Operadoras X Whatsapp

Marcos Pereira Perfil R7 13 Operadoras X WhatsappQuem de vocês usa o Whatsapp regularmente? Essa parece uma pergunta boba para os dias de hoje já que a imensa maioria dos usuários de telefonia celular tem o aplicativo instalado no smartphone e fala com colegas de trabalho, familiares e amigos através dele. E o melhor, sem gastar um rio de dinheiro com a conta no fim do mês.

O Whatsapp é fácil de usar, bastante amigável e, sim, muito eficiente. Há outros aplicativos semelhantes no mercado, como o Telegram, mas menos populares. Do ponto de vista do consumidor, é de fato uma importante ferramenta do dia a dia. A recente atualização que agora permite chamadas por voz despertou a ira das operadoras.

Aí reside a grande questão. Embora não falem abertamente sobre o tema, as operadoras brasileiras pretendem entregar às autoridades um documento com embasamentos econômicos contra o funcionamento do Whatsapp, que pertence ao Facebook. As questões técnicas que serão apontadas não interessam ao usuário.

Esse é um debate semelhante ao dos taxistas contra o Uber, que oferece serviço melhor e mais barato – embora não regulamentado. O Whatsapp, chamado de “pirata” pelo presidente da Telefônica Brasil, é uma alternativa barata de comunicação num mercado onde o minuto de conversa é um dos mais caros do mundo.

Essa discussão precisa estar sedimentada do ponto de vista do consumidor. Além do mais, aplicativos como o Whatsapp usam pacote de dados da internet para seu funcionamento, não de voz. É bem provável que até mesmo os argumentos das operadoras não façam sentido. E aí está a oportunidade de melhorar e baratear os serviços. O povo agradeceria.

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Compras do fim de mês

Marcos Pereira Perfil R7 13 Compras do fim de mêsA nossa economia não está boa, disso todos já sabem. A instabilidade é cada vez mais perceptível ao cidadão comum. A inflação está subindo de forma generalizada e prejudicando o poder de compra das famílias. O desemprego vem aumentando pelo quinto mês seguido e a tendência é continuar assim. É triste perceber que o dinheiro encurtou e as dívidas aumentaram.

Vivemos hoje em um cenário complicadíssimo, mas nós brasileiros não desistimos. De acordo com um levantamento da Associação Brasileira dos Supermercados, os preços dos alimentos e de produtos de limpeza em geral aumentaram mais do que a inflação de maio para junho nos últimos 12 meses. O consumidor está gastando muito e frequentando pouco os supermercados, no entanto, acredito que o ideal seja continuar com esse comportamento.

O cidadão que procura se adaptar de todos os lados é aquele que garante um orçamento bem resolvido no fim do mês. Para isso, uma das práticas que está retomando o fôlego é a compra do fim de mês. A nova opção do consumidor é de fazer compras pesquisando por descontos e promoções nas prateleiras, já que os produtos estão mais caros a cada mês.

Acredito que essa tática seja a mais simples e correta possível para o momento. A hora é de priorizar produtos essenciais na alimentação da família e se afastar de gastos desnecessários. É como sempre digo, rever as contas e fazer pequenos ajustes e cortes, durante esse tempo de crise, já ajudarão a manter o dinheiro necessário para viver sem neuras.

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Retrato do crime

Marcos Pereira Perfil R7 13 Retrato do crimeO crescimento do número de detentos no sistema carcerário brasileiro não é novidade para nenhum de nós. Hoje, o Brasil conta com 615.933 presos. A violência domina todas as cidades e encontrar alternativas viáveis para conter as ações dos bandidos já parecem não existir. Faltam 244 mil vagas nas penitenciárias.

Muitos dos presos estão lá ainda aguardando julgamento. Os números do Ministério da Justiça mostram que algo precisa ser feito. Muitos falam da construção de novos presídios, mas não acredito que seja a medida viável nem economicamente e muito menos socialmente, porque o sistema, nos moldes atuais, mais prejudica que recupera.

A crise na segurança pública está cada dia maior. Quantas notícias de assassinatos, roubos, rebeliões e torturas teremos que escutar para algo ser feito logo? Acredito que apenas manter a polícia nas ruas não é suficiente, nem sinônimo de segurança. O sistema judiciário também deve colaborar e acabar com a burocracia dos julgamentos e processos.

É preciso integração, planejamento e acompanhamento dos resultados. Passou da hora de tratar a causa, não o efeito. Vejo a necessidade de lidar com a segurança como parte da afirmação dos direitos civis, e não da violação deles. O problema é bem mais profundo.

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Crise sem férias

Marcos Pereira Perfil R7 Crise sem fériasA situação econômica em nosso país não é a das melhores. A cada dia, mais e mais notícias deixam o cidadão com o olhar pessimista e cheio de dúvidas quanto ao futuro, mas a preocupação tem fundamento. A taxa de desemprego no mês de junho, medida pelo IBGE, teve a maior alta dos últimos cinco anos, chegando a 6,9%, e a renda também caiu.

