25 mai 19h35
Há quase 60 dias uma família busca respostas e evita acreditar em uma hipótese: suicídio. Em 1º de abril, Jhessica Freitas, de 20 anos, foi encontrada morta por enforcamento dentro do armário de uma casa em Great River, perto de Nova York, onde trabalhava como babá.
Os pais estão inconformados com o ritmo das investigações. O suboficial da Marinha João Vieira da Silva esteve nos Estados Unidos e conseguiu a liberação do corpo da filha para o enterro no Rio de Janeiro, que ocorreu em 7 de abril.
Ele ouviu também a promessa de que as autoridades norte-americanas apurariam o caso com afinco, mas ficou indignado com a conclusão de que a menina teria tirado a própria vida.
Tanto João quanto a mulher, Cristiana, têm certeza de que Jhessica não cometeria suicídio, pois a moça estava cheio de planos, gostava do emprego (cuidava de três crianças, sendo uma com necessidades especiais) e tinha acabado de passar no vestibular para Psicologia. A jovem se comunicava com os pais quase que diariamente. Na última conversa, em 29 de março, demonstrou entusiasmo, conforme contou a mãe.
Como tentativa de desvendar a morte, os pais procuraram o Itamaraty e a Secretaria Nacional de Direitos Humanos, mas obtiveram pouco sucesso. Agora, eles apelam para a imprensa, na busca por forçar a continuidade nas investigações. Reveja:












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