O prédio de escritórios que sedia a Projeto, empresa de consultoria do ex-ministro Palocci agora faladíssima, chama-se Çiragan (em turco, com til em cima do G e se pronuncia Xirarrán).
Originalmente dá nome ao suntuoso palácio inaugurado em 1867, à beira do Bósforo, em Istambul, onde, em meio a tapetes, almofadas, eunucos e odaliscas, imperararam os sultões otomanos.
Como um foi destronado, outro reinou por apenas três meses e o próprio palácio certa vez pegou fogo, ficou com fama de lugar agourento.
O sultão do jornalismo da Rede Globo, Ali Kamel, foi visto esperando, horas a fio, no lobby do hotel Meliá de Brasília, na noite de terça-feira (14).
Até o momento em que a testemunha indiscreta se retirou, o senador Álvaro Dias ainda não tinha aparecido, sobraçando algum daqueles dossiês secretos anti-PT que a Globo e o Globo tanto apreciam.
O financeiro da FIFA divulga que a entidade tem em caixa, hoje, o correspondente a R$1,5 bilhão. Em dólares, 900 milhões. Está explicado porque Joseph Blatter, apesar da maré de acusações que a FIFA enfrenta, foi reeleito tão facilmente para seu quarto mandato.
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SULTÕES, MAGNATAS
E O JUSTICEIRO
O prédio de escritórios que sedia a Projeto, agora famosa empresa de consultoria do ex-ministro Palocci, chama-se Çiragan (em turco, com til em cima do G e se pronuncia Xirarrán)
Originalmente dá nome ao suntuoso palácio inaugurado em 1867, onde, em meio a tapetes, almofadas, eunucos e odaliscas, imperararam os sultões otomanos.
Como um foi destronado, outro reinou por apenas três meses e o próprio palácio certa vez pegou fogo, ficou com fama de lugar agourento.
O sultão do jornalismo da Rede Globo, Ali Kamel, foi visto esperando, horas a fio, no lobby do hotel Meliá de Brasília, na noite de terça-feira.
Até o momento em que a testemunha indiscreta se retirou, o senador Álvaro Dias ainda não tinha aparecido, sobraçando algum daqueles dossiês secretos anti-PT que a Globo e o Globo tanto apreciam.
Esta é para tirar o sono dos magnata das altas maracutaias e de certos marajás dos tribunais superiores: o hoje desembargador Fausto De Sanctis, aquele da Operação Satiagraha, fez chegar aos amigos sua intenção de escrever um livro. De Sanctis, embora seja chegado às letras (ou talvez por isso mesmo), não pertence a nenhuma Academia. Contudo, já publicou um livro de ficção, Xeque-Mate (de 2010). Na sua carreira de implacável justiceiro, De Sanctis não confunde realidade com ficção, mas na literatura é o que ele mais gosta de fazer. Quer dizer, mesmo que o próximo livro seja uma ficção (ninguém sabe ao certo o conteúdo dele), os pilantras da vida real que se cuidem.











