Uns quilos a mais de beleza

Marcos Pereira Perfil R7 Uns quilos a mais de belezaUma gaúcha de 14 anos chamou a atenção do Brasil ao participar de um concurso de beleza no interior do Rio Grande do Sul. Com 1,61 m de altura e 70 quilos, Vanessa Braga não tem o padrão físico procurado para ser a “Garota Verão 2015”, mas arrancou aplausos e muitos elogios pela coragem de desfilar, inclusive de biquíni.

Vanessa foi estimulada pela mãe. No início ela resistiu por se achar “meio gordinha”, mas acabou participando. Para a menina, esse tipo de concurso “é para pessoas altas, magras”. De fato são. A exaltação da magreza marginaliza principalmente mulheres que estão acima do peso. É  um problema do nosso tempo.

A autoestima de Vanessa não foi abalada. Ao contrário: mostrou-se confiante e satisfeita com o próprio corpo. Mas não é o que acontece com a maioria das meninas. Muitas vezes elas se entregam a dietas extremamente restritivas ou até param de comer, desenvolvendo patologias mais graves como bulimia e anorexia.

Outra jovem gaúcha, Daiane Dornelles, de 21 anos, não teve um final feliz. Era conhecida nas redes sociais como modelo de beleza e perfeição. Muitas fotos de magreza excessiva e das mudanças no seu corpo foram registradas na internet. Mas em 2013, por complicações de saúde, a garota faleceu. Ela estava doente, não bonita como imaginava.

Há inúmeros casos de famosos com problemas semelhantes. Recentemente, a modelo Andressa Urach quase morreu por complicações na aplicação de hidrogel nas pernas. Mulheres morrem todos os anos ao enfrentar cirurgias plásticas para alcançarem o que elas consideram como corpo perfeito.

Não se trata de condenar a magreza. É uma questão de respeitar os limites da individualidade. Quanto ao que determina os padrões de beleza, a jovem Vanessa serve de exemplo que para ser e sentir-se bonita não se deve levar em conta o que os outros pensam. Ela mostra que pode ser feliz com uns quilos a mais e tem toda condição de competir no concurso que quiser.

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Pípula da felicidade

Marcos Pereira Perfil R7 Pípula da felicidadeTristeza, ansiedade, insônia e angústia são sentimentos que têm estimulado a dependência de um calmante de tarja preta com índice maior ou semelhante ao álcool e à cocaína: a substância clonazepam, popularmente conhecida por Rivotril. Prescrita por psiquiatras, mas facilmente encontrada na internet, é uma droga barata e está entre as mais vendidas no Brasil, ganhando dos tradicionais Tylenol e Hipoglós.

Desde 2010, cerca 11 milhões de caixas do medicamento foram distribuídas em 41 mil farmácias cadastradas pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária). Já em 2011, 19 milhões de caixas foram vendidas no Brasil. Trata-se de um consumo expressivo que a cada ano tem se elevado. Após três meses de uso constante pelo paciente, se o uso for suspenso pode até mesmo gerar crises intensas de abstinência, por isso a importância do acompanhamento médico.

Com a influência das redes sociais, a necessidade de ser aceito pelo outro é quase uma obrigação nos tempos de hoje. Vivemos enfrentando, de forma incessante, situações de exposição em que a felicidade total é retratada por meio imagens e, por muitas vezes, idolatrada. Enquanto isso, qualquer pessoa que demonstre uma reflexão diferente é negada ou até ignorada por seus grupos sociais. É aí que os antidepressivos parecem uma solução.

É claro que todos nós passamos por situações adversas em algum momento de nossas vidas, entretanto, este fato faz com que pensemos: será que não somos realmente capazes de lidar com nossos problemas? Ou somos tão sensíveis a ponto de necessitar forçar uma alegria e ingerir falsas pílulas da felicidade? É isso, afinal, que queremos?

