Florestas castigadas

Marcos Pereira Perfil R7 Florestas castigadasLi recentemente que o desmatamento na Mata Atlântica recuou em 24%, entre os anos de 2013 e 2014, se comparado com 2012 a 2013. As cidades do Rio de Janeiro e de São Paulo estão entre as duas que mais apresentaram resultados exemplares no país, registrando índices de destruição próximos a zero.

Algo que me preocupa não são as capitais e grandes metrópoles, mas sim as cidades afastadas e pouco conhecidas. Pois, com menos de 4 mil habitantes, o município de Eliseu Martins, no sudoeste do Piauí, responde a 23% de toda a devastação analisada em 17 estados com essa vegetação nativa. A derrubada das matas está concentrada em áreas de fronteira agrícola, como áreas de expansão da soja.

Muitos argumentam que o uso desses territórios em nome da economia local e às custas da floresta nativa formam a base para o desenvolvimento da economia do país. Não acredito nisso. Está mais do que clara a necessidade de projetos econômicos e sustentáveis alinhados às análises de mercado para manter áreas verdes no futuro. Assim é a agricultura familiar, que tem tratamento diferenciado, pois gera empregos e produz alimentos.

Já perdemos mais de 20% da Amazônia, limite estabelecido por lei. Percebo que planos de desenvolvimento e expansão de serviços e produtos são primordiais para manter nossa produção e economia em ordem. O que não podemos é deixar a conservação da natureza de lado. Proteger os recursos naturais é um benefício para todos.

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Página por página

Marcos Pereira Perfil R7 Página por página

Mais de 64 mil bibliotecas em escolas públicas precisam ser construídas até 2020 para que a meta, prevista na Lei 12.244, de universalizar espaços de estudo se cumpra. A legislação, sancionada em 24 de maio de 2010, determina a criação de bibliotecas e de bibliotecários em todas as instituições de ensino do país, sejam públicas ou privadas, com a oferta de no mínimo um livro para cada aluno matriculado.

Segundo um levantamento feito pelo portal Qedu, da Fundação Lemann, 53% das 120,5 mil escolas públicas brasileiras não têm biblioteca ou sala de leitura. Seria necessário construir e equipar mais de mil bibliotecas por mês para cumprir a lei.  O Maranhão é o estado com menor índice, apenas 15% das escolas possuem material suficiente.

As bibliotecas têm papel fundamental nas escolas. Aumentar esses espaços é viabilizar conteúdo e conhecimento para que crianças e jovens sintam-se estimulados para estudar. Somos um país que lê pouco, por isso é importante que espaços de leitura sejam criados com o apoio de bibliotecários que foquem nos alunos, e não exclusivamente no acervo.

A leitura precisa ser rotina nas escolas. É através dela que podemos enriquecer nosso vocabulário, treinar o raciocínio e a interpretação. O que falta é ter hábito de ler algumas páginas por dia, muito do que aprendemos na escola é esquecido com o tempo se não for praticado. Só lendo e acumulando conhecimentos e novas informações que a população se torna mais informada e crítica.

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Entre muambas e muambeiros

Marcos Pereira Perfil R7 Entre muambas e muambeirosQuando o assunto é contrabando no país, muitas pessoas dizem ser contra, falam mal e sabem que é ruim para o desenvolvimento da economia, mas mesmo assim compram os produtos. Uma pesquisa do Instituto Datafolha revelou que uma a cada três pessoas admitiu que já comprou produtos contrabandeados por terem o preço abaixo do valor de mercado e que é muito fácil encontrá-los.

O que poucos sabem é que esse mercado ilegal gera um prejuízo bilionário, cerca de R$ 100 bilhões por ano é o que o Brasil deixa de ganhar por causa desse comércio. Segundo os pesquisadores, Foz do Iguaçu, no Paraná, é a principal porta de entrada das mercadorias que chegam do Paraguai. Já o cigarro é o produto mais contrabandeado no país.

As consequências do mercado ilegal são graves. Os produtos chegam ao Brasil sem pagar os devidos impostos e taxas, não possuem garantia, além de não gerar empregos. É o que acontece com os cigarros que têm sido alvo de constantes apreensões da Polícia Federal.

