25 mai 09h53

COMEÇA HOJE O FESTIVAL DE OUTONO

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As escolas da região participam hoje e amanhã do Projeto as Quatro Estações, uma parceria da SABESP com a SAT.

Dez grupos foram convidados para desenvolver tarefas relacionadas ao meio ambiente, defesa do manancial e reciclagem do lixo. Todo o material arrecadado será destinado a entidades públicas.

 Veja a programação:

Hoje 16h00 - Abertura com a apresentação dos jurados

16h30 - Apresentação das equipes (primeira chamada e verificação dos integrantes das equipes);

17h00 - Atividades da gincana - pesagem e medição dos materiais solicitados nos envelopes A e B;

17h10 - Cine Pipoca 18h30 - Apresentação do Balé

19h00 - Teatro Amanhã 09h00 - Abertura com a apresentação dos jurados e recepção das autoridades

09h20 - Apresentação das Equipes (primeira chamada e verificação dos integrantes das equipes)

09h40 - Abertura com o Hasteamento da Bandeira Nacional pelos G.E. Curupira com o Hino Nacional Brasileiro apresentado pela Capoeira

10h00 - Palestra Ambiental - Tema: Rio + 20 com John Emilio, da Sabesp

11h00 - Apresentação da capoeira

11h30 - Atividades da gincana solicitados nos envelopes C

14h00 - Entrega dos prêmios e encerramento da gincana

PRÊMIOS PARA ALUNOS E PROFESSORES

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Todos os professores que orientaram o grupo vão receber um tablet e todos os integrantes dos grupos primeiro e segundo colocados também recebem um equipamento eletrônico e uma camiseta da SAT/Sabesp. A festa é aberta a toda comunidade. Venha torcer e traga sua família.

PROJETO AS QUATRO ESTAÇÕES VAI PROSSEGUIR

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O projeto foi apresentado em uma reunião da ONU, em Nova York, e vai fazer parte de um relatório que a SAT vai levar na Rio Mais 20, em junho. A organização da gincana foi um esforço da equipe da SAT que se desdobrou em prol de um resultado cidadão e de interesse público.

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24 mai 16h01

Como você sabe e nós temos batido aqui, um parlamentar custa para nós contribuintes muito mais do que o salário que recebe. Um senador, por exemplo, nomeia uma carrada de assessores para os chamados cargos de confiança. Outros poderes fazem a mesma coisa.

O critério, geralmente, é o cumpadrismo político, puxa saquismo e outros vícios da nossa democracia. Pelo menos essa turma de assessores poderia sofrer um pente fino.

A Comissão de Justiça do senado aprovou um projeto que vai aplicar o critério da ficha limpa para esses funcionários. Se vale para o deputado ou senador, por que não vale para os assessores?

Se uma determinada pessoa não pode se eleger porque é um ficha suja, por que pode ficar pendurado em um cargo, geralmente muito bem remunerado?

Neste caso você pode mandar um e-mail para o seu senador, pedindo pressa na votação e a cópia você posta no nosso twitter.com/jornalrecnews.

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23 mai 17h34

Hoje o Jornal da Record News completa um ano no ar. Somos um grupo de jornalistas e técnicos empenhados em fazer um programa balizado pela ética e que busca cotidianamente a isenção, o interesse público e a relevância dos assuntos aqui divulgados.

Somos uma equipe que tem consciência das transformações que as  comunicações sofrem com a fase da internet e da era digital. Por isso o jornal é transmídia, transmitido ao mesmo tempo, ao vivo, na Record News e no portal R7.com.

Isto nos permite a utilização de todas as redes sociais como o Facebook, Twitter, e-mail, blogs e sites para que o telespectador/internauta interfira com suas críticas e sugestões de pauta.

Nos empenhamos diariamente para divulgar opiniões divergentes e provocar a reflexão e o espírito crítico, para isso nos guiamos pelo lema que todos falam.

Nossa equipe respeita outros espaços jornalísticos na concorrência e têm certeza que dá uma pequena contribuição para o desenvolvimento da democracia no nosso país.

Como sempre, você faz os comentários que julgar que deve fazer no twitter.com/jornalrecnews.