Parece-me que a crise não quer tirar férias. A dispensa de pessoas e cortes em orçamentos afetaram cerca de 1,7 milhão brasileiros nas seis principais regiões metropolitanas do país. O aperto econômico está mais intenso, no entanto, devemos prestar atenção em possíveis alternativas que surgem para driblar as dívidas.

Em tempos difíceis, mais do que se tornar indispensável em um trabalho, é preciso demonstrar suas qualidades e talentos. Penso que se tornar uma pessoa com a qual todos podem contar no trabalho, organizada e prestativa, além de construir formas de acelerar seus projetos proporcionarão uma segurança profissional.

Também acredito, como sempre digo, que uma revisão no orçamento domiciliar como pequenos cortes e controle de gastos simples já ajudarão a manter a calma no fim do mês. O melhor a fazer é se concentrar na produtividade e ser realista para o momento atual. Nada de sonhar além do que o bolso pode, pelo menos por enquanto.

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Violência no Brasil

Marcos Pereira Perfil R7 Violência no BrasilSegundo dados das secretarias da Segurança de todos os estados do país, em média, mais de 143 pessoas morreram por dia no ano passado no Brasil vítimas de homicídios dolosos, quando há intenção de matar. No total, foram 52.336 assassinatos registrados, o que representa um aumento de 3,8% se comparado com 2013 (50.413 assassinatos). Outras 2.368 pessoas morreram durante operações policiais.

Em 2014, também ocorreram 2.061 latrocínios, que são os roubos seguidos de morte. O estado de Alagoas está com a maior taxa desde 2006 e é o líder do ranking de violência. Mesmo empenhando-se para reduzir os índices, ainda lidera com 61,8 mortes por 100 mil habitantes. Já Mato Grosso teve destaque pela maior variação, pois aumentou oito pontos de 2013 para 2014, passando de 31,43 mortes por 100 mil habitantes para 39,57.

Está mais do que comprovado que as taxas de criminalidade e a insegurança nas ruas só aumentam, o que gera ainda mais insatisfação da população. Vivemos um período de epidemia da violência e isso precisa ter fim. Toda atividade policial deve garantir proteção à vida e não contribuir para elevar o quadro de mortes. Não é pela força que vamos conseguir acabar com esses abusos e prepotência de bandidos à solta.

É preciso pensar com clareza. Pensar em estratégias rápidas e decisivas para que todas as decisões sobre segurança pública sejam colocadas em prática o quanto antes. Apenas unindo esforços em todos os estados e construindo relações entre os órgãos responsáveis que será viável averiguar e criar novas medidas para a redução dessas taxas. Não podemos viver de extremos.

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Vigilância criativa

Marcos Pereira Perfil R7 Vigilância criativaO Ministério do Trabalho e Emprego anunciou, na semana passada, que vai utilizar drones nas operações de combate ao trabalho análogo à escravidão no Brasil. O monitoramento aéreo deve começar só no mês que vem. Enquanto isso, os voos acontecem para testes já que a utilização do aparelho ainda está tramitando na Agência Nacional de Aviação Civil (Anac).

Os auditores da Superintendência Regional do Trabalho e Emprego no Rio de Janeiro fizeram um treinamento específico para pilotar as máquinas. Se todos os testes atingirem os resultados esperados, a Polícia Rodoviária Federal também começará a usá-las futuramente.

Percebo que a tecnologia impulsiona alternativas não apenas em problemas técnicos, elaboração de pesquisa ou comunicação, mas na implantação de estratégias de vigilância e segurança. Agora, dentro do meio urbano ou rural, grandes fazendas, fábricas e galpões ficarão mais suscetíveis a apuração policial. Acredito que o uso dos drones, por mais simples que seja durante a operação, ajudará nas investigações contra qualquer abuso trabalhista.

É claro que o ideal é que tenhamos uma rede de segurança nacional bem preparada. Drones, aparelhos de reconhecimento de voz e calor, rastreamentos e localização de veículos e telefones já são usados. Vejo que este é o começo para garantir o espaço de diversos equipamentos nos órgãos de segurança atuantes em todo o país. Em geral, novas tecnologias não só exploram novos caminhos como ajudam a promover a segurança da nossa gente.

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Vítimas da violência

Marcos Pereira Perfil R7 Vítimas da violênciaUma pesquisa sobre qualidade de vida, feita pela Rede Nossa São Paulo em parceria com o Ibope, apontou que a violência urbana é um dos principais assuntos que preocupam o jovem atualmente. Mais de 800 crianças e adolescentes, com idade entre 10 e 17 anos, afirmaram terem medo de assaltos, roubos e da violência nas universidades, escolas e até dentro de casa.

O problema já não está em apenas uma região, estende-se desde o centro até regiões periféricas. De acordo com a Secretaria de Segurança Pública de São Paulo, de janeiro a maio deste ano, houve recorde de prisões na capital paulista. Mesmo assim, jovens ainda são agredidos, humilhados, roubados e violentados e aumentam a discussão sobre crimes e ações policiais.

É preocupante não apenas o modo como o jovem tem visto a questão da segurança na cidade, mas como isso se reflete em medo na sociedade, que teme um futuro incerto e perigoso. Por isso, penso que devemos trabalhar juntos, complementando a estrutura de segurança pública. É preciso criar mecanismos para incentivar jovens a estudar e se qualificar no trabalho, onde realmente formam a base sólida de um cidadão.

