A sociedade precisa ser melhor que os “baderneiros”

 A sociedade precisa ser melhor que os baderneiros

Sandro Vox/Ag. O Dia

Acompanhei com preocupação as prisões dos chamados "ativistas". Ver gente presa antes de cometer um crime, por suposição, baseado no testemunho de uma única pessoa, com informações vazadas de forma seletiva por uma polícia que deveria zelar pela lisura das investigações, entre tantos descalabros jurídicos, me pareceu motivo suficiente para não aplaudir uma caça às bruxas que em nada ajuda o País a consolidar sua democracia, muito menos o estado de direito.

Dito isso, pronto, acabou. Uma coisa é perceber quando fundamentos da civilização são agredidos de forma arbitrária, persecutória, infame. Outra, bem diferente, é gostar desses moleques mal-educados. Violentos. Estúpidos. Inúteis. O anarquismo de butique é uma excrescência, doença infantil de um esquerdismo sepultado ainda no século XIX.

Não consigo enxergar em Elisa de Quadros Pinto Sanzi (cuja alcunha Sininho não por acaso remete a uma fábula sobre a infantilidade eterna), uma figura monstruosa que deva ser banida do convívio humano. Tratá-la como uma terrorista, ou mesmo uma líder de arruaceiros, é assinar atestado de burrice ou bolsanarismo, com o perdão pela redundância.

Mas pior seria enxergar nela e em seus amiguinhos algum heroísmo, ou mesmo decência política. Não mesmo. São ignorantes. Estudaram nada. Precisam ler os autores que citam nas irresponsáveis conversas de botequim. O que eles fazem é um insulto aos anarquistas que entregaram suas vidas em nome de um utopia. Dá vontade de mandar calar a boca. Mas logo passa.

Só espero que esses meninos e meninas, alguns já um tanto apodrecidos pelas idéias velhas que carregam, respondam por seus atos de forma republicana, principalmente por parte dos acusadores. O mal que eles já fizeram às mobilizações populares vai demorar para ser sanado. Não precisamos piorar a situação. Sejamos mais adultos que eles. E, principalmente, mais dignos.

Ariano, um brasileiro

foto 1 Ariano, um brasileiro

Fosse Machado de Assis um inglês, seria considerado um dos maiores escritores do mundo. O mesmo não se aplica a Ariano Suassuna. Sua brasilidade é tamanha, tão gigantesca, que nenhum outro País seria digno de sua genialidade.

Bastariam O Auto da Compadecida e A Pedra do Reino para colocá-lo no panteão de onde o aguarda Guimarães Rosa, nosso outro autor intocável. Mas Ariano também foi um guerreiro na sua militância pela cultura nacional — aquela legítima, soberba, única. Seu Movimento Armorial é um dos nossos momentos de maior grandeza, quando enfim nos vimos eruditos.

O mestre paraibano, cidadão pernambucano,  soube como nenhum outro pesquisar, lapidar e devolver ao povo (é essa a palavra) o que este tem de mais ancestral e puro. Era um agitador incansável, cruel com a indústria cultural e todo o chorume que ela nos despeja nos ouvidos, nos olhos e na alma. Com bom humor, guerreou na música, no teatro, na dança e em cada manifestação que pudesse erigir nossa identidade nacional (este termo que foi vilipendiado e jogado na lata de lixo da história).

Para muitos, Suassuna era um conservador, caquético e ultrapassado. Pois eu afirmo com serenidade: foi nosso maior visionário. Olhando para nossas raízes, vasculhando nossas origens, enxergou um país belíssimo, alegre, sarcástico, iconoclasta e ao mesmo tempo místico. Era esse o futuro que ele enxergava em nossos palcos, ruas e praças.

A Academia Brasileira de Letras ridicularizou o uso da palavra imortal. Mas no caso de Ariano Suassuna, ela é precisa e justa. Poucos partem e deixam uma vida que se confunde com sua obra — e uma obra que se confunde com seu País. Um brasileiro. É isso que ele foi e sempre será. E acreditem: não é pouco.

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Lola Benvenutti, uma Bruna Surfistinha mais sofisticada

627963 Lola Benvenutti a nova Bruna Surfistinha 2 Lola Benvenutti, uma Bruna Surfistinha mais sofisticada

E Bruna Surfistinha fez escola. No caso, com curso superior: eis que surge Lola Benvenutti, estudante de Letras da Universidade Federal de São Carlos e garota de programa assumida. Não bastasse também ter criado um blog para compartilhar suas aventuras sexuais, em breve vai lançar um livro.

Lola tem 22 anos de idade e cinco de carreira. Embora seus clientes frequentem a alta sociedade do interior paulista, a jovem deve se considerar uma pessoa altruísta e generosa. Afinal, sua obra literária pretende “que as pessoas se libertem para uma vida sexual sem barreiras”. Deve ser uma espécie de autoajuda para onanistas, o que pode parecer redundante à primeira vista.

