Relação promíscua

Marcos Pereira Perfil R7 1 Relação promíscuaUm dos temas que será debatido na proposta de reforma política diz respeito ao financiamento público de campanha e proibição de doações de empresas a candidatos e partidos. O assunto é polêmico.

Há entusiastas nas duas frentes da discussão. Quero me deter em um exemplo concreto para que vocês entendam uma dessas frentes. Vejamos o caso governador Luiz Fernando Pezão (PMDB), reeleito no Rio de Janeiro.

Pezão arrecadou, segundo sua prestação de contas, R$ 45,2 milhões, mais que o dobro da soma dos seus adversários no primeiro turno e seis vezes mais que o informado por Marcelo Crivella (PRB), com R$ 6,7 milhões.

Reportagem da Folha de São Paulo de terça-feira (25) mostrou que 69% dos recursos usados pelo então candidato do PMDB tiveram origem oculta. As empresas depositam os valores na conta do partido.

Ocorre que a maior parte das doações vem de empreiteiras que têm ou querem ter contratos com o governo. O que estamos assistindo com a Petrobras é o clássico exemplo dessa mistura explosiva.

Com campanhas cada vez mais caras, candidatos e partidos se veem obrigados a aceitar essas doações. Como ninguém sai por aí distribuindo dinheiro sem querer algo em troca, o candidato, se eleito, se vê na obrigação de “retribuir”.

É por tudo isso e mais um pouco que contratos são superfaturados. Como se não bastasse, políticos mal intencionados ainda querem encher o bolso com o dinheiro público, algo inaceitável e totalmente repudiado.

Com o financiamento público de campanha, em tese essa relação promíscua entre governo e empresas teria fim. Eu disse “em tese”. No entanto, conhecendo o “jeitinho brasileiro” como conhecemos, até isso eu duvido.

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O vidente só assiste

Marcos Pereira Perfil R7 1 O vidente só assisteA “premonição” do “vidente” Juscelino Nóbrega da Luz de que um avião da Tam cairia nesta manhã (26) na Avenida Paulista não se concretizou – como esperado. O voo JJ4732 decolou às 8h30 do aeroporto de Congonhas com destino a Brasília sem nenhum tipo de falha.

O assunto ganhou as páginas dos principais jornais e portais do país e provocou uma onda de pânico nos moradores e funcionários das empresas localizadas no ponto indicado pelo “vidente”, que seria na Paulista com a Alameda Campinas. Muita gente folgou do trabalho.

Para mostrar “confiança” na companhia, o vice-presidente de Operações e Manutenção, Ruy Amparo, embarcou no voo acompanhado de repórteres. Disse ele: “Respeitamos todas as crenças, mas a gente trabalha dentro de um apuro técnico, com investimento em manutenção e treinamento”.

O “vidente” havia registrado a premonição em cartório após um “sonho” em 2005. Hoje, após a furada, justificou-se dizendo que a alteração de fatores mudaram os fatos. Simples assim. Ele cria instabilidade emocional nas pessoas e tudo fica por isso mesmo.

Quem ganhou com tudo isso foi a Tam. A presença do diretor no voo valorizou ainda mais a confiança na companhia. Quem perdeu foram os moradores e as empresas do prédio alvo. E Juscelino assiste a tudo isso achando que tinha razão. Viva o Brasil!

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Brasil parado?

Marcos Pereira Perfil R7 1 Brasil parado?Tratei ontem no blog a respeito da crise da água e do despreparo do Brasil para enfrentar problemas como inundações e deslizamentos de terras. Os investimentos em infraestrutura básica também devem estar comprometidos para o próximo ano tendo em vista duas questões: ajuste fiscal do governo e envolvimento das principais empreiteiras do país no escândalo da Petrobras.

O R7 trouxe à discussão essa preocupação - leia aqui. Com o governo reduzindo despesas e as empresas metidas nesse imbróglio, mais uma vez é o cidadão brasileiro quem sofrerá com tudo isso. O transporte seguirá ruim, estradas destruídas e investimentos em tecnologia, saúde e educação em xeque. Tudo indica que passaremos por um período bastante turbulento.

