Eike Batista: nem deus, nem pobre diabo

eike Eike Batista: nem deus, nem pobre diabo

Nunca fui fã de Eike Batista. Pode parecer fácil dizer isso agora que o cidadão está numa, digamos, pindaíba (mesmo que invejável, no sentido que sua "pobreza" seria o sonho de 98% dos brasileiros). Mas nunca me animei com sua personalidade megalomaníaca, inclusive quando chegou a ser o sétimo homem mais rico do mundo, quase uma unanimidade nacional.

Era tratado como um deus; hoje o consideram um pobre diabo. Como todos aqui sabem, sou ateu, essas coisas não me impressionam. Jamais me enganou: quem leva chifre de Luma de Oliveira não pode ser tão poderoso e competente assim. Sim, estou sendo cruel.

Dito isso, sejamos justos: Eike não é um ladrão, um bandido, um criminoso hediondo ou procurado da Interpol. Até pelo fato de a Justiça ter bloqueado R$ 1,5 bilhão de suas contas bancárias, tudo indica que o ex-magnata não seja daqueles picaretas que roubam aposentadoria de velhinhas ou um pirata que foge pelos mares levando o butim.

Não. Temos várias palavras para desqualificá-lo. Fracassado. Blefe. Desastre. Falido. Vergonha. Fanfarrão. Escolha uma, leitor internauta. Temos todo o dicionário ao nosso dispor para o escorraçar ou tripudiar sobre sua derrocada antológica. Mas nada nos autoriza a jogá-lo sadicamente aos leões — exceto o da Receita Federal, que fique bem claro.

Não tenho um pingo de dó dele. Não há sentimento mais desprezível que a pena. Até aproveito a oportunidade para mandar um recado: meu caro, é possível viver feliz e dignamente com pouco dinheiro; mais fácil ainda quando o que nos resta ultrapassa a casa dos milhões.

E nada como a família para nos fortalecer nesses momentos de desgraça. A crise nos faz melhorar. Use a adversidade a seu favor: no próximo almoço de domingo, tenha uma boa conversa com seus filhos. Eles precisam.

Quando o combate ao racismo não passa de ignorância

Sexo e as Negas serie elenco principal protagonistas atrizes Rede Globo 1 Quando o combate ao racismo não passa de ignorância

Tem hora que irrita. Recentemente, me posicionei contra a falta de discernimento e omissão do Pelé quanto ao racismo no Brasil. Mas antes o Rei nu e sua ignorância inócua do que a estridência e pretensão dos chamados "grupos, coletivos, organizações e entidades" que se autoproclamam defensores dos "pretos e pretas independentes" deste País. Racismo não tem tem cor. Nem a burrice.

Impressionante. Por conta da estreia da minissérie “Sexo e as Negas”, de Miguel Falabella, essa turma de alucinados segregacionistas resolveu partir para um ataque violento contra o que considera um golpe racista e machista da Rede Globo — que pretenderia, vejam só, "propagandear a farsa da democracia racial".

Isso que é samba do criolo doido. Pura psiquiatria. Muitos dos ativistas reclamam que as personagens negras da micronovela são estigmatizados como pobres, moradoras de favelas (ou comunidades, se preferirem) e sedentas de sexo e amor (como se esse item fosse um problema).

O raciocínio é assim: como esses branquelos se atrevem a contar uma história que se passa num ambiente majoritariamente negro e têm o desplante de usarem atores negros para isso? Isso é estigmatização, onde já se viu?! Querem condenar os pobres (na verdade, classe média baixa, aquela do Lula) a serem retratados como eles são, em sua absoluta maioria estatística! Isso jamais! Às barricadas!

Fico imaginando o que esses hidrófobos fariam se, em vez de atrizes negras, usassem umas branquinhas nos papéis principais. A gritaria seria maior, muito maior. Diriam: onde já se viu, que canalhice, estão usurpando o sofrimento da raça negra, colocando como heroínas do cotidiano essas lagartixas que nunca foram pobres nem moraram numa favela! Guerra!