No vídeo de divulgação de seu livro, promete: “De maneira envolvente, perspicaz e cativante, tudo que você sempre quis fazer, de um jeito que você nunca viu”. Convenhamos, uma prostituta que usa a palavra “perspicaz” não se encontra em qualquer esquina escura. Desse jeito, alguém ainda vai criar um roteiro turístico para troca de casais no caminho de Santiago de Compostela. Anotem.

Na sua ardente luta em prol da liberdade sexual, Lola faz questão de passar um ar mais sofisticado. Nascida na modesta Pirassununga (SP), poderia ser considerada uma legítima representante da política de distribuição de renda e ascensão social dos governos Lula e Dilma? Quem sabe os sociólogos de São Carlos possam nos ajudar a elucidar essa questão.

O que não se pode negar é que Lola tem um discurso bem mais elaborado que a média de suas colegas. Assim define sua opção de vida: "Faço o que faço porque gosto, porque sou mulher, porque sou humana e tenho o direito de traçar o meu próprio caminho”.

Ela pretende estender seus negócios para o ramo de palestras e workshops. Não bastasse, desdenha da fama fácil: "A minha proposta não é aparecer com a bunda de fora na TV, ter 15 minutos de fama e falar que saí com jogador de futebol". Gostei da comparação. Há muitas formas de vender o corpo. Achei digno.

Foi-se o último escritor brasileiro

bento Foi se o último escritor brasileiro

João Ubaldo Ribeiro era nosso maior escritor vivo até esta sexta-feira, 18 de julho de 2014. Foi-se. Peço licença aos vivos, mas acabou: a literatura brasileira morreu.

Já fazia um tempo que agonizava, a pobrezinha. Os autores que surgiram de uns quarenta anos pra cá, verdade seja dita, são uns arremedos, uns escrivães, uns burocratas. Não há um único livro escrito por eles que mereça estar na mesma prateleira que Machado de Assis, Guimarães Rosa ou Graciliano Ramos.

João Ubaldo foi o último a carregar a tocha incandescente que ilumina os grandes autores. Em muito graças a Viva o Povo Brasileiro, uma obra visceral, um legado. Se esquecermos suas crônicas de jornal, dispensáveis, se sobressai um artista inquieto, atrevido e safado.

Mesmo assim, não foi um gênio. Mas se bastou para ser digno de um país que um dia foi brilhante. Ele sabia que nada mais frutificaria nessas terras outrora fecundas. Já nem se dava ao trabalho de escavar. Ficou ele lá, na superfície inesgotável. Descanse em paz.

Corinthians é Brasil em Moscou

Chegamos a um ponto que o melhor a fazer é fechar a lojinha e repensar tudo. A CBF é simplesmente um fiasco, uma máfia que não deu certo. E a seleção brasileira se mostrou uma fraude, mais uma, e já passou da hora de sofrer uma interdição.

Nunca me convenci de que uma entidade privada possa ter o monopólio de um bem imaterial tão importante quanto o futebol. É simplesmente uma afronta aos mais básicos dos direitos fundamentais de um povo. Quando os jogadores vestem o uniforme canarinho eles estão representando a nação. O assunto é sério.

Se é para sermos humilhados diante do mundo, então que mandem o Corinthians na próxima Copa. É mais razoável do que deixar essa responsabilidade nas mãos da cartolagem incompetente e corrupta. Se vencermos, tudo bem. Na derrota, também teríamos o que comemorar.

O fato é que precisamos de mudanças radicais. Não é possível permanecer assim, reféns de uma instituição sem a menor credibilidade. Não temos por que suportar tamanha vergonha: bastam nossos governantes. A seleção brasileira pertence ao povo. Melhor sermos um bando de loucos do que um punhado de trouxas. O campeão voltou! Êô.

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Por que nossa seleção seria melhor que os vira-latas que torcem pra ela?

ney Por que nossa seleção seria melhor que os vira latas que torcem pra ela?

Perder faz parte. Mesmo que seja de forma humilhante. O que é indesculpável nessa recente geração de garotos milionários é o egoísmo, a mesquinharia, a ganância e a absoluta falta de generosidade. Esses meninos não foram educados nem pelos pais, nem por técnicos ou dirigentes.

O exemplo deixado pela seleção alemã é um tapa na cara desses moleques. E olha que os tetracampeões fizeram o básico, quase nada para quem ganha seus milhões por mês: doaram uma ambulância, avaliada me R$ 30 mil, para a tribo de pataxós com que conviveram durante  a Copa.

