Alckmin cresce, Skaf cai e Padilha patina

Alckmin Skaf Padilha R7 Alckmin cresce, Skaf cai e Padilha patina

Alckmin pode ser reeleito no primeiro turno se vantagem persistir

Na contramão da presidente Dilma Rousseff, o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, ampliou a vantagem em relação aos adversários na corrida pelo Palácio dos Bandeirantes e viu a avaliação da sua gestão subir.

A pesquisa Datafolha divulgada na semana passada mostrou crescimento de Alckmin em relação a seus principais adversários, Paulo Skaf (PMDB) e Alexandre Padilha (PT), e pode vencer ainda no primeiro turno.

O tucano passou de 47% para 54% das intenções de voto e seu governo atingiu 46% de ótimo/bom na opinião do eleitor, contra 41% no início de junho. A rejeição de Alckmin também é a menor: 19%.

Coincidência ou não, o candidato do PMDB perdeu cinco pontos (tem 16% hoje contra 21% do início de junho) logo após o anúncio de apoio do deputado federal Paulo Maluf (PP) e do ex-prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab (PSD).

Já Padilha segue preocupando a cúpula do PT. Ele não conseguiu sair dos 4% depois de intensa caravana pelo interior do estado. A péssima avaliação do prefeito Fernando Haddad também pode atrapalhar.

Você já decidiu em quem votar para o governo de São Paulo? Qual sua opinião e por quê? Comente e compartilhe.

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Com TV, disputa pelo Planalto deve acirrar

Dilma Aecio Campos Montagem 560 Com TV, disputa pelo Planalto deve acirrar

Pesquisa aponta equilíbrio num possível 2º turno nas eleições

A presidente Dilma Rousseff (PT) mantém a liderança da disputa pelo Palácio do Planalto com 36% das intenções de voto. Contudo, entre uma pesquisa e outra ela perdeu dois pontos percentuais e viu a desaprovação do seu governo subir para 29% - o pior resultado desde sua posse, em 2011.

Seu principal concorrente, Aécio Neves (PSDB) manteve-se com 20% das preferências em relação ao levantamento anterior. Eduardo Campos (PSB) perdeu um ponto, e agora está com 8%. O pastor Everaldo Pereira (PSC) aparece com 3% e é o melhor posicionado entre os candidatos de menor expressão.

O número mais surpreendente, entretanto, é o crescimento de Aécio na simulação de segundo turno. Dilma aparece com 44% dos apontamentos contra 40% de Aécio. Considerando a margem de erro, que é de dois pontos para mais ou para menos, eles estão tecnicamente empatados. O tucano cresceu 1% e a petista perdeu 2%.

Chamo a atenção para um fato importante: as campanhas ainda não ganharam as ruas e a propaganda na televisão só começa dia 19 de agosto. Exceto a presidente Dilma, devido à exposição natural que seu cargo lhe proporciona, os outros candidatos ainda não são totalmente conhecidos do grande público. O acirramento da disputa deve acontecer mesmo em setembro.

A corrida pelo Planalto está aberta. Embora a petista seja favorita, muita água deve passar debaixo da ponte. Você já tomou sua decisão? Em quem votará e por quê?

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Teto, telefonia e arte

Veja essa. O Movimento dos Trabalhadores Sem-Teto (MTST) realizou hoje (16) em São Paulo protestos simultâneos contra a qualidade das operadoras de celular no país. Grupos de manifestantes se concentraram à frente da superintendência da Anatel na capital e das operadoras Tim, Oi e Claro.

Embora a reclamação seja legítima, devido o alto custo da tarifa de telefonia no Brasil se comparado com o serviço prestado, parece que a pauta do grupo fugiu aos interesses originários do movimento. Um dos coordenadores do MTST disse à imprensa: "Se acham que a gente vai se contentar só com a casa, estão enganados. Queremos transporte público de qualidade, telefonia e internet (...)”.

Não há o menor problema em reivindicar melhorias nos serviços públicos. Os protestos do ano passado ficaram marcados pelo despertar do povo, porém a falta de foco foi a principal falha apontada pelos gestores e pela opinião pública. As inúmeras reclamações se perderam no ar e pouco foi concretizado.

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O que fazer com os “elefantões”?

Terminada a Copa do Mundo no Brasil, uma das melhores de todos os tempos, fica a pergunta: o que serão dos estádios de Manaus, Cuiabá, Natal e Brasília?

Construídos com grandes somas de dinheiro para a realização do mundial, as arenas tendem (e devem!) abrigar outros eventos que não sejam necessariamente o futebol.

