06 jun as 06h00

Não dava para acreditar, como sugeriam certas pesquisas de última hora, que o Peru, o mais encantador país da América do Sul, fosse entregar seu destino à filha do ex-presidente corrupto e fujão Alberto Fujimori.

Keiko Fujimori é uma daquelas “fanáticas da dor” do qual fala o Nobel de Economia, Paul Krugman – discípula da seita ultraliberal que pretende resolver os problemas de um país com cortes orçamentários e enxugamento de salários.

Nas urnas, os peruanos escolheram a razão e a compaixão.

Não que Ollanta Humala – ex-militar de esquerda, o que causava imediata identificação com o venezuelano Hugo Chavez – seja lá grande coisa. Mas Humala teve por trás dele uma orquestra de craques em eleição, tendo como maestro o brasileiro João Santana, o Patinhas.

Foi João Santana quem reelegeu Lula em 2006 e elegeu Dilma em 2010. Venceu também com José Manuel de la Sota na Argentina (reeleito governador da Província de Córdoba em 2003) e com Mauricio Funes em El Salvador (eleito presidente em 2009).

A campanha de Humala teve muito da campanha de Lula: mostrar que o compromisso dele era com o país, não com facções. A direita insistiu em anunciar que, Humala eleito, viria o apocalipse. A gente já viu esse filme, João Santana já tinha visto este filme.

Fez o trabalho, com sua reconhecida inteligência, e, ao eleger Humala, conseguiu aquilo que parecia impossível. Ao final, até o escritor Vargas Llosa bateu palmas.

CIDADE MUDA

Nova York proibiu música em certas áreas do Central Park. Rádio, violão, saxofone, gaita de fole, o que for.

Um das viítimas da lei do silêncio passa a ser Strawberry Fields – onde John Lennon, a caminho de casa, no Edifício Dakota, foi assassinado por um lunático exibicionista. O nome Strawberry Fields foi dado por causa da música.

Aquilo lá virou um santuário. Há sempre flores no lugar onde Lennon tombou e é comum grupos de turistas improvisarem, em coro, Imagine ou Give Peace a Chance em memória do beatle pacifista.

Deve ser alguma coisa do tipo Cidade Muda. Administrador ineficiente acha que governar é proibir. Gilberto Kassab já deve estar exportando know-how.

Veja mais:
+ Siga o R7 no Twitter
+ Veja os destaques do dia
+ Todos os blogs do R7

Espalhe por aí:
  • RSS
  • Live
  • del.icio.us
  • Twitter
  • Google Bookmarks
  • Digg
  • Facebook
  • Netvibes
03 jun as 12h47

Quem deu uma passada a jato pelo Brasil esta semana foi o überchef francês Alain Ducasse. A tempo de inaugurar sua segunda escola de gastronomia, desta vez no campus avançado da Universidade Estácio de Sá, em São Paulo (a primeira funciona no Rio), e de um jantar reservado no restaurante Kaá, que é o típico lugar onde a gente fica sem saber se deslumbra com o cenário ou com a comida, assinada pelo chef Pascal Valero.

Ducasse tem 18 estrelas do Guia Michelin e 28 restaurantes (entre eles, os triestrelados Louis XV, de Montecarlo, o restaurante do Plaza Athénée, de Paris, e o do Dorchester Hotel, de Londres). É o recordista de estrelas do Michelin – a bíblia da gastronomia mundial.

chef ok A melhor receita do superchef

A escola da Chácara Flora é um braço da Alain Ducasse Formation (ADF) e as aulas começam em agosto, para 60 privilegiados. Curso de dois anos e meio, mensalidade de R$ 1.500. Ducasse virou um mecenas da alta gastronomia francesa. Ele faz uma fortuna em restaurantes em Nova York, em Las Vegas e em Tóquio e, assim, consegue manter um padrão quase impossível em pequenos bistrôs que vai adquirindo, um a um – e que não teriam como pagar as contas de ingredientes cada vez mais caros e exclusivos.