Resumindo, não tem saída. Imagine uma novela, passada no Brasil, em que os empresários, banqueiros, madames, heróis e heroínas, vilões e aspones de segundo escalão fossem todos negros? Alguém, timidamente, do fundo da platéia, perguntaria, morrendo de vergonha: onde estão os brancos que ferraram com nossa pátria mãe gentil? Mais um pouco, tomado de indignação, gritaria: vocês estão achando que o povo é burro? Parem com esse racismo velado! Pulhas! É por aí que vai.

 

Ex-BBB Marielza e o que aguarda os participantes de realities shows

mari7 Ex BBB Marielza e o que aguarda os participantes de realities shows

Vai começar mais uma A Fazenda. É certeza de audiência, por diversos motivos, o mais nobre deles o absoluto direito ao entretenimento. As pessoas gostam, e ponto. Quem sou eu para me arvorar de fiscal do controle remoto alheio? Mas continuo intrigado com um dos efeitos colaterais mais perversos dos realities shows, em geral: do que vão viver aqueles que não são agraciados com o prêmio principal, ou seja, quase todos?

Nesses últimos anos, vimos desfilar uma legião de anônimos (fora alguns artistas de baixo calibre) cujo sonho, além de tirar uns trocados, é o de se tornar uma subcelebridade — como se isso fosse uma atividade profissional digna de respeito e não de perplexidade ou pena. A rigor, essa turma só serve para pagar mico e ser motivo de piada ruim. Paciência.

Quando se encerra o programa e cada um dos participantes retoma seu caminho, as histórias de fracasso são infinitamente maiores do que as de sucesso (que se contam na palma de uma mão). A da ex-BBB Marielza veio a público esta semana, para se somar ao cardápio de frustrações e horrores que aguarda a turma depois que os holofotes e câmeras se apagam.

A senhora, que participou da temporada que consagrou Jean Wyllys e Grazi Massafera, deu azar logo de cara: teve um AVC após 13 dias de confinamento e teve que sair, não sem antes causar algum ruído e muita polêmica com seu comportamento, digamos, excêntrico.. Nove anos depois, sua situação é igual ou pior do que quando foi sorteada para participar do programa.

Com muita dignidade, é bom registrar, vive de salário mínimo como caixa de supermercado, mora na mesma casa que sempre sonhou reformar (ou botar abaixo e reconstruir, segundo ela mesma) e não é mais reconhecida na rua. Sem nenhuma mágoa aparente, admite que nunca mais foi procurada por nenhum de seus colegas “da casa”.

Vida que segue. Sob o olhar atento de milhões de pessoas, uma nova leva de candidatos vai se expor e buscar fama efêmera e dinheiro que equivale ao que se ganha numa loteria, de tão improvável. Livre arbítrio é essa maravilha: cada um faz da vida o que bem entender. Mas desde o início dos tempos, bem sabemos, pouca gente encontra bom uso nele. Boa sorte a todos.

 

 

A mente de Pelé ainda está presa numa senzala

pele ahva 450x338 A mente de Pelé ainda está presa numa senzala

Mais uma obra pode ser incorporada ao acervo do Museu Pelé: um áudio editado com as maiores bobagens que o Rei do Futebol pronunciou durante sua existência. Nessa coletânea não podem faltar as estultices que o Atleta do Século pensa sobre um tema que lhe deveria ser caro, mas que em sua boca é vendido a preço de banana: o racismo.

Percebam o requinte de um raciocínio que não conseguiu sair da senzala: "Se eu fosse querer parar o jogo cada vez que me chamassem de macaco ou crioulo, todos os jogos iriam parar. O torcedor, dentro da animosidade, ele grita. Acho que temos que coibir o racismo, mas não é em lugar público que vai coibir.  Quanto mais atenção der para isso, mais vai aguçar".

Fosse um branco dizendo esse amontoados de bobagens, seria empalado pela opinião pública. Na boca do maior jogador de todos os tempos, é motivo de vergonha e tristeza. Quando Pelé abre a boca, voltamos séculos na luta por igualdade, justiça e civilidade.