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23 mai 09h17

A sociedade contemporânea está entrando na terceira fase da revolução industrial. Isto vai, mais uma vez, modificar a maneira pela qual a produção é concebida. No final do século XVIII, com a mudança no modo de produção capitalista, a produção doméstica nas casas de campo da Inglaterra, foi sugada para as primeiras fábricas de tecidos. Mão de obra e maquinaria se juntaram em grandes galpões, a produção aumentou e as cidades incharam rápida e dolorosamente. Esse processo deu novo salto qualitativo com o advento da sociedade de massa, já no início do Século XX. O símbolo dessa fase foi a produção do carro da Ford, modelo T, em uma linha de produção, onde o chassis entrava em uma ponta e o carro saiu pronto na outra. O consumidor podia escolher a cor que quisesse, desde que fosse preta. Uma avalanche de produtos .Estas duas etapas deixaram as populações urbanizadas, mais ricas, competitivas, consumista, mas não as fez mais feliz. Agora o capitalismo do século XXI prepara no seu bojo mais um salto qualitativo em direção a uma terceira revolução industrial. Suas evidências são a convergência de tecnologia, softwares cada vez mais ágeis, novos materiais , robôs mais completos, a comunicação via internet e novos processos produtivos como a impressão em 3 D, como lista a revista The Economist.

A fábrica do passado era capaz de produzir um mar de produtos semelhantes, massificados, com as mesmas características e o consumidor se sentia atendido. Muita gente queria os produtos eletrônicos de baixo preço, ainda que fossem estandartizados e não se percebesse a diferença entre um e outro. A fábrica, ou oficina do futuro, vai ser muito mais parecida com a velha produção doméstica inglesa, do que com as grandes fábricas de Detroit, Manchester ou Sanghai. O futuro aponta para a produção costumisada, com um consumidor diferenciado, segmentado de acordo com suas posses, visão de mundo, necessidades específicas, crenças e desejos. Vai ocorrer um fracionamento na produção e por isso grandes fábricas não vão se adaptar a essa nova configuração do sistema industrial. Vão se tornar ante econômicas. Isso já é possível graças a tecnologia informática que permite que um produto seja desenhado em um computador, enviado por e-mail para outro computador e impresso em uma impressora de 3D. Essa máquina que hoje imprime, vai “fabricar” um produto como mostram os testes. O consumidor vai poder escolher o desenho de uma chave de fenda, com desenho personalizado, comprar o direito de reprodução , e “imprimi-la “ em sua casa. Não vai precisar ir a uma loja de ferramentas, nem comprar um modelo comum. Para produzir chaves de fenda precisa da “impressora “ 3 D e o material que vai ser moldado. Enfim, a “fabrica” como conhecemos hoje vai acabar. A produção não.

Com essa nova tecnologia e montagem de produtos, de posse de poucas ferramentas informáticas já é possível produzir em uma vila do interior da África ou na sua garagem. Uma equipe de engenharia no deserto, ou em plataforma de petróleo em alto mar, pode “imprimir” boa parte das peças de manutenção que precisarem, O mesmo em um supermercado. O sistema de suply chain também vai mudar.Os novos materiais serão muito mais duráveis e cada vez mais a fibra de carbono vai substituir o aço e o alumínio. Nanotecnologia, engenharia genética, e outros avanços moldam a terceira revolução industrial. Isto quer dizer que os empregos não estarão nas fábrica. Vai haver um refluxo e os produtos não vão mais ser fabricados necessariamente na China. Haverá uma tênue separação entre serviço e produção. Há uma volta à produção local, porém dentro de novos parâmetros. O processo histórico está novamente se acelerando, o que sinaliza que vivemos em uma fase de transição de uma organização econômica para outra. Os novos condicionantes estão sendo desenvolvidos cabe a cada um de nós entendê-los para não ser atropelado no futuro.

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22 mai 18h40

Mais de uma vez você ouviu que o sistema penitenciário existe para recuperar as pessoas para que possam viver em conjunto social.

 No entanto, um relatório do Conselho Nacional de Justiça mostra o contrário. E Goiás, na maior penitenciária do Estado, são os presos que dão as ordens.

Eles definem, por exemplo, onde ficam  os presos novos. Por isso, em uma cela onde cabem duas pessoas , eles amontoavam 35. Tinha gente até pendurado no teto.