Quer dizer: se não fosse Ducasse, bistrôs como Le Benoît e o Aux Lyonnais, em Paris, ou teriam fechado as portas ou teriam de ter reduzido as porções, e a qualidade, do cassoulet, do foie gras e da galinha de Bresse. O que gosto da cozinha de Ducasse é que ela é contemporânea sem cair na tentação dos modismos das espumas e das emulsões. É do tipo que acha que a simplicidade pode combinar com a sofisticação.

Veja mais:

+ Siga o R7 no Twitter
+ Veja os destaques do dia
+ Todos os blogs do R7

Espalhe por aí:
  • RSS
  • Live
  • del.icio.us
  • Twitter
  • Google Bookmarks
  • Digg
  • Facebook
  • Netvibes
02 jun as 13h29

O governo vai privatizar os aeroportos, me disse Guido Mantega, na noite de 15 de novembro, enquanto ele festejava a vitória de Dilma Roussef no Hotel Nahum, em Brasília.

Ele, Mantega, nem tinha reconfirmado no Ministério da Fazenda, mas assegurava que, do jeito que as coisas andavam no setor aeroportuário, era a solução possível. Só faltava definir como: concessão, privatização cem por cento, se abriria para empresas estrangeiras, o papel da Infraero, etc.

A promessa andou. No ritmo Brasil. De 15 de novembro para cá são mais de seis meses. Dilma acaba de anunciar que vai abrir para a iniciativa privada a reforma e a gestão de Cumbica, de Viracopos e do aeroporto de Brasília.

30052011AC3234 O trem corre atrás do avião

Guido Mantega

É mais, ou tão importante do que os estádios – de saber se o Itaquerão sai ou não, se o Maracanã estará pronto para a abertura – para dar um mínimo de viabilidade à Copa no Brasil.

Outra coisa: o Brasil tem know-how no assunto. Várias empresas brasileiras estão aí pelo mundo.

A Odebrecht constriu o Terminal Sul do aeroporto de Miami em 2007 e cuida hoje da expansão: 1 milhão de metros quadrados de novos terminais e integração com o metrô via Air Link. Lembrando suas origens baianas, vai até botar dois painéis de Carybé no novo terminal. Carybé, como vocês sabem, é o mais baiano dos estrangeiros.

A Camargo Corrêa administra, via a empresa A-Port, nove aeroportos na América Latina e no Caribe.

A Andrade Gutierrez, em joint-venture com empresa canadense e outra americana, opera o aeroporto de Quito, no Equador, e constrói um novo aeroporto que vai custar 590 milhões de dólares (1 bi de reais).

O anúncio que Dilma fez esta semana tem a ver com a “agenda positiva” que Lula lhe soprou ao ouvido. Um jeito de mostrar que o governo não está paralisado pela crise Palocci – as suspeitas de enriquecimento súbito e ilícito do ministro-chefe da Casa Civil.

vista geral do aeroporto de viracopos foto luiz granzotto O trem corre atrás do avião

Aeroporto de Viracopos

Um detalhe que chama atenção é a inclusão de Viracopos no pacote. Viracopos era até a inauguração de Cumbica, o aeroporto internacional de São Paulo. Ficou às moscas, decadente, tecnologicamente anacrônico. É um absurdo. A região de Campinas tem tudo de bom, a começar pelas excelentes condições atmosféricas. É um pólo econômico extremamente dinâmico. Viracopos ajudaria a descongestionar Cumbica. Desde que...

Desde que... Bem, está na cara que Dilma sinaliza que o projeto do trem-bala ligando Campinas, São Paulo e Rio veio mesmo para ficar. Não é só miragem. O trem-bala é a cláusula até aqui oculta da remodernização de Viracopos.

É bom lembrar que o Senado já aprovou medida provisória: 20 bilhões de reais de financiamento ao trem-bala via BNDES. Ainda vai ter muita crítica. Mas é melhor voltar a pensar em opções ferroviárias ágeis e contemporâneas do que aumentar a malha de rodovias, não é mesmo?

Veja mais:
+ Navegue pelo Jornal da Record News
+ Siga o R7 no Twitter
+ Veja os destaques do dia
+ Todos os blogs do R7

Espalhe por aí:
  • RSS
  • Live
  • del.icio.us
  • Twitter
  • Google Bookmarks
  • Digg
  • Facebook
  • Netvibes
01 jun as 13h57

Não, não é do inefável Fashion Rio que eu quero falar aqui, e sim do torneio de Roland Garros – que, aliás, não fica nada a dever, em cores e fantasia, às passarelas do Rio.