O principal desafio tanto do governo federal como dos estaduais será combater duramente os desvios de dinheiro público e fazer a máquina pública andar como deveria. Não é possível que países menores e menos importantes que o Brasil conseguem encontrar soluções para suas agruras diárias e a gente, não. Difícil imaginar que Santiago, no Chile, tenha uma rede metroviária do tamanho das de São Paulo e Rio de Janeiro juntas.

Qual é o nosso problema, afinal?

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Despreparado para o pior

Marcos Pereira Perfil R7 1 Despreparado para o piorNo último sábado (22), o Sistema Cantareira registrou uma nova baixa no nível de água, chegando a 9,6% segundo o registro diário da Sabesp (Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo). A retirada para abastecimento está sendo bombeada da segunda cota do volume morto, água que fica abaixo da captação por gravidade. Leia a matéria completa no R7.

A crise da água na Grande São Paulo escancarou o despreparo do estado para lidar com condições adversas. Os alertas emitidos pelo próprio sistema aparentemente foram ignorados pela expectativa das chuvas. O problema é que a água não desabou e agora quem paga o pato é o povo, desabastecido. É preciso correr contra o tempo para evitar um mal maior.

Em geral, o Brasil não está preparado para enfrentar as mudanças do tempo e do clima. Rio de Janeiro e Santa Catarina, por exemplo, sofrem regularmente com chuvas intensas. A região serrana do estado fluminense padece com os deslizamentos, enquanto os catarinenses convivem com inundações severas. No Nordeste brasileiro, como sempre, a seca castiga parte do povo.

É de admirar a capacidade de reação do Japão e dos Estados Unidos no enfrentamento das questões climáticas. A situação deles é ainda pior que a nossa, já que não convivemos com terremotos e tornados. Lá os investimentos na defesa são constantes e crescentes, enquanto por aqui o assunto lamentavelmente é tratado com descaso. Vamos continuar remediando em vez de prevenir?

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Era uma vez o etanol

Marcos Pereira Perfil R7 1 Era uma vez o etanolLi ontem na imprensa: “Grã-Bretanha testa 1º ônibus movido a fezes e lixo”. Fiquei curioso para entender como isso é possível. A reportagem revela que o chamado “Bio-Bus” tem 40 assentos e é movido a gás biometano, gerado a partir do tratamento e esgoto e lixo doméstico.

O veículo ainda está em fase de testes, rodando entre as cidades de Bristol e Bath, e pode rodar até 300 quilômetros com um tanque de gás, que é produzido a partir do lixo anual de cinco pessoas. Parece uma iniciativa genial porque supera a necessidade de combustível fóssil e polui menos.

É inevitável comparar o desenvolvimento de novas tecnologias pelas grandes potências mundiais com o que produzimos no Brasil. Não sou nenhum especialista no setor, mas consigo observar que estamos anos-luz de distância dos países desenvolvidos.

Há algum tempo, sim, eu me lembro bem, a aposta do Brasil era o etanol. O combustível gerado a partir da cana-de-açúcar era a promessa de energia renovável a ser consumida no mundo inteiro, mas não conseguiu deslanchar. Há várias teorias para a questão.

A quebra da safra de 2011 levou o preço do etanol às alturas, numa diferença pouco convidativa em relação à gasolina. Das 76 usinas de cana-de-açúcar construídas entre 2007 e 2010, 27 encerraram as atividades nos dois anos seguintes, com outras 12 indo pelo mesmo caminho.

A descoberta da camada do pré-sal, tão alardeada durante a campanha eleitoral, também é apontada por especialistas como uma das razões da decadência do etanol. A volumosa reserva de petróleo a sete mil metros de profundidade despertou a atenção internacional e atraiu investimentos.

Hoje, a Petrobras, maior empresa pública do país, enfrenta um temporal de denúncias envolvendo contratos bilionários e somas inimagináveis escoadas pelos ralos da corrupção. O petróleo parece realmente ser um bom negócio a ser explorado. E bota exploração nisso.

Se na primeira oportunidade de enveredar pelo caminho do biocombustível o Brasil abandonou o projeto, como imaginar que um dia desenvolveremos tecnologia como a britânica? Na Grã-Bretanha o esgoto vira combustível. Aqui é o caminho preferido dos ratos da nação.

