E Rui Barbosa profetizou…

ruy barbosa blog R7 E Rui Barbosa profetizou...Em 1914, o jurista, político e escritor Rui Barbosa fez o seguinte discurso:

"De tanto ver triunfar as nulidades, de tanto ver prosperar a desonra, de tanto ver crescer a injustiça, de tanto ver agigantarem-se os poderes nas mãos dos maus, o homem chega a desanimar da virtude, a rir-se da honra, a ter vergonha de ser honesto."

A frase dita há 110 anos é tão atual quanto o jornal que foi impresso hoje. Isso porque avançamos pouco em nosso comportamento enquanto sociedade ao longo desse século. Em não raros casos houve até certo retrocesso.

Sem dúvida alguma faltou ao Brasil líderes dotados de fortes valores morais e éticos capazes de conduzir a construção e consolidação de um país mais justo. Os parcos bons resultados se perdem em meio às banalidades.

Precisamos consertar o estrago de séculos. É essencial não desistirmos da virtude. Sempre vale a pena fazer o bem. Vamos honrar nossa própria casa, avançar pelas comunidades e alcançar todo o País. Orgulhemo-nos da honestidade.

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514 anos de exploração

514 anos Marcos Pereira 560 blog r7 514 anos de exploraçãoHá certa controvérsia sobre quem foi o verdadeiro “descobridor” do Brasil e quando isso de fato se deu. A história ensinada às nossas crianças afirma ter sido o português Pedro Álvares Cabral em 22 de abril de 1500 o primeiro europeu a pisar em terras tupiniquins. Mas há quem defenda que os igualmente portugueses João Coelho da Porta da Cruz e Duarte Pacheco Nogueira teriam chegado em 1493 e 1498, respectivamente. Os espanhóis Vicente Yanez Pinzón e Diego de Lepe também podem ter se antecipado a Cabral.

Independente de quem tenha sido, o que chama a atenção é a diferença econômica e cultural entre Brasil e Estados Unidos, uma vez que ambas as nações tiveram sua origem e formação no mesmo período da história. Não tivemos, digamos, a mesma sorte dos nossos amigos norte-americanos. Quem aqui chegou não quis ficar. A única preocupação das esquadras de Portugal e Espanha era a capacidade dos navios em transportar o ouro e a prata aqui coletados. E parece que essa cultura continua impregnada no Brasil.

Os Estados Unidos nasceram da esperança em especial de povos ingleses de construir o Novo Mundo, inclusive por questões religiosas. Diferente da nossa origem, terminantemente exploratória, os colonos da América do Norte tinham em mente formar uma nova sociedade com estruturas bem definidas. Podemos, portanto, perceber com clareza a diferença dos interesses entre um e outro, entre a ideia de nação pré-concebida e a de usurpação das riquezas de um povo.

É possível planejar e construir uma sociedade com condições e oportunidades para todos, como aconteceu nos Estados Unidos. Mas é necessário arrancar da cultura brasileira essa prática centenária de explorar a coisa pública em benefício próprio. Precisamos de líderes com desprendimento e disposição para enfrentar os desafios dessa construção. Nunca foi tão urgente a formação de um Novo Brasil livre das velhas práticas políticas nocivas a todos nós. Para que esse sonho vire realidade, temos que trabalhar. Cada cidadão deve seguir fazendo sua parte. Só assim ficaremos livres de uma vez por todas desse “espírito explorador” que nos ronda.

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Alô?

anatel blog R7 interno Alô?Hoje, todo mundo tem um celular. Usamos esses aparelhinhos para quase tudo: ler notícias, permitir que nossos amigos saibam sobre nós, assistir vídeos, ouvir músicas, tirar fotos e compartilhá-las e até, ufa, “telefonar”. O problema é que esse admirável mundo que nos é oferecido pelas empresas de telefonia móvel é caro e funcional muito mal.

Segundo estudo da União Internacional de Telecomunicações (UIT), órgão ligado à Organização das Nações Unidas (ONU), as tarifas de telefonia móvel cobradas no Brasil são as mais caras do mundo em termos absolutos.

Veja a tabela dos preços por minuto para ligação em alguns países:

País Preço por minuto  (US$)
Índia

0,02

China

0,04

Rússia

0,09

Chile

0,14

Peru

0,18

México

0,32

Argentina

0,32

África do Sul

0,4

Suíça

0,68

Brasil

0,71

Fonte: União Internacional de Telecomunicações (UIT)

Mesmo absurdamente caros, se os serviços de telefonia no Brasil fossem de boa qualidade, vá lá. Mas conseguir completar uma simples ligação numa tarde qualquer na Avenida Paulista, por exemplo, é quase como ganhar na Mega-Sena. Concluir tal conversa sem que ela seja interrompida pela queda da linha é muito, muito raro.