Não, não somos todos macacos. Somos seres humanos. E quem pensa diferente está abdicando de sua humanidade. Quando um negro se omite ou, pior, aceita o preconceito como algo natural, incontornável, está fazendo o serviço mais sujo, o de se colocar abaixo de gente racista.

É como se dissessem, esses escravos da ignorância: racismo não é um assunto importante, e o mundo sempre foi assim, injusto e cruel. É uma chibatada na cara da sociedade. Pelé deveria rever com urgência esse seu pensamento covarde e subalterno. Alguém precisa colocar esse cara no seu devido lugar: ao lado dos negros e das pessoas de bem. Enquanto isso não acontece, ele podia ao menos calar a boca - e gastar sua fortuna em silêncio.

Nenhum ídolo muda nosso voto

CaetanoVeloso3 hg 20100121 Nenhum ídolo muda nosso voto

Era uma vez uma eleição em que todos os maiores artistas do país estavam juntos, do mesmo lado. Foi uma loucura. A turma toda gritando lulalá. Tudo bem que não serviu pra nada, já que o candidato da elite cultural, super descolada e hipersensível, foi derrotado. A patota é pé-frio pra caramba. Mas foi bonita a festa, pá.

De lá pra cá, minha gente, o bicho pegou. Democracia é assim, cada cidadão é um voto. Para quem está acostumado a atrair multidões e ser admirado, esse negócio de ser apenas mais um requer cuidados médicos. Na afobação do estrelato, nem todos tiveram a oportunidade de tomar remédios ou aprender essa lição de humildade.

Só por esse descuido psiquiátrico podemos entender o porquê de algumas celebridades insistirem em se expor ao ridículo de oferecerem seus egos em sacrifício. Será mesmo que algum deles imagina, num delírio narcísico, que será capaz de influenciar politicamente algum fã desavisado?

É vasto o folclore dos surtos e gafes cometidos por nossas estrelas. Regina Duarte e seu medo. Caetano Veloso e suas frases incompreensíveis. Paulo Betti e José de Abreu em suas militâncias juvenis. Os artistas de auditório expondo sua breguice política. Roberto Carlos e seu silêncio que não engana ninguém. E o Chico Buarque lá, impávido, se levando a sério.

Nesta eleição de 2014, os candidatos, quase todos, perceberam que não vale a pena investir em celebridades. Uma ou outro ainda insiste, para vergonha alheia. Em um ponto avançamos: não é o cantor que nos encanta, nem a atriz maravilhosa, ou o escritor que admiramos que nos fará votar nesse ou naquele. No espetáculo de gosto duvidoso chamado democracia, somos protagonistas. Aplausos.

Quem banca político corrupto é empresário ladrão

4rv277cysn 1niss5jgk file Quem banca político corrupto é empresário ladrão

Os políticos são, em sua maioria, vergonhosos e corruptos. Mas o ódio e desprezo que a população reserva para nossos representantes é um erro de cálculo, um engano colossal sobre quem são os maiores inimigos internos: os empresários e milionários desonestos que solapam, dilapidam e exploram este País há séculos.

Um estudo seríssimo, da organização internacional Integridade Financeira Global,  aponta que, no Brasil, as remessas ilegais de divisas, entre os anos de 1960 e 2012, chegaram a US$ 401,6 bilhões. Para se ter ideia do quanto esses abutres são capazes de rapinar, no mesmo período, foram enviados para o Exterior, dentro da lei, apenas US$ 118,6 bilhões. Grosso modo, essa bandidagem rouba 4 de cada 5 dólares que saem do Brasil.

Se você acha que mensalões e Pasadenas são o que de pior nós temos a resolver, é hora de rever suas prioridades de moralização. Claro que qualquer desvio, falcatrua ou malfeito tem que ser combatido com rigor. Mas enquanto o foco for direcionado para os, digamos, pés-de-chinelo da corrupção, os coturnos dos grandes mafiosos vão continuar pisoteando na nossa cara.