Dá para explicar: o próximo torneio dos top 4 da ATP é em Londres e vocês sabem como os ingleses são suscetíveis à tradição (só se permite fardamento branco para os concorrentes), assim, os estilistas e designers das marcas esportivas aproveitam para soltar a imaginação nas quadras de Paris. É um tal de color blocking pra cá, color blocking prá lá – e não me perguntem o que vem a ser isso.

Novak Djokovic Momento fashion

Novak Djokovic

A policromia das quadras compensa pelo menos o tédio cinzento dos resultados sempre esperados. Nadal, Djokovic, Federer, Soderling, Murray – e não se sai daí.

114957294 Momento fashion

Roger Federer

Rafael Nadal, hoje ainda o número 1 (Djokovic está a um milímetro dele no ranking), nunca primou exatamente por uma elegância clássica. Com aquelas bermudas que descem até o joelho e que lhe obrigam a um insistente cacoete para dar um respiro às partes baixas, Nadal reitera seu físico de miura – menininho bombado de academia. Novak Djokovic este ano estilizou na camisa as cores da Sérvia – está jogando uma barbaridade – e o sempre elegante Roger Federer, na roupa e no jogo, parece ter recaído na mesma sina patriótica de Djokovic, apresentando-se em Roland Garros com um combinadinho vermelho e branco, da camiseta pólo ao tênis, que lembra a bandeira da Suíça.

nadal Momento fashion

Rafael Nadal

Federer foi durante muito tempo o ícone fashion (há quem diga que não apenas fashion) de Anna Wintour, a poderosa da Vogue América. Anna Wintour é o diabo que veste Prada do livro e do filme. A rainha da extravagância e da arrogância. Costumava dar seus pitacos nos looks de Federer. Dá para adivinhar que Federer desistiu dela.

Veja mais:
+ Navegue pelo Jornal da Record News
+ Siga o R7 no Twitter
+ Veja os destaques do dia
+ Todos os blogs do R7

Espalhe por aí:
  • RSS
  • Live
  • del.icio.us
  • Twitter
  • Google Bookmarks
  • Digg
  • Facebook
  • Netvibes
31 mai as 06h00

Não bastasse ter feito tudo o que fez dentro do campo, Raí continua surpreendendo fora dele.

Ele toca – junto com o sócio Leonardo, atual treinador do Inter de Milão – a Fundação Gol de Letras, que atende a mais de 1.200 jovens, em São Paulo e no Rio, com atividades de arte, cultura, comunicação, esporte, lazer, cidadania e educação para o trabalho. O projeto existe desde dezembro de 1998.

Paizão de três filhas (Manuela, 28 anos, Raíssa, 22, e Noah, seis) e avô de uma neta de 12, Raí, aos 46, investe agora todo o capital afetivo que tem por elas num empreendimento bonitinho: um livro infantil. O título é Turma do Infinito, as ilustrações são do austríaco Jam Limpens e a editora é a CosacNaif.

O tema: três crianças – Sol, Filó e Sofia – nascidas no mesmo dia, estudando na mesma escola, no princípio acham que são o centro do mundo. Aí, começam a aprender que outros mundos além do delas.

É uma fábula tão elegante quanto o futebol que Raí jogou. O único pecado dele foi eventualmente ter errado de time.

Veja mais:
+ Navegue pelo Jornal da Record News
+ Siga o R7 no Twitter
+ Veja os destaques do dia
+ Todos os blogs do R7

Espalhe por aí:
  • RSS
  • Live
  • del.icio.us
  • Twitter
  • Google Bookmarks
  • Digg
  • Facebook
  • Netvibes
30 mai as 15h57

Não estranhem se José Serra, candidato derrotado à Presidência, passar a frequentar as páginas de Stephenie Meyer – aquela que povoa livros como Crepúsculo e Eclipse com simpáticos vampirinhos, dilacerados lobisomens e outros personagens espectrais.