E o tal 3G, então? Em cidades como Brasília, por exemplo, é impossível utilizar a rede de dados em horários de pico para baixar qualquer arquivo mais pesado. A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) sabe dos problemas, mas parece fazer pouco para exigir que os consumidores brasileiros recebam serviços decentes.

Relatório divulgado pela agência no final de 2013 apontou que uma das maiores operadoras ficou abaixo das metas de velocidade da banda larga móvel em 12 de 15 estados avaliados. Um escárnio.

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Ou o Brasil acaba com a burocracia, ou a burocracia acaba com o Brasil

BSB Blog R7 interna Ou o Brasil acaba com a burocracia, ou a burocracia acaba com o BrasilOutro dia, avaliando aqui o desequilíbrio do Estado (governo) brasileiro, citei um mal que cresce descontroladamente e que atinge pobres e abastados, pequenos e poderosos: a explosão da burocracia, que apelidei de ‘Burocraciástase’. É como se um câncer – doença ocasionada por células que se multiplicam, invadindo e destruindo tecidos adjacentes – corroesse a máquina estatal, em todas as esferas de governo, tolhendo nossa capacidade de produzir e investir. O Fórum Econômico Mundial divulgou que, entre 2012 e 2013, o Brasil caiu da 48ª para a 56ª posição no Relatório Global de Competitividade. A causa, dizem os especialistas, é exatamente o excesso de regras inúteis.

A cada dia útil são editadas no Brasil 46 normas tributárias para empresas e cidadãos. Por ano, portanto, são 12 mil novas leis sobre impostos e taxas, segundo estudo divulgado em 2013 pelo Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário (IBPT). Como é possível um absurdo desses?

Mas não é só isso. O Brasil está atado por um novelo de regras estabelecidas pelo Congresso Nacional, Assembleias Legislativas, Câmaras Municipais, ministérios, secretarias, agências reguladoras, autarquias etc. A Casa Civil da Presidência da República estima que tenhamos mais de 180 mil diplomas normativos em vigor, entre leis, decretos-lei, decretos, portarias, resoluções e instruções normativas, grande parte deles conflitantes entre si e com a própria Constituição Federal.

Outro dado significativo: o tempo médio para abrir uma empresa no Brasil é de 119 dias, contra uma média de 20 dias nos demais países do G20. E mais: gastamos 2.600 horas para resolver questões tributárias, enquanto nos demais países, a média não ultrapassa 347 horas.

Precisamos de urgentemente de um tratamento de choque que possa extirpar a ‘Burocraciástase’ da entranha estatal. Executivo e Legislativo de todos os níveis precisam se unir para estabelecer o fim da burocracia inútil como política prioritária de governo.

Parafraseando a campanha do Ministério da Agricultura da década de 1940, que visava combater a formiga saúva, a maior praga então:

"Ou o Brasil acaba com a burocracia, ou a burocracia acaba com o Brasil."

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Brasil: um país caro

Não é fácil viver no Brasil. A falta de reformas estruturais, como a do sistema fiscal, que chega a nos tomar 58% de impostos sobre os salários, coloca o país no topo dos mais injustos do mundo. É uma verdadeira mola que puxa o brasileiro para baixo.

O carro no Brasil chega a custar 50% mais caro que na maioria dos países. Também pagamos mais caro nos eletroeletrônicos e smartphones, embora sejamos um dos 10 maiores mercados do mundo. Isso tudo com as tarifas de telecomunicação mais altas do planeta. Incoerência pura.

16 20Chevrolet 20Cobalt Brasil: um país caro

Vale destacar ainda que, de acordo com o Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributação (IBPT), apesar dos 36% do PIB em impostos, o serviço público no Brasil é péssimo. Falta transporte de qualidade, as escolas são ruins e a violência tem aumentado. Mas o imposto está lá.

Analistas internacionais que observam o Brasil já descobriram o que todos nós estamos cansados de saber: fora esse custo de vida exorbitante, o país sofre com a burocracia, morosidade e corrupção endêmica. O jornalista Nicolas Bourcier, do jornal francês Le Monde, escreveu:

“Uma empresa de porte médio dedica anualmente 2.600 horas para estar em dia com o fisco. São dez vezes mais, em média, do que em outros países. A distribuição de riquezas também é apontada como culpada. Apesar de uma população ainda jovem, o sistema de aposentadoria lembra o de certos países europeus, onde a proporção de pessoas idosas é de duas a três vezes maior.”

A única saída para esse sistema nocivo que corrói a riqueza do povo brasileiro é a reforma tributária. Só assim poderemos reorganizar as finanças e colocar o Brasil na rota do crescimento sustentável. Se hoje, dessa forma, somos a sétima economia do mundo, mais à frente poderemos estar entre as três primeiras. Mas precisamos fazer a lição de casa.

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Corrupção nossa de cada dia

marcha hg Corrupção nossa de cada dia

O Brasil é um país corrupto. Segundo o Índice de Percepção de Corrupção (IPC), divulgado no final de 2013 pela Transparência Internacional, nosso país está na 72ª posição entre 177 nações avaliadas. Em comparação com o ano anterior, perdemos três posições. Em vez de melhorar, a situação só piorou. O desafio é grande, mas é isso que temos que mudar.

Sabemos que a corrupção é endêmica no Brasil, ou seja, ela é constante e está em todos os lugares. Desde o “gato” na TV a cabo do vizinho ao suborno de um policial para não ser multado por uma infração de trânsito, passando pela compra de produtos falsificados ou uma simples furada de fila, a maior parte dos brasileiros comete algum ato corrupto todos os dias. É o que chamamos de “jeitinho”.

Na política a situação se repete. Não é necessariamente o poder que corrompe as pessoas. São pessoas já corrompidas na própria essência que alcançam o poder por meio do seu voto. É tênue a linha que separa o político corrupto do cidadão comum adepto do “jeitinho”. Portanto, todos somos responsáveis pelos “pecados” diários cometidos contra o bem comum.

Temos que vencer pelo exemplo. Precisamos educar crianças para não punirmos adultos. É necessário resgatar o senso de valor que tem se perdido. É mister que plantemos novamente a semente do amor ao próximo e o respeito ao que é público. Só assim vamos eliminar esse “jeitinho brasileiro” e essa praga da corrupção que está encrustada em todo lugar.

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A esperança é a educação

aula A esperança é a educação

Houve um tempo no Brasil em que a escola pública era motivo de orgulho. Nessa época pegava mal colocar um filho num colégio particular. A impressão era de que a criança tinha dificuldades de acompanhar o forte ritmo do ensino.

O que ocorre hoje é exatamente o contrário. Ao longo dos anos, devido aos baixos investimentos em infraestrutura, salários a professores e conteúdo de qualidade, o cidadão brasileiro com maior poder aquisitivo tem sido obrigado a recorrer às instituições particulares de ensino.

A educação no Brasil é sucateada, tratada como peso e não como prioridade. Vejam só que interessante: nosso país é hoje a sétima economia do mundo, mas numa avaliação feita pela UNESCO, estamos em 88º lugar entre 127 países avaliados. Ficamos atrás do Chile, Bolívia e Equador!

Numa outra avaliação, a PISA (Programa Internacional de Avaliação de Estudantes), feita pela OCDE (Organização de Cooperação para o Desenvolvimento Econômico), entre 65 nações o Brasil está em 58º. México, Costa Rica e até o Cazaquistão estão na nossa frente. Dá pra acreditar?

Na semana passada, por exemplo, vimos um professor de filosofia da rede pública de ensino do Distrito Federal chamar a funkeira Valesca Popozuda de “grande pensadora contemporânea”. Ele colocou numa prova trecho de uma de suas músicas para os alunos completarem. A maioria acertou a resposta, é bom destacar.

A limitada perspectiva de futuro é outro fator desestimulante tanto para alunos quanto para professores. O que pensa um jovem de periferia que vê um funkeiro ganhar milhões de reais mesmo sem ter concluído o ensino médio enquanto ele tem que ralar durante anos a fio para se formar e alcançar um salário médio? Com o professor acontece o mesmo.

A desigualdade social tão criticada por todos, uma das maiores do mundo, continuará acentuada enquanto o filho do pobre não tiver a mesma oportunidade educacional do rico. E a culpa disso não é do rico nem do pobre. É do Estado, que tem encarado a educação como um fardo pesado em vez de caminho inevitável para um país melhor.

Conhecemos os problemas e, de certa forma, sabemos o que precisa ser feito. Então porque os governantes não o fazem? Está na hora de encarar essa situação e trabalhar pensando nas próximas gerações, não somente nas eleições. O que você pensa sobre isso? Conseguiremos dar a volta por cima e elevar o padrão da educação digno de um país que é a sétima economia do mundo?

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A (in)segurança de sempre

civil A (in)segurança de sempre

A segurança pública (ou a falta dela) foi apontada por 39% dos entrevistados da pesquisa CNI/IBOPE como um dos principais gargalos da sociedade brasileira contemporânea. A sensação é de que a violência vem aumentando no país.

Somente no ano passado, mais de 50 mil pessoas foram assassinadas no Brasil, o sétimo no ranking de países com maior número de homicídios. Um “troféu” que ninguém se orgulha de levantar.

Alagoas é o estado mais violento, com sete mortes em média por dia. Em 2013 foram 2260 homicídios. Somente nos primeiros meses de 2014 já são contabilizados 411 assassinatos. E tem aumentado diariamente.

Na última semana, no Rio de Janeiro, enquanto uma senhora concedia entrevista a um repórter que perguntava justamente sobre segurança, um assaltante tentou roubar a corrente do seu pescoço. Nem a câmera de TV intimidou o delinquente.

A segurança pública lida em muitas frentes, como homicídios, latrocínios, roubos, agressões, acidentes de trânsito (sobretudo com motoristas alcoolizados), uso e tráfico de drogas lícitas e ilícitas etc.

Mas o que se vê dos governos são ações paliativas desesperadas que em nada contribuem para a solução dos problemas. A percepção é de que falta um planejamento de médio e longo prazo para garantir avanços significativos.

Problemas sociais como falta de oportunidades profissionais e o pouco caso com a educação têm sido os principais motores do aumento da criminalidade. Não é preciso ser especialista para constatar esta obviedade.

As cadeias não oferecem qualquer condição de reeducação e reinserção dos presos. As polícias são insuficientes e a política salarial normalmente é uma das piores entre as carreiras públicas. Pouco tem sido feito para isso mudar.

O que você pensa sobre o assunto? Quais as medidas que os governos deveriam tomar para tentar mudar esse enredo? Será que a bandidagem já venceu a guerra? Comente e compartilhe.

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Saúde: um problemão

 

Atendimento SUS bahia hg Saúde: um problemão

Para 58% dos entrevistados na pesquisa realizada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) e IBOPE, no final de 2013, a saúde é o principal problema enfrentado hoje em todo o Brasil.

Essa preocupação não é nova e aparentemente a solução desse calvário diário está bem distante. Antes de tudo, é preciso ser honesto e reconhecer que, em linhas gerais, a saúde no país é maltratada em todos os sentidos.

Faltam leitos, médicos, medicamentos... Falta infraestrutura. Embora alguns programas tenham alcançado certo sucesso, há muito que fazer. Não dá pra admitir que ainda existam pessoas morrendo nas filas.

No final de março, uma senhora de 87 anos foi atendida no chão de um hospital de São Paulo depois de esperar por mais de quatro horas. A cena foi fotografada pela filha e ganhou as páginas dos principais jornais do país.

Em Nova Friburgo (RJ), há falta de medicamentos em hospital e posto de saúde. O mesmo ocorre em Aracajú (SE), onde pacientes em tratamento contra o câncer reclamaram da falta de remédios e do atraso na quimioterapia.

E não é só isso: faltam hospitais, equipamentos e melhores condições de trabalho aos profissionais, que normalmente atuam sobrecarregados e desestimulados financeiramente. Fica a pergunta: a saúde no Brasil tem solução?

Em sua opinião, o que os governantes precisam fazer para reverter esse triste cenário? Falta dinheiro? É má vontade política? Você conhece alguém ou já foi prejudicado por falta de atendimento? Participe. Comente e compartilhe.

O Brasil segundo os brasileiros

Uma pesquisa realizada no final de 2013 pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) em parceria com o IBOPE detectou os principais problemas do Brasil apontados pelos brasileiros. Foram 15.414 entrevistados em 727 municípios.

Como a proposta deste blog é Pensar o Brasil, de hoje até sábado vamos discutir pontualmente cada um dos temas destacados – sendo a saúde o problema número um assinalado por 58% das pessoas.

 O Brasil segundo os brasileiros

Não vamos aqui fazer proselitismo político ou criticar este ou aquele governante. Pelo contrário: o intuito é justamente contribuir com ideias para a melhoria da vida das pessoas. É uma questão de cidadania.

Vamos abordar – além da saúde – temas como segurança pública, drogas, educação, corrupção e custo de vida/geração de emprego e renda. São temas que mexem com a vida de todos nós.

Por isso programe-se. Avise aos seus amigos e compartilhe esta ideia. Quanto mais pessoas estiverem envolvidas nesta discussão, melhores serão nossos resultados. Espero você aqui, amanhã, para nosso primeiro tema.

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