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Sem correntes

Marcos Pereira Perfil R7 Sem correntesNo dia 28 de janeiro comemora-se o Dia Internacional de Combate ao Trabalho Escravo, que adverte sobre os malefícios da prática e discute as maneiras de buscar sua erradicação completa. No entanto, existem poucos avanços a celebrar. Acredite, há mais de 155 mil brasileiros que ainda trabalham nessas condições.

O alvo mais comum são os imigrantes latinos. Bolivianos, paraguaios, peruanos e chilenos buscam aqui uma esperança de viver em melhores condições econômicas e acabam aceitando trabalhos de alto risco, tornando-se mão-de-obra barata e abundante, por exemplo, das confecções da cidade de São Paulo.

Dentro do nosso próprio país, o estado do Maranhão é o principal fornecedor de escravos, e o Pará é o principal "importador". No meio rural existem muitas denúncias de brasileiros analfabetos que, por dificuldades financeiras, aceitam jornadas de mais de 14 horas diárias, além de dormir e fazer as refeições em locais com condições precárias, geralmente próximas ao trabalho.

O trabalho escravo é um crime contra os direitos humanos, além de um desrespeito contra a dignidade e a liberdade do trabalhador. Auditores fiscais, procuradores e policiais se esforçam para desarticular esse círculo vicioso e frequente de relações trabalhistas, mas devem intervir e fiscalizar com rigor os donos de propriedades rurais, oficinas e indústrias.

Planos de ação que envolvam os governos e organizações sindicais são bem-vindos, uma vez que a legislação atual é branda e facilita a vida desses empregadores. É papel também do cidadão coibir esta prática através de denúncias e evitando comprar os produtos de empresas envolvidas nessas situações. É bom ficarmos atentos.

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Violência sem limites

Marcos Pereira Perfil R7 Violência sem limitesPelo menos 12 pessoas foram vítimas de balas perdidas na Região Metropolitana do Rio de Janeiro nos últimos dez dias. Três morreram e uma última vítima, que permanece internada, foi atingida enquanto dormia ontem de madrugada. Constantemente, os noticiários tratam sobre os desafios da segurança pública e de confrontos entre traficantes e policiais nos morros cariocas.

O combate à criminalidade e a falta de planejamento estratégico e controle por parte do estado já não possui limites. Tem sido comum ver crianças alvejadas a caminho da escola ou de jovens que entram para o crime na ilusão de conseguirem respeito e poder dentro da própria comunidade, e até por não terem esperança em um futuro melhor.

Milhares de moradores são vítimas da violência urbana e das organizações criminosas, enquanto o próprio Estado se preocupa em demonstrar apenas uma porção de números. Não basta achar que a instalação de uma Unidade de Polícia (supostamente) Pacificadora (UPP) vai resolver o problema. Está comprovado que não.

Uma atitude prática e eficiente é manter escolas públicas de periferia abertas aos finais de semana para oferecer aos moradores espaço para práticas esportivas e cursos profissionalizantes gratuitos. As políticas sociais mais simples, que incentivam a profissionalização dos jovens e os afastam dos criminosos, também funcionam.

As metas do governo não devem se preencher em apenas diminuir os índices de atrocidades, mas em reverter a atração que o crime organizado consegue exercer sobre os jovens, estimulando em especial aqueles que vivem em situações de precariedade e poucas perspectivas econômicas.

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Sem palmadas

Marcos Pereira Perfil R7 13 Sem palmadasBater nos filhos é a segunda punição mais usada dentro de casa. É o que revela um estudo feito por cientistas sociais da PUC do Rio Grande do Sul. A pesquisa ouviu, durante dois anos, 540 crianças, entre 6 e 8 anos, além de pais, irmãos e outros parentes. Ao todo, foram ouvidos 2.889 moradores de 15 favelas e cortiços em três capitais - Recife, Rio de Janeiro e São Paulo.

