Mesmo desfalcado de seus principais astros internacionais, o chinês Chen Zhizhao – para a Fiel, simplesmente Zizao – , o peruano Cachito Raminez, o argentino Juan Manuel Martinez, o Corinthians (que só entrou no final para dar o ar de sua graça) e do corintiano nato David Luiz (que o Timão emprestou para reforçar o sofrível adversário), o Corinthians fez em Yokohama o que estava escrito desde o início dos tempos, nas profecias maias e bíblicas.
Mil vezes já foi dito que o Corinthians não é um time que tem uma torcida; é uma torcida que tem um time. O jogo foi ruinzinho. Mas o espetáculo — o verdadeiro, o original, tingido de preto e branco — foi mais uma vez fora de campo. A galera que vai chiar pra acertar as contas do cartão de crédito na volta e as prestações da CVC.
Valeu a pena. Vencer é sempre melhor.
Mas futebol, para o Corinthians, é só um detalhe
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