Não apenas o tabaco, mas brinquedos, eletroeletrônicos e até calçados são produzidos sem a menor importância com a saúde do consumidor. Acredito que a fiscalização nas fronteiras é essencial e deve continuar intensificada para que não haja falhas. É um esforço em conjunto, mas para que isso aconteça, os hábitos dos brasileiros também devem mudar. Muitas vezes, o barato pode sair mais caro do que pensamos.

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Futuro digital

Marcos Pereira Perfil R7 Futuro digital

O Brasil teve um ganho de 7% em usuários de internet móvel, nos últimos seis meses. Já são mais de 38 milhões de pessoas que usam internet através de smartphones e tablets. É o que indica o levantamento "Futuro Digital em Foco Brasil 2015", divulgado pela consultoria comScore.

As redes sociais são o destino favorito de nosso país na internet, o Facebook alcançou 78% do total de usuários brasileiros. Os internautas brasileiros passam mais tempo nas redes sociais do que o resto do mundo. São cerca de 21 minutos usados a cada visita, um tempo 60% maior do que a média mundial, que é menos de 10 horas mensais por visitante.

A maioria dos usuários da internet não percebe o quão prejudicial é o uso abusivo dessas plataformas à sua saúde física e mental. É claro que todos nós usamos a internet e dependemos muito dela, mas é preciso disciplina e cuidado para não extrapolar nas horas em frente às telas.

Já pensaram se todo esse tempo gasto nas redes sociais ou navegando na web fosse usado para troca de conhecimento? Quantas mudanças haveriam? Quantos novos projetos? Quando a conexão é permanente, acontece a alienação. O tempo é perdido. Não há interação, nem sensibilidade. Precisamos interagir uns com os outros não apenas no meio online. Estar presente, participar, dialogar e debater - não apenas no mundo virtual - é necessário.

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Dia do Abraço

Marcos Pereira Perfil R7 Dia do AbraçoHoje, dia 22 de maio, comemora-se o Dia do Abraço. A data passou a ser comemorada após o australiano Juan Mann iniciar a campanha “Free Hugs Campaign”, em 2004, distribuindo abraços “gratuitos” pelas ruas de Sydney como uma forma de chamar a atenção das pessoas para a importância de um abraço.

Por conta da força e da rapidez da internet, o movimento se tornou conhecido em todo o mundo. Ganhando milhares de adeptos, se transformou em uma ação voluntária e coletiva. Ele e outros milhares vão às ruas nesse dia para abraçar as pessoas, independente da raça ou sexo e fazer com que saibam o quanto são importantes.

O fato é que um abraço faz muita diferença no dia a dia e representa uma proximidade. Quem não gosta de um abraço, não é mesmo? O contato físico é parte fundamental na demonstração de carinho e afeto. Penso que abraçar alguém é um dos gestos mais reveladores que existem, porque é dentro dele que estamos “desarmados”, sem qualquer defesa ou receio.

Um abraço pode representar muitas palavras que teimaram em não serem ditas, que estão ali presas na garganta. É através dele que conseguimos melhorar qualquer tipo de relação, pois estimula a comunicação entre as pessoas e a compreensão dos problemas. Além disso, é uma troca constante, tanto para quem recebe como para quem o oferece. Já abraçou alguém hoje?

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Acessibilidade cultural

Marcos Pereira Perfil R7 Acessibilidade culturalPelo menos 62,5% dos distritos da cidade de São Paulo não têm espaços culturais, é o que revela um mapeamento feito pelo movimento Rede Nossa São Paulo. Foram usados dados divulgados pela Prefeitura e constatou-se que 60 dos 96 distritos da capital não têm casas de espetáculos e espaços de cultura. Além disso, 11 deles não oferecem nenhum equipamento esportivo, como quadras ou ginásio.

O melhor índice de espaços culturais ficou para a região da Sé, com uma média de 4 espaços para cada 10 mil habitantes. Enquanto Brás, Brasilândia, Casa Verde, Ermelino Matarazzo, Morumbi, Parelheiros, Santana e mais 53 regiões não oferecem nenhuma opção aos moradores. O mapa apontou ainda que cerca de 37 distritos não disponibilizam acervos de livros infanto-juvenis ou adultos nas bibliotecas municipais.