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Inconsciência humana

Marcos Pereira Perfil R7 1 Inconsciência humanaQue o Brasil é um país multicultural e miscigenado todos estamos carecas de saber. Que os africanos e seus descendentes foram fundamentais na construção do país ninguém tem dúvida. O que me intriga é como o negro ainda pode ser tão discriminado por uma sociedade como a nossa.

Por que 71% das vítimas de homicídios no Brasil são negros? Como explicar que trabalhadores negros ganham em média 57% da renda dos brancos? O que leva uma pessoa a chamar um negro de macaco? Até quando vamos tolerar tanto preconceito e essa discriminação criminosa que leva em conta a cor da pele e não o caráter?

Hoje, 20 de novembro, não quero comemorar o Dia da Consciência Negra. Quero repudiar a inconsciência humana. Ainda enraizado nas relações sociais do nosso tempo, esse comportamento que arroga superioridade de uma pessoa sobre a outra não encontra respaldo científico. Somos todos seres humanos.

Não quero aqui falar da política de cotas raciais implementada pelo governo nem tampouco discutir se a medida adotada é a mais adequada para diminuir as desigualdades. Cada um tem sua opinião. Meu desejo é despertar em cada um dos leitores deste blog o compromisso de zelar pelo respeito às pessoas.

Precisamos ter em mente que uma sociedade se forma a partir do comportamento de cada um de nós. Nossa nação não é o que o governo faz ou deixa de fazer, mas sim o que nós somos e fazemos no dia a dia. Se respeitarmos uns aos outros, independentemente da cor da pele ou da classe social, a maldade não encontrará lugar em nosso meio.

Fico feliz por ter recebido no ano passado a Medalha Zumbi dos Palmares, a maior comenda que a Câmara de Vereadores de Salvador (BA) oferece a quem combate a discriminação racial no Brasil. É um reconhecimento público de que tenho feito minha parte na construção de um país igualitário e respeitoso. Convido você a fazer o mesmo.

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Na mira do mosquito

Marcos Pereira Perfil R7 1 Na mira do mosquitoNem as autoridades e nem os cidadãos parecem aprender a lição. Mais de uma centena de municípios brasileiros correm risco de enfrentar epidemia de dengue. Dados levantados pelo Liraa (Levantamento Rápido do Índice de Infestação pelo Aedes aegypti) e divulgados pelo R7 (leia aqui) revelam outros 612 municípios em alerta.

Ano após ano tudo se repete. Basta iniciar o período das chuvas para evidenciar o desleixo das pessoas e o descaso dos governos. Desleixo porque o principal meio de reprodução das larvas do mosquito é a água parada no lixo acumulado nas casas. Descaso porque as ações preventivas e de combate sempre se mostraram ineficazes.

Já tratei desse assunto diversas vezes nesse blog e mais uma vez insisto nisso justamente porque só um povo consciente conseguirá combater essa praga. Ninguém está livre da contaminação. O mosquito que nasce na casa do vizinho vai voar e picar você também. Portanto, essa é uma questão de saúde pública e diz respeito a todo brasileiro.

Se você faz sua parte, mantendo seu quintal limpo, parabéns. Cobre também os seus vizinhos. Se não está nem aí para o problema, sinto muito. Não vai poder reclamar se virar estatística. E que as autoridades não façam pouco caso disso. Como diz o ditado, mais vale prevenir que remediar. E pra dengue não tem remédio.

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Mais Petrobras

Marcos Pereira Perfil R7 1 Mais PetrobrasAs denúncias de corrupção envolvendo diretores da Petrobras, a maior empresa pública do Brasil, nos remetem a um dito popular muito usado pelos matutos do nosso interior: “Cada enxadada, uma minhoca”.

Desde a divulgação da Operação Lava Jato, comandada pela Polícia Federal, várias pessoas já foram presas – incluindo ex-funcionários da estatal e diretores de empreiteiras – e outras tantas devem ter o mesmo destino.

As somas supostamente desviadas reveladas pela PF ultrapassam em muito – muito mesmo – aquelas que mandaram para a cadeia dirigentes do PT e de outros partidos no escândalo do Mensalão.

Na verdade, estamos diante da maior denúncia de corrupção da história do país, talvez uma das maiores do mundo. Se comprovadas todas as informações colhidas nas delações premiadas, vai faltar cela pra tanta gente.

