Águas que curam

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Agora vi, na prática, que muitos remédios estão na natureza. Temos uma verdadeira farmácia ao nosso dispor e muitas vezes recorremos a produtos industrializados caros e cheios de contra indicações.

Minha filha Laura, que por sinal está completando nove anos, lamentavelmente levou um tombo daqueles de bicicleta - foi seu primeiro acidente. A perninha dela ficou profundamente ralada pelo asfalto.

Bem, fizemos os primeiros socorros de esterilização do local e levamo-na ao médico. Ele receitou antibiótico e uma pomada. Pomada essa que só piorou o que já estava ruim, pois a pele reagiu mal a esse medicamento.

Desesperada, procurei uma dermatologista, que por sua vez, indicou outro creme cicatrizante. Como nós ficamos reféns quando somos ignorantes no assunto!

Mais uma vez a Laura piorou e eu decidi recorrer à sábia natureza. Deixei que seu próprio organismo se encarregasse da cicatrização. Assim foi, depois que nasceu a casquinha, passei a banhar a perninha dela na água sulfurosa, cujas propriedades minerais atuam na regeneração da pele.
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Tive essa oportunidade porque estou justamente em um balneário terapêutico chamado Raposo, no noroeste fluminense. Minha família vive aqui e administra o Parque das Águas Soledade, uma propriedade de Deus.

Eu já tinha ouvido histórias impressionantes sobre os benefícios dessa água. Certa vez, um senhor muito rico, que morava no Rio de Janeiro veio para cá, como sua última alternativa para se curar de uma dermatite crônica. Seu corpo já quase não produzia mais colágeno e suas unhas caiam. Por indicação de um desconhecido ele ouviu a seguinte frase: "Só tem um meio do senhor ficar bom: vá a Raposo e banhe suas mãos na água sulfurosa." O ilustre desconhecido tinha razão.

Também vi a melhora nas cordas vocais de uma querida senhora, dona Zezé, mãe da minha comadre Ana. Ela constantemente perde a voz e só se recupera com gargarejos de água sulfurosa.

Minha mãe estava prestes a operar os olhos por causa de catarata quando ela tentou usar o colírio natural, que brotava bem ali perto, do subsolo.

Desta vez, foi minha própria filha quem testemunhou o poder da natureza. É visível a melhora do machucado dela após cada lavagem, ao contrário do que acontecia com as pomadas prescritas pelos "doutores". Aliás, se remédio fosse tão bom assim, não seria chamado de droga.
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