27 outubro 2009
A terra do ladrão de estepe
Publicado por: Celso FreitasTemos mostrado com frequência, aqui no jornal, imagens que flagram atitudes às vezes suspeitas e outras até criminosas.
Hoje, foi a imagem do ladrão roubando estepe de carros estacionados num prédio. Ação rápida e o "larápio" - como diriam os antigos locutores de rádio - vai embora com o pneu.
Tem sido grande a propagação de câmeras de segurança. São circuitos de órgãos públicos e muitos deles particulares a nos vigiar feito o romance "Grande Irmão", de George Orwell.
Recentemente, o repórter Vinicius Donola, contou quantas delas existem para quem vai de carro entre o bairro do Leblon até a cidade de Niterói, no Rio de Janeiro.
O desenvolvimento da tecnologia permitiu o barateamento tanto das câmeras como do armazenamento das imagens geradas. Daí a propagação das mesmas.
Longe de ser um instrumento de constrangimento, elas têm sido excelente para a segurança e até para o pronto atendimento em rodovias, pontes e mesmo nas ruas, não só das grandes cidades como também dos pequenos municípios.
A televisão tem se valido destas imagens para denunciar crimes e bandidos. E para a Justiça, as imagens de delitos já são consideradas provas.
O bom mesmo seria não precisarmos delas, mas já que as câmeras estão aí de olho em tudo e em todos, a esperança é que nós tenhamos cada vez mais transparência, principalmente em Brasília, a terra do ladrão de estepe - aquele de quem falamos lá no início. Tecnologia é sempre bem-vinda seja para recuperar um pneu velho ou a dignidade.











