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12 novembro 2009

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Viajar é aprender!

Publicado por: Ana Paula Padrão

Olá internauta!

Quem viaja muito para outros países sabe o quanto um pequeno gesto pode significar coisas inteiramente diferentes em cada cultura.

Para alguns povos, como os talilandeses, mostrar a sola do pé ou do sapato é uma profunda falta de educação. Nas teocracias islâmicas, como a Arábia Saudita ou o Irã, não se deve nem apertar a mão de uma mulher - muito menos beijá-la no rosto!

Os hábitos de consumo também podem ser inteiramente diferentes. Outro dia contei aqui que, nesta minha última viagem ao Butão, perdi três quilos em sete dias por que não consegui me adaptar à quantidade de pimenta na comida local!

No Alaska, nas comunidades esquimós, a grande iguaria culinária é a gordura da baleia, que com certeza a maioria dos brasileiros consideraria intragável!

E o que dizer dos povos que comem carne de cachorro?

Não é incomum, na Ásia, encontrar restaurantes que anunciam, naqueles cardápios na porta do estabelecimento, que oferecem o prato.

É o caso da Coréia do Sul. Na Coréia do Norte, país onde a fome ainda mata muita gente, carne de cachorro ou de qualquer outro animal é muito bem-vinda.

Na China a história é parecida. O histórico de falta de alimentação farta justifica um ditado local que diz: "se tem quatro pernas e não é mesa vai pra panela."

Mas é também viajando que a gente aprende que um outro ditado faz todo o sentido: "na França, como os franceses!" Isso quer dizer que não se deve atropelar as regras, costumes e leis locais para fazer prevalecer nossa própria cultura.

A história do casal que abatia cães e gatos para vender a carne a restaurantes coreanos, na grande São Paulo, é revoltante não só pela crueldade que representa para nós mas também, e principalmente, porque revela um profundo desprezo às leis brasileiras. No Brasil isso é crime!

Os frequentadores dos restaurantes que compravam a carne, na maioria asiáticos, sabiam o que estavam comendo e mesmo assim compactuavam com a ação criminosa. Deveriam ter mais consideração com o país que os acolheu - se não por pura polidez, ao menos para não parar atrás das grades.

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