 Do outro lado, os presos manda chuvas, tinha celas com geladeiras, churrasqueiras, televisão, fogão à gás e outras regalias.

 O pátio destinado a banho de sol está atulhado de lixo. Este é o cenário encontrado pelo CNJ em Goiás. Há outras aberrações em outras cidades. O que precisa ser feito para mudar o sistema penitenciário para se tornar um recuperador de pessoas?

Se você tem uma proposta  diga no twitter.com/jornalrecnews.

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21 mai 16h43

Maus funcionários públicos federais estão na mira da Controladoria Geral da União. O número de funcionários punidos com demissão, continua batendo recordes.

No mês passado 46 funcionários foram expulsos pelos mais diversos motivos. Nos últimos três anos  já houve mais de 3 e 600 punições, com expulsão do serviço público.

 Na iniciativa privada é mais comum a rotatividade de trabalhadores, quando muitos deles ou pedem demissão ou são demitidos.

O combate à corrupção e à impunidade são metas da Controladoria Geral da União. Os números estão publicados no site da CGU para que todo cidadão possa acompanhar os motivos e os números das demissões, afinal, é o cidadão que mantém todos com o pagamento de impostos, ou seja, ele é o patrão, ainda que muitos não entendem isso.

Exemplos como esse podem ser seguidos por governos estaduais e municipais? Entre no debate no nosso twitter.com/jornalrecnews.

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18 mai 09h01

ALICE E PEDRO LIDERAM GINCANA

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Alice e Pedro são os diretores da SAT que lideram a gincana do Taiafest-Outono. O evento faz parte do Projeto As Quatro Estações, patrocinado pela SABESP. No sábado, a partir das 16h, o juri confere as primeiras tarefas dos dez grupos de inscritos.

No próximo domingo, as 9h a competição entre os grupos . O grupo de escoteiros Curupira faz o hastemento da bandeira, a capoeira do Baiano faz a primeira apresentação . Em seguida Jonh Emílio, da SABESP faz uma palestra sobre o meio ambiente para todos os alunos das escolas e convidados.

TUDO PRONTO PARA O TAIAFEST

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Muita música, teatro, filme e descontração no próximo sábado a partir das 16hs. No domingo os dez grupos, com cem componentes fazem as apresentações que foram listadas em três envelopes distribuídos. Os grupos também vão cantar, dançar, desfilar roupas recicláveis

OS PRÊMIOS DO TAIAFEST- OUTONO

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Graças ao apoio da SABESP, cada professor tutor de grupo recebe um tablet. Cada escola um troféu de participação. Cada aluno uma medalha de honra ao mérito ambiental.O grupo primeiro colocado dez MP 4 e segundo colocado dez celulares.

HISTÓRIA DA SAT EM LIVRO

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A história da refundação da SAT, Sociedade Amigos de Taiaçupeba, e da Caramelo Taia FM, a comunitária do distrito, são contados no livro O Que A Vida Me Ensinou, da Saraiva. O livro foi lançado em uma palestra na Feira do Livro de Suzano. Moradores como Zé Ferro, Germano, Aparecido, Ariana, Mayra e muitos outros são citados no capítulo sobre participação comunitária.

NOVAS REGRAS NA PORTARIA

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De acordo com a SABESP a portaria agora tem novo funcionamento. Apenas os carros da empresa têm acesso direto no Centro Integrado de Sustentabilidade Um Fio de Esperança. Todos os demais carros, inclusive da diretoria da SAT,vão ser parados na cancela, e anotados nome do motorista, placa, hora de entrada e de saída. Crachás vão ser distribuídos pela secretaria.

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10 mai 07h55

Os países mais ricos do mundo consomem excesivamente. Os países pobres não. Os países ricos têm o crescimento populacional controlado. Os países pobres não. Obviamente isto é um reducionismo uma vez que os ricos dos países pobres também consomem muito e os pobres dos países ricos têm muitos filhos. Mas sem dúvida é o início da pintura de um cenário que não é possível viver em um planeta sustentável com essas nuances. Um grupo de cientistas da Royal Society elegeu esses como os dois maiores desafios para a sobrevivência da sociedade atual e futura, ao lado do evelhecimento da população. O mundo atualmente é avaliado através do  do PIB- o Produto Inteno Bruto – ou seja a soma de todas as riquezas produzidas por um determinado país. Crescimento ou recessão são frutos do comportamento do PIB e que desencadeiam uma série de consequências para o bem ou para o mal. Portanto, aparentemente a solução para a ameaça contra o planeta seria de diminuir o consumo, o número de filhos, reduzir o desperdícios de comida, do desmatamento, etc.