É preciso mudar começando pela base. Dar maiores oportunidades e incentivá-los a participar da vida pública já é o começo de uma boa conduta. Os jovens devem e precisam se interessar e participar da política, para se colocarem como a verdadeira mudança. É uma construção coletiva e possível para enfrentar os problemas urbanos com novos olhares, ideias e força de vontade.

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Vício em celular

Marcos Pereira Perfil R7 Vício em celularO número de pessoas viciadas em smartphones cresceu 60% entre 2014 e 2015. É o que revela pesquisa norte-americana do Instituto Flurry Analytics. Ao todo, são 280 milhões de usuários identificados como viciados, contra 176 milhões registrados no ano passado. Foram classificados como viciados aqueles que abrem e usam os aplicativos mais de 60 vezes por dia.

De acordo com o estudo, se fosse possível reunir todos os viciados em celular em um único território, eles seriam a quarta maior nação do mundo, atrás da China, Índia e EUA. O crescente número de pessoas que não conseguem ficar muito tempo sem mexer no celular é um alerta que sejam revistos os riscos à saúde mental, física e ao desenvolvimento de estudos dos jovens e das relações interpessoais.

Definitivamente, o uso da internet e da tecnologia vieram para revolucionar a comunicação e a forma como nos relacionamos, mas a partir do momento que são priorizadas coisas em detrimento de pessoas já não há equilíbrio e torna-se um distúrbio. Há muito com o que se preocupar. Você já parou para pensar sobre os impactos do celular na sua vida?

Nada usado de forma exagerada é bom. O que você poderia estar fazendo se não perdesse tanto tempo nos aplicativos? É preciso rever nossos atos. Se for a necessidade, procurar ajuda médica em casos extremos ou até uma terapia comportamental. Não se pode permitir que uma dependência destrua sua família, suas amizades e seu convívio com qualquer pessoa. Não se permita virar um escravo da tecnologia, acima de tudo, somos humanos.

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Manaus em perigo

Marcos Pereira Perfil R7 Manaus em perigoUma megaoperação reuniu mais de 140 policiais civis e militares para investigar a onda de violência que acontece em Manaus. Vários assassinatos foram registrados desde sexta-feira da semana passada, após um assalto seguido pela morte de um sargento da PM. Até agora, 38 mortes foram contabilizadas.

A investigação cogita que os crimes sejam motivados por disputas entre facções criminosas ou vingança. Segundo a Secretaria de Segurança de Manaus, foram usadas armas de uso exclusivo da polícia em, pelo menos, 17 assassinatos. A maior parte dos crimes aconteceu em duplas, com horários aproximados em pontos diferentes da cidade, o que fez o fluxo de policiais aumentar nas ruas.

Ultimamente, é possível perceber que nosso país sofre com a falta de investimento e de políticas públicas quando o assunto é segurança. É preciso uma melhora por completo. E reformular toda estrutura, incluindo os sistemas de controle, perícias e comando de investigações, monitoramento nas ruas, patrulhas noturnas, distribuição dos orçamentos para custos operacionais, além da especialização e instrução de equipes.

As taxas de criminalidade e a sensação de insegurança só aumentam. É preciso enfrentar com energia mais esse desafio, estimular órgãos do poder público e sociedade para que trabalhem a favor de novas ideias. Penso no sofrimento das famílias dos envolvidos e da própria população que tem medo de sair às ruas. É de extrema necessidade que investigadores empenhem-se para identificar os autores e que todos os crimes sejam esclarecidos.

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Os donos da rua

Marcos Pereira Perfil R7 Os donos da ruaUma disputa acontece todos os dias nas ruas das grandes cidades entre motociclistas e motoristas de carros e ônibus. Aqueles que se acham mais espertos acabam avançando e percorrendo o trajeto nas faixas que deveriam ser exclusivas dos ônibus. Em São Paulo, o número de multas disparou no primeiro semestre contra motoristas que desrespeitam as regras de trânsito sem maiores preocupações.

A Companhia de Engenharia de Tráfego de São Paulo (CET-SP) aplicou mais de 10 milhões de multas só em 2014. Em primeiro lugar, aparecem as mais de 3 milhões por excesso de velocidade. Em seguida, são as por transitar em faixas exclusivas e corredores de ônibus, que cresceram 62% de janeiro a maio deste ano.

O trânsito caótico da cidade tende a estressar qualquer cidadão, o que não pode acontecer é o desrespeito. A partir do momento que não penso nos direitos do outro, não posso exigir o mesmo para mim. Por isso, ultrapassar pelas faixas de ônibus ou bancar o esperto na hora de um congestionamento não é a solução.

Precisamos mudar com nossas atitudes. Somos popularmente conhecidos pelo jeitinho brasileiro, onde aqui tudo é fácil ou não implica punições. Faltam informações por parte do poder público e conscientização dos motoristas. Mas, infelizmente, é sentindo o peso no bolso que o cidadão pensará duas vez antes de infringir a lei.

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