
A proposta do governo de São Paulo, de conceder bolsas no valor de R$ 1.350 mensais, exclusivas para custeio do tratamento de dependentes químicos em comunidades terapêuticas privadas, está sendo vista com reserva por militantes e especialistas em saúde mental, que consideram essa iniciativa um novo retrocesso no tratamento humanizado desses dependentes.
Os especialistas garantem que a proposta é obscura e pode fomentar um mercado de tratamento da dependência química, além de servir a interesses políticos. O Cartão Recomeço, lançado pelo governo estadual paulista, está sendo chamado de "bolsa-crack".
Duas perguntas ficam no ar: Quais serão as diretrizes de tratamento? Quais serão os critérios para selecionar as entidades e os pacientes?
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]Um dia depois de um consórcio formado por várias empresas ganhar a concorrência da exploração do estádio do Maracanã, uma liminar da 9ª Vara de Fazenda Pública impediu o governo do Rio de Janeiro de celebrar o contrato enquanto não for julgado o mérito da ação movida pelo Ministério Público.
A decisão suspende ainda a terceirização da exploração do Maracanãzinho e do entorno do Maracanã, sob pena de R$ 5 milhões de multa, e obriga o vencedor a arcar com o estudo de viabilidade, da ordem de R$ 2,3 milhões.
Às vésperas da Copa das Confederações, essa situação remete a uma insegurança jurídica que deixa os cartolas da Fifa de cabelos em pé. Afinal, estão em jogo cifras de centenas de milhões de reais.
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Um protesto de professores terminou em tumulto na avenida Paulista, no centro de São Paulo, sexta-feira passada (10). O saldo do confronto entre grevistas e policiais militares deixou quatro PMs e vários manifestantes feridos.
A confusão teria sido iniciada por um grupo descontente com a assembleia que resultou no fim da greve. Esses docentes teriam cercado o carro de som, impedindo a passagem. A Polícia Militar, então, interveio, o que acabou provocando o tumulto.
O Sindicato dos Professores acusa docentes filiados ao PSTU e PCO de promover o tumulto, arremessando objetos e agredindo pessoas. Uma lástima.
Que exemplo esses professores podem dar aos seus alunos?
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Antibióticos em leite em pó e formol em leite cru foram detectados nas amostras coletadas durante a Operação Leite Compensado deflagrada em Porto Alegre.
De acordo com as investigações, alguns transportadores que compram leite dos produtores para revendê-lo à indústria adicionavam água à bebida e, para driblar as análises feitas pelas empresas, acrescentavam ureia, que, por sua vez, contém formol, substância considerada cancerígena.
Os responsáveis por essas fraudes precisam ser punidos de forma exemplar, pois o consumidor não pode continuar sendo vítima dessas ações criminosas que colocam sua saúde em risco.
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Se a educação no Brasil não anda lá essas coisas, daqui por diante só tende a piorar.
Pesquisa desenvolvida na Universidade de São Paulo (USP) mostra que metade dos alunos de licenciatura nas áreas de matemática e física não pretende ou tem dúvidas quanto a seguir a carreira de professor de educação básica.
Dos que cursam licenciatura em física, 52% não pretendem ser professores ou têm dúvidas. Em matemática, o percentual é de 48%. A pesquisa ouviu um total de 512 estudantes recém-ingressantes da USP, incluindo também alunos de pedagogia e medicina.
A estimativa do Ministério da Educação (MEC) é que o déficit de professores nas áreas de matemática, física e química seja de cerca de 170 mil.
A baixa remuneração do magistério, as más condições de infraestrutura das escolas e o desprestígio social da profissão estão entre os motivos apontados pelos estudantes para a falta de interesse em seguir a carreira.
Está, portanto, na hora de o governo adotar uma política de estímulo ao magistério. Caso contrário, o futuro que nos aguarda não será dos melhores.