Acredito que a revitalização das áreas centrais, seja por meio de obras de restauração de edifícios ou dos espaços abandonados, é hoje a medida mais rápida e sustentável para impulsionar a população a frequentar os novos espaços culturais. Desta forma, asseguramos a participação de gestores públicos e privados na manutenção e divulgação de ações políticas cujo objetivo seja educar e entreter qualquer tipo de público.

Através desses dados, podemos constatar a importância dos museus, espaços para prática de esportes e centros culturais na recuperação e valorização de centros urbanos. É através de uma reconstrução das expressões culturais em nossa sociedade que vamos conseguir a democratização do acesso ao espaço público. Só colocando a mão na massa e participando junto ao cidadão que garantiremos cultura a todos.

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Sem celular

Marcos Pereira Perfil R7 Sem celular

Escolas de quatro cidades inglesas participaram de um estudo das Universidades do Texas e de Louisiana sobre as políticas de uso dos aparelhos celulares. O levantamento "Tecnologia, distração e o desempenho de estudantes" começou em 2001 e registrou uma melhora de até 6% no desempenho dos estudantes que não usaram o celular durante as aulas.

De acordo com os pesquisadores, no Reino Unido, 90,3% dos alunos possuem um celular. O mais interessante disso tudo é que o período sem o uso do celular equivaleu-se a uma hora a mais de estudos na escola por semana. O ganho observado nos estudantes com notas menores foi o dobro do que os que conseguiram notas médias.

Quando o estudo começou, nenhuma das escolas analisadas havia banido os aparelhos celulares das salas de aula. A partir de 2007 até 2012, houve uma mudança significativa quando os resultados começaram a aparecer. As instituições que passaram a proibir os dispositivos aumentaram em 48%.

É fácil perceber que ficar por um bom tempo sem usar os celulares, garante não apenas a melhora no potencial de aprendizado de cada jovem, mas um envolvimento maior com a escola. Ao mesmo tempo em que é considerada uma ferramenta apropriada, pode dispersar a atenção em sala de aula. Ou até fazer apologia à violência e ao preconceito, uma vez que filmar brigas e disponibilizar o vídeo na internet é, infelizmente, uma prática comum.

Penso que o ideal seja que pais e educadores orientem as crianças com a utilização correta do celular. Acredito que em uma época onde tudo se torna vício, o uso indiscriminado é o que deve ser abolido, e não o aparelho. É fundamental que a maturidade seja trabalhada na orientação dos alunos. O celular não se torna nem bandido nem mocinho se focarmos no crescimento intelectual. É preciso coordenar com disciplina e manter a tecnologia a serviço do bem.

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Entre os últimos

Marcos Pereira Perfil R7 Entre os últimosO Brasil foi o 60º colocado entre os 76 países que compõem o ranking mundial de educação feito pela OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico). Outros três países sul-americanos ficaram entre os 15 últimos colocados, são eles: Argentina (62ª), Colômbia (67ª) e Peru (71ª).

O ranking foi baseado nos resultados de alunos com 15 anos que fizeram testes de matemática e ciências. Os países asiáticos ficaram no topo da avaliação. O primeiro lugar é de Cingapura, seguido de Hong Kong e Coreia do Sul. A última colocação ficou com Gana, na África.

Segundo os especialistas, o ranking proporciona uma comparação saudável aos países, sejam ricos ou pobres, pois mostra as possibilidades para comparação de si mesmos com os líderes mundiais em educação. Assim, ficará mais fácil descobrir os pontos fracos e fortes e o que precisa ser mudado para ajudar a elevar o PIB de cada país.

Acredito que os ganhos econômicos chegam em longo prazo. Uma educação escassa e a permanência do analfabetismo acabam atrasando a qualidade e o desempenho de cada indivíduo. Através dela, não se garante apenas emprego e renda individual, mas também informações suficientes para que saibamos as condições adequadas para viver com dignidade.