O capitalismo, desde a sua orígem, é um sistema sem limites. Todas as empresas querem crescer dez por cento mais do que no ano anterior. Repetem esse mantra todo ano. Quando as metas não são alcançadas os funcionários não recebem participação no resultado e diretores são demitidos. Crescer é preciso. Assim o teto é infinito para o resultado, faturamento, produção, produtividade, giro de capital, juros, matérias primas, produtos primários e por aí vai. Contudo como pode um planeta de recursos finitos conter uma economia infinita? Como um bilhão de seres humanos que vivem abaixo da linha da pobreza, podem usufruir do consumo de produtos básicos? A pegada ecológica diz que já usamos uma vez e meia o que a Terra é capaz de repor. Isto pode nos levar para o fim da resilência do planeta, isto é, pode perder a capacidade de recuperação. Se todo mundo consumisse o que os americanos consomem, seriam necessários cinco planetas Terra.

Com tanto consumo, acumulação, luta pelas riquezas, o ser humano é feliz? Para responder seria necessário propor a substituição do PIB pelo FIB, a Felicidade Interna Bruta. Além das riquezas materiais seria medidos o bem estar da população, o grau de satisfação do povo e se são ou não felizes. O Butão, pequeno país budista no norte da Índia, já utiliza o FIB. Levou a ídéia na ONU e tem o apoio de 69 paíes do mundo e há um Instituto na Universidade de Columbia preparando uma sistemática para medir o FIB. Se é ou não uma utopia, não vai demorar muito tempo para se verificar. O aquecimento global é uma realidade e em poucas décadas seus efeitos vão ser mais incisivos. Isto vai obrigar a todos, especialmente governos e corporações a reavaliar a possibilidade de mudar o paradigma econômico mundial, ou seja, gerir uma economia com parâmetros finitos em um planeta finito. Uma tarefa para ser acrescentada em mais um dos trabalhos de Hércules, mas impulsionada pela necessidade de se preservar o único lugar, por enquanto, que o ser humano pode sobreviver.

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4 mai 14h31

Nós já mostramos a você no Jornal da Record News que a justiça britânica proibiu um torcedor de entrar em estádio de futebol por três anos. Ele foi condenado por baderna.

O exemplo está sendo seguido no Brasil. A Justiça fluminense proibiu 32 taxistas  de se aproximarem do aeroporto do Galeão. Eles foram punidos porque causavam confusão na área de embarque e desembarque do aeroporto. Eles praticavam o “jóquei” isto é aliciavam nos corredores do Galeão passageiros para os seus taxis.

Vários taxistas cobravam o que queriam dos passageiros, principalmente estrangeiros. Dois deles tentaram matar os passageiros. Este é um exemplo que pode ser seguido tanto no futebol como no serviço de taxis de qualquer aeroporto do Brasil.

Na sua opinião isso funciona? Entre no debate no twitter.com/jornalrecnews.

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3 mai 18h22

Nenzim, prefeito de Barra do Corda foi condenado a 8 anos de cadeia. Barra do Corda é um dos mais pobres municípios do Maranhão, um dos Estados mais pobres do Brasil.

Ele gastou 80 mil reais para contratar uma banda para animar o Carnaval. Sem licitação, contratou uma empresa de contabilidade pela módica quantia de 55 mil.

Ele confundia a conta pública com a sua particular e saia gastando com combustível, merenda, material escolar e até locando imóveis. Ele alegou que todos os gastos foram para o bem da população de Barra do Corda.

A Justiça não quis saber, mas até agora Nanzim está em local incerto e não sabido. Fugiu. Será que agiu de boa fé quando fez todos esses gastos?

O debate está aberto no twitter.com/jornalrecnews.

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