Sem tradição com a “gorduchinha”, Amazonas, Mato Grosso, Rio Grande do Norte e Distrito Federal podem manter verdadeiros elefantes brancos encravados nas suas capitais.

Será que as autoridades já traçaram algum plano para dar um fim útil a esses estádios? O brasileiro pagador de impostos merece saber. Afinal, boa parte dessa conta foi paga por cada um de nós.

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A derrota que desperta

Brasileira R7 A derrota que desperta

Brasileira chora após 7 a 1 sofrido contra a Alemanha: vamos ao que interessa?

A Copa do Mundo chegou ao fim com a vitória da Alemanha sobre a Argentina, ontem, no Maracanã. Para os entendidos de futebol, foi uma das melhores copas de todos os tempos devido à qualidade dos jogos e à hospitalidade dos brasileiros. Nesse último quesito não era pra ser diferente.

A derrota acachapante da seleção brasileira para os alemães na semifinal colocou em xeque a fama de país do futebol que o Brasil carrega há anos. Isso sem contar os 3 a 0 que a Holanda aplicou sobre nosso time na disputa pelo terceiro lugar.

Embora vencer ou perder faça parte deste esporte universal, a humilhante derrota por 7 a 1 da nossa seleção pode ter despertado nos brasileiros o sentimento de que correr atrás de uma bola deve ser um hobby, algo secundário, não o fim de todas as coisas.

Há males que vêm para bem. E esse “esfrega” assistido mundialmente pode ter sido um deles. Temos agora uma das mais importantes eleições pela frente e o futuro do Brasil que verdadeiramente faz a diferença na vida das pessoas. É hora de refletir e fazer a lição de casa.

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346 mil “fichas-sujas”

TSE1 R7 346 mil “fichas sujas”

Fachada do Tribunal Superior Eleitoral (TSE): ficha limpa barra candidaturas

A Lei da Ficha Limpa pode tornar inelegíveis mais de 346 mil brasileiros, segundo levantamento da Procuradoria-Geral da República (PGR). Os dados parciais compilados até o último dia 24 consideram informações sobre políticos condenados por órgãos colegiados (Tribunal de Justiça ou Cortes Superiores).

O número é considerável e representa um aumento de 180% em relação às eleições de 2012. Além das restrições impostas pela Lei da Ficha Limpa, aparecem na lista processos de potenciais inelegíveis por condenações por improbidade administrativa e crimes comuns.

O Ministério Público Eleitoral (MPE) está analisando os dados para agilizar o processo de impugnação das candidaturas em todo o Brasil. Embora o número seja alto, ele não inclui somente políticos. De acordo com o juiz Márlon Reis, todos os condenados criminalmente estão impedidos de participar.

Ele ressalta que a lei não é punitiva, mas sim preventiva no sentido de inviabilizar uma candidatura enquadrada na lei. Proposta por uma iniciativa popular após o recolhimento de 1,3 milhão de assinaturas, a Lei da Ficha Limpa foi aprovada pelo Congresso Nacional e promulgada em 2010. Esta medida é uma das maiores conquistas do povo brasileiro no sentido de melhorar a prática política.

Mesmo com a Lei da Ficha Limpa, conhecer a vida pregressa do seu candidato, sobretudo se ele já cumpriu algum mandato eletivo, é uma forma de varrer o que não presta da gestão pública. Avaliar seu trabalho e suas propostas é a garantia de votar consciente. Só assim conseguiremos dar um fim naqueles que se servem da política para interesses próprios.

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Manifestação de cara limpa

rio de janeiro protesto R7 Manifestação de cara limpa

Mascarados podem ser proibidos nas manifestações em São Paulo

Proposta aprovada pelos deputados estaduais paulistas quer proibir o uso de máscaras ou outro paramento que possa ocultar o rosto da pessoa durante protestos de rua. A iniciativa pretende inibir a atuação dos manifestantes adeptos à tática ‘black bloc’, que normalmente depredam o patrimônio público e privado.

De acordo com a justificativa da proposta, o objetivo desse grupo é “destruir, danificar, explodir, queimar, saquear e aterrorizar”. O texto diz ainda que “tal comportamento tem esvaziado as legítimas manifestações e prejudicado o direito dos demais cidadãos de bem de se manifestar”.

De fato as manifestações subsequentes às de junho do ano passado não tinham outra intenção a não ser aterrorizar e destruir tudo que vissem pela frente. Recentemente, assistimos a destruição de uma concessionária de carros de luxo na capital paulista. Uma vergonha.

