Abandono do cigarro

Marcos Pereira Perfil R7 13 Abandono do cigarroO hábito de fumar tem ganhado cada vez menos adeptos no Brasil. Uma pesquisa inédita feita pelo Ministério da Saúde e pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) ouviu mais de 60 mil pessoas e mostrou que o índice daqueles que consomem cigarros ou outros produtos derivados do tabaco chega a ser 20,5% menor do que o registrado há cinco anos.

Entre os adultos que foram entrevistados, 14,7% afirmaram ser fumantes. Em 2008, essa porcentagem era de 18,5%. Os maiores números de fumantes estão entre os homens, na faixa entre 40 e 59 anos, que totalizam 19,4%. Aqueles que disseram que tentaram largar o vício nos últimos 12 meses formam 51,1% dos entrevistados.

O Brasil é o segundo maior produtor mundial de tabaco. A fumaça do cigarro tem cerca de 4.700 substâncias tóxicas e radioativas, o que pode provocar vários problemas de saúde como gastrite, úlceras, hipertensão arterial, infarto, cáries, câncer de boca, de laringe, de estômago e de pulmão e até levar a morte.

O Ministério da Saúde destinou R$ 41 milhões para compra de medicamentos, como adesivos, pastilhas, gomas de mascar e a substância bupropiona. Todos distribuídos gratuitamente, o que permitiu que 45 mil tabagistas fossem tratados só neste ano.

Cerca de 200 mil pessoas morrem por ano no país por causa do tabaco. Entre as recentes medidas que o governo tem feito para diminuir esse número, destaco a Lei Antifumo, um decreto da presidente Dilma Rousseff, que entrou em vigor em dezembro deste ano e que já tratei aqui no blog.

A nova legislação torna os ambientes fechados de uso coletivo 100% livres de tabaco. Isso quer dizer que a saúde de fumantes passivos está protegida de inalar a fumaça tóxica. Também auxilia na diminuição do vício entre os brasileiros. E, claro, menos pessoas irão morrer em decorrência do cigarro.

Para termos uma ideia sobre o poder de destruição da tragada, 90% dos casos de câncer de pulmão, uma das principais causas de morte por câncer entre os homens brasileiros, estão ligados ao fumo. Abandonar qualquer vício não é tarefa simples. Mas, o primeiro passo é descartar a informação de que será muito difícil ou até impossível alcançar esse objetivo.

Deixo em aberto para todos refletirem: como largar um vício pode impactar positivamente o meu projeto de vida e tudo mais à minha volta? O resultado é possível de ser alcançado, basta ter força de vontade. Comece 2015 livre do cigarro.

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Tupi or not tupi?

Marcos Pereira Perfil R7 13 Tupi or not tupi?Nos dias de hoje, mais de 150 dialetos são falados pela população indígena no Brasil. Apesar de a língua oficial em nosso país ser o português, um levantamento feito desde 2009 pelo Museu do Índio, órgão responsável pela documentação histórica indígena, estimou que nos próximos 15 anos podem desaparecer em torno de 45 a 60 idiomas de diversas tribos.

De acordo com o Censo 2010 do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), existem 305 etnias indígenas, das quais a maior é a tikuna, com mais de 46 mil integrantes. Contudo, o contato entre diferentes povos fez com que suas línguas estevivessem cada vez mais em uma constante influência e modificação, o que pode também contribuir para a sua extinção.

Em meio a essa diversidade, não podemos esquecer que a língua materna de um povo é como uma chave para a história daquela nação. E, segundo os linguistas que trabalham no projeto do Museu do Índio, existem idiomas, inclusive na Amazônia, que há apenas cinco ou seis falantes e estão também próximas do desaparecimento.

Os estados de Roraima, Mato Grosso do Sul e Rondônia também estão com as línguas minoritárias ameaçadas. Podemos perceber a necessidade de se manter condições adequadas de reprodução, proteção e respeito com a preservação desses povos. Um terço dessas línguas estão sumindo aos poucos. E, se a estimativa se suceder, será uma perda irreparável para nosso país.

Sabemos que tanto para a cultura indígena como para todos os brasileiros, se não houver uma melhoria no planejamento e um resgate na estrutura de projetos já criados, entre eles, programas educacionais, treinamentos e distribuição de material didático específico para cada tribo, estaremos desperdiçando a vitalidade, os costumes e a cultura dessas tribos.

Por vezes, usamos palavras de origem indígena sem perceber. São nomes ligados ao espaço geográfico, como Pindamonhangaba, Itapeva e Aracaju. À flora: abacaxi, mandioca, imbuia. À fauna: quati, capivara, tatu, sabiá. Passamos de uma geração para outra a herança da influência indígena, mas não valorizamos sua importância histórica.

