no portal R7.

Vocês vão poder acompanhar o meu dia-a-dia, os bastidores do meu programa, fotos pessoais e muitas coisas boas. Quero vocês cada vez mais próximos de mim.

Pretendo dividir minhas alegrias e minhas conquistas e com vocês sempre ao meu lado.

De início vou postar essas fotos de quando eu tinha 6 anos de idade, espero que gostem e não esqueçam de comentar!

geraldo11 300x226 Estou mais perto de vocês!
geraldo21 236x300 Estou mais perto de vocês!
geraldo31 243x300 Estou mais perto de vocês!
geraldo41 225x300 Estou mais perto de vocês!
geraldo51 237x300 Estou mais perto de vocês!
geraldo61 239x300 Estou mais perto de vocês!
geraldo71 230x300 Estou mais perto de vocês!

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