Portanto, quando ouvir alguém bradando e espumando contra nossos políticos, pergunte: e o que Vossa Senhoria propõe contra os que financiam e bancam essa quadrilha alojada nos parlamentos e nos palácios de governo? Aí dá pra começar a conversar.

Deveríamos estar todos cobrando dos senhores e senhoras candidatos nas próximas eleições o que eles pretendem fazer para interromper essa verdadeira sangria desatada. E depois (não custa esticar o assunto), exigir que finalmente o Brasil se iguale aos grandes países capitalistas e passe a taxar pesadamente as heranças e grandes fortunas.

O resto é bobagem ou, no máximo, consequência. É esse dinheiro sujo, protegido pelas bancas de advocacia e bancos de paraísos fiscais, que oxigena o crime organizado e nos condena ao atraso, à miséria e à ignorância. Talvez por isso mesmo ninguém toca no assunto.

 

Ex-musas servem para nos consolar

Liv Tyler ainda é uma mulher bonita. Aos 37 anos, obviamente, está longe da ninfeta que encantou a todos quando despontou, em 1996. Tampouco manteve a beleza glamurosa que encarnou na trilogia "O Senhor dos Anéis". Porém, todos hão de concordar, qualquer mulher comum ficaria feliz em embarangar como a atriz. Se isso é decadência, mesmo com o ângulo infeliz da fotografia, estou disposto a amparar qualquer uma que se encontre nessa situação:

2zw114g055 70i617rh60 file Ex musas servem para nos consolar

Claro que, nos dias de hoje, existem dezenas de exemplos de como uma a senhora pode chegar aos 50 anos em perfeito estado de conservação. A medicina, os recursos tecnológicos, os truques estéticos e uma excelente disciplina de vida podem estender por décadas o que consideramos como ideal de beleza.

Não é por acaso que notas como as que mostram o antes e o depois de Liv atingem uma grande audiência. É legítimo que nós, seres humanos que não frequentamos o Olimpo ao lado de Narciso e Afrodite, busquemos algum alívio para nossas derrocadas e imperfeições.

Principalmente as mulheres, diuturnamente incomodadas com as dezenas de detalhes físicos que caracterizam a espécie feminina (e que, no geral, costumam passar despercebidos para a maioria dos representantes do sexo masculino). Nesse aspecto (e provavelmente só nesse), elas sofrem bem mais com a chegada do tempo.

Não sejamos hipócritas: é um fato que muitos de nós permitem a seus corpos, que antes remetiam às reluzentes areias do Caribe, percorrer um caminho que os faça lembrar as caatingas nordestinas. Acontece. Talvez por isso mesmo, quem consegue se manter numa média aceitável deveria ser tratado com um pouco mais de respeito. E desenvolver autoestima.

Contem comigo nessa empreitada. Impossível, no entanto, me furtar a um comentário. Sabem qual foi o título do filme que nos revelou Liv Tyler, no auge de seu esplendor? Pois é: "Beleza Roubada".

Quando politizar a arte se torna preconceito

O colunista do jornal Folha de São Paulo João Pereira Coutinho é um daqueles raros articulistas que conseguem manter alguma elegância ao defender pontos de vista mais alinhados à direita. Isso faz falta nos dias de hoje. Por isso merece atenção o artigo (clique aqui para ler) que o escritor português escreveu sobre a pressa e prontidão com que artistas e intelectuais se colocam contra Israel.

Falar dos conflitos no Oriente Médio não é assunto para amadores. Eu, pessoalmente, evito tirar conclusões definitivas, por mais tentador que seja tomar partido contra ou a favor de judeus ou palestinos. Algo bem diferente do que fizeram 55 artistas que assinaram uma carta aberta repudiando o apoio financeiro de Israel à 31ª Bienal Internacional de Arte de São Paulo.

Eu imaginava coisa do passado esse tipo de alinhamento tacanho entre arte e política. É muito empobrecedor para todos trazer um debate ideológico para dentro de um evento que notoriamente procura agregar conhecimento e destruir barreiras entre povos e culturas.