No Rio de Janeiro, 71% das crianças de até 8 anos disseram já ter levado ao menos uma surra. No Recife, 75% delas. E em São Paulo, 57% afirmaram já ter apanhado. Os argumentos usados pelos pais e parentes é de que colocar de castigo não é suficiente ou não resolve o problema.

A violência começa bem cedo. No Rio de Janeiro, 76% dos pais ou responsáveis admitiram bater em crianças de até 2 anos de idade. Em São Paulo, 83% afirmaram ter batido antes que seus filhos completassem 3 anos. E no Recife, 94% disseram que bateram em crianças antes dos 5 anos.

A pesquisa também constatou que a precariedade das comunidades, os serviços públicos escassos e a violência pela qual as famílias das comunidades convivem diariamente em razão da omissão do Estado também interferem na qualidade de vida das crianças.

A partir desses dados podemos perceber os efeitos da violência doméstica. A punição severa prejudica o crescimento e desenvolvimento da infância e pode gerar conflitos internos e traumas psicológicos que muitas vezes não vão ser esquecidos.

Quem garante que gritos, tapas, puxões, beliscões, castigos brutos e pouca demonstração de afeto garantem a obediência e o respeito? Filhos precisam aprender que a autoridade dos pais é absoluta. Essa autoridade não se forma necessariamente à base de agressão.

Mas há quem defenda as palmadas em casos especiais. Você é contra ou a favor? Comente explicando sua opinião.

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Por que a democracia?

Marcos Pereira Perfil R7 13 Por que a democracia?A democracia é defendida por 66% dos brasileiros como o melhor sistema de governo em qualquer circunstância. Este é o maior índice já registrado pelo Instituto Datafolha, em dezembro do ano passado. Como consequência, 15% dos entrevistados disseram não se importar se o regime político em vigor é uma democracia ou uma ditadura. Já 12% afirmaram que, dependendo do contexto, é melhor uma ditadura do que um regime democrático.

No momento em que se completou 50 anos do golpe militar de 1964, os brasileiros acreditam que a situação política daquela época era melhor do que a que vivemos hoje. Também afirmam que estão um pouco ou muito insatisfeitos com o funcionamento da democracia, na qual veem alguns problemas, como corrupção e insegurança.

Apesar do índice de aprovação do tipo de governo ser mais da metade, há uma preocupação com o verdadeiro exercício da política e do regime democrático em nosso país. Atualmente, cerca de 80 países vivem a democracia contra 51 que escolheram um regime autoritário.

O que pode ser levado em conta para definir o regime político de um país é o reconhecimento e respeito às diversidades culturais e sociais, às liberdades civis, o seu processo eleitoral, o funcionamento do governo, a participação política e a cultura política e os meios que garantem e correspondem a igualdade, justiça, união e liberdade.

A palavra democracia é de origem grega (demo – povo e cracia = governo). Ou seja, o governo do povo para o povo, aquele que afasta a tirania e aproxima a participação do cidadão e a capacidade de diálogo. O Brasil ainda está amadurecendo seu ambiente político, mas está no eixo certo.

Somos um país de expressão política incompleta. Avançamos muito. Não podemos ter dúvidas disso. Mas ainda é possível apontar as falhas históricas, que até hoje nos causam problemas. A violência, corrupção, tráfico de drogas e a censura oculta são alguns deles. Além das desigualdades sociais entre brancos e negros, ou da falta de acesso do brasileiro aos direitos básicos, como educação e saúde.

Para fortalecer ainda mais nossa democracia, o cidadão deve participar e se interessar constantemente da política, e não só em períodos eleitorais. Só assim estabeleceremos uma política com o povo, para o povo e fiel ao povo.

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Que calor é esse?