O parlamento, a imprensa e a sociedade devem manter atenção redobrada em toda a movimentação. Precisamos deixar de lado a retórica política para apurar e punir com rigor aqueles que se refestelam com o dinheiro público.

Não estamos diante de minhocas. São verdadeiros minhocuçús. As enxadadas estão cada vez mais profundas e certeiras. Ninguém sabe onde tudo isso vai dar. A única certeza é a de que o povo brasileiro é a maior vítima.

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Governe com os melhores, Dilma!

Marcos Pereira Perfil R7 1 Governe com os melhores, Dilma!Não está fácil de acompanhar todo o desenrolar das delações premiadas que apontam o envolvimento de pelo menos 70 figurões da política e do empresariado brasileiro em escândalos de corrupção. O emaranhado é tão grande que às vezes é preciso desligar-se da notícia, respirar, reorganizar as ideias e tentar retomar a compreensão de quem está metido com quem e no quê.

Todo dia vaza uma informação nova, uma lista de nomes fresquinha e denúncias envolvendo empresas públicas e privadas. A maior atenção está voltada para a Petrobras. De acordo com as notícias, denúncia de um dos delatores aponta que partidos políticos tenham recebido cerca de R$ 200 milhões como pagamento de propina, cifra muito acima daquela revelada no escândalo do Mensalão.

O caso atual parece ser o mais grave da história do país. A própria presidente Dilma Rousseff fez uma declaração contundente sobre esses acontecimentos. Ela disse que “o Brasil mudará para sempre” depois do escândalo da Petrobras porque vai “acabar com a impunidade”. Dilma afirmou ainda que jogará “a luz do sol sobre todos os processos de corrupção”.

Embora ela tenha dito essas e outras frases que despertam algum tipo de esperança, não dá pra ignorar que tudo isso aconteceu nos últimos governos, isto é, nos governos do partido ao qual ela é filiada. A presidente pode até lançar mão da retórica para se descolar do caso, mas precisa enfrentar a questão e trabalhar com força para punir os envolvidos e impedir que isso tudo volte a acontecer.

Como evitar que tudo isso se repita?

Um jeito saudável disso acontecer é Dilma se cercar de gente honesta de verdade. Com um pouco de esforço ela encontrará bons nomes para sua nova composição, que precisará estar afinada e preparada para as duras batalhas dos próximos anos.

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Trote universitário: autoafirmação ou sadismo?

Marcos Pereira Perfil R7 1 Trote universitário: autoafirmação ou sadismo? Navegava ontem pelo portal R7 para ler as notícias do dia quando me deparei com a seguinte notícia: “Estudante de medicina da USP relata humilhação em ‘rito de passagem’ da Atlética”. Ok, cliquei para ler.

O vídeo exibido durante reunião da Comissão de Direitos Humanos da Assembleia Legislativa de São Paulo mostra cenas graves praticadas por futuros médicos. Você pode assistir ao final deste texto.

A denúncia feita por um estudante da mesma universidade é apenas uma entre as muitas práticas desta natureza que ocorrem ano após ano intramuros. Para os “veteranos”, a lei aqui de fora parece não valer do lado de dentro.

Até hoje não consigo entender o que se passa na cabeça desses alunos quando aplicam trotes nos calouros. Seria necessidade de autoafirmação ou puro sadismo? Em ambos os casos, o recomendável é tratamento psicológico.

É preocupante imaginar que são esses rapazes e moças que cuidarão da saúde dos nossos filhos no futuro. Alguém pode dizer: “Ei, espere um pouco, são apenas jovens, eles saberão separar as coisas”. Não sei.

A universidade deveria ser um local sagrado onde o conhecimento é perpetuado e desenvolvido, onde as pessoas se preparam não apenas para uma profissão, mas para a vida. Esse tipo de cena depõe contra.

Há uma iniciativa, pelo menos para acalmar a opinião pública, no sentido de punir com rigor os praticantes desses trotes violentos. No entanto, não se tem notícia, nem nomes, de eventuais envolvidos expulsos da instituição.

Se eu estiver errado, por favor me perdoe, mas eu não gostaria de cair nas mãos de médico com esse tipo de “patologia”. Já imaginou se ele tem uma recaída e resolve me aplicar um “pascu” durante a cirurgia?

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