A questão não é o valor do presente, mas o gesto simbólico, a generosidade e, sobretudo, a inteligência. Os rapazes alemães, além de treinarem com disciplina, souberam passar a imagem de que, na hora do lazer, eles sabiam olhar para o mundo ao redor. Não me lembro de nenhum deles cercados de mulheres bonitas, jogando vídeogame como adolescentes ou gritando feito crianças: é tóis! Mesmo assim, pareciam estar se divertido muito. Discretamente.

Mas quem nasceu para vira-latas jamais vai ter a força e da elegância de um pastor alemão. A turma sem raça das redes sociais, sabendo da lembrancinha deixada pelos gringos, desembestou a latir: espalharam e mentira de que a delegação estrangeira havia doado para a comunidade local o hotel onde ficaram  hospedados. Delírio puro. Menos, menos.

Já circula também um vídeo (claramente feito por alguma agência de publicidade muito bem remunerada, provavelmente por algum candidato à presidência) que retorna ao discurso do #CopaDoCaos. Nele, cantam os seguintes versos, tendo de fundo a música de um grande banco: "Esconda o patriotismo bem fundo porque, pra o resto do mundo, o Brasil é só decepção". Que rapidez! Na hora de ser canalha, não temos mais o que aprender. Com esses exemplos, por que nossos jogadores seriam melhores?

Pelo vergonhoso quarto lugar, a CBF receberá, ao todo, R$ 44 milhões. Desse total, R$ 11 milhões vão para o bolso de nossos jogadores milionários e para a comissão técnica da seleção brasileira. Não esperem um único centavo de generosidade dessa gente. E o melhor é nem tocar no assunto: capaz que começam a chorar. Chega, né?

 

Pelo fim dos manifestos sexistas: vamos carpir um lote?

femen ok Pelo fim dos manifestos sexistas: vamos carpir um lote?

Não está fácil pra ninguém. Por esses dias, circulou nas redes sociais o artigo de uma moça lamentando ser independente, moderna, dona da sua vida e do próprio corpo. Os homens não saberiam como lidar com alguém tão especial e bem resolvida. Tadinha. Depois veio a réplica: uma mulher fantástica, que adora cozinhar, lavar e passar, mas também não era bem compreendida por esse mundo frio e cruel. Que puxa.

Antes, um "coletivo" de meninas deixou bem claro que ser paquerada é uma violência, um troço muito feio, coisa de cafajestes. Fosse assédio, violência, invasão, eu até entenderia. Mas acho que também não podia assoviar, chamar de princesa ou oferecer um drink. Enquanto isso, garotas tiravam a roupa na rua para protestar contra o aquecimento global, ou algo parecido.

Era questão de tempo, portanto. Nesse tiroteio de choramingos, veio a público o manifesto de um pessoal de Minas Gerais que conclama: homens, libertem-se! É. Deve ser muita pressão, e a turma da testosterona resolveu desabafar. E não se economizaram: a lista de reivindicações é longa, inesgotável. Um luxo.

Alguns exemplos? Pela não obrigatoriedade ao serviço militar.  Pelo direito de broxar, não ter o pênis grande, ser sensível ou apenas um fracassado. Por um mundo em que os homens possam usar saia, chorar e cuidar das crianças. Ou ser artistas, decoradores, cabeleireiros, manicures. Que ninguém seja julgado por cuidar da aparência e fazer exame de próstata quando bem entender.

Há outras demandas mais sutis e delicadas, como poder sentir medo e pedir socorro. Ou se recusar a beber álcool e se drogar. Em último caso, talvez inspirados nos Alcoólicos Anônimos, querem poder admitir que precisam de ajuda para enxergar caso estejam oprimindo alguém com suas atitudes. A lista se encerra com um grito bem agudo: "O machismo também me oprime e quero ser um homem livre!"

Não é lindo tudo isso? Um grande avanço para a humanidade, o fim daquelas horrorosas despedidas de solteiro? Tenho certeza que não. É só mais um texto verborrágico para se juntar aos outros. Um Carta Magna de mimimis sexistas. Por mim, tudo bem. Mal não faz. É bonitinho.

Contem com meu apoio irrestrito, desde que a distância. Também tenho minhas angústias, dúvidas e perplexidades. Nada que um lote pra carpir, uma pilha de louça ou um pneu pra trocar não resolvam. Tô ligado.

Felipão não sabe perder — nem pedir desculpas à nação

essa Felipão não sabe perder — nem pedir desculpas à nação

Caso Felipão e seu mordomo Parreira tivessem um mínimo de decência (humildade seria pedir demais), não estaríamos aqui novamente para rebatê-los com fúria, cobertos de razão: não bastasse o massacre histórico diante da Alemanha, o técnico da seleção quis impor outra derrota vergonhosa ao país, ao tratar torcedores e jornalistas como completos imbecis.