Marcos Pereira Perfil R7 Que calor é esse?O calor no início deste ano está superando o de janeiro de 2014, quando obteve a temperatura mais alta já registrada em São Paulo, durante 72 anos de medição do Inmet (Instituto Nacional de Meteorologia). A média das temperaturas máximas na capital paulista chegou a 33,2 Cº nos 20 primeiros dias de 2015, enquanto os mesmos dias do ano passado a média foi de 31,9 Cº.

As temperaturas estão acima do comum. Em Porto Alegre, janeiro foi o mês mais quente em 98 anos, registrando a média de 33,1Cº. E, no Rio de Janeiro, o de mais altas temperaturas em 30 anos, 36,2 Cº. Em um período normal, a maior parte do país teria dias abafados, com muitas nuvens e pancadas de chuva frequentes, o que neste ano não está acontecendo.

E a água para matar a sede? Logo, lembramos que os níveis de água dos reservatórios de São Paulo permanecem baixos e não há chance de recuperação até meados de fevereiro, mesmo que volte a chover normalmente.

De acordo com o boletim divulgado pela Sabesp, o sistema Cantareira opera com 5,5% de sua capacidade. No dia 11 de janeiro, o índice era de 6,6%. O reservatório abastece 6,5 milhões de pessoas na Grande São Paulo e conta com a segunda cota do volume morto, um reservatório de água localizado abaixo das comportas das represas, que nunca antes foi utilizado.

Outro sistema que está caindo consecutivamente é o Alto Tietê, que abastece 4,5 milhões da região leste de São Paulo e parte da Grande São Paulo. Mesmo com a adição do volume morto, o reservatório atingiu 10% de sua capacidade. No dia 13 de janeiro, estava com 11,3%.

O nível do Guarapiranga também voltou a cair e registra 38,2% de sua capacidade. São 4,9 milhões de pessoas das zonas sul e sudeste da capital paulista dependentes da represa. Os sistemas de Alto de Cotia, Rio Claro e Rio Grande merecem atenção e acompanhamento diário já que registram também quedas consecutivas.

Torcemos pela chuva abundante e boa parte dos cidadãos está controlando o consumo. Mas não podemos esperar que a solução literalmente caia do céu na questão do abastecimento. É preciso iniciativa. Já em relação à temperatura, não há o que fazer. É suportar.

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Um país idoso

Marcos Pereira Perfil R7 Um país idosoA população brasileira está envelhecendo cada vez mais rápido. De acordo com levantamentos do IBGE (Instituto Brasileiro de geografia e Estatística), a tendência é que o Brasil venha a se tornar um país de idosos já em 2030. O número de pessoas com 60 anos ou mais deve superar o número de jovens de até 14 anos e, em 2055, a participação de idosos na população em geral será maior que a de crianças e jovens com até 29 anos.

Esse crescimento pode trazer grandes mudanças e impactos nos serviços públicos, como a previdência, por exemplo. Os idosos, segundo o perfil da pesquisa, são formados em sua maioria por mulheres (55,7%), brancas (54,5%), moradoras de áreas urbanas (84,3%) e considerando as pessoas com 60 anos ou mais, correspondem a 12,6% da população total do país.

Os dados mostram ainda que a aposentadoria ou a pensão representam 66,2% da renda dos idosos brasileiros. Já no caso do grupo com 65 anos ou mais, este índice sobe para 74,7%. A partir disso, podemos refletir: o que está sendo feito para melhorar a qualidade de vida e garantir a saúde dessas pessoas?

Quando pensamos na velhice, o que nos vem à mente também é a aposentadoria. Se pensarmos nos direitos dos cidadãos, a previdência é um seguro público que garante que as fontes de renda do trabalhador e de sua família sejam mantidas temporária ou permanentemente.

É muito importante que haja a elaboração de novos planos mais eficientes e capazes de lidar com essa nova visão do futuro. Propostas que estendam benefícios e serviços às populações urbanas e rurais e que forneçam meios para uma qualidade de vida adequada.