O PSDB fez dele um morto-vivo. Na Convenção Nacional de sábado, em Brasília, as facções de Aécio Neves e de Geraldo Alkimin ficaram com o poder e despacharam Serra para a obscuridade de um Conselho Político que ninguém ainda sabe bem o que vem a ser. De todo modo, lá nesse Conselho Serra será o presidente.

PSDB001 Remake de <i>Crepúsculo</i>

A foto do encerramento da Convenção que saiu na Folha de S. Paulo é reveladora: mostra um Aécio triunfante, entre um Serra morto de constrangimento e um FHC visivelmente preocupado em não deixar Serra magoado.

Serra se dá bem com a escuridão. Dorme tarde, opera de madrugada e sofre com a luz do dia. Se o PSDB não se cravou a estaca no peito, tampouco lhe deu o direito de trabalhar em plena claridade.

Veja mais:
+ Navegue pelo Jornal da Record News
+ Siga o R7 no Twitter
+ Veja os destaques do dia
+ Todos os blogs do R7

Espalhe por aí:
  • RSS
  • Live
  • del.icio.us
  • Twitter
  • Google Bookmarks
  • Digg
  • Facebook
  • Netvibes
29 mai as 06h00

palocci hg abr 20110102 LOBBY À LUZ DO DIA

Tem gente que viu a impressão digital do ex-ministro Zé Dirceu no vazamento das informações sobre o faturamento da empresa do atual chefe da Casa Civil, Antonio Palocci. É pouco provável. Esta é a primeira vez que uma denúncia contra político do PT não saiu de dentro do próprio PT.

Ficou, de todo modo, um mal-estar dentro do “PT profundo: as bancadas e as bases mais ortodoxas.
Mal-estar que o ex-ministro Zé Dirceu exprimiu. Mandou recado: tudo bem, o companheiro Palocci não merece ser prejulgado, mas ninguém tinha ideia de que ela fazia tal tipo de consultoria, nem quais eram os valores pagos pela clientela. “Que eu sou consultor todo mundo sabe”, alfinetou Zé Dirceu.

Outra ironia da história: é a primeira vez que um político fica na mira pelo que ele ganhou fora do governo, e não dentro dele. Mas será mesmo “fora do governo”? Os clientes da consultoria de Palocci queriam o quê dele? Acesso privilegiado a informações? O caminho das pedras para chegar a setores do governo?
Nem precisa ser do tipo toma lá, dá cá. Exemplo: empreiteira querendo obra pública. Mas ser amigo do ministro mais influente do governo não faz mal a ninguém.

Interesses são legítimos e fazem parte do jogo democrático. O importante é ter um sistema como o americano. Há deputados que representam lobbies. Lobbies em si não são um mal. Há o lobby da indústria farmacêutica, das produtoras de Hollywood, da indústria de tabaco, mas também o das minorias, dos gays, dos deficientes físicos, dos ativistas a favor das pesquisas com célula-tronco, etc.

Tudo feito às claras, à luz do dia, regulamentado. Não é a melhor solução pro Brasil sair deste clima de desconfiança aguda e permanente?

Veja mais:
+ Navegue pelo Jornal da Record News
+ Siga o R7 no Twitter
+ Veja os destaques do dia
+ Todos os blogs do R7

Espalhe por aí:
  • RSS
  • Live
  • del.icio.us
  • Twitter
  • Google Bookmarks
  • Digg
  • Facebook
  • Netvibes
28 mai as 06h00

Michelle Obama mostrou mais uma vez que não é mulher de se intimidar com castelos, rainhas, princesas, pompa e circunstância.

Deu um show de elegância na visita à Inglaterra, ao lado do maridão Barack. Trocou de roupa três vezes  por dia, mas sempre primando por uma informalidade com estilo.