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De uns tempos para cá, tem virado rotina o atropelamento de ciclistas nas grandes cidades brasileiras. Em muitos casos, com vítimas fatais. Semana passada, somente no Rio de Janeiro, houve três atropelamentos graves de ciclistas.
Na terça-feira, o dentista e triatleta Pedro Nikolay, de 31 anos, morreu ao ser atingido por um ônibus, quando passava por um cruzamento em Ipanema.
No dia 1º de abril, a jornalista Gisela Matta, produtora do programa Amor e Sexo, da TV Globo, morreu depois de ter sido atropelada enquanto andava de bicicleta, no Leblon, zona sul da cidade.
Horas depois, o empresário Alberto da Silveira Júnior, de 40 anos, foi atropelado por um carro, quando passava pela Avenida Radial Oeste, na zona norte. Mas sobreviveu.
Até quando os motoristas vão continuar engordando essa trágica estatística? É preciso que as autoridades de trânsito façam alguma coisa para evitar mais vítimas.
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Os ônibus voltaram a ser alvos de ataques criminosos em São Paulo.
Na noite do sábado passado, de acordo com a Secretaria da Segurança Pública do Estado, um veículo foi queimado às 23h35 na Rua Inocêncio da Costa, e outros quatro foram depredados pelos bandidos.
A Secretaria informou que ninguém ficou ferido nos ataques e que também ninguém foi preso.
A Secretaria também não sabe explicar os motivos dos crimes e quem poderiam ser os suspeitos envolvidos.
Diante de tanta falta de informação, como é que a população pode se sentir segura na capital paulista?
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Três meses e meio depois da tragédia na Boate Kiss, em Santa Maria (RS), mais uma casa noturna voltou a pegar fogo no Rio Grande do Sul.
Desta vez, sem vítimas fatais. Isso porque a Boate Cabaret estava praticamente vazia quando o incêndio teve início no sábado passado.
Mesmo assim, um militar passou mal após inalar a fumaça e um bombeiro teve queimaduras leves.
Parece que a lição deixada pela tragédia da Boate Kiss, que deixou 241 mortos e centenas de feridos, não serviu de nada.
Será preciso outra fatalidade para que as autoridades levem as medidas preventivas mais a sério?
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Parece que está virando moda a prática de estupros dentro de coletivos no Rio de Janeiro. Um mês depois de uma turista americana ter sido violentada durante seis horas dentro de uma van, na sexta-feira passada um assaltante armado aproveitou o assalto aos passageiros do ônibus que fazia a linha 369 (Bangu-Carioca) para estuprar uma mulher de 30 anos. O crime aconteceu por volta das 15h30, na avenida Brasil, próximo à favela do Muquiço, em Guadalupe, mas só foi divulgado no dia seguinte.
Como é que vai ficar a imagem do Rio de Janeiro, como sede da Copa do Mundo de 2014?
Parece até que a polícia não está sabendo prevenir esse tipo de crime que ganha repercussão internacional. E é preciso que esses criminosos sejam presos e punidos exemplarmente.
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Atrasos e cancelamentos são comuns no Aeroporto de Brasília (Foto: Gustavo Frasão/R7)
Cada vez mais frequentes, os redirecionamentos de portões de embarque no Aeroporto de Brasília têm tirado a paciência de milhares de passageiros. Isso sem falar nas áreas de embarque lotadas e na falta de informações.
Na noite da última quarta-feira (24), por exemplo, o voo JJ-3588, com destino ao Recife, que deveria ter seu embarque pelo portão 6, acabou sendo redirecionado em cima da hora para o portão B e, minutos depois, para o portão F, ambos no térreo, que também estava superlotado. Dali saíram três ônibus igualmente lotados de passageiros indignados com tanto desconforto.
A quem se deve recorrer se a Infraero faz de conta que não vê nada disso? Pior vai ser com a Copa das Confederações, em junho, e as férias de julho.
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