O governo que investir em melhoria na qualidade da educação, com políticas específicas e práticas escolares bem definidas, chegará ao chamado padrão universal. Penso que o estudo independe da classe social, pelo contrário, permite perceber criticamente o que acontece em nossa volta, tornando-nos capazes de atuar e contribuir à sociedade de maneira significativa em qualquer necessidade.

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Moradores de rua

Marcos Pereira Perfil R7 Moradores de rua

As ruas da cidade de São Paulo receberam 1.428 novos moradores nos últimos quatro anos. É o que revela um levantamento feito pela prefeitura, entre maio e setembro de 2014. O número subiu de 14.478 para 15.906 neste ano, o que representa um aumento de 10% em relação ao último censo, de 2011.

A Secretaria Municipal de Assistência e Desenvolvimento Social disponibiliza o serviço de centros de acolhida, repúblicas e espaços de convivência para a população em situação de rua. Recebem também idosos, mulheres ou pessoas que passam por algum tipo de recuperação clínica, mas não parece o bastante.

Infelizmente, o efeito do baixo crescimento da economia é visto através do aumento no número de desempregados no país e da quantidade de pedintes nas ruas. Este cenário abre espaço para uma maior desigualdade social e faz com que muitos cidadãos entrem para o grupo de indigência e extrema carência material, aqueles sem condições mínimas de higiene e conforto para viver.

Enquanto existir todo tipo de desigualdade e discriminação dentro das relações humanas, penso que os problemas sociais vão estar ainda mais presentes. Todos os anos, cerca de oito milhões de pessoas morrem no mundo em consequência da miséria. São milhares de mortes por dia, provocadas pela fome e por doenças.

Podemos relacionar os desajustes da política e da economia como principais causas dessa crise. Por isso, insisto que investir em programas assistenciais e de desenvolvimento não é perda de tempo. Desenvolver a agricultura, o sistema de saúde e o acesso à educação é o que falta para um novo ciclo. Erradicar a pobreza de um país não é utopia, mas sim uma estratégia nacional em que todos devem colaborar, é uma partilha social.

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Roleta russa

Marcos Pereira Perfil R7 Roleta russaMais de 50 pessoas foram atingidas por balas perdidas na Região Metropolitana do Rio de Janeiro desde o início do ano, o que representa a média de um caso para cada dois dias. Entre as vítimas, pelo menos nove delas são crianças. O caso mais recente foi a morte de um rapaz de 22 anos, identificado como Diego Luniére.

O jovem, que estava a caminho do almoço em comemoração ao Dia das Mães, morreu após ser baleado no pescoço durante a troca de tiros na manhã do último domingo (10), em Santa Teresa, no centro do Rio. Na mesma região, durante a noite de sexta-feira (8), quatro pessoas morreram e pelo menos cinco ficaram feridas depois de um tiroteio entre criminosos e policiais.

Percebo que, de modo muito frequente, os noticiários abordam variadas questões sobre segurança pública e confrontos entre criminosos e policiais nos morros cariocas. Muito se fala e pouco se discute em como solucionar o problema. Não vejo sugestões, tampouco a citação dos principais desafios ou em como as polícias e autoridades podem trabalhar em conjunto. Vejo apenas lamentações.

Quantas vezes não ouvimos sobre cidadãos que foram baleados seja a caminho da escola, faculdade ou do trabalho? Muitos entram para o tráfico na ilusão de garantir respeito e poder na hierarquia do crime e dentro da própria comunidade. No entanto, o crime compensa para quem lucra indiretamente com ele, isto é, traficantes antigos e milícias. E, pensando nisso, torna-se ainda mais claro que o planejamento estratégico e controle da segurança por parte do estado estão totalmente defasados.

Sei que não será fácil resolver os problemas da segurança, mas acredito que o governo deveria dar prioridade a investimentos na área social. Acredito que a saída seja alavancar ações de combate ao desemprego e melhorias na educação. Incentivar crianças e jovens, que convivem diariamente com a violência, a terem uma visão completamente diferente de onde moram através do esporte, de cursos técnicos e oficinas variadas. Estimular a vontade de aprender, crescer e procurar um futuro melhor. Assim, abriremos possibilidades de um novo final para esta história.

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