Escolher roupa – a gente sabe – vai muito além da vaidade pessoal e da etiqueta social. A gente sempre quer dizer alguma coisa a mais através da roupa. No caso de Michelle Obama, elegância à parte, ele capricha na simbologia. Diz a editora de moda do New York Times: “Ela adora passar uma mensagem política, de otimismo comedido, sem estardalhaço, que é o que o próprio governo Obama pretende significar”.

michelle inglaterra IMPERATRIZ DA REPÚBLICA

Outro detalhe interessante da visita diz respeito aos casadinhos de novo, William e Kate. Foi a primeira vez que o casal, agora Duke e Duquesa de Cambridge, são incorporados à primeira fila de um evento social, político e diplomático tão importante.

Kate, então, abafou. Vestia um vestidinho ao estilo que os ingleses chamam de high street. Traduzindo: que dá comprar em alguma loja não longe de você. O de Kate custou 175 libras. Onde é que no Brasil alguém conseguiria comprar por 450 reais um vestido de festa tão casualmente elegante?

Veja mais:
+ Navegue pelo Jornal da Record News
+ Siga o R7 no Twitter
+ Veja os destaques do dia
+ Todos os blogs do R7

Espalhe por aí:
  • RSS
  • Live
  • del.icio.us
  • Twitter
  • Google Bookmarks
  • Digg
  • Facebook
  • Netvibes
27 mai as 06h00

807907 A VOZ ÁSPERA DA REVOLUÇÃO

Joan Baez e Bob Dylan

Bob Dylan, 70 anos (24 de maio de 1941). Meio narigudo, cabelo de vassoura, de voz rouca, cantando blues – ele que é judeu – com um timbre que ninguém tinha ouvido antes. Um jeito de cantar estranho, mas original, único, revolucionário. Era para não dar certo, se o cara não fosse gênio.

Bob Dylan levou a poesia para a música pop. Letras como Blowing in the Wind (falem baixinho, senão o senador Suplicy começa a cantar), Like a Rolling Stone e – minha favorita – Mr. Tambourine Man estão à altura da poesia de Shakespeare, de Elliot, de Auden.

Aos 70 anos, Dylan continua original e revolucionário. Ele e outros tiozinhos da geração dos 60 – penso em Mick Jagger, que faz 68 em julho, Lou Reed, 69, e Eric Clapton, 66 -- continuam ativos, sem perder a chama da antiga rebeldia.

109075494 A VOZ ÁSPERA DA REVOLUÇÃO

Rebeldia diz pouco. Robert Shelton, o principal biógrafo de Bob Dylan, acaba de revelar o conteúdo de algumas fitas gravadas em 1966, quando Bob Dylan já era um ídolo pop. Ele confessava que consumia heroína e tinha pensamentos suicidas.

Historinha rápida: foi Dylan que apresentou a maconha aos Beatles. A primeira vez que os ingleses se apresentaram em Nova York foi em 1965, no Shea Stadium, dos Mets. Pediram para ser apresentados ao ídolo. Depois do show, já no hotel, chegou Dylan. Apertos de mão. Dylan começou pacientemente a enrolar um baseado. Os Beatles, apesar da fama, nunca tinham consumido droga alguma. Reações diversas. Paul McCartney provou e fez cara de que nada tinha acontecido. John provou e fingiu que já conhecia a coisa. George Harrison subiu ao cosmo. E Ringo pirou. Comportou-se, frase dele, “como um macaquinho estúpido”.

Veja mais:
+ Navegue pelo Jornal da Record News
+ Siga o R7 no Twitter
+ Veja os destaques do dia
+ Todos os blogs do R7

Espalhe por aí:
  • RSS
  • Live
  • del.icio.us
  • Twitter
  • Google Bookmarks
  • Digg
  • Facebook
  • Netvibes
26 mai as 06h00

Modesto conselho para o ministro Antonio Palocci. Seja ele culpado ou inocente das acusações que estão lhe fazendo, seria bom que, cada vez que o ministro tentasse uma explicação, ele levantasse a cabeça e olhasse para a câmera – ou para o interlocutor.

A linguagem corporal dele é a de quem está escondendo alguma coisa.

Veja mais:
+ Navegue pelo Jornal da Record News
+ Siga o R7 no Twitter
+ Veja os destaques do dia
+ Todos os blogs do R7

Espalhe por aí:
  • RSS
  • Live
  • del.icio.us
  • Twitter
  • Google Bookmarks
  • Digg
  • Facebook
  • Netvibes