Hoje, o maior golpe para a existência desses idiomas não está mais relacionado ao extermínio da população minoritária indígena, mas sim a preservação do conhecimento. É o nosso patrimônio linguístico-cultural que está em risco e com ele toda a história de nosso povo. Deixemos uma reflexão: seriam estes apenas idiomas moribundos? Será mesmo?

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Segurança pública em xeque

Marcos Pereira Perfil R7 13 Segurança pública em xequeMais um policial é assassinado em dia de folga no Rio de Janeiro. O PM conduzia seu veículo com a família pelo Centro de Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense, quando foi abordado por dois criminosos em uma motocicleta. Houve troca de tiros, um deles atingiu o policial, que não resistiu. Um adolescente de 15 anos é suspeito de participar da ação.

Só neste ano, 107 policiais militares foram mortos em todo o estado. Destes, 90 estavam de folga. O número chega a ser o triplo de mortes registradas em confronto no mesmo período. Isso nada mais é do que o resultado de abordagens mal planejadas e violentas das próprias polícias do Estado.

É papel do governo incentivar um policiamento que mate menos e que não esteja exposto a nível de imprevistos. O volume de mortes de PMs, mesmo fora de serviço, pode ser considerado um fruto, entre outros fatores, desta própria lógica e estratégia de defesa "mata-mata", em que um reage ao outro.

Sabemos que seis anos depois da implantação das UPPs - Unidades de Polícia Pacificadora - nas 36 comunidades do Rio de Janeiro, o número de homicídios e a taxa de criminalidade diminuíram, mas não o suficiente.

Devemos pensar no conjunto da obra. A violência exacerbada que assistimos todos os dias nos noticiários só exprime a má administração pública no adiantamento e recuperação de serviços. As condições de vida precárias e ausência de infraestrutura nesses locais, não só no estado do Rio, mas do país, contribuem para o problema.

A melhoria de serviços básicos como saúde, creches, saneamento, iluminação pública, correios e coleta de lixo precisam ser melhor planejados pelas autoridades. Como podemos pensar em um lugar comum seguro a todos, se a atenção básica não está sendo cumprida?

Direitos Universais

Marcos Pereira Perfil R7 13 Direitos UniversaisNa última quarta-feira (10), comemorou-se o Dia Internacional dos Direitos Humanos que visa homenagear o esforço e a luta dos cidadãos defensores do fim de todos os tipos de discriminação, promovendo a igualdade entre todos.

A Declaração Universal dos Direitos Humanos existe há 61 anos e funciona como um paradigma para a sociedade viver em harmonia. Objetiva alcançar, como consciência do que é indispensável, a garantia da democracia em nível nacional e a paz mundial.

Somos todos seres humanos, mas não iguais. E se somos diferentes, por que não aceitar nossas dessemelhanças? Por que, então, vivemos com medo da violência urbana e da brutalidade dos homens? Será tão inatingível uma sociedade livre, justa e solidária?

Muitas das mobilizações feitas ao longo desses últimos meses foram reflexos da insatisfação geral dos brasileiros quanto a ineficiência da alocação de recursos públicos destinados à educação, saúde e habitação, a alta dos preços, a corrupção e a falta de representatividade no governo.

Tais atos tornam-se o retrato de uma realidade assimétrica no país, que se insere em nada mais do que o desejo por um espírito de mudança. De um jeito ou de outro, percebe-se que a população quer ver resultados, e não apenas promessas. Não deve haver mais o forte e o fraco. Somos todos um. Todos são iguais perante a lei.

A transformação só começará a valer se partir de nós mesmos e da maneira como enxergamos e tratamos o nosso próximo. Isto é, pela igualdade de direitos entre cor e gênero, e na promoção do progresso político e social através do respeito ao direito à vida, à liberdade e à segurança pessoal.

A questão é: até quando viveremos numa incredibilidade constante em nosso país? Tudo muda quando criamos um ponto de vista concreto. O que você faria para fazer um Brasil melhor?

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País sobre rodas

Marcos Pereira Perfil R7 11 País sobre rodasExistem hoje no Brasil um total 45,4 milhões de automóveis. Um para cada quatro habitantes. Há dez anos, essa proporção era calculada por sete habitantes. De acordo com a Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), a frota não vai parar de crescer.

Mentalize esta imagem: 95,2 milhões de veículos circulando pelas ruas. Essa é a previsão para daqui a 20 anos. São duas vezes e meia a mais da quantidade atual que já contribui para o engarrafamento das principais vias das cidades. Só no ano passado, foram registradas 2,7 milhões de novas placas.

Os congestionamentos são caros e atrapalham o crescimento do país. Custam tempo e dinheiro. Limitam o direito de ir e vir do cidadão e prejudicam a saúde da população. São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília e Recife são as capitais que mais sofrem com o crescimento contínuo.

