Jornal de Taiaçupeba

hb2 Jornal de Taiaçupeba

J O R N A L D E T A I A Ç U P E B A
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Heródoto Barbeiro
CAPOEIRA EM SABAÚNA
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Mestre Baiano encerrou com grande participação popular as aulas de capoeira em Sabaúna. O grupo vem crescendo de ano para ano o que mostra o empenho de Baiano e sua equipe. Ele também tem um grupo numeroso que treina na SAT, em Taiaçupeba. Outros esportes também são desenvolvidos no Centro Integrado de Sustentabilidade Um Fio de Esperança.

PAPAI NOEL DA ÁGUA AZUL
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Os participantes classificaram como a melhor comemoração de final de ano da SAT. É verdade que, por causa do mau tempo, o helicóptero da Helifly não conseguiu chegar trazendo o Papai Noel Azul. Ele chegou a borda da caminhonete presidencial e a alegria das crianças e pais foi imensa. A distribuição de presentes e a festa foi realizada graças aos voluntários.

MIGUEL E A MACARRONADA GIGANTE
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Todos puderam saborear a macarronada comunitária comandada pelo Miguel Schiavi, um dos entusiastas das atividades da SAT, com o apoio de Dona Lenilza. Logo após o presidente Aparecido do Ó, diretoria voluntária e amigos participaram de um churrasco temperado pelo Paraná. Isto tudo é resultado da formação de um time empenhado em políticas públicas e projetos de interesse social.

CELEBRAÇÃO RELIGIOSA
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A Paróquia de Santa Cruz de Taiaçupeba informa : as missas de véspera de Natal serão as 18hs na Comunidade Nossa Senhora da Piedade e as 20hs na Matriz Santa Cruz. No dia de Natal, as 18hs na Comunidade Nossa Senhora das Brotas e as 20hs na Matriz Santa Cruz.
ECONOMIZA MOGI!!
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Apenas uma das 39 cidades da Grande São Paulo registrou consumo de água abaixo da média diária recomendada pela ONU, antes da crise do Sistema Cantareira. Dados da edição 2012 do Diagnóstico dos Serviços de Água e Esgoto, divulgado neste mês pelo Sistema Nacional de Informações sobre Saneamento (, revelam que, com exceção de Mairiporã, todos os municípios da Região Metropolitana extrapolaram o gasto ideal por dia de 110 litros por pessoa. Há casos, como o de Mogi das Cruzes, onde o consumo de água diário chegou a 371,2 litros por pessoa, o equivalente a 42 minutos de banho com o chuveiro ligado. Já na capital, o gasto foi de 190,3 litros por habitante.

VAI FALTAR
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A falta d'água no Estado de São Paulo afetou 23% dos paulistas nos últimos três meses. O índice sobe para 35% na região metropolitana, contra 30% na capital e 14% no interior. O problema é duas vezes maior entre as famílias de menor renda, atingindo 12% dos que ganham mais de dez salários-mínimos e 25% entre os que recebem até um salário. Os dados são de pesquisa do Instituto Data Popular, que ouviu 18.534 pessoas em 70 cidades do Estado. Pelo levantamento, 59% dos paulistas acreditam que sofrerão com falta d'água até o fim do ano.

FALTA CIDADANIA
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Em meio à severa crise hídrica que atinge São Paulo, uma região rica foi a que menos economizou água na cidade. Designada "Jardins" na divisão por setores de abastecimento da Sabesp, a área se situa na zona oeste e abrange não só os jardins Paulista, Europa e América, mas também Alto de Pinheiros, Lapa, Sumaré e Perdizes. Nesses locais, o consumo médio por residência caiu apenas 7,4% entre janeiro e junho, passando de 19.550 para 18.110 litros, segundo levantamento divulgado pela Sabesp.

CAMPEÃ DA POLUIÇÃO
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Avaliação da Organização Mundial da Saúde em 1600 centros urbanos alerta que a poluição do ar está piorando em todo o planeta; a cidade brasileira mais poluída seria Santa Gertudes, no interior de São Paulo.
FLORESTA RIPÁRIA
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Em áreas com floresta contígua a cursos d’água bem protegida, basta colocar algumas gotas de cloro por litro e obtemos água de boa qualidade para consumo. Já em locais com vegetação degradada, com a bacia hidrográfica do rio Cotia, na Região Metropolitana de São Paulo, é preciso usar coagulantes, corretores de pH, flúor, oxidantes, desinfetantes, algicidas e substâncias para remover o gosto e o odor. Todo o serviço de filtragem prestado pela floresta precisa ser substituído por um sistema artificial e o custo passa de R$ 2 a R$ 3 a cada mil metros cúbicos para R$ 200 a R$ 300.