O problema das máscaras é que os agressores normalmente não são identificados pela polícia e a impunidade prevalece. A medida, a meu ver, não visa inibir as manifestações, mas impedir que criminosos infiltrados nos protestos causem tumulto.

A lei depende da sanção do governador Geraldo Alckmin para ter validade. Ele tem 15 dias para promulgá-la ou vetá-la. E você, o que acha da proposta? Comente.

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Fim da revista íntima nos presídios de SP

Penitenciária 560 Fim da revista íntima nos presídios de SP

Novas tecnologias podem substituir o constrangimento da revista íntima nos presídios

Vimos ontem neste blog que os deputados estaduais de São Paulo aprovaram a destinação de um vagão para uso exclusivo das mulheres nos trens da capital. Outro projeto igualmente polêmico aprovado pelos parlamentares paulistas visa restringir a revista íntima para visitantes nos presídios do estado.

A proposta, que também segue para a aprovação do governador Geraldo Alckmin, pretende que a revista seja feita somente por scaner corporal, detector de metais e raio X. Com a medida, a ideia é impedir que os procedimentos invasivos, como a nudez e o agachamento, constranjam o visitante.

Um dos maiores desafios dos agentes penitenciários é barrar a entrada de armas, drogas, celulares e outros objetos proibidos dentro dos presídios. A revista invasiva, no entanto, se dá justamente pela falta dos equipamentos tecnológicos que substituam essa forma constrangedora, que até crianças são submetidas.

O argumento do deputado autor do projeto é que, embora esteja presa, “a pessoa do condenado jamais perderá sua condição humana e, portanto, será sempre merecedora de respeito em seus direitos e garantias fundamentais”, que se estendem aos familiares.

É uma boa oportunidade de o estado se modernizar e aperfeiçoar não só a tecnologia empregada, mas o tratamento dado ao cidadão. Você compartilha dessa opinião? Qual sua posição sobre o assunto? Comente.

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“Vagão rosa” contra assédio no trem

MetroRio Vagão Feminino 560 “Vagão rosa” contra assédio no trem

Nem todos os homens respeitam o vagão feminino, aprovado pelas usuárias

A Assembleia Legislativa de São Paulo aprovou na última semana projeto de lei que prevê a destinação de um vagão exclusivo para mulheres nas composições da CPTM e do Metrô. A iniciativa, que depende da sanção do governador Geraldo Alckmin para entrar em vigor, é justificada pelos recorrentes abusos que as passageiras sofrem nos trens lotados, sobretudo em horário de pico.

Rio de Janeiro e Brasília já adotaram a medida nos seus sistemas de transporte. O vagão exclusivo é aprovado não só pelas mulheres que o utilizam, mas pelos homens. Na capital federal, por exemplo, logo após a implantação do “vagão rosa”, a imprensa local registrou depoimentos de homens que se sentiam incomodados de ver as passageiras “massacradas” devido à lotação.

Embora possa parecer sexista, destinar um vagão exclusivo para as mulheres é uma forma de preservar a integridade física e moral das nossas passageiras. Infelizmente, alguns homens não sabem conviver civilizadamente com pessoas do sexo oposto. CPTM e Metrô se manifestaram contrários à iniciativa porque ela “infringe o direito de igualdade entre gêneros à livre mobilidade”.

O que você acha da proposta? Aprova ou desaprova? Por quê?

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Mesmo com Dilma, mulher segue distante

Mulheres Carlos Humberto Assis TSE R7 Mesmo com Dilma, mulher segue distante

TSE lança campanha publicitária para atrair mulheres à política: desafio

Vimos ontem neste blog que a participação da mulher na política brasileira é uma das mais baixas do mundo. Apenas 8,6% dos assentos na Câmara dos Deputados são ocupados por mulheres.

O curioso disso tudo é que nem mesmo a eleição da primeira mulher presidente do Brasil – Dilma Rousseff – conseguiu equilibrar a divisão de poder. Até a política de cotas se mostrou insuficiente para mudar esse cenário.

Qual é a grande barreira que distancia a mulher brasileira da política partidária? De pronto, não há uma resposta. Podemos, talvez, atribuir essa rejeição aos próprios homens que, ao longo da história, dominaram o poder.

No mundo corporativo, cada vez mais as mulheres têm ocupado posições de destaque, chegando inclusive ao comando de grandes empresas e corporações, como é o caso da presidente da TAM, Cláudia Sender.

Mesmo a intensa campanha publicitária do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) pela igualdade de gênero na participação política não tem conseguido atrair as mulheres como gostaríamos. Onde temos falhado?

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