Imagine o impacto ambiental que este volume de veículos irá causar ao meio ambiente, em especial, quando falamos de poluição sonora e do ar. O trânsito excessivo nas grandes cidades gera consequências que podem ser mais graves do que atrasos ou transtornos enfrentados diariamente pelos motoristas.

Se hoje é normal vermos muitos carros nas ruas com apenas uma pessoa dentro, imaginem em 2034 como está previsto. Será um caos total. Sabemos que isso também se deve à falta de estrutura e a má qualidade dos transportes coletivos públicos de todos os estados. Até quando vamos andar pelo caminho mais fácil?

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O gargalo da educação no Brasil

Marcos Pereira Perfil R7 1 O gargalo da educação no BrasilMetade dos adolescentes não concluiu o ensino médio no Brasil. É o que revela um levantamento feito pela ONG 'Todos pela Educação' baseado na 'Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio', divulgada em setembro.

No ano passado, 54,3% dos estudantes com até 19 anos concluíram as etapas até o final. O sistema educacional em nosso país está se modificando aos poucos e o índice vem melhorando nos últimos anos. Em 2012, apenas 53% se formaram. Em 2009, foram apenas 51,6%.

O ensino médio tem atualmente oito milhões de alunos. Apesar do avanço, os números mostram as dificuldades que o Brasil encontra para fazer com que os jovens concluam o segundo grau na idade certa.

O estudo também mostrou que de a cada 20 alunos que entram no ensino fundamental, apenas um deles sai com o aprendizado adequado em matemática e três deles em língua portuguesa.

Sabemos que a taxa atual está muito longe da meta estabelecida. O objetivo é que até 2022, 90% dos alunos com até 19 anos tenham o ensino médio completo. Nesse ritmo, estamos patinando em alguns décimos e vamos caminhar para uma estagnação, o que é preocupante.

Sabemos também que a deficiência nas metas de desempenho tem base na péssima estrutura das quais muitas escolas se encontram no Brasil. Estamos sempre na média ou abaixo dela nos rankings desse tipo de avaliação.

As desigualdades representadas nas redes de ensino são apenas um recorte de outras feições da desigualdade na sociedade. É preciso se adequar ao tempo e ministrar os conhecimentos básicos necessários de maneira homogênea.

A formação adequada de professores, contratação de mais profissionais e a elaboração de uma base nacional comum para toda a educação são elementos que podem reforçar o aprendizado e acabar com a carência nas salas de aula.

É possível dar um fim na defasagem do sistema educacional brasileiro. Conhecemos os problemas e sabemos o que precisa ser feito. Então por que tudo continua como sempre? Com metas a serem estabelecidas e foco no futuro dos nossos jovens podemos ir longe.

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Juízes abusados

Marcos Pereira Perfil R7 12 Juízes abusadosNo último sábado (6), um juiz do Sul do Maranhão chegou atrasado ao aeroporto e deu voz de prisão a três funcionários da companhia aérea TAM depois de ter um voo para São Paulo negado. Ele tentou entrar na área de embarque sem autorização e foi proibido pelos funcionários. Todos prestaram depoimento e foram liberados. Em 2011, o mesmo homem foi denunciado e condenado a indenizar trabalhadores rurais que viviam em condição análoga à escravidão em sua fazenda.

No mês passado, uma agente de trânsito do Rio de Janeiro foi condenada a pagar uma multa de R$ 5 mil por desacatar um magistrado durante uma blitz da Operação Lei Seca, em 2011. Ela argumentou usando a expressão "“juiz não é Deus"” para que ele aceitasse o procedimento como qualquer cidadão. Na ocasião, ele conduzia um carro sem placa e estava sem carteira de habilitação. O juiz também é investigado pelo Ministério do Público do Rio de Janeiro por improbidade administrativa.

Sensibilizados, internautas criaram uma campanha que ajudou a profissional a pagar a indenização. Com o salário de agente de trânsito, ela não teria condições financeiras de arcar com o valor. Ao todo, R$ 40 mil foram arrecadados pelas redes sociais. A quantia excedente foi doada para caridade. Creio que aqui o saldo foi positivo, mas a arrogância de ambos os casos não são exemplos a serem seguidos.

Esses certamente são apenas dois dos inúmeros casos de abuso de poder que acontecem diariamente no Brasil. Uma frase do filósofo e político irlandês Edmund Burke cairia muito bem nesta situação: “"Quanto maior o poder, mais perigoso é o abuso"”. Em suma, o juiz é um homem comum assim como todos nós. Todos estamos debaixo da mesma lei.

A famosa frase "“você sabe com quem está falando?"” é um exemplo a não ser seguido. Diz o ditado que você conhece o caráter da pessoa pela forma como ela trata o garçom. É através dos pequenos gestos que descobrimos a índole de um indivíduo. Humildade e respeito devem ser uma constante no cotidiano de todos. Sempre. Sejam juízes ou garis.