Se esses artistas imaginam estar contribuindo de alguma forma para a solução ou denúncia do conflito, não é possível estar mais enganado. Ainda mais num momento que Israel e o Hamas conseguiram estabelecer uma trégua, por mais frágil e efêmera que alguns possam supor.

Esse suposto manifesto, sob qualquer ponto de vista, é simplesmente um ato preconceituoso e desnecessariamente bélico. Não leva a nada. Está fora de lugar. Reforça animosidades. É inútil. E de um profundo mau gosto. Algo indesculpável para pessoas que se julgam artistas.

Quem soltou o psicopata que voltou a matar?

 Quem soltou o psicopata que voltou a matar?

Vou fazer uma mea-culpa e me retratar publicamente. Há pouco mais de quatro anos, defendi neste blog que o assassino do cartunista Glauco fosse considerado louco, inimputável, e não tivesse de enfrentar júri popular e cumprir pena no nosso sistema penitenciário. Acertei no diagnóstico, mas errei feio ao apostar nas consequências: Carlos Eduardo Sundfeld Nunes estava em liberdade e voltou a matar.

À época, escrevi sem meias palavras: "Tendo chance, vai voltar a matar, com certeza. Ele é do mal." Mas, equivocadamente, achei que o psicopata iria mofar num manicômio judiciário. Porém, alguma junta de médicos irresponsáveis, de forma criminosa, considerou que o  assassino frio e de sorriso cruel estava apto a viver em sociedade.

Em termos de justiça, somos realmente um país miserável. Estamos cercados. Se fosse condenado, e pegasse pena máxima de 30 anos, provavelmente, por bom comportamento, estaria de volta às ruas em 2016 ou 2017.

Sob o olhar de psiquiatras forenses, ganhou liberdade em agosto de 2013. Um escárnio. A decisão foi tomada por uma juíza, a partir de avaliação médica do Tribunal de Justiça de Goiás. Segundo a decisão, Carlos Eduardo, que tem esquizofrenia, estava apto a conviver com cidadãos de bem.

Agora, vou me permitir um raciocínio óbvio, emocional, comum: quem vai pagar por essas novas mortes, absolutamente evitáveis? O que merecem esses profissionais, funcionários públicos, envolvidos nessa barbaridade? Como sabemos que nada vai acontecer, só nos resta torcer para que sejam consumidos por um remorso eterno, e que suas consciências jamais permitam que durmam em paz.

Datena e Neves deveriam se dar ao respeito

 Datena e Neves deveriam se dar ao respeito

Não sei como é em outros países. Mas no Brasil, a turma que faz TV ostenta um nível baixíssimo. Talvez por terem, em sua maioria, uma origem humilde, com pouco estudo e muito barraco, nossos comunicadores estão longe de ser exemplo de educação, cultura e civilidade. Que o digam José Luiz Datena e Milton Neves.

Muito se comentou sobre a briga envolvendo os dois fanfarrões. É enrosco antigo, alguma mágoa mal resolvida, ui. O fato é que eles se estranham faz tempo. E já que sabem disso, são milionários e pertencem à elite do entretenimento, deveriam se dar ao respeito.

Mas não. Grosseiros, mal educados, arrogantes, ficam pelejando ao vivo, feito moleques de colégio. Baderneiros do fundão. Testemunhas do bafão garantem que, além dos gritos e palavrões, rolou agressão física. Datena teria dado um soco no colega, que fez até exame de corpo de delito no Instituto Médico Legal. Vergonha alheia.

Tudo indica que o destempero partiu do especialista em violência e crimes domésticos. Mas como diria uma mãe prestimosa, diante de filhos briguentos, machinhos, rolando no chão: não quero nem saber quem começou essa bagaça!  E manda os dois pra cama, sem sobremesa (até porque estão meio obesos).

Dinheiro e fama não trazem educação. Nem felicidade. O mundo é assim, injusto. Ao vivo, em cores, com alta definição. O resto é ficção. De má qualidade.

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