Na coletiva convocada para, a princípio, dar explicações sobre a goleada olímpica, o que se viu foi um chocante espetáculo de arrogância. Em nenhum momento ouvimos sequer um murmúrio de desculpas. Ao contrário, para perplexidade da Nação, Felipão afirmou não se arrepender de nada, absolutamente nada.

Para ele, não houve nenhum equívoco ou motivo para arrependimento. Nem tática nem psicologicamente. O que aconteceu foi uma singela "pane de seis minutos". Em resumo, tivemos que ouvir o técnico enaltecendo o próprio trabalho. Um escárnio.

O mais grave nisso tudo é perceber que inexiste a hipótese de uma autocrítica ou correção de curso nessa trajetória fracassada que levou o futebol brasileiro ao mais baixo nível de sua história. E pior ainda é saber que acima dessa comissão técnica de homens impermeáveis fica algo ainda mais nefasto: uma CBF notoriamente corrupta, deletéria e submissa a interesses inconfessáveis.

Na disputa pelo terceiro lugar contra a Holanda, vamos escrever o último capítulo dessa derrocada. Na Copa das Copas, fomos surpreendidos por um país caloroso e competente, apesar de todos os prognósticos negativos feitos pelos arautos da viralatice. Dentro de campo, fomos humilhados por adversários respeitosos. Fora dele, por brasileiros indignos até mesmo de uma derrota.

Luiz Felipe Scolari, o grande blefe*

felipao Luiz Felipe Scolari, o grande blefe*

Caiu a máscara. Felipão é um blefe antológico e já tem verbete garantido na enciclopédia das grandes mentiras da história do futebol com esta derrota do Brasil contra a Alemanha. O encontro que ele promoveu com seis jornalistas (destrinchado com maestria pelo colega Cosme Rímoli) é uma confissão juramentada de que todas as alardeadas vitórias do técnico não passaram de acidentes de percurso. Essa conversinha de técnico vencedor, especialista em mata-mata, motivador que tira leite de pedra, grande estrategista e blablablá é o mais puro lixo.

Nunca entendi por que Felipão é bajulado de forma acintosa por parte da imprensa esportiva — e uma pequena legião de palmeirenses saudosistas e melancólicos. Os deuses do futebol foram muito generosos em dar ao técnico gaúcho uns dois ou três grandes momentos de vitória. Mas não passa disso: lampejos, felizes casualidades que a vida reserva para algumas figuras medíocres e inexpressivas. O destino é um fanfarrão.

O estado deplorável em que Felipão abandonou o Palmeiras deveria ter sido o ato final de uma carreira em que os fracassos retumbantes deveriam enterrar eventuais medalhas conquistadas aqui ou acolá. Ainda mais que a tragédia que abateu o Parque Antártica foi uma reincidência, um convite injustificável para o profissional que saiu enxovalhado do Chelsea. Ingleses não rasgam dinheiro nem gostam de ser enganados.

E que relaxem: se houver um grande perdedor nessa epopeia pífia é o professor Scolari — que entrará para a História como Felipe, o Blefe.

*Texto publicado originalmente em 2/7 aqui mesmo neste blog.

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Música brasileira virou uma lista de aberrações

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É uma luta inglória. Mas não vou me calar: a música brasileira atingiu seu mais baixo nível, chegou ao fundo do poço, é puro chorume. Acabou. Assunto encerrado. Pode fechar o caixão. E nem precisa enterrar.

Aqui mesmo já lamentei o baixíssimo nível a que chegou a produção musical. Sei do risco de me tornar repetitivo, mas não posso perder a capacidade de me escandalizar com o escândalo: segundo levantamento de uma empresa especializada, a música mais tocada nas rádios brasileiras no primeiro semestre de 2014 é Mozão, do sertanejo Lucas Lucco.

Perplexo com minha ignorância, fui ver afinal do que se tratava, cantor e música. Foi pior do que eu esperava. A canção é simplesmente insuportável, chata, monótona, cretina. Lesada. E o rapaz faz por merecer cantar algo tão inexpressivo: anos atrás, não passaria nem em programa de calouros do Raul Gil.

O moço é um sonífero com anabolizante. Artificial, frio, vaidoso, incapaz de se expressar existencialmente. Sendo justo, são requisitos básicos para suportar uma letra ruminante que diz:Momôzin vamos fazer assim: eu cuido de você, você cuida de mim. Não desisto de você e nem você de mim. Vamos até o fim”.

Eu não consegui chegar ao final da música. Nem me interessei em saber quais eram os outros sucessos da tal lista de aberrações.  Deve ser Benhê, Vidinha, Fofuxo, algo do tipo. Estamos voltando no tempo, rumo aos grunhidos das cavernas. O problema talvez seja meu: agora estou grande, estou barbadinho e não encontro ninguém pra me fazer bilu teteia.

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