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Qual é a do Serra?

Marcos Pereira Perfil R7 1 Qual é a do Serra?O senador eleito José Serra (PSDB/SP) revelou que jogou areia no projeto do Trem Bala que ligaria o Rio de Janeiro a São Paulo e Campinas. Sem cerimônias, o ex-governador afirmou que pediu ao Banco Nacional de Desenvolvimento Social (BNDES) a inclusão de Campinas no traçado para “atrasar” a obra, considerada por ele “uma loucura”.

Serra valeu-se da proximidade que tem com o presidente do BNDES, Luciano Coutinho, para “enfiar Campinas” no projeto e, assim, “complicar, pra ganhar tempo”, segundo as palavras do próprio senador. À época, ele era governador de São Paulo, e Dilma, patrocinadora da iniciativa, ministra chefe da Casa Civil.

São Paulo e Rio de Janeiro são dois dos estados mais importantes do Brasil. Há um tráfego intenso de pessoas diariamente, sobretudo pela ponte aérea, portanto há forte demanda. Os valores das passagens de avião para o trecho normalmente são mais caros que viagens a Brasília ou estados do Nordeste.

O que teria motivado o ex-governador José Serra a atrapalhar a viabilidade do Trem Bala? Interesse público obviamente não é. O transporte sobre trilhos é prioridade em países da Europa e no Japão, por exemplo. Resolve o problema do trânsito e barateia os custos da viagem. Polui menos e tende a ser mais rápido.

Penso que Serra deveria esclarecer os verdadeiros motivos de ter prejudicado esse importante modal que traria mais desenvolvimento por onde o traçado férreo passaria. Teria imaginado ele que o PSDB assumiria o governo federal e, assim, executaria a obra? Ou foi uma questão meramente política para responsabilizar Dilma e o PT pelo fracasso?

O povo merece saber.

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A obsessão pelo corpo perfeito

Marcos Pereira Perfil R7 1 A obsessão pelo corpo perfeito Temos visto nos últimos dias que a modelo e apresentadora Andressa Urach está internada no Rio Grande do Sul, onde passou por algumas cirurgias após sua coxa esquerda se infeccionar devido à aplicação de hidrogel. A prática estética visa preencher a face e o corpo, aumentando o volume da região e eliminando pequenos sulcos ou rugas na pele.

A medida divide opiniões. A Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP) não recomenda o uso do hidrogel para procedimentos estéticos, e que sua aplicação “deve ser restrita a procedimentos considerados reparadores”, enquanto que para alguns cirurgiões plásticos não há problema algum desde que indicação seja adequada e aplicação feita por um profissional capacitado.

De um jeito ou de outro, percebe-se que a busca pelo corpo perfeito não tem levado em conta os riscos à saúde. Andressa usou e abusou dessas práticas que quase a levaram à morte. E ela sabe disso. Agora, segundo a imprensa, ela quer se dedicar à luta contra as aplicações estéticas e ser uma espécie de “embaixadora” das mulheres que já foram vítimas e que podem vir a ser.

A modelo terá a oportunidade, pelo que tudo indica, de capitalizar isso em vida. Outras mulheres não tiveram a mesma sorte. Quem não quer ter um corpo perfeito? Qual mulher não quer se ver livre das gordurinhas? A questão é: a que preço? O melhor é condicionar uma vida saudável, com alimentação regrada e exercícios físicos regulares, e não ter que “entrar na faca” para chegar ao objetivo.

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Banho nada refrescante

Marcos Pereira Perfil R7 1 Banho nada refrescanteUma cena triste chocou inúmeras pessoas nas redes sociais na quarta-feira (3). Uma menina de cinco anos foi flagrada pelo fotógrafo Marcelo Piu, o jornal O Globo, tomando banho num bueiro com água suja no centro do Rio de Janeiro. De acordo com a reportagem, o pai da menina estaria sentado numa calçada aparentemente embriagado.

O caso, ainda segundo o jornal, sensibilizou o secretário municipal de Desenvolvimento Social, Adilson Pires. Censo realizado em 2013 mostra que ao menos 5.500 pessoas vivem nas ruas do Rio. O local do “banho” da garotinha é um dos mais movimentados da cidade, que receberá as Olimpíadas em 2016.

Com os devidos créditos, compartilho com vocês a imagem que nos entristece. A pergunta que faço é a seguinte: estamos mesmo cuidando bem das nossas crianças? O que está acontecendo com nosso país? Será que estamos avançando por um lado, mas retrocedendo pelo outro? Cabe a nós essa reflexão. Vamos cuidar desse país.

Foto: Marcelo Piu/O Globo

Marcelo Piu O Globo Banho nada refrescante

Menina se banha em bueiro sujo no centro do Rio: triste cena

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