Publicado em 14/02/2013 às 08:00
UMA QUESTÃO DE JUSTIÇA

É justo exigir que um formando em escola superior seja aprovado em prova de final de curso para exercer a sua profissão?
Olá.
Caro leitor, vamos tratar de um assunto de alta relevância para a Educação brasileira. Peço a você que compartilhe comigo, dando a sua opinião.
O ex-presidente Lula lançou um programa: Universidade para Todos. Surgiram o PROUNI e o FIES para dar apoio ao seu programa. Na minha opinião, teria feito melhor se tivesse oferecido para todos escolas técnicas e escolas de tecnologia em nível superior.
Para fiscalizar o grau de eficiência das faculdades o MEC criou o ENADE. O último ENADE reprovou um terço das faculdades avaliadas. 95% das faculdades reprovadas são de ensino privado. Veja a quantidade de profissionais incompetentes que, todo anos, as faculdades particulares beneficiadas pelo PROUNI e pelo FIES estão lançando no mercado de trabalho. Essa questão assume aspectos ainda mais graves quando profissionais lidam com a vida humana, como por exemplo, médicos, engenheiros, advogados e outros.
A OAB nãos e conformando com essa situação criou o Exame da Ordem. Para ter direito de exercer a profissão de advogado, o diplomado de Direito deve obrigatoriamente ser aprovado no Exame da OAB.
A Câmara dos Deputados está se movimentando no sentido de impugnar o Exame da OAB.
O Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo(CREMESP), por sua vez, obrigou os formandos de Medicina do Estado de São Paulo a realizarem um exame de fim de curso. Resultado: 54% dos participantes foram reprovados.
Ai está a questão, caro leitor:
- É justo obrigar um formando em escola fiscalizada pelo MEC a ser aprovado em examem de final de curso para exercer a sua profissão?
- É justo lançar no mercado de trabalho profissionais incompetentes?
Por favor, dê a sua opinião, caro leitor.
Abraço.
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