MATA ATLÂNTICA
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Com menos de US$ 200 milhões por ano, o Brasil poderia restaurar a Mata Atlântica em propriedades agrícolas a ponto de recuperar 30% da cobertura florestal em 7,8 milhões de hectares do bioma. Essa porcentagem seria suficiente para manter, nas propriedades rurais, a biodiversidade e os serviços ambientais em níveis semelhantes aos encontrados em áreas de proteção.

Tempo

hb Tempo

Cartão

cartanonovo Cartão

Natal

natalherodoto Natal

NAVALHADA DO DIA

A LISTA DE PAULINHO

Paulo Roberto Costa prestou 80 depoimentos na Polícia Federal.

Faz parte da delação premiada com a justiça.

Finalmente, o Estadão teve acesso a lista dos políticos.

Tem gente grossa, ministros, ex-ministros, governadores, ex-governadores.

Deputados e senadores da base aliada e outros partidos.

Os atuais presidentes do congresso, do senado e da câmara dos deputados.

Alguns desses nomes são cotados para ocupar um ministério do futuro segundo mandato da presidente Dilma.

Enfim a água bateu no pé dessa gente.

É verdade que ninguém é culpado até que o Supremo faça um julgamento.

Com plenos direitos de defesa.

Com  o acompanhamento da imprensa e a transmissão ao vivo da televisão.

Na sua opinião, essas denuncias comprometem a escolha deles para ser ministro?

Mande sua opinião para o nosso what´s app 942 128 782 ou no Blog do Barbeiro, que sou eu.

Boas Festas

boasfestas Boas Festas

Convite

convite2 Convite

Corrupção

Raimundo Hermes Barbosa presidente da FADESP fala da Operação Lava Jato 1024x768 Corrupção

Raimundo Hermes Barbosa, presidente da FADESP, fala da Operação Lava Jato

Entrevista

igor Entrevista

Igor Fuser, professor do curso de relações internacionais fala da Retomada das relações diplomáticas entre EUA e Cuba

O PRÍNCIPE FOI DEPOSTO

Cai o rei de ouro, cai o rei de espadas. As mídias tradicionais estão sofrendo o efeito dominó. Primeiro foram os jornais que constataram a fuga dos grandes anunciantes e a queda do faturamento. Há uma hemorragia de assinantes ainda não estancada. A próxima pedra a cair é a tevê tradicional, o príncipe eletrônico do Século 20, como dizia o grande mestre Octavio Ianni.  Ela esta apoiada em grandes equipes de produção, jornalistas em todas as atividades ainda que rareiem  os recursos para bancar essa custosa atividade, para falar apenas dos programas informativos . Essa estratégia resistiu a décadas, mas se esgotou. Algumas emissoras tradicionais ainda seguram o faturamento com grandes eventos como compeonato de futebol, espetáculos musicais para grande público, corridas automobilísiticas e acontecimentos esportivos como a Olimpíada.

Graças a nova tecnologia digital, as plataformas na internet, nasce o jornalismo cidadão. Ele é uma das consequências das mudanças velozes que ocorreram no ecossistema jornalístico.Ele é um emissor de informações que podem chegar tanto a um blog como a uma empresa tradicional de comunicação.  A qualidade do vídeo das emissoras em HD deixou de ser um atrativo como no passado. O conteúdo, a narrativa, a relevância do tema, se sobrepõem aos efeitos especiais, edição rocambolesca, som quadrifônico e outras maravilhas do século passado. Há muitas experiências em curso, por exemplo, os vídeos de sistema de segurança de lojas e postos de gasolina que mostram assaltos. As câmeras das rodoivias competem com a gravação de acidentes ou de ação policial. A pequena câmera digital acoplada ao smart phone veio para ficar e ter uma participação cada vez maior. mais ágil. É por excelência o novo captador de fatos sociais que interessam ao público.

O cidadão portador de um emissor tipo smart phone  transmite informações  e quando aprende o que é noticia vira jornalista. Mesmo sem entrar em faculdade ou ter uma carteirinha carimbada, selada e registrada no vetusto livro da DRT. Ele faz jornalismo, se entender os limites éticos do que divulga, o interesse público e a perseguição da isenção. A resistência para utilizar essas reportagens cidadãs  se enfraquece mesmo nas tevês tradicionais , acostumadas ao que chamam de padrão de qualidade estético.  Já há reportagens, nas tevês tradicionais,  cuja narrativa é  coberta com imagens dessa nova mídia, como nas manifestações  que ocorreram em São Paulo e Rio de Janeiro. Ou a depredação do estádio Itaquerão pelos vândalos. E vem muito mais por aí . Obviamente a qualidade da imagem é inferior, mas que empresa de comunicação hoje poderia manter tantos  repórteres, iluminadores, motoristas  e cinegrafistas espalhados pela cidade ou pelo pais? Além disso acirra-se a competição entre a velha e a nova mídia, o que é bom para a diversidade de versões , logo para a democracia.