O assunto deste post não poderia ser outro. Continuamos refletindo com profundidade, e tremenda indignação, sobre o caos da educação no Brasil.

A professora mais famosa do País, Amanda Gurgel, soltou um grito de protesto contra a situação em que vive e trabalha a esmagadora maioria dos seus colegas de profissão (leia aqui).

Mas a revolta de quem assistiu ao seu depoimento não deve ter se limitado apenas aos professores. Certamente, milhares de brasileiros se identificaram com o drama daquela jovem do Rio Grande do Norte. Policiais, enfermeiros, médicos, militares e tantos outros profissionais que dedicam a vida ao serviço público sem nunca receberem o devido reconhecimento.

De fato, a realidade da educação está cada vez pior. Falta tudo nas escolas: material de ensino, merenda, salas de aulas de qualidade, segurança e até, por exemplo, campanhas de prevenção ao uso de drogas. O salário dos professores é de fome. Miséria mesmo!

Isso apenas para citar algumas das deficiências da educação brasileira. Cenário que se perpetua por anos a fio, governo após governo.

E o que vários burocratas do Ministério da Educação fazem para salvar o Brasil deste quadro agonizante? Passaram três meses discutindo se haveria ou não um beijo lésbico de língua no material anti-homofobia, mais conhecido como “kit gay”!

Um projeto que, no fundo, mais serve para incentivar o homossexualismo e a iniciação sexual precoce das crianças do que propriamente combater a homofobia. Revoltante!!

Confira você mesmo o discurso do ex-secretário do MEC, idealizador do "kit gay", e tire suas conclusões:




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