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Sedentarismo também mata

Marcos Pereira Perfil R7 Sedentarismo também mataA falta de exercícios pode matar mais pessoas do que a própria obesidade. É o que revela um estudo feito pela Universidade de Cambridge, com mais 330 mil pessoas, na Europa. A conclusão se fez ao longo de 12 anos de análise, em que pesquisadores mediram a altura, o peso e a circunferência abdominal do grupo e registraram as mudanças conforme os relatos sobre as atividades físicas praticadas pelos voluntários.

O que definiu grande parte dos resultados não foi somente a prática de exercícios ou a perda de alguns quilos, mas sim estabelecer metas e uma rotina planejada para uma vida saudável. Quem sofre o maior risco de morte precoce são aqueles classificados como inativos, não importando se a pessoa está com peso normal, sobrepeso ou com obesidade. A inatividade física contribuiu para a morte de 676 mil europeus por ano contra 337 mil atribuídas à obesidade.

Atualmente, cerca de 70% da população mundial sofrem com os riscos do sedentarismo. Para evitar o aumento dessas incidências, os pesquisadores afirmam que pelo menos 20 minutos diários de uma caminhada rápida podem gerar benefícios para pessoas de qualquer peso. Ninguém precisa se transformar em um atleta da noite para o dia, porque a troca da categoria de alerta "inativo" para a "moderadamente inativo" é uma forma de diminuir as chances de morte prematura em até 30%.

A atividade física deve ser reconhecida por todos como uma estratégia importante usada na saúde pública. Planejar um acompanhamento médico, criar oficinas de nutrição e cozinha saudável, além de programas de estímulo ao exercício em áreas abertas da cidade e em centros de convivência garantem não só a valorização do espaço dos municípios e parques, como também a saúde do nosso corpo e mente.

Podemos perceber que a prática de exercícios oferece muitos benefícios provados para a nossa saúde e deve ser parte integrante do nosso cotidiano. Muitas pessoas começam dietas malucas e querem perder peso rápido, no entanto, o que devemos considerar aqui é o bem-estar permanente. Sem esforço, não há ganho. Para conseguirmos resultados, precisamos de empenho e determinação, seja para a política ou para a saúde.

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Ritmo lento

Marcos Pereira Perfil R7 Ritmo lento

A produção da indústria brasileira começou este ano recuando. Segundo uma pesquisa do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), sete das 14 regiões analisadas caíram o rendimento e as maiores quedas foram nos estados de Amazonas (-4,0%), de Minas Gerais (-2,6%), de São Paulo (-2,3%) e de Santa Catarina (-1,9%).

As atividades fabris tiveram uma perda de 0,7% em novembro, na comparação com outubro do ano passado, em todo o país. E isso só tende a piorar. Se compararmos novembro de 2014 com 2013, vemos uma queda bem mais brusca. A indústria diminuiu 5,8% de suas atividades em 11 dos 15 locais que foram pesquisados.

Quando há desvalorização e quedas na produção interna de um país, o mercado tende a se abrir para a competição de produtos importados e isso pode dificultar o crescimento do nosso produto interno bruto, o PIB, por exemplo. Os altos e baixos dos indicadores fazem com que a balança comercial fique em alerta.

Assim como acontece quando ocorrem coisas deste tipo, as consequências geralmente vão repercutir no mercado de trabalho. É o que acompanhamos na semana passada sobre as demissões em massa de funcionários de uma das maiores empresas automobilísticas, a Volkswagen.

O desenvolvimento nessa área aconteceu de forma desigual nas diferentes regiões do Brasil, pois houve uma concentração da atividade industrial, particularmente, no sudeste. O que vemos hoje nada mais é do que a representação daquilo que plantamos e colhemos.

Um plano de recuperação econômica já é estipulado pelo governo, no entanto, não deve apenas se limitar em resgatar a confiança do mercado e combinar medidas de contenção de despesas. É preciso mais estratégias. É preciso transparência.

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