O procurador-geral da República, Rodrigo Janot,  jogou uma pá de cal nos planos de quem pretendia lançá-lo candidato a algum cargo político nas eleições de 2018, especialmente ao governo de Minas Gerais.

"Umas das formas de se fazer pressão a encarregados de órgãos de controle é tentar desqualificar sua atuação profissional, tentar vincular ao trabalho que faço hoje um jogo político futuro. Não sou e nem serei candidato a coisíssima alguma, presidente, governador de Minas Gerais, deputado, vereador, nem a síndico de prédio", afirmou Janot, nesta segunda-feira (28), durante evento